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1. Prólogo


Fic: Salvação e Morte, by Rê Malfoy - AVISO ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Uma carta de amor...
“Quero dizer que, se eu pudesse, eu faria tudo diferente. Ou não, pois talvez se nós não brigássemos tanto eu não acabaria me apaixonando por você. É isso: “Eu amo você, Granger!””
 
Uma dor estranha...
“Hermione lia a carta pela terceira vez naquele dia, e isso vinha se repetindo desde que ela a recebera, há uma semana. Sua reação também continuava a mesma: começava com um frio na barriga, depois batia uma tristeza até, por fim, suas lágrimas rolarem, silenciosas.”
 
Um presente inesperado...
“Era um cordão de prata com um pingente em forma de menina; patinadora, melhor dizendo, a qual tinha o corpo um pouco inclinado para trás, segurando uma das pernas na altura da cabeça.
“Pra você se lembrar de mim, se quiser...””
 
Um verdadeiro amigo...
“- Ah, é? – a menina falou, curiosa – E quem sou eu na visão de Daniel Minsk???
- Uma menina gentil e meiga, muito inteligente, que sempre se preocupa com os outros; super responsável e que consegue deixar qualquer garoto caído aos seus pés apenas com um olhar.
Hermione ficou sem fala. Sentiu o rosto corar e, pela primeira vez naquele dia, sorriu, sinceramente.”
 
O primeiro encontro...
“- Eu senti sua falta... – a menina disse, num sussurro.
Afastou-se do garoto e seguiu para o salão comunal de sua Casa. Suas lágrimas rolavam sem parar por seu rosto.
Draco ficou no mesmo lugar em que estava. Não olhou para trás quando viu a menina se afastar. Não queria que ela visse a lágrima que agora rolava, silenciosa, pelo seu rosto.”
 
O ciúme...
“- Desgraçado, filho da... – Draco falou, para si mesmo – Esse é um cara morto!
Estava irritadíssimo e, nem ao ver que o moreno ficara sem graça, conseguiu se acalmar. Sentia o sangue ferver dentro dele e a vontade de esganar o garoto aumentar cada vez mais.”
 
O primeiro embate...
“- Hei, dá pra ter um pouco mais de educação??? – o moreno falou, encarando o ex-sonserino.
- Não se meta, o assunto é entre a Granger e eu! – Draco disse, porém fitando Hermione.
Estava com os punhos cerrados dentro dos bolsos da calça.
- Pode ser entre você o Ministro da Magia que eu não ligo! – Danny falou, sério.”
 
O acerto de contas...
“- Pensei que fosse me chamar de Granger de novo.
- Você quer que te chame de Granger? – o garoto falou, pondo as mãos nos bolsos. “Por que eu fui chamá – la assim???”
- Foi assim que você se referiu a mim ainda há pouco.
- Eu estava com raiva. Ainda estou!
- O problema é aquele idiota! – Draco falou, rispidamente, estendendo um dos braços na direção do castelo, como se apontasse para o lufa-lufa – Quem ele pensa que é?!
- Malfoy, eu não...
- Pára de me chamar de ‘Malfoy’!!! – o garoto disse, quase berrando, porém, arrependeu-se ao ver a menina se encolher no banco – Desculpa, mas esse cara me irrita! Não deveria descontar em você, mas você também não me ajuda!!!
- E o quê você quer que eu faça??? – a garota perguntou, cruzando as pernas sobre o banco, estilo chinesinho.
- Pra começar que pare de me chamar de Malfoy! Eu tenho nome, sabia???”
 
A primeira provocação...
“- É impressão minha ou você está...
- Com ciúmes??? – ele completou, aproximando-se dela.
Ficou de joelhos e apoiou os braços nas pernas da menina.
- É isso o que você ia dizer, Hermione???
- Era. – falou, surpresa com a aproximação do loiro. Seus rostos estavam muito próximos. Se quisessem podiam até...
- Pois bem. – ele disse, aproximando-se mais ainda dela. A garota prendeu a respiração – Eu estou... morrendo... de ciúmes... – sussurrou em seu ouvido antes de se afastar e voltar a se sentar no chão.”
 
Enfim, o pedido de desculpas...
“- Eu sei que fui um idiota com você por todos esses anos e, se tem uma pessoa que você tem o direito de odiar, esse alguém sou eu, mas eu precisava te dizer o que sentia. Sei que te magoei e te humilhei, mas não contava que eu fosse acabar me apaixonando por você! Nunca vou poder reparar o mal que te fiz, mas eu precisava... eu preciso te pedir desculpas. Eu me arrependo todos os dias do que fiz a você! Se você não quiser me perdoar, eu entendo perfeitamente, mas eu preciso te pedir desculpas. Me perdoa, Hermione, por favor... Me perdoa...
- Hermione... – ele voltou a falar. Seus olhos presos nos dela – Eu vim pra cá porque precisava conversar com você e eu estou aqui, nesse momento, engolindo todo o meu orgulho, toda a minha arrogância, porque eu preciso que você saiba a verdade. Eu preciso te dizer o que há tanto tempo eu guardei só pra mim. Hermione...
Ele aproximou seu rosto do dela, encostando a ponta de seus narizes. Os dois ainda se olhando.
- Eu amo você.”
 
