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12. Vingança


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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... A vida continua ...



Cap 12 - Vingança



Rose sentiu aquela pressão deliciosa sobre os lábios, podia sentir a língua do rapaz percorrer toda extensão de sua delicada boca enquanto o chão ia sumido sob seus pés. Sentiu o corpo amolecer e teve certeza que se ele não a estivesse abraçando ela cairia. Kevin se afastou dos lábios da namorada com um sorrisinho satisfeito enquanto ela ainda tentava recuperar alguma sanidade.

- Vamos descer juntinhos para o café... – falou num sussurro no ouvido da garota.

- Ah... eh... eu to... – ela não sabia muito bem que palavras estava tentando articular, mas lembrava que era importante. Só conseguiu pensar naqueles lábios tão próximos aos seus.

- Sim? – perguntou roubando outro beijo e deixando-a ainda mais atônita. Ela respirou fundo e continuou.

- Ah... Estou esperando a Lily. – falou rouca da maneira que pode. Ele sorriu.

- Certo. Posso ir na frente?

- Claro.

- Ok então. Charlie! Vai descer agora? – perguntou para o colega de turma e melhor amigo que estava saindo do dormitório.

- Vou.

- Desço com você. Beijo rose – deu um último beijo na namorada e saiu da sala comunal com o amigo.

Rose deu um suspiro apaixonado e se deixou cair numa poltrona enquanto esperava a prima.

- Que sorriso.

Charlie comentou olhando o amigo de lado. Kevin não parava de sorrir como se aquele fosse o melhor dia de sua vida.

- Ela é incrível Charlie. – falou sonhador.

- Então não vacila de novo. Quase perdeu sua ruivinha no ano passado cara por causa de mulher pow...

- Não vacilo mais não Charlie – falou rápido e sua voz denotava um pouco de medo – Não posso perder Rose mais uma vez... e esse é meu último ano.

Um barulho súbito no corredor vazio fez com que os dois se virassem já com as varinhas em punho esperando algum tipo de ataque ou qualquer outra coisa improvável de acontecer ali.

O que viram era bem improvável mesmo.

Scorpius Malfoy parado no meio do corredor atrás deles. Sozinho e aparentemente desarmado.

Kevin e Charlie trocaram um olhar curioso.

- O que você quer pirralho? – Charlie falou e sua voz ecoou pelo corredor de pedra.

Scorpius tinha os olhos bem mais cinzas que o normal. Seu rosto denotava uma certa palidez e sua mão tremia um pouco, como sempre fazia antes de efetuar algum feitiço muito complicado. Sentia um frio desproporcional a temperatura ambiente ao seu redor e sua respiração estava rápida. Mas nenhum dos rapazes a sua frente notou nada disso.

Ainda o viam como o pirralho que espancaram anos atrás, não tinham se dado conta de que já era um rapaz. Potencialmente perigoso por sinal.

Um sorriso cínico brincou nos lábios do loirinho.

Malfoy puxou a varinha e lançou um feitiço, mas os garotos que já estavam a postos conseguiram DESVIAR a tempo, pois como bons alunos do 7º ano viram que não saberiam bloquear o feitiço. Eles sorriram.

- Vai ter que fazer muito melhor que isso bebezinho – comentou Charlie.

- Acha mesmo que pode lutar sozinho contra nós dois e usar um feitiço idiota desses? – Kevin riu – São feitiços tão fracos quanto você.

Scorpius sorriu de forma fria e levemente maligna. Falou baixo:

- Então comparem meu poder ao de meus feitiços... SECTUMSEMPRA!!!

Kevin e Chralie desviaram bem a tempo de verem o feitiço cortar a superfície de pedra no corredor atrás perto deles. Marca ficaram cravadas na pedra como talvez nem mesmo uma espada afiada conseguiria fazer. Os dois amigos trocaram um olhar ligeiramente assustado antes de se virar para o sonserino que sorria.

Segundos depois o corredor estava sendo inundado por feitiços e azarações de todas as espécies.

**********************

- Cadê o Kevin? – Rose perguntou a Thiago assim que sentou na mesa de Grifinória com Lily.

