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18. start Christmas confused.


Fic: Herdeira _ pós DH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Finalmente o dia de ir para a casa dos avós de Rosa, Hugo, Lily, Tiago e Alvo havia chego. A confusão de pessoas na frente do salão principal era enorme. Manda descobriu que se ela quisesse poderia ficar na escola, com os poucos alunos que iriam fazer isso. Mas era burrice de mais deixar de conhecer uma casa, uma família e maneiras bruxas. 


- Pegou tudo? 


- Rosa, você me perguntou isso mais de dez vezes! – disse Hugo, bravo. 


Manda avaliava as malas dos amigos, bem maiores do que a bolsa que ela agarrava contra o peito. Em alguns momentos, ela se sentia um pouco inferior aos amigos...


- Cheguei – disse Harry, chegando perto dos adolescentes e colocando a mão no ombro de Tiago.


Manda viu que Harry chocou seu olhar com o de Minerva, e respirou fundo.


- Já volto. – disse Harry, um tanto impaciente.


Rosa e Manda acompanharam com o olhar Harry. O moreno parecia confirmar a todo momento para a diretora alguma coisa. 


- Será que ela não confia no seu pai? – perguntou Manda.


- Ah, você é um monstro que precisa ser acorrentado para ser bem cuidado? – ironizou Rosa.


Manda tentou até rir com a amiga, mas ficou ligeiramente nervosa. E se ela realmente fosse um monstro que deveria ser acorrentado? E aquela raiva incontrolável de vez enquanto? Ou a fumaça? Sem contar a sua Marca Negra...


- Como vamos para A Toca? – perguntou Hugo, quando o tio se aproximou.


- Há carros do ministério a nossa espera. 


- Carros? – perguntou Manda.


- Casos especiais...


- Porque você na foi nos buscar em King Cross papai? – perguntou Lily.


- Resolvi mudar o rumo e vir buscar vocês direto na escola...


- Sei... – disse Manda, para si mesma. 


Os três caminhavam entre a multidão de alunos e Manda encontrou a cabeleira pálida e loira de Malfoy logo após eles ultrapassarem a porta de entrada da escola.


Ele e um homem alto, e muito parecido com Escórpio estavam parados conversando e rindo. O mais alto, que Manda achava ser o pai de Escórpio, segurava um casaco feminino então a morena deduziu que aquele era o pai de Escórpio aguardando a volta da mulher, com o filho.


 - Rosa.. – disse Manda, parando rapidamente – Acho que deixei cair a minha pulseira ali no Saguão. Volta comigo?


- Claro... Tio Harry, aonde estão os carros?


- Logo depois do portão. Aguardamos as duas lá – disse o moreno sem parar de caminhar.


Manda agarrou a castanha pelo pulso.


- Não lembro de você usar pulseiras – comentou Rosa.


- Não uso.


Manda caminhava de forma rápida e seu olhar era fixo nos loiros.


- O que está fazendo? – perguntou Rosa, quando percebeu que a amiga estava indo na direção dos Malfoy.


- Bom dia Escórpio – disse Manda, se aproximando de Escórpio. – Quero saber se posso lhe enviar seu presente de natal por uma coruja.


Quando Manda percorreu os olhos pelo pai de Escórpio, percebeu que o homem  olhava de forma estranha, como todos os outros. Mas seu olhar era em um tom diferente, um pouco mais ousado, e ele parecia temer as escolhas de Manda.


- Bom dia garotas – disse Escórpio. – Ah.. você comprou algo para mim? – riu-se Escórpio.


- E Rosa também. – disse Manda.


A castanha ficou corada.


Manda percebera que uma mulher alta, de cabelos longos e lisos, tão negros quanto os de Manda, se aproximara e encaixara seu braço no do loiro. A mãe de Escórpio, parecia ligeiramente interessada, de forma positiva,  no questionamento de Manda sobre o presente de Rosa.


- Poderíamos marcar um dia lá em casa nessas pequenas férias, ai trocamos os presentes e aproveitamos um pouco. E estou precisando de ajuda em Poções Rosa... – disse Escórpio, olhando para a castanha com um olhar piedoso.


- Filho. – disse o homem, revelando a voz um pouco rouca e grave – Que modos são esses.


- Ela é o tipo de professora particular que eu tenho pai. – disse Escórpio. O garoto abaixou a cabeça um pouco, e apertava os dedos um contra os outros. Ele parecia nervoso e lutava contra seus próprios pensamentos. – E namorada – disse ele, ficando com vergonha e sem tirar os olhos do chão.


Mesmo depois de alguns minutos de silencio, ele havia falado o que queria ter dito a muito tempo.


O pai de Escórpio se fez de desentendido e a mãe do garoto havia dado um longo suspiro de felicidade.