O primeiro beijo...
“- Quando nos vimos mais cedo, você disse que sentiu minha falta... Isso era verdade?
Ela confirmou com um aceno de cabeça e um sorriso.
- Draco... – mas não terminou a frase.
Ele voltou a silenciá-la, mas dessa vez com um beijo...
Segurou na ponta do queixo dela com um das mãos enquanto a outra percorria a nuca da garota. Era um beijo calmo, apaixonado. Draco queria que ela entendesse o quanto a amava. Hermione entendeu.”
 
A primeira confusão...
“- Foi pra isso que você me pediu pra vir para cá, Malfoy??? – era Snape.
O casal, deitado na grama, se afastou imediatamente. Draco olhava para o padrinho, furioso. Hermione, porém, estava com os olhos arregalados, incrédula. Fora pega, aos beijos e abraços com um garoto, no meio dos jardins da escola, justamente pelo professor mais rigoroso. “Agora, eu sou expulsa!”, pensou.”
 
Verdades ditas sem medo...
“- Você não entende porque não quer! – o loiro disse, quase gritando – Eu gosto dela e faço tudo, tá me ouvindo??? Tudo que eu puder pra ficar com ela. Se você não teve essa coragem, problema seu!!!
- Malfoy, você passou dos limites!!! – Snape puxou o afilhado pelo braço, mas Draco se soltou, com raiva.
- O quê??? A verdade dói?! - berrou, não se contendo mais – Minha mãe me contou que vocês dois eram apaixonados, mas você não teve coragem de enfrentar meu pai pra ficar com ela. Se você virou um miserável, deprimido por causa disso, o problema não é meu! Só não venha descontar em mim e na Hermione!!!”
 
Promessas feitas...
“- Hermione... – ele começou – Eu gosto de você e não pretende te deixar mais... Minha vida só tem sentido com você nela...
- Mas o que a gente vai fazer? – ela falou, acariciando o rosto dele – Você só vai ficar aqui no feriado e depois não vamos mais nos ver. Além do mais, seus amigos não gostam de mim e você sabe que Harry e Rony não morrem de amores por você!
- Bom, sei que vai ser difícil essa questão da distância, mas se você aceitar ficar comigo, eu espero o tempo que for até nós podermos estar juntos, sabe, de verdade.
- São sete meses até o final do ano letivo, Draco... É muito tempo... – ela falou, encostando o rosto no ombro do garoto, que a abraçou mais forte.”
 
Promessas prestes a serem quebradas...
“- Eu tenho que estudar e não pensar nela! – disse, veementemente, porém, um tanto irritado consigo mesmo – Além do mais, ela vai ficar com o Malfoy, não comigo! Não foi isso que você disse ao Lucca, seu idiota?! Que iria ajudar a unir os dois??? Tá reclamando do quê, agora?! ”
 
Sentimentos novos...
“- O que você quer? – ela perguntou, tentando controlar a tremedeira em sua voz.
Sentiu o rapaz se aproximar e uma sensação de desconforto invadiu seu corpo. Piorou quando o sentiu encostar a testa em seus cabelos.
- Me desculpar... – disse, num sussurro que fez o ventre de Hermione se contrair – Não deveria ter me metido na sua vida...
 
Dúvidas...
- Tem razão... Não deveria... – a grifinória comentou, com dificuldade em falar. Tentava manter o controle sobre si, mas o toque da mão dele em sua cintura dificultava todo o raciocínio.
Era um toque gentil, mas ao mesmo tempo possessivo.
- Só fiz isso porque me preocupo com você... – ele continuou, passando o outro braço pela cintura da garota, de forma a envolvê-la num abraço, porém ainda de costas um para o outro.
Danny pôde sentir o corpo da morena enrijecer devido à proximidade excessiva, mas não se incomodou. Pelo contrário, estava adorando a sensação de tê-la junto ao seu corpo. O leve aroma do perfume de Hermione inebriava seus sentidos, fazendo-o desejar permanecer naquela posição por um bom tempo, quem sabe, para sempre...
- Eu agradeço a preocupação, Danny, mas isso não te dá o direito de querer saber todos os meus passos. – a grifinória falou, tirando o rapaz de seus devaneios.
Hermione deu um leve suspiro. Estava confusa, pois não achava correto o que estava fazendo. Sabia que se Draco a visse naquele momento, partiria para cima do lufa-lufa na mesma hora. Queria se afastar do moreno, mas seu corpo recusava-se a obedecê-la. “Merlin, eu não preciso disso agora...”, pensava, aflita.”
 
