FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

5. Admitindo


Fic: Amor de bandido. cap 5 on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

 Hermione pov


- Decepção! Essa era a palavra exata para definir tudo que sentia no momento. Viu a dor nos olhos de Luna. Deus, como fui burra todos esses anos. Filho da mãe! Ainda bem que não me entreguei a ele. Enganada todos esses anos. Agora eu entendo minha aversão e medo de fazer amor. Era medo que eu sentia. Como teve coragem. E eu aqui perseguindo e procurando todo esse tempo pela pessoa errada. Era ele o traidor. Agora estava tudo claro. Somente ele sabia de alguns planos e eu confiava nele. Hipócrita! Burra! Se não tivesse visto as lembranças de Luna eu sequer acreditaria. Bandido! Filho da mãe! Eu preciso falar com Draco. Pedir desculpas! Eu preciso! Sabia que tudo que havia sentido por ele tinha explicação. No fundo eu sabia que tinha alguma coisa de especial. E agora onde ele estava?


Hermione tinha tido uma longa conversa com Luna. Ela mostrou-lhe lembranças. A castanha assistiu tudo enojada mesmo estando acostumada com todos os tipos de atrocidades. Vomitou depois de tudo. Chegando a desmaiar e ser levada para o quarto. Os elfos cuidaram dela. Luna pediu segredo, tinha medo que Draco se encrencasse ainda mais. Juntas mantiveram um pacto mudo. A castanha respeitou a decisão dela. Agora era só esperar. O que faria? Essa era uma das perguntas que ela vinha fazendo a si mesma por vários dias.


- Seu irmão está demorando a voltar Luna. Será que aconteceu alguma coisa? Ele fica muitos meses assim?


- Está sentindo falta dele não é? Pois é, ele gosta de você Hermione. E muito. Depois que te conheceu ele conseguiu me olhar de forma diferente. Você foi o bálsamo para a vida dele em meio a tantas tragédias. Fico triste que ele não seja correspondido. – a castanha olhou par a loira ainda desconfiada.


- Ele..., ele gosta mesmo de mim? De verdade?


- Ele se apaixonou por você desde a primeira vez que a viu. Nunca a esqueceu. E seu sequestro não tem nada a ver com o Potter. Ele queria você, apenas você. Pensa Hermione, até hoje ele se aproveitou de você ou a machucou?  Você anda livremente pela casa, está certo que ele não a deixa sair, mas o que ele é capaz de fazer por você é..., não sei que tipo de amor é esse, mas o fato é que ele a ama. De verdade. – a morena esticou um sorriso envergonhado. No fundo se sentiu feliz. O mesmo acontecia com ela, só que não queria admitir. – então? Vai dar uma chance de conhece-lo? – a loira perguntou esperançosa.


- Quando ele chega?


- Ele chega hoje. – disse Luna com um sorriso.


- Então devo me preparar para esperá-lo. Tenho que pedir perdão a ele e escutá-lo. Eu o quero Luna. Muito. – a loira se aproximou de Hermione e juntou suas mãos.


- Espero que se entendam. Adoraria tê-la como cunhada. – disse Luna se retirando do quarto da castanha.


Durante todos esses dias Draco não deixou de ligar para saber de Hermione. Estava ficando louco. Sentia uma saudade esmagadora. A vontade de tê-la nos braços era incontrolável. Mas ela estava irredutível. Teria que conquistá-la aos poucos. Há muito tempo nenhuma mulher o satisfazia. Nenhuma. Mas o que fazer? Como conquistá-la?


- Pensando na sua amada Draco? Não cansa não einh? – perguntou uma estonteante loira ao seu lado.


- Todo o tempo Pansy. Todo o tempo. Não consigo dormir porque é nos meus sonhos que ela aparece. Meu peito dói de pensar que ela me despreza. E quanto mais ela faz isso mais a amo. Como pode?


- Draco... Draco... você está parecendo um idiota apaixonado. O que te impede de tê-la? Ela já não está com você? Vive na sua casa, e até hoje não tentou fugir. Já pensou que talvez ela não o despreze tanto assim? Pelo que me disse a duas vezes que a beijou ela o correspondeu ao invés de lhe meter um belo tapa na face. Acho que ela está confusa. E talvez ela precise de uma ajuda forçada.


-  Como assim sua doída?


- Ciúmes meu querido amigo! Ciúmes! Só assim saberá se ela sente alguma coisa por você ou não. Que tal uma ajuda? – o loiro apenas sorriu cinicamente para ela.


- A Draco nem vem com ideias erradas, minha paixonite por você acabou faz tempo, idiota convencido.


Pansy Parkison era amiga e administradora de Draco. No passado tiveram um rápido envolvimento, nada sério. Os dois eram inseparáveis. O que eles não sabiam era que sem querer o plano de Pansy atingiria seu intuito o mais cedo possível.


A castanha andava de um lado para o outro. O coração batia disparadamente. Seu corpo tremia só de pensar nas mãos de Malfoy nele, como tantas vezes o fez. Sempre que discutiam a vontade dela era de agarrá-lo com todas as forças, no entanto seu orgulho estava em primeiro lugar. Mas não hoje. Não agora.  Estava disposta a conhecê-lo e deixa-lo fazer parte de sua vida. Potter era passado. Um passado que ela faria questão de acertar as contas mas primeiro, ele, que tantas noites fez parte de seus sonhos e desejos mais profundos. Sabia que tudo fazia parte de uma máscara que ele insistia em usar na frente de todos. E que a própria sociedade  moldou sem se quer conhecer a verdade.  Ela estava envergonhada, e muito, por causa do que disse a ele. Quando na verdade ela é que vivia com um bandido. 