- Ah querida – disse a morena, estendendo a mão para Rosa – Sou Astoria Malfoy.. Acho que não fomos apresentadas formalmente.


- Olá senhora – respondeu Rosa, envergonhada. 


- E você... – disse Astoria, se virando para Manda.


- Manda – e a morena não apertou a mão de Astoria.


- Manda – sussurrou Draco, com os olhos conectados aos de Manda.


- Senhor Malfoy.... – cumprimentou Manda.


- Pode me chamar de Draco – respondeu ele, no mesmo tom autoritário que Manda havia falado.


- É bom falar de igual para igual – respondeu ela, rindo-se de forma irônica. 


- Sonserina? – perguntou o loiro.


Manda apenas riu.


- O Chapéu Seletor erra às vezes. Me mandou para o contrário da Sonserina. 


Draco riu também.


- Você vai gostar muito da biblioteca da Mansão – comentou Escórpio a Rosa. – Vou pedir que limpem ela para você poder apreciar.


Rosa sorriu para o garoto, que tinha uma mão no ombro dela.


- Acho melhor irmos Rosa, ou o Harry vai pensar que fomos até os dormitórios.


- É mesmo – respndeu ela, quebrando o contato visual que tinha com Escórpio. – Tchau – disse ela, beijando a bochecha de Escórpio.


Manda sorriu para os presentes.


- Bom dia a todos – disse ela, indo em direção aos portões.


Manda e Rosa caminharam por alguns instantes e a morena não pode evitar olhar para trás.


- Odeio você. – disse Rosa, rindo de alegria.


- Eu sei. 


As duas riram e se abraçaram.


- Acharam a pulseira? – perguntou Tiago, quando elas chegaram perto do carro.


Manda levantou as sobrancelhas.


- Fomos impedidas por um aluno da Lufa-Lufa, jogador de quadribol...


- O que? – perguntou Tiago, entrando no carro depois de Manda.


- É. Ele me convidou para ir ao Cabeça de Javali com ele na tarde de Natal. Mas eu disse que ia sair da escola e não poderia fazer companhia a ele.


Rosa riu a todo momento, e se controlou para não soltar boas gargalhadas.


Até a Toca, não se ouviu a voz de Tiago, a não ser pelos bufos e pelos suspiros bravos.


Quando chegaram ao seu destino, Manda ficou observando bom tempo a casa dos avós de seus amigos. Muito torta e com um jardim incrível a frente, ela parecia um tanto esquisita para as poucas casas que Manda já havia conhecido.


- Não é uma mansão... – comentou Rosa, tento ser simples.


- É incrível - concluiu Manda, mais  para si mesma do que para Rosa.


Ela pode ver um breve sorriso nos lábios de Rosa.


Tanto quanto, por fora, a casa era incrível. Manda observou cada milímetro da casa com o olhar curioso, e apenas “acordou” quando passos ligeiros começaram vindo dos andares de cima. O que anunciava que algumas pessoas estavam descendo.


- Hugo! – disse uma mulher, na ponta da escada, com os cabelos do mesmo tom do que os de Rosa, porem, amarrados. – Querido – disse ela, correndo até o garoto e beijando as bochechas dele.- Como está sendo meu querido? Rosa, que saudade. – disse a mulher agarrando a filha.


Uma ruiva estava abraçada com Lily, ela parecia elegante e tinha os cabelos até na altura do ombro.


- Ronald deve estar chegando com Molly e Arthur. Eles foram fazer umas compras. – informou Gina.


Manda ficou perto da porta, aonde acompanhou todo os abraços e beijos que as mães davam em seus filhos. Ela nunca teria uma mãe ou um pai que pudesse estar morrendo de saudades dela, ou uma família para ela dividir cada momento que lhe ocorria na escola.


- Então... Gina, Mione... Essa é Manda.


Harry abraçou Manda pelos ombros. Ela levantou o olhar até as duas mulheres e ficou observando a forma como cada uma a olhava. A ruiva, Gina, parecia serena e calma. Já a castanha, Hermione, tinha um certo pânico nos olhos.


- Bom dia querida – disse Gina, sorrindo.


Manda sorriu.


- Mamãe, você tem que ver o potencial dos feitiços da Manda, é uma coisa incrível – disse Rosa, para Hermione. – Ela acabou com três alvos de uma vez só.


- Aé? – perguntou Hermione, impressionada.


- Além de devorar livros pior que você e a Rosa juntas – comentou Alvo, se jogando em um sofá.


Todos riram.


- Ela leu em uma manhã dois livros e meio sobre o resumo de cada ano em Hogwarts... – começou Rosa.


A conversa sobre os feitos escolares de cada um havia se estendido por longos minutos, até que havia chego em Alvo...