A guerra iminente...
“O senhor Weasley olhou em volta e depois tornou a repousar seu olhar nos filhos.
- Os comensais estão se movendo... – ele começou, em um tom quase inaudível.
- Disso já sabemos! – os dois ruivos disseram em uníssono.
- É, mais está cada vez pior... – o ruivo pai decretou, sério.”
 
Segredos ocultos...
“- Senhor...? – ele chamou, a voz baixa.
- Estou aqui, Severo... – foi a resposta obtida através das chamas. A voz pertencia a um homem, sendo esta firme e decidida.
Snape, então, reclinou-se para frente, aproximando-se mais ainda do fogo.
- Desculpe-me incomodá-lo, senhor...
- Severo... – a voz retrucou, com leves risadinhas – De todos, você é o que menos me procura. Sou levado a crer que algo o preocupa...”
 
Raiva à flor da pele...
“- Parece que Draco Malfoy está se desenvolvendo cada vez mais... – comentou, satisfeito.
- É, e com isso, ficando cada dia mais burro! – Snape disse, furioso – Ele sabia que podia ter qualquer uma, qualquer uma, mas não... O idiota tinha que querer a Granger!”
 
Destinos traçados...
“- Os comensais irão persegui-lo até o fim do mundo... – Snape comentou, demonstrando, pela primeira vez, sua preocupação com Draco.
- Não serão apenas os comensais. Todos na Ordem iriam querer a cabeça de Draco Malfoy. – a voz corrigiu o professor.
Snape soltou um muxoxo baixinho.
- Draco não tem escapatória. – comentou, em baixo tom.
- Não. – a voz respondeu, séria – A única saída que ele possui é a sorte, caso esta resolva estar ao seu lado.”
 
Brigas sem fim...
“- ELE DESRESPEITOU UMA ORDEM DO MESTRE!!! - Lúcio gritava a plenos pulmões – E ainda por cima me envergonhou na frente de todos os outros comensais! Ele é uma vergonha como filho!
- E VOCÊ É UMA VERGONHA COMO PAI!!! - a mulher retribuiu o xingamento, exalando fúria por todos os poros de sua pele branca.
- Pára de defender seu filho, Narcisa! Ele é um traidor! UM TRAIDOR!!!
- ELE NÃO É UM ASSASSINO COMO VOCÊ!!!
Um estalo preencheu o ambiente. Narcisa, após proferir tais palavras, sentiu o rosto arder. Lúcio a esbofeteara na face esquerda, marcando o rosto da mulher. Para piorar, um pequenino corte fora feito, de onde uma gota de sangue escorria. Tal corte causado por um anel que Lúcio usava. Não era a aliança, pois a muito o pai de Draco deixara de usar.
 Assim que recebeu o tapa, Narcisa levou a mão ao rosto enquanto olhava para o marido. Seu olhar era frio, quase mortal.
- Você não tinha o direito. – ela falou em baixo tom, porém sua voz era decidida e firme.
- Nunca mais volte a me chamar de assassino. – ele respondeu, sério.
- Pode deixar, senhor Malfoy, porque nunca mais eu vou chamá-lo de alguma coisa.
Dizendo isso, Narcisa retirou-se da sala de jantar, deixando o marido sozinho. Porém, antes de subir as escadas para o seu quarto, voltou atrás e, fitando Lúcio secamente, disse, calmamente:
- Só quero deixar uma coisa bem clara: se o mestre é mais importante pra você do que sua família, que seja, mas o Draco é a minha vida. Se alguma coisa acontecer a ele... Lúcio, se alguma coisa acontecer ao meu filho, eu mato quem quer que seja, até mesmo o seu amado mestre. Está avisado!”
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- O que você sabe sobre isso?! – Parkinson vociferou, batendo com a porta e voltando-se para a grifinória. O ódio repleto em seu olhar.
Hermione sorriu, satisfeita.
- O suficiente pra deixar você nervosa pelo visto... – disse, um sorriso maroto nos lábios.
- O que você SABE sobre isso?! - a sonserina tornou a perguntar, irritada.
- Sei que você ficou com todos eles... – começou, tranqüilamente – Mais... Sei que você chegou a transar com o Zachary e com o Ernie...
- ISSO É MENTIRA! - a sonserina berrou, furiosa.
- Ah, mentira não é mesmo, Pansy querida! – Julie confirmou, animada – Lembra que você me contou de todas essas suas ficadas...
- JULIE, CALA ESSA BOCA!!! - a garota gritou, cada vez mais furiosa.
Cooper sorriu abertamente. Era o seu momento de vingança e ela estava adorando.
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O sonserino sentiu a raiva crescer no peito, mas teve que se controlar se não quisesse ser expulso.
- Você, Weasley, não vai ficar com ela! – Blaise disse, enfatizando cada palavra, apontando a varinha para o ruivo. Em seguida, saiu, deixando os outros dois sozinhos.
- Não vai ficar com quem?! – Danny questionou, sem entender, mirando o grifinório.
- Não queira saber... – Rony disse, revirando os olhos – Bom, vou procurar a Mione, te vejo depois.
 
