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5. Quinto


Fic: Imperio


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POV LILIAN


 


Após chegarmos a Hogwarts e os alunos novatos foram escolhidos em suas casas, jantamos e confesso que estava sentindo falta de pudim de chocolate. Foi inevitável a troca de olhar com Scorpius, ele estava do outro lado da mesa, a alguns alunos de distancia com seus bajuladores.


O diferente foi seu semblante, não era desafiador ou irônico. E sim, confuso e... Admirado?


Lembrei do episodio no trem, não sou medrosa, mas nunca ouvi coisas boas sobre os dementadores. Segurar a mão do Malfoy me acalmou ao invés de irritar, ele nem me provocou. A mão era delicada e grande, quando a iluminação voltou percebi que era branco no branco. E imaginar o contato a pouco sentido, fazia meu estomago revirar.


Um frio diferente e gostoso estava em minha barriga, de repente o pudim não era tão importante.


— Alana, como estou? — a necessidade foi inevitável.


— Como esta?


— Sabe, estou bonita?


— Oh meu Deus, quem é ele? — perguntou sorrindo.


 


Queria dar um beliscão nela, eu disse a mesma coisa quando ela fez uma lista de perguntas sobre Heitor. Ela era apaixonada por ele.


Não era possível que eu estivesse tendo qualquer sentimento que não fosse “nojo”, “enjôo”, “ira”, a respeito de Scorpius. Nossa conversa no trem veio à tona, prisioneiros tinham fugido de Azkaban, isso sim era preocupante.


 


Assim que o jantar acabou e os alunos estavam de dissipando, puxei a mão de Alana e segui ate a mesa da Grifinória, Heitor nos seguiu.


— Tiago, lembra dos dementadores no trem? Fiquei sabendo de uma fuga em Azkaban, provavelmente papai não queria nos deixar preocupados.


— Fuga em Azkaban? Há quanto tempo isso não acontece? Uns vinte e tantos anos? — Rosa perguntou.


— Isso é verdade Lily, como ficou sabendo? — Tiago e Heitor perguntaram juntos.


— Eu, é... Hum... Sabe como as noticias rolam.


 


Cada um dividiu sua idéia, mas os monitores foram nos mandando ir para os salões comunais. Rosa que é sempre perceptiva sussurrou em meu ouvido no corredor que ficava entre a escada da torre da Grifinória com a masmorra da Sonserina, “acha que pode confiar no que ele diz?”. Ela sabia quem tinha me contato. Mas, os dementadores estavam no trem e não foi à toa.


 


No outro dia durante o café da manha, estavam em êxtase. Em poucos minutos eu não agüentava ouvir as palavras “trem”, “dementador”, “frio”, “medo”. Alunos primeristas diziam que queriam ir para casa, alunos septistas amedrontavam os primeiristas, detalhe: meu IRMÃO era o responsável por aterrorizar a todos, só Alvo mesmo. Mas, ao passar por Edward Diggory algo me chamou atenção alem de seus olhos cinza lindos... “o segredo é o patrono”, ouvi sua conversa com os amigos, ele estufava o peito demonstrando inteligência de sextanista.


Eu sabia muito bem sobre o que ele falava, há dois anos meu pai aperfeiçoou com Tiago o patrono e como sempre fui curiosa e exigente, teve de me ensinar, e o meu patrono corpóreo era um felino que depois identifiquei como tigre, lindo. Uma raiva tomou conta de mim. Não devia ter sentido “medo”, com Scorpius, eu sabia como espantar um dementador e com certeza ele também.


 


A última aula do dia foi Estudo dos Trouxas, surpreendente, todos os alunos de minha casa estavam na sala, foi explicado que essa matéria seria dada não por ano e sim por casa.


A professora Lia Wyler nos mandou responder um questionário sobre o que devíamos fazer para viver “Um dia sem a mágica”. Pouquíssimas pessoas responderam, alguns simplesmente não conseguiam imaginar como era possível e outro se quer encostaram-se ao papel.


Claramente desapontada — o que me deu grande pena — a professora mandou que algum aluno descrevesse por que o cargo de Estudo dos Trouxas era tão abominado, nenhuma alma viva levantou a mão. Ergui a minha.


— Senhorita Potter, pode dizer.


 


Respirei fundo.


— “Acreditavam que esse cargo foi amaldiçoado. Na verdade durante anos atrás Defesa Contra Artes das Trevas era de fato o cargo enfeitiçado, uma vez que foi negado por Alvo Dumbledore quando o próprio Lorde Voldemort o pediu”. — alguns cochichos e arrepios passaram por todos.


“Pouco antes da guerra de Hogwarts, o lorde das trevas matou a professora de estudos dos trouxas da época, mesmo com a derrota dele, tiveram, acredito eu, medo de assumir o cargo, mas não acredito que esteja amaldiçoado”.


 


Terminei de falar. Um silêncio incômodo — inclusive da professora — me deixou sem graça e sentei.


— Dez pontos para Sonserina pela resposta completa e mais vinte pontos por você ter demonstrado pertencer a sua casa, deixando a covardia de lado. — a professora disse.


A alegria pulsava. Tinha ganhado trinta pontos na frente de toda minha casa. Trinta pontos positivos, isso fazia diferença.