- É, ele e o Malfoy estão péssimos em poções! – comentou Rosa, bufando.


- Péssimo é uma palavra forte Rosa – se defendeu Alvo.


- Estão quase em T – disse Lily.


- Trasgo! – disse em voz irônica Hugo.


- Meus queridos – disse uma mulher mais velha, baixa e gordinha, e o cabelo ruivo claro. Ela abraçou cada criança, como se não as visse a anos.


- Vovó – disse Hugo, enquanto era apertado – Não precisa esmagar a gente.


A mulher riu.


- Vejamos, você deve ser a Manda.


- Sim senhora – confirmou Manda, se levantando para cumprimentar Molly.


- Seja bem vinda querida. – disse Molly, quanto abraçava a garota.


- Obrigada – disse Manda sorrindo.


- Manda... Fico contente em saber que seus feitos escolares estão indo com um desempenho tão bom. Claro, digo que o sue caso é especial, você não sabia quase nada de magia – comentou um senhor ruivo, se aproximando.


- Me esforço ao máximo senhor Weasley. E Rosa tem me ajudado muito, e pelo que sei, a inteligência dela e essa fome pelos estudos vem da senhora Weasley.


Manda percebeu que Hermione corou um pouco. Será que Rosa e ela eram tão, tão parecidas?


- Ela herdou isso da mãe – comentou Ronald, quando havia terminado de colocar as compras em cima da mesa.


Manda viu que Hermione ficou um pouco boba depois do elogio, indireto, de Ronald.


- Melhor vocês irem arrumar suas coisas nos quartos. – começou Molly. – Deixei o quarto do Rony para Hermione e Ronald. O do Fred e George para as garotas. O antigo quarto de Rony para os garotos. E o de Percy para Harry e Gina...


Todos os adolescentes começaram a subir uma remessa de escadas muito confusas e grande. Quando chegaram ao destino desejado, Manda colocou a bolsa em cima da cama que havia sobrado, ela deixara Lily e Rosa escolherem as camas primeiro.


Manda demorou um pouco mais que as garotas para arrumar as coisas, ironia, pois sua bolsa era três vezes menor do que a mala das duas. Na verdade, Manda queria esconder os presentes dos amigos em segurança em baixo da cama e assim, evitar que eles descobrissem a surpresa do Natal.


- Pode ir – disse Manda para Rosa. – Depois eu desço.


A castanha então, fora para o primeiro andar da casa. Depois de esconder muito bem alguns presentes, Manda escutou passos no corredor e resolveu ir ver quem era. Tiago passava pela frente do quarto e nem se quer levantou o olhar para Manda.


- Hey – disse ela, puxando Tiago pela manga da blusa.


Tiago apenas a encarou.


- Eu estava brincando. Não existe nenhum garoto da Lufa-Lufa. – e ela percebeu que o garoto até mudara a postura. 


Ela largou o amigo, e quando foi fechar a porta do quarto, o pé de Tiago se pôs entre a parede e a porta.


- É bom ter você aqui. – disse ele, em um tom suave.


Ela sorriu para ele, e os dois permaneceram se encarando por alguns instantes.












Quando Manda finalmente desceu de volta para o primeiro andar, depois de alguns minutos de Tiago já haver partido, ela encontrou quase todas as mulheres na cozinha arrumando o almoço do dia.


- Realmente Gina, você tem que cuidar com as críticas – dizia Hermione – Os Búlgaros não gostam de criticas negativas.


- Você que sabe disso em Hermione – comentou Gina, rindo.


Hermione revirou os olhos.


Hermione e Gina descascavam batatas, Molly estava na pia lavando verduras e Rosa estava cortando as batatas.


- Posso ajudar? – perguntou Manda, se sentando ao lado da amiga.


- Claro – disse Rosa entregando uma faca a amiga. 


Manda começou a cortar as batatas como fazia quando morava no sitio, e prestava atenção na conversa das mulheres:


- Mas Manda, Rosa me contou que você é uma aluna incrível... – comentou Hermione.


Manda sorriu.


- Bondade dela.


- Mas Manda, nos diga mais sobre seu nome. Eu sou muito acostumada com Amanda, mas Manda... – disse Hermione, rindo-se e mirando a batata que tinha em sua mão.


Manda suspirou e apertou a faca contra a mão com mais força do que o comum.


Ela sentiu um pouco de raiva por aquela pergunta, será que ela não sabia sobre a história dela? Hermione descascava a batata, e Manda ficou a encarar a mão da mãe de Rosa, e pensando no que deveria falar.


- Manda... – disse a morena, cortando a batata com força sem tirar os olhos da mão de Hermione. Ela sentiu seu sangue ferver um pouco, estava farta das pessoas quererem saber dela, e ela nem se conhecer o suficiente para responder. – Deusa do Oculto, é o que significa.