 
Novas provocações...
“- Você ficou linda com esse robe. – Draco disse, enrolando a fita que prendia o tecido ao corpo da garota em seus próprios dedos. Um sorriso malicioso preso aos lábios.
- Obrigada. – a morena agradeceu, porém corando levemente diante do sorriso do loiro.
- Fico só imaginando o que tem por baixo dele... – o ex-sonserino tornou a comentar, fazendo com que a garota corasse de vez – Espero um dia poder descobrir...”
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- Hora de partir, Lovegood. – ele sentenciou, sério e frio, enquanto se afastava da garota, pondo-se de pé. Não queria correr o risco de ficar muito tempo com ela e alguém os encontrar – Te procuro da próxima vez, se houver próxima vez.
Luna se levantou, mas, ao contrário do que ele esperava, a loirinha sorriu, encantadoramente. Aproximou-se, como se flutuasse, do sonserino e lhe deu um breve selinho, sorrindo em seguida.
- Caso haja próxima vez, eu estarei esperando. – respondeu, tranqüilamente, para, em seguida, sair da cabine, saltitando e cantarolando.
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- Weasley, que diabos você...
Mas se calou, pois Rony capturara seus lábios naquele exato momento.
O ruivo começou a explorar a boca da sonserina com uma urgência desenfreada. Sua língua travava um duelo pessoal com a de Cooper, uma tentando provar a outra quem era capaz de dar mais prazer. Uma mão do rapaz estava presa nos cabelos da garota, bagunçando-os conforme ele a puxava mais para si, aprofundando mais e mais o beijo. O outro braço estava envolto na cintura da sonserina, colando os dois corpos como se fossem um só.
Julie sentia ondas e mais ondas de calor percorrerem seu corpo a cada segundo que passava agarrada ao grifinório. Sua cabeça girava, seu corpo tremia e sua respiração faltava. Era uma sensação completamente nova. Ninguém jamais a fizera ficar tão excitada com tão pouco esforço. Suas mãos estavam entrelaçadas nos cabelos cor de fogo, buscando cada vez mais aproximar as duas faces. Seus lábios correspondiam com ânsia aos movimentos ditados pelo ruivo. Seu ventre se contorcia num desejo incontrolável e sua excitação aumentava em progressão geométrica, de maneira enlouquecedora.
 
 
Namorados...
“- É... – Draco assentiu, retirando o pequenino e delicado anel de prata da caixinha -... é o anel que eu estou te dando... para te pedir em namoro...”
 
A primeira vez...
“- Hermione... – ele começou, não contendo o nervosismo em sua voz – Se nós não pararmos... nós vamos acabar... nós vamos...
- Eu estou pronta. – a morena disse, firme, porém sem deixar de sorrir.
O queixo de Draco caiu com a revelação.
- Você tem certeza? – quis saber, não querendo que a namorada se sentisse pressionada ou algo do tipo.
- Absoluta. Você... não quer...? – Hermione perguntou, um tanto vacilante devido à incerteza do rapaz.
O loiro, então, não pôde deixar de sorrir. Um largo sorriso, branco e brilhante, iluminou o rosto de Draco.
- Estive esperando essa noite, ansioso. – confessou, a voz ainda rouca – Prometo fazê-la a mais especial possível...
E, sem esperar mais, ele a beijou. Um beijo lento e sedutor.”
 
Traições...
“- NÃO FALE NA MINHA MULHER!!! - o homem berrou, furioso - VOCÊ TEM NOÇÃO DO QUE FEZ?! A NARCISA É SUA IRMÃ! SUA IRMÃ!!!
- Claro que sei. – Belatriz explicou na maior cara de pau – Bem que ela tava merecendo ser chifrada, tadinha, quem mandou ir contra o meu mestre pra ficar do lado do filho idiota!
- VOCÊ PODE TER ARRUINADO O MEU CASAMENTO!!! - Lúcio tornou a gritar, desesperado.
- Só se você contar a ela. – Bella falou, brincalhona – Ah, Lúcio, qual é, a minha ‘irmãzinha querida’ não precisa ficar sabendo. Assim, nós dois podemos continuar a nos divertir mais vezes e...
- EU QUERO DISTÂNCIA DE VOCÊ!!!NUNCA MAIS VOCÊ VAI POR OS PÉS NA MINHA CASA!!!
- Bom, aí nós teremos um problema. Quer dizer, ‘nós’, não, você. – a mulher corrigiu, maliciosamente – Se você me proibir de vir aqui, eu simplesmente pego e conto toda a verdade pra Narcisa. Sou capaz de deixá-la ler minha mente e tudo.
- Você não presta! - Lúcio sentenciou, pondo-se de pé. Tentava controlar sua voz, sua raiva, seu desejo de matar Belatriz Lestrange.
- Nem você! – a morena retrucou, enquanto terminava de se arrumar – Contente-se, Lúcio, nunca mais você será feliz com minha irmã.”
 