- Você acabou de vê-lo – disse Lílian impaciente – será possível que já esteja com saudades?

- Só perguntei por que ele disse que viria na frente e pelo que vejo ainda não chegou – ela respondeu amarrando a cara.

- E eu não sou babá de seu namorado priminha – respondeu Thiago por trás de um exemplar do Profeta Diário que estava lendo.

As duas trocaram um olhar curiosas.

- Desde quando você lê o Profeta Diário, Thiago? – Rose perguntou rindo.

- Correção, desde quando você sabe ler? – a irmã do menino comentou fazendo careta.

- Desde que meu pai está na primeira página – falou mostrando o jornal para as meninas.

Havia uma grande foto em preto e branco de um Harry ligeiramente irritado, Lily tomou o jornal do irmão e Rose se juntou a ela na leitura.

HARRY POTTER CONTRA AS ARTES DAS TREVAS

Após confirmação oficial que uma nova varredura será feita na Antiga Mansão Malfoy (quartel usado por Aquele- que-não-deve-ser-nomeado) sob suspeita de que esteja sendo usada como templo por adoradores do Lord das Trevas, o Líder da Sessão de Aurores Harry Potter, vem a público tranqüilizar a sociedade mágica.

Ele afirma que não há motivos para alarde, que tudo não passa de uma operação de rotina para evitar que a casa possa ser usada para maus propósitos, pois é sabido por todos que até hoje a Mansão possui um forte sistema de feitiços que a manteve intacta por todos esses anos, fora os rumores de que os espíritos amaldiçoados da guerra habitam o lugar.

Quando indagado sobre a ligação entre a nova varredura e o retorno do herdeiro Malfoy para Inglaterra, Potter foi irredutível.

POTTER: “Não há nenhuma ligação entre a volta deles e isso. O motivo que trouxe os Malfoys de volta para Inglaterra é conhecido por todos, não há porque imaginar que eles sejam um problema para comunidade mágica como a imprensa anda insinuando.”



- O que a imprensa anda insinuando? – perguntou lily sem entender.

- Que os Malfoys voltaram para reunir seguidores e que essa varredura é pra garantir que eles não estão usando acasa.

- Ah... – Lílian continuava a pensar nos olhos cinzas que conhecera na noite anterior. Não conseguia aceitar que ele pudesse ser perigoso.

- Hora da aula meninas certinhas – disse James se estirando no banco confortavelmente – melhor não se atrasarem.

- Você não vai? – perguntou Rose olhando o primo de deitar no banco da Grifinória.

- Pra quê a pressa? – falou sorrindo despreocupado.

*******************

- Abram logo os livros, não tenho tempo a perder com crianças burras e lerdas.

- Não somos mais crianças... – Alvo resmungou consigo tirando um riso de Rose, sentada a seu lado.

- A prof. Parkson veio inspirada hoje heim – ela comentou.

- Me admiraria se ela não estivesse...

Parkson começou a escrever no quadro negro o tema da aula.

ARTE DAS TREVAS – O INICIO

- Nesse ano vamos aprender algumas dicas sobre Artes das Trevas, como realiza-las e principalmente: como reconhece-las!

Um rapaz da sonserina ergueu a mão.

- O que é senhor Zabini?

- Vamos utilizar Artes das Trevas? – falou interessado, outros alunos da sonserina também apoiaram.

- Claro, no fim do ano já serão capazes de usar um Avada Kedrava. Lógico que não vão usar menino estúpido. – falou como se fosse óbvio.

- Mas a senhora disse que...

- EU disse que vocês vão aprender COMO realiza-las. O que é necessário, quais os métodos, que tipos existem. Mas só porque vocês aprenderam COMO fazer isso não os torna CAPAZES de fazer, mas provavelmente metade de vocês nem sabem notar a diferença nisso não é...

Ela se virou e começou a escrever a matéria do dia.

- Acho que esse ano vai ser bem animado... – comentou Alvo enquanto pegava um pergaminho.

*********************

- Essa é a Sala do Tempo.

Hermione falou abrindo uma das portas na sala redonda iluminada por velas azuis.