E ela aranhou os dentes um nos outros.


- Ai! – disse Hermione, soltando a faca.


A castanha rugiu e foi em direção a pia. Sua mão agora era vermelha e sangrava muito rápido.


- Mamãe... – disse Rosa, se levantando.


Manda soltou a faca e encarou suas próprias mãos, como um impulso. A morena respirou forte, e agradeceu por Molly, Gina e Rosa estarem em volta a Hermione, que tinha a mão de baixo da torneira e reclamava da dor.


- Mamãe, isso está feio – disse Rosa, com uma careta quando a castanha tirou a mão de debaixo da água. 


- Me traga a minha varinha – disse ela, a Rosa.


Manda assistiu a cena de longe, e seu olhar era apavorado para si mesma. Quando a castanha encontrou seu olhar, Manda entendeu muito bem que ela sabia que havia sido Manda.


A morena se levantou, deixando a cadeira cair, e assim, todas as mulheres se viraram para ver o que tinha acontecido.


- Eu não... queria... – disse ela, passando a mão no rosto e logo em seguida dando costas á cozinha e todas as presentes, saindo correndo para fora da casa.


Na sala de estar estava Rosa, voltando do quarto da mãe com sua varinha na mão.


- Manda – disse Rosa, quando a garota passou por ela correndo. – MANDA! – gritou ela, na porta, quando a morena já estava nos jardins.


As lágrimas nos olhos de Manda eram enormes e incontroláveis. 


- Manda – gritou uma voz masculina, e o corpo dela estremeceu e parecia ter ganhado mais velocidade quando a voz de Tiago invadiu sua cabeça. – MANDA, VOLTA AQUI! – gritou o garoto.


Ela percebeu que o moreno estava com os primos, pai, avô e tio no jardim, fazendo alguma coisa. E quando ele viu a garota correndo, logo tentou alcançá-la. 


Manda já estava saindo da propriedade da família Weasley, e tinha agradecido pelo portão estar aberto. Mas ao passar pelo portão, ela o empurrou para ele se fechar. 


- MANDA! – Gritou o moreno novamente, e ela arriscou se virar para trás.


Ele corri com a mesma intensidade que ela, e ela pode ver a confusão nos olhos do garoto.


- Me tira daqui – disse ela, para si mesma.


Aparatar, pensou ela.


Ela parou, respirou fundo e voltou a olhar para trás.


Estava a uns sete metros do portão, e Tiago abria o portão e ao ver que Manda havia parado, ele parou também.


Manda continuava a chorar, e Tiago tentou se aproximar.


- Não – pediu ela.


Harry Potter, Rony, Hugo, Alvo e Arthur estavam vindo na direção dos dois. E Rosa, Lily, Molly, Gina e Hermione vinham correndo da casa.


- Manda – gritou Hermione.


Os olhos de Manda estavam fixos, agora, aos de Tiago.


- Desculpa – sussurrou ela.


Uma nuvem cinza estava começando a tomar conta do céu, e naquele momento, havia ocultado os raios do sol. A morena deu um passo para trás.


- Manda, não... – pediu Tiago, piedoso.


Manda, respirou fundo e desejou da forma mais desesperada do mundo que sumisse dali.


Ela fechou os olhos e se lembrou como era calma sua vida no sítio, e deixou a lágrima mais triste e frágil de todo seu pranto cair. 


- MANDA! – Gritou Tiago novamente.


Manda parecia ter despencado de um precipício, e quando seus olhos abriram ela viu a imagem Tiago retorcida, e sua cabeça começava a girar. Manda entendeu o que estava ocorrendo ali, ela estava aparatando instantaneamente. 


A morena apenas suspirou, e quando seus pés tocaram o chão úmido, ela respirou aquele ar puro que tanto lhe faltou nesses dias de mundo mágico.


Agora, não havia mais o casebre de madeira, havia apenas aquele curral velho e de madeira cheia de cupim.




 


 

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Comentários: 2

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Enviado por Marcela Prince Snape em 18/08/2011

Ai estou muito triste por Manda. Ela realmente não fez por querer.

Ela é uma pessoa boa, só que essa Horcrux dentro dela faz essas coisas ruins. Coitada.

E ela e Tiago. Tão lindo!

Posta logo! Estou super curiosa!

Beijos!

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Jheni weasley em 16/08/2011

Coitada da Manda ela não consegue controlar sua magia direito, bem que alguém podia dar umas aulas para ela controlar o seu gênio.E o Draco gostou tanto da noticia de seu filho, que ele ta namorando uma Weasley que ele ficou sem palavras. Merlin e o Tiago com ciume que lindo. To ansiosa pro próximo capitulo. Isso sim que é um começo de uma semana de natal bem louca.Bjus...

Nota: 5

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