Consequências...
- Mas que diabos...?! – o loiro vociferou, olhando para a amada, incrédulo e furioso, quando esta convidou Daniel Minsk para dançar.
Julie riu, alegremente.
- Essa garota não é nada boba! – comentou, divertida, vendo a música ser trocada e a expressão de ódio no rosto do amigo – Ah, Draco, relaxa! Ela tem o direito de dançar com quem quiser. Além do mais, até que o Minsk é bem gatinho!
O ex-sonserino a fuzilou com o olhar.
- Julie, se alguma coisa acontecer naquela pista, vai ser tudo culpa sua! – o loiro anunciou, mordaz – E, se eu tiver que matar alguém, esse ‘alguém’ vai ser justamente VOCÊ!
Cooper revirou os olhos, sem dar a mínima.
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Rony correspondia ao beijo, segurando-a firmemente pela cintura. Desejara aquilo por muito tempo, desde o último beijo deles em Hogsmeade...
- Considere isso um pedido de desculpas. – ela disse, ainda unida aos lábios dele – Por ter sido grossa com você. E isso... – tornou a beijá-lo com mais vontade ainda, deixando-o totalmente sem ar e extremamente excitado - Uma forma de agradecimento...
- Sonserinos não agradecem, lembra? – ele implicou, sorridente, lembrando-se do que ela lhe falara no povoado.
Julie sorriu marotamente, endireitando-se e se sentando no colo do rapaz. Rony a olhou, incrédulo.
- Essa noite, nós agradecemos... – respondeu, antes de voltar a beijá-lo com todo o seu desejo e paixão...
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- Você não vai ficar com ele!!! – ordenou, furioso só de pensar que ela estaria em braços alheios aos seus.
- Vou ficar e você não tem como me impedir. – a loirinha disse, sorridente – Afinal, para impedir isso, você deveria ficar comigo as 24 horas do dia o quê, por sinal, você não fará. Então, enquanto não estiver com você e caso ele queira ficar comigo, não vejo problema algum nisso. Adorei conhecê-lo. Não vejo motivo para não vê-lo de novo!
- Seu motivo sou eu! – Blaise reclamou, tentando controlar o nervosismo na voz – Você é minha e de mais ninguém!
- Sinto muito, mas não é assim que as coisas funcionam. – a corvinal falou, dando de ombros, tranqüilamente.
- Cadê a Luna antiga?! – ele quis saber, sério – Aquela que fazia o que eu mandava sem questionar? Que me obedecia cegamente e que se desesperava por que queria que eu a beijasse, que eu a tocasse?!
Luna sorriu, docemente.
- Continuo a mesma. – disse, sem medo – A diferença, Blaise, é que não sou mais uma espécie de elfo doméstico seu que faz o que o senhor manda. Digamos que eu... me libertei... e decidi aproveitar minha vida. Se você quiser fazer parte dessa vida, seja bem-vindo, mas não espere fidelidade se você não me dá o mesmo.
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- Ninguém vai saber. – o loiro confirmou, irritado – Se nem na Durmstrang já desconfiaram das minhas escapadas, Lúcio Malfoy que não vai ficar sabendo, estando a milhares de quilômetros longe de mim.
- Ótimo. – o professor comentou, parecendo satisfeito – Estamos avançando, o que é bom sinal. Você sabe que tem que estar preparado para o que vier, não sabe?
- Claro que sei. – Draco reafirmou, resignado – Se minha vida depende disso...
- É matar ou morrer, Draco. – Severo o relembrou, seriamente – E dessa vez, você não tem escapatória. Não posso tomar o seu lugar como fiz para matar Dumbledore no ano passado.
 
Três pessoas...
Snape pigarreou, buscando as palavras certas.
- Granger. – disse, firme – A profecia dela é complementar a de Draco... e de Potter...
- De ambos??? – o homem disse, aparentemente surpreso.
 