Queria viver ali para sempre e ajuda-lo em tudo que for preciso. Estava ansiosa para vê-lo. Muito. Tomou um banho demorado e se arrumou com um esmero contido, não queria parecer tão oferecida. Mas queria ficar bonita para ele. Luna disse que ele vinha para o almoço mas, não sabia como seria tratada depois da última briga. Ela o ofendeu gravemente e precisava do perdão. Assim que se arrumou desceu para a sala e lá esperaria com Luna. Passando alguns minutos ouviu-se um estampido de aparatação e duas figuras passaram pela porta. Os dois estavam de mãos dadas. O sorriso da castanha morreu e a decepção ficou estampada na face. E toda sua intenção de ser perdoada foi por água baixo dando vazão a outro tipo de sentimento até em tão sem fundamento. Mais uma vez se enganara. Mais uma vez. Luna havia dito que ele gostava dela. Mas parece que esqueceu fácil demais. Paixões volúveis.


- Sabe o que você tem razão Pan o que me impede de tê-la? Ou conquistá-la? Nada. Vamos. Quero vê-la e dizer a ela tudo que sinto.


- Tudo bem bonitão. Porém temos que dar as mãos, ou esqueceu gênio, que só você conhece o local? – o loiro sorriu verdadeiramente. Sentia-se feliz. E esperançoso. Era bom ter a loira como amiga. Pegou nas mãos de Pansy e aparatou.


- Sabia que você está muito bonita Pansy Parkison? Arrumou alguém? Está muito feliz para meu gosto! – a loira apenas sorriu cinicamente dando a entender que sim. Passaram  pela porta e assim que entraram Draco deu-lhe um selinho como sempre faziam. Só depois percebeu que não estavam sozinhos. O loiro pode ver o exato momento que Hermione deixara  de sorrir. A expressão era de decepção, mágoa? Talvez. Ou talvez seja só repulsa pela minha presença já que da última vez ela deixou claro isso. O loiro pensou. Mas na realidade a castanha estava fervendo por dentro.


-  Hermione, que bom que desceu para almoçar comigo. Estou feliz por...


- Estou vendo Draco Malfoy, o quanto está feliz em me ver. Trouxe companhia? Ou sequestrou mais uma?


- Todos na sala ficaram de boca aberta pela ironia de Hermione. Pansy deu um sorriso diabólico para a castanha. Se ela fez esse tipo de comentário é porque sentiu alguma coisa e a ironia dela é exatamente do tipo de mulher ciumenta. Ajudaria o loiro e ele ficaria lhe devendo uma. Pensou divertida a loira.


- Draco querido, não me apresenta sua hospede? – o loiro ficou sem ação, somente via uma Hermione irada e vermelha.


- Não precisa. Sou Hermione Granger. A prisioneira de Draco Malfoy ao seu dispor! – Luna quase engasgou, morrendo de vontade de rir da situação. – então Malfoy quer que eu leve as coisas de sua namorada para o quarto? – Draco abriu várias vezes a boca para responder, estava chocado com a reação dela.


- Não querida não precisa, depois peço aos elfos. Como vai Luna?- Pansy aproximou-se de Luna sorrindo radiante. Eram grandes amigas. Pan piscou para Luna, e ela entendeu de imediato.  As duas se cumprimentaram afetuosamente. Então, vamos jantar  Draco?  Depois você me ajuda levar as malas não é querido?  – a morena piscou secretamente para Luna que segurava o riso. – Hermione olhou mais uma vez para Draco mostrando toda a sua indignação. Mentiroso. Todos são.


- Vamos para a mesa? Vai nos acompanhar Hermione? – a morena não respondeu, mas se dirigiu até um dos assentos. Queria ter sentado perto do loiro, infelizmente esses assentos foram ocupados por duas loiras. Uma delas era fazia um esforço sub- humano de não enforca-la. Vadia! Pensou ela. Sentou. Mas não  antes de fuzilar o loiro. A situação na mesa estava insustentável. Draco observava o comportamento da castanha. Enquanto via sua amiga e sua amada se alfinetarem o tempo todo. De inicio não entendeu as atitudes da castanha. Até que num momento de súbita raiva ela subiu as escadas correndo depois de ver Pan o cumprimentar com um beijo. Tentou subir atrás dela e Luna o deteve.


Hermione POV


Filho da mãe! Gosta de mim. Gosta nada. Preciso sair daqui o mais rápido possível. Não posso ficar aqui. Também nunca me disse o que queria de mim! Me manteve aqui o tempo todo dizendo que não era para atingir aquele maldito Potter! Tudo por culpa dele. Mas quando eu o pegar ele vai me pagar por cada gota de lágrimas que por causa dele estou derramando. Se ele não tivesse me colocado naquela missão eu não estaria aqui, agora! Maldito Potter! Maldito Malfoy! Quem ele pensa que é para trazer aquela loira sem sal para cá? – a castanha depois de muito andar pelo quarto sentou derrotada na beira da cama. – Quem estou querendo enganar? Ela é perfeita para ele. E pelo que pude ver eles tem uma relação intima de cumplicidade. Droga! Droga! O que está acontecendo comigo? foram só alguns beijos... Que na minha concepção, era apenas para me calar.


- Não vá atrás dela agora Draco. Não estrague tudo., – dizia uma Pan sorridente. – cara ela sentiu alguma coisa. Quer dizer ela gosta de você Draco.


- Não fale besteira Pan ela me odeia.


- Acho que as coisas mudaram maninho. – disse Luna exitante.


- O que aconteceu enquanto estava fora Luna? Você não contou..., espera aí, mana você mostrou, Luna... , Luna!! Como pode? Pedi a você que a deixasse fora