No fim da aula, alguns alunos vieram me dar os parabéns, Jack que era capitão do time de quadribol e aluno do sexto ano foi um deles. Fazia sempre ligação de Jack para Scorpius, não porque Scorpius tomava conta da minha cabeça, mas porque eles eram do mesmo ano e Jack era goleiro, enquanto o Malfoy era artilheiro e dos bons.


— Jack! — chamei assim que ele se virou.


— Mande. — disse no seu tom brincalhão ainda feliz por “eu” ter ganhado os trinta pontos para nossa casa.


— Quando será o teste para o time? — ele olhou intrigado.


— Não sabia que você jogava, claro que estava esperando você vir conversar comigo há uns dois anos, mas nunca te vi em ação.


 


Dois anos? Obvio! Meu pai ainda era falado dentro dos times — principalmente o da Grifinória — pelo seu sucesso. E minha mãe jogou em um dos melhores times de quadribol como artilheiro.


— Eu quero fazer o teste.


— Os artilheiros terão concorrência...


— Não, não quero esse posto. Quero fazer para apanhador. — sua boca se abriu de surpresa e depois um sorriso.


 


— Nosso apanhador, como você saber se formou ano passado. Se você for boa, a posição é sua.


— Quando posso... — gesticulei um “teste”.


— Hoje à noite vamos treinar se puder ir preparada para jogar.


 


Oh meu Merlin!


Hoje à noite, com todo o time.


Não acredito, foi tão fácil, na verdade, fácil participar do treino. Agora era me esforçar e mostrar tudo que sabia fazer. Claro que meu pai dividiu alguns segredos, que eu achei serem impossíveis como “ficar de pé na vassoura” ou “quase engolir o pomo”.


Minha mãe disse não saber de nada disso, tio Rony confirmou a veracidade e só comecei a acreditar quando tia Hermione também admitiu ter acontecido.


 


A excitação não me deixou quieta. Alana me deu apoio e convocou Heitor e Rosa para estarem lá no horário. Ainda não tinha uniforme, uma vez que ate agora não fazia parte do time, a única coisa que fiz foi trocar as saias pela calça preta correr para o campo.


 


— Mas precisamos de um apanhador! — disse Rowle para Jack.


— Temos alguém para testar hoje... Lily. — disse me cumprimentando.


Os seis jogadores me fitaram. Jack nosso goleiro sorridente. Alan Rowle, Paul Jordan, eram os batedores. E por fim e não menos importante Scorpius Malfoy, Avery III e Rick Crabe, os artilheiros.


Ninguém parecia acreditar.


— Mas ela é... Uma garota e não um garoto! — disse Avery.


— Agora que você percebeu a diferença? — disse.


 


Ele fez um som que parecia muito um rosnado.


— Estamos sem apanhador, Lily, vou liberar o balaço e o pomo. Para dar um ar de realidade, o balaço virar atrás de nós e você tem que capturar o pomo enquanto eu vou fingir ser o apanhador do time adversário. Se tudo der certo, treinamos juntos depois.


 


Tirei a capa negra ficando de calça, camisa branca com o suéter cinza por cima da gravata verde e prata. Alisei o cabo da minha vassoura sentindo o estimulo me consumir, prendi rapidamente o cabelo num rabo de cavalo e não sabia onde colocar a varinha.


— Pelo menos a vassoura é boa. — disse Scorpius fazendo os outros rirem.


Firebolt Flex. O ultimo modelo da Firebolt. A mais veloz.


Peguei o impulso e senti o ar frio na face. Jack soltou os balaços e o pomo, nosso jogo duplo começou. Ele não atrapalhava muito, mas como os balaços são enfeitiçados para ir atrás de algum jogador, qualquer jogador, era um saco desviar dessas bolas mortais e ainda procurar o pomo.


Mas eu consegui. Como se a sorte estivesse a meu favor, a pequena bola dourada estava do outro lado do campo mudando de posição em cada piscada de olho. Sabia que Jack estaria na minha cola e teria de me livrar dele primeiro.


Fingir ver o pomo no lado direito e segui pegando velocidade, como esperava, ele veio atrás. Quando estava quase me alcançando, aproveitei a qualidade melhor da minha vassoura e voei para o outro lado, a bolinha pareceu sentir minha presença, pois ficou inquieta, sabia que seu futuro estava traçado, numa curva rápida, pendi o punho sobre ela.


Antes de tocar o chão tive que ajudar Jack a segurar o balaço. Ele sorria e nesse momento sabia que a posição era minha.


 


— E ai? — Jack perguntou aos meninos.


— Como você disse, não temos ninguém e ela é boa. — Rick disse.


— Lilian você é a nova apanhadora da Sonserina, e tenho que falar com a diretora sobre o vestiário.


— É mesmo, não temos mulheres no time, logo não temos vestiário feminino. — Paul disse.


— Ninguém se importa dela mudar de roupa na frente de todos! — disse Rowle arrancando risadas.


 


Rosa, Heitor e Alana acenaram para mim de onde assistiam. Seguimos para nosso salão, ouvi alguns sussurros vindos do Malfoy sobre “hoje à noite”, então, hoje a noite também começaria minha vigilância.

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