Três profecias...
- “Aquele com o poder de vencer o Lorde das trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... – Snape começou, sério.
- ...e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece...e um dos dois deverá morrer na mão do outro pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver... – a voz continuou, relembrando – aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar...”.
- “mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece...” – Snape repetiu, apertando os nós dos dedos com força excessiva – Que o Lorde das Trevas desconhece...
- Onde você quer chegar, Severo? – o homem perguntou, como se já soubesse da resposta.
- A profecia do Potter... – começou, firme – Dumbledore disse que havia sido o coração do garoto que o havia levado até o Ministério para salvar Sirius. Que por conta disso, o Lorde não havia conseguido se apossar dele...
- Acredito, senhor... – retomou o raciocínio o professor - Que não foi somente a bondade e o amor presentes no coração de Potter que o salvou naquele dia. Acredito... que o amor dos amigos por ele... principalmente o de Granger... que foram os responsáveis pela vitória dele contra o Lorde àquela noite.
O homem pareceu pensar novamente, pois voltara a ficar calado.
- Severo, por favor... – o homem mais velho pediu, cansado.
O professor de Poções respirou fundo, contrariado, antes de dizer:
- “Aquela que traz a luz do mundo dentro de si se aproxima... nascida daqueles que são odiados pelas Trevas, de um conhecimento inimaginável, oculto dentro de si mesma... – começou, recordando-se do que ouvira no departamento de mistérios - ... e sua vida será repleta de amor e ódio, mas suas amizades a salvarão de cair no mundo da escuridão... Porém, sua luz sucumbirá diante das Trevas quando o amor em sua vida desaparecer e o mundo será coberto por sombra e escuridão caso sua luz não volte a brilhar... Aquela que traz a luz do mundo dentro de si nascerá de um berço de ódio e ira...”.
- E ela não faz a mínima idéia... – o homem mais velho comentou, preocupado.
- Qual a profecia do Malfoy? – o jovem perguntou, intrigado – Quero dizer, as profecias de Potter e Granger são complementares, mas é natural, afinal de contas, eles são amigos. Vocês ouviram “suas amizades a salvarão de cair no mundo da escuridão...”, mas o que isso tem a ver com Draco Malfoy???
- “Porém, sua luz sucumbirá diante das Trevas quando o amor em sua vida desaparecer e o mundo será coberto por sombra e escuridão caso sua luz não volte a brilhar...”. – o outro homem citou, sério – Severo, por favor...
- Mas, mestre... – Snape não queria.
- Diga qual é a profecia de Draco. – a voz tornou a dizer, firme – Acredito que já é hora dele tomar conhecimento disso também.
Snape engoliu em seco.
- “Aquele que tem o poder de decidir a guerra se aproxima... nascido de um berço de ouro, rodeado por crueldade e tristeza... – o professor começou, a voz embargada - ...viverá por muito tempo nas Trevas até ser atraído pela luz de seu inimigo... Porém, da escuridão jamais se livrará se não fizer seu sacrifício... sacrifício de sangue... sangue do seu sangue... Enquanto permanecer nas Trevas, jamais haverá paz e a luz do mundo jamais conseguirá brilhar plenamente e a guerra jamais terá fim... Aquele que tem o poder de decidir a guerra viverá entre o bem e o mal, sendo odiados por ambos... até seu sacrifício...”
Novamente o silêncio...
 
A responsabilidade sobre ele...
- Draco Malfoy... – a voz mais jovem começou, perplexa - ... é quem vai decidir essa guerra...? Sempre pensei que fosse...
- Potter. – Snape respondeu, sombriamente – Não... Potter é o único que pode derrotar o Lorde das Trevas, mas isso não significa que ele irá ganhar a guerra.
-  “...viverá por muito tempo nas Trevas até ser atraído pela luz de seu inimigo...” ... ‘Luz do seu inimigo’...      
- Granger. – a voz do homem mais velho respondeu – Malfoy se apaixonou por Hermione Granger que, de acordo com sua própria profecia, é detentora da luz do mundo.
- Mas a profecia dele...
- ... diz que ele jamais sairá das trevas se não fizer seu sacrifício. – o homem completou, calmamente – E, para isso, ele precisa fazer...
- Um sacrifício de sangue. – Snape completou, cabisbaixo – Draco precisa matar alguém para se livrar das trevas e, conseqüentemente, do poder de Voldemort.
- E quem é esse alguém???
- Alguém de seu próprio sangue. – o homem misterioso sentenciou, por fim – Não sabemos quem é, mas não existem muitos membros da família Malfoy espalhados por aí...
- Lúcio e Belatriz são os únicos com parentesco direto. – Snape explicou, suspirando longamente – E, claro... Narcisa Malfoy, sua mãe...
- E como isso vai ser possível??? – o homem não compreendia – Nunca, em sã consciência, ele mataria um dos seus... Ele nunca mataria alguém! Não foi capaz de matar Alvo no ano passado e...
- “Aquele que tem o poder de decidir a guerra viverá entre o bem e o mal, sendo odiados por ambos...” ... – a voz do homem mais novo continuou.
- Comensais e Ordem da Fênix. – o ser misterioso informou – Ambos estão contra o jovem Malfoy.
- Mas então ele...
- Irá se unir às Trevas. – Snape disse, friamente – “Porém, sua luz sucumbirá diante das Trevas quando o amor em sua vida desaparecer e o mundo será coberto por sombra e escuridão caso sua luz não volte a brilhar...”. Aparentemente, vai chegar um momento em que Draco irá deixar a Granger e, quando essa hora chegar...
- Ela irá sucumbir... – o homem mais velho tornou a completar, resignado – Acredito que seja, nesse período, que a guerra que tanto esperamos irá começar.
 