Pandora entrou devagar analisando todo o local com cuidado. Era bem menor do que estava acostumada a usar na Bulgária, mas parecia bem equipada Hermione ficou esperando algum comentário, como não veio nenhum ela prosseguiu.

- Espero que esteja tudo a seu agrado.

- Aham.

Um clima pairou entre elas. Pandora andava pela sala olhando com atenção os itens expostos, as vezes tocava algum. Hermione buscava na mente algo que pudesse falar para acabar com aquele clima desconfortável, mas foi a outra que quebrou o silêncio.

- O que vocês acham que os Comensais queriam aqui? – perguntou como se não importasse.

- Esperamos sinceramente que você possa nos dizer algo a respeito, porque não fazemos nem a mais vaga idéia... – falou de forma séria.

- Entendo...

- Estive lendo alguns artigos especializados... pensei que talvez... – Mione se aproximou da mulher – talvez eles estivessem... vendo o passado?

A sra. Malfoy não ergueu a cabeça, continuou a observar o pequeno vira-tempo que parecia conter água em vez de areia, pequenas gotas pingavam devagar.

- A palavra correta seria estudando o passado, mas é possível sim. Duvido que quisessem voltar. O passado não pode ser mudado, tudo já aconteceu antes...

- Mas muitos especialistas acreditam que uma grande interferência no passado possa destruir nosso futuro, estou enganada?

- Sandice de velhos filosofando – Pandora ergueu-se e voltou a ficar de frente com Hermione. As duas tinham a expressão séria. – Uma grande transformação no passado no máximo criaria um segundo futuro, alternativo. Mesmo assim, não se tem nenhuma prova de que seja possível...

- Na minha juventude já usei um vira-tempo para mudar o passado – Mione comentou refletindo. A outra riu.

- Não mudou nada. Não sei como, mas tudo provavelmente já havia acontecido antes.

- Acho improvável...

- O agora sempre sabe o que virá depois – Dizendo isso ela puxou uma cadeira para iniciar o dia de trabalho.

Hermione a olhou intrigada. Mulher estranha. Com um aceno se despediu de Pandora e rumou para seu próprio escritório vários andares acima.

******************

As portas da sala de DCAT se abriu com um barulho e a turma que já estava na metade do texto virou-se para encarar Scorpius Malfoy que havia chegado atrasado (e bem atrasado). Estava levemente despenteado como se tivesse arrumado o cabelo com as mãos e a roupa preta meio acinzentada como que houvesse sido limpa por algum feitiço. O lábio inferior sangrava um pouco.

A professora olhou o rapaz de alto a baixo parecendo enojada.

- Sr. Malfoy, posso saber o motivo de tamanho atraso para chegar a minha aula?

- Me perdi – falou com simplicidade dando de ombro.

- E porque seu lábio está sangrando? – ela perguntou estreitando os olhos.

- Ah... – ele levou a mão aos lábios e tocou o sangue, olho para os dedos vermelhos admirado, como se não houvesse visto o sangue ali. – Eh... minha coruja me atacou...

- Mesmo? Não parece... – a professora o olhou irritada – menos 10 pontos pra sonserina pelo atraso e a próxima vez que o senhor ‘se perder’ no caminho de minha aula leva detenção sr. Malfoy.

- Não vai se repetir professora... eh... – ele fez um esforço imenso para lembrar o nome dela.

- PARKSON! – vociferou – Meu nome é Pansy Parkson! Mas porque você lembraria meu nome não é Draco Malfoy.

- Scorpius – o menino respondeu.

- O quê?

- Meu nome é Scorpius. A senhora me chamou pelo nome de meu pai – o menino respondeu intrigado – Draco...

Pansy parou um instante perdida em seus próprios devaneios. A turma a olhava curiosa. Logo ela recuperou a sanidade e se voltou pra o rapaz indiferente.

- Tanto faz...

Deu as costas e voltou ao quadro negro para escrever.

*******************

- Ela já começou? – perguntou Harry se sentando confortavelmente numa cadeira da sala de Mione.

Hermione olhou para o amigo intrigada, embora soubesse exatamente de quem ele estava falando.

- Sim. A algumas horas. Me pareceu satisfeita. – falou observando curiosa o amigo.

- Ela é uma mulher interessante né... – ele parecia meio sonhador, olhar perdido – Uma mulher forte, independente...

- E é linda – Mione falou sondando.

- Ah sim... – um sorriso passou pelos lábios dele – incrivelmente linda...

- E o senhor é melhor não fazer esse tipo de comentário perto da Gina – falou já em tom reprovador.

Harry se endireitou na cadeira surpreso.

- Eu não estava pensando nada demais! – Hermione fez cara de cética diante da surpresa do amigo – Mione! Eu estava fazendo um comentário inofensivo e sem nenhuma segunda intenção...

- Então melhor não fazer nenhum comentário inofensivo e sem nenhuma segunda intenção sobre a sra. Malfoy diante da Gina. – ela riu da preocupação dele – Está tudo bem Harry, confio em você e sei que você é um homem sério... mas Gina já tem que enfrentar muita coisa por causa das suas fãs patéticas que ficam se jogando em cima de você. É só um conselho entendeu – falou sorrindo.

Ele sorriu também.

*****************

Rose se sentou ao lado de Lily na mesa de Grifinória para almoçar. Alvo sentou na frente das garotas, parecia esgotado.

- Ai que dor de cabeça infernal, acho que vou matar as aulas da tarde e ir me deitar um pouco.

- Ta louco? Agora a tarde temos Porções, a partir do 5º ano é o outro professor lembra? O tal do Slugue... – Rose falou animada com a novidade.

- Não vou assistir aula me sentindo mal Rose – ele falou de forma óbvia.

- Mas você precisa Alvo!

- Mas eu não quero Rose!

- Não é uma questão de escolha...

- Isso porque não é SUA cabeça que está doendo

- CHEGA! ASSIM É MINHA CABEÇA QUE VAI DOER! – interveio Lily fazendo os dois se calarem. – vamos agora a enfermaria e o Alvo toma uma porção pra dor ok.

Os dois amarraram a cara.

- Obrigada por se preocupar Lily, mas...

- Não to preocupada Alvo, só quero que vocês dois calem a boca – falou já se levantando pra ir a enfermaria com o irmão e a prima.

********************

- Atrapalho?

Pandora se virou.

- Harry Potter? Que surpresa vê-lo...

Ela sorriu. Estava sozinha na Sala do Tempo, sentada confortavelmente como se estivesse em um escritório ou algo do tipo. Harry se aproximou e viu que havia várias pequenas ferramentas sobre a mesa e ela parecia mexer no mecanismo de um vira-tempo estranho, devia ter um palmo de altura e era formado por peças de engrenagem.

- Se estiver muito ocupada...

- De forma alguma – falou já se erguendo da cadeira para olha-lo nos olhos. Magníficos olhos verdes por sinal.

- Nossa...

Ela falou consigo quando ficou em pé bem próxima a o auror. Seus olhos pretos perdidos na imensidão dos verdes... Ele riu constrangido.

- O que foi? – perguntou sem entender. Ela sorriu.

- Seus olhos... são... tão belos como sempre imaginei... – ela tinha um ar sonhador que o fez engolir em seco.

- Você os imaginava? – perguntou rouco.

- Sim... sempre... ah, eu já estudei tanto a vida de Lílian Evans, sou fascinada por ela – uma decepção imensa (vinda sabe Merlin de onde) invadiu o peito de Harry de forma desconfortável. – Sempre quis conhecer você, que é a historia dela viva e bem aqui na minha frente!

Ele sorriu ainda mais sem jeito que antes.

- Claro... fico feliz em saber que... você a admira.

Um silêncio pairou entre eles enquanto se olhavam.

Alguns silêncios parecem ser repletos de magia. Aquele por exemplo tinha algum poder desconhecido até mesmo pelos melhores inomináveis, poder forte e estranho que os fez se aproximarem ainda mais...

Pandora emudeceu os lábios de forma involuntária o que prendeu toda atenção de Harry naquele gesto simples de passar a língua naquela boca extremamente deliciosa e convidativa. Podia sentir o calor do corpo dela junto de si...

Harry piscou fazendo com que ela conseguisse se desprender do verde e baixar os olhos um pouco, mas só ate chegar aos lábios de Potter que eram corados e totalmente beijáveis. A tempos não beijava e não sabia bem porque mas aquele pensamento aumentou consideravelmente a necessidade de um beijo. Longo e encantador. Forte e selvagem também valia. O perfume maravilho de Harry a entorpeceu, ela sentia o corpo dele quase colar ao seu... e aqueles lábios entreabertos...

Com suavidade pandora colocou a mão no peito de Harry que repousou as suas na cintura da inominável. Podiam sentir a respiração um do outro, o coração a mil. Não existia distância agora... não existia mais nada...

Seus lábios chegaram a se tocar.

- Harry?! – Hermione estava parada na porta incrédula.

Pandora e Harry se afastaram de imediato.

*****************************

- Onde está a enfermeira afinal? – Lily perguntou olhando ao redor.

- Psiu!!! – Alvo fez sinal para as meninas ficarem em silêncio e apontou o quarto dos fundos da enfermaria. Pela porta aberta dava pra ver McGonagal, Slugue, Parkson e a enfermeira conversando em voz baixa.

- Acham possível que um aluno tenha feito isso com eles? – perguntou a enfermeira a diretora.

- Duvido muito. Isso me parece Arte das Trevas...

- Isso me parece o Sectumsempra – comentou a professora de DCTA – nenhum aluno é capaz de realiza-lo. Só um adulto poderia fazer.

- Derrotar dois alunos fortes do 7º ano! – Slugue parecia assustado – Quem poderia fazer uma coisa dessas?

- Logo estarão bem o suficiente para contar – dizendo isso Minerva afastou-se das camas dando ao trio a visão de quem seriam os alunos.

- Kevin?! – a menina correu para o lado da cama do namorado.

Kevin e Charlie estavam com vários arranhões na face, mas isso não era importante. No peito, ambos usavam grandes curativos manchados de sangue, suas roupas totalmente ensopadas com o mesmo estavam jogadas sobre uma cadeira.

Os professores se afastaram surpresos por ver o trio ali, mas não impediram quando Rose se aproximou quase chorando e segurou a mão do rapaz desacordado. Lily levou a mão ao rosto horrorizada e também se aproximou da cama. Alvo, que assim como as meninas jamais havia visto nenhuma verdadeira demonstração de violência se aproximou de McGonagal preocupado.

- O que aconteceu diretora? – sua voz denotava um pouco de medo.

- Não sabemos – respondeu desconcertada – eles foram encontrados no meio de um corredor destruído...

- Acha que eles podiam estar apenas brigando?

- Não Potter – ela suspirou olhando os dois. – Não sei quem fez isso, mas quem fez conseguiu sair daquele corredor...

- Talvez algum grupo de estudantes, Kevin é monitor chefe, deve ter muitos inimigos... – opinou Pansy.

- Não o Kevin. – disse Rose já chorando – Todos gostam dele, ele nunca se meteu em...

Rose parou de súbito ao ver um jovem loiro parado no meio da enfermaria olhando para eles. O coração da garota quase parou de bater.

- Eu só queria saber se tem um porção pra cortes – falou se aproximando, um leve riso se formou em seus lábios quando viu os dois na maca – é que meu lábio não para de sangrar...

Rose sentiu o sangue ferver. Fora ele. Ele havia desafiado Kevin no dia anterior. Ele havia se atrasado para a aula sem nenhuma explicação. Ele odiava Kevin e Charlie. Ela soltou a mão do namorado e partiu para cima do sonserino.

- SEU DESGRAÇADO, FILHO DUMA PUTA MISERÁVEL!!!

Os professores levaram um instante para reagir tamanha a surpresa de verem Rose esquecer que era bruxa e dar um soco no rapaz que surpreso não reagiu.





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N.A.:
Ufa, capitulo caprichado,deu um trabalhão! =)
Reparem que acrescentei dois shippers na parte de complicação dos shippers... calma, sou louca mas as vezes minhas loucuras dão certo!

N.A.2:
Estou assinando Swan porque é o nick que uso nos fórum ok
Ainda sou eu *.*

obrigada pelos coments, continuem assim rsrs...

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