O abandono...
O loiro apareceu por uma brecha, os cabelos desalinhados caindo por cima dos olhos cinzas, as mãos habilmente dando um nó na gravata social.
- Que é?! – perguntou, impaciente – Não vê que estou ocupado?!
O professor de Poções simplesmente fitou o afilhado, com mais intensidade.
Draco sentiu os dedos das mãos tremerem, e não conseguiu terminar o que fazia...
Deu um passo para trás, a face lívida, os olhos arregalados em pavor. A gravata deslizou por seu ombro esquerdo, pendendo de maneira estranha...
O loiro sentiu, pela primeira vez, lágrimas inundarem seus olhos, um bolo preenchendo sua garganta...
Seu corpo todo começou a tremeluzir e ele teve de se segurar no portal para se manter em pé...
- Agora não... – murmurou, a voz embargada, completamente sem chão – Hoje não... A formatura dela...
 
O desespero...
- Snape, por favor... – pediu, implorando.
O homem nada disse. Não havia o que dizer...
O rapaz passou uma mão pelos cabelos ainda úmidos do banho. Sentiu espasmos de dor por todo o seu corpo. A sensação era pior do que se houvesse recebido diversas maldições cruciatus...
Engoliu em seco, sentindo-se afogar dentro de um silencioso desespero...
Imaginou-a chegando ao salão principal, linda. Viu a imagem da morena à sua frente, olhando para os lados, procurando...
Todos estariam ali, menos ele...
Chorou, sem nada dizer... Ela jamais o perdoaria...
 
Tristeza e dor...
Narcisa nada falou, apenas sentiu pena da jovem a sua frente.
- Ele a ama. – disse, paciente – Não se esqueça disso.
Hermione estreitou o olhar, sentindo o coração acelerar, uma raiva crescendo dentro de si.
- ‘Ama’? – repetiu, sarcasmo impregnado em sua voz – ‘Ama’?!
- Hermione...
- Não! – a morena gritou, furiosa – Não sou Hermione, sou Granger! – exclamou, os punhos cerrados com força – Jamais fui Hermione, seja para ele ou pra você!
- Não diga isso... – mas Narcisa não conseguia fazê-la entender.  
- Não passo de uma sujeitinha de sangue-ruim! – vociferou, completamente fora de si – Sangue sujo, imundo!!! – gritou sem parar.
- Filha, não...
- Saia de perto de mim! – afastou-se quando Narcisa ameaçou se aproximar mais uma vez – Não encoste em mim!!!
 
A tão temida guerra...
Muito longe dali, a milhares de quilômetros de distância, os dois homens se fitavam, preocupados.
- Os comensais estão se movendo cada vez mais rápido. – o mais novo comentou, atordoado – Lúcio e Belatriz estão cuidando dos últimos preparativos do plano do Lorde das Trevas. Creio que em algumas semanas, eles o porão em prática.
-  Um novo ataque. – o outro assentiu, compreendendo.
- De proporções colossais. – foi a resposta obtida – Poucos comensais sabem a respeito disso. Macnair mesmo não soube me dar maiores informações.
- Como você o convenceu a falar? – o mais velho quis saber curioso.
- Tenho meus meios de persuasão... – disse, um tom divertido e macabro na voz.
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- Quem está conosco? – Andrei perguntou, somente para confirmar.
- Amico e Aleto Carrow, Travers e Yaxley. – disse, paciente – Lestrange e nós três.
Anita cruzou os braços junto ao corpo, visivelmente contrariada.
- Não confio em Lestrange. – disse, seus olhos brilhando de raiva – Ela é louca, pode matar a todos nós!
Andrei e Castiel trocaram olhares, mas nada disseram.
- Malfoy não vai? – Andrei quis saber, paciente.
- Não. – o amigo respondeu, de pronto – Narcisa Malfoy passou mal ontem à noite, o mestre ordenou que ele ficasse com a mulher.
Os gêmeos tornaram a assentir com apenas um menear de cabeça.
- Bom, vamos então. – Anita disse, impaciente como era – Temos que organizar alguns últimos detalhes. Não quero morrer por incompetência deles!
 
Havia começado...
- Hermione... – o rapaz começou, mas algo do lado de fora atraiu sua atenção.
Danny franziu o cenho e Hermione voltou-se para a janela, sem entender...
Aproximou-se e pôde vislumbrar no alto céu dois vultos ao longe. Seu corpo estremeceu...
Um baque surdo e o trem todo balançou fortemente.
Um novo tremor e ambos caíram no chão do vagão...
- Hermione? – o rapaz perguntou, mas a morena fez um sinal de que estava bem.
Levantou-se depressa, a varinha em punho. Encontrou Harry e Rony no meio do corredor, ambos estavam nervosos e surpresos.
- Mas que... – um novo tremor os jogou ao chão, gritos passaram a ser ouvidos por toda a locomotiva.
- Estamos acelerando! – Zabini berrou de uma das cabines, Luna envolta em seus braços, nervosa.
E estavam...
Hermione voltou correndo para sua cabine, avistou o olhar sádico de um dos vultos, cujo capuz havia caído. Seu corpo todo voltou a tremer...
- COMENSAIS!!!!!! – berrou, aflita, no que o trem balançou pela quarta vez...
Os alunos foram jogados ao chão mais uma vez, mas não por um tremor. O expresso, agora, encontrava-se suspenso no ar, a pouco mais de cinco metros do chão.
- Segurem-se!!! – Harry gritou, quando subitamente despencaram...
Gritos e mais gritos ecoaram pelo trem. E foi quando as explosões se iniciaram...
 
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N.A.: Sim, sei que demorei quase 3 meses pra postar, mas é tenso escrever pra mim com estágio e monografia, mas, como prometido, não abandonarei vocês. Já estou escrevendo o 1º capítulo, pretendo postá-lo em 15 dias no máximo!!! Não me azarem muito, ok? E, as vezes, deixo de postar Tb pois o FEB anda com uns probleminhas, principalmente na postagem e formatação, o que dificulta para nós, autores também. Mas não abandonarei, ok? Espero que tenham gostado de reviver um pouco gelo e fogo, afinal, foi uma fic densa e que eu amei escrever. Entendam, o prólogo foi necessário, pois algumas coisas precisavam ser relembradas, como as três profecias, espero que tenham gostado. Beijooooos, Rê Malfoy!!!
 
 
 
 

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Comentários: 6

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Enviado por Déborah Rogers Poynter Potter em 11/03/2012

Deus que acuda essa leitora aqui!!!! OMG! Finalmente postou O.O Estou estourando de felicidade. Mas agora vc me deixou aflita. hahaha. Adorei relembrar um poquinho de Gelo e Fogo, mais agora eu quero mesmo é ACOMPANHAR Salvação e Morte, então PLASE, posta o mais rapido possivel! kkk Bjus E MUITA INSPIRAÇÃO! =D

Nota: 5

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Enviado por Artemis Granger em 11/03/2012

Como assim: saber minha opinião? Como minha opiniao poderia ser diferente do que vc já imagina? Que eu amei? Como amei cada linha lida da primeira parte. A fic q me fez te conhecer, a fic q eua companho há tanto tempo!!!! Uma das minhas preferidas, claro!

O foda é agora ficar no aguardo desses LONGOS 15 dias.... Adorei o modo como fez esse cap, os mini pedacinhos e relembrando td que foi importante.... MInha vontade é reler td!!! srsrsrsr Pena que falta-me tempo!!!! 

Amei de verdade assim como amo vc.
Parabéns e beijossss

Nota: 5

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Enviado por Mandy em 10/03/2012

OMG!!! OMG!!! OMG!!! Posta logooo  fiqueiii muito mais curiosa agoraaa. Mas tenho a certeza que vai ser muiito perfeita essa continuação. E posta posta posta logooo favooor srs.  BeijOs*

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 10/03/2012

Putaquepariu putaquepariu PUTA QUE PARIIIUUU!! Posta logoooo!! Não consegui terminar de ler, de tão nervosa, mas eu seei que vai ser PERFEITA!!
Posta logo, mulherr!! *-*
Beijãao!
 

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 10/03/2012

Putaquepariu putaquepariu PUTA QUE PARIIIUUU!! Posta logoooo!! Não consegui terminar de ler, de tão nervosa, mas eu seei que vai ser PERFEITA!!
Posta logo, mulherr!! *-*
Beijãao!
 

Nota: 5

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Enviado por hermione22 em 10/03/2012

Ate quem fim so n te mato pela demora porq quero a continuaçao, espero o resto o mais rapido possivel em

Nota: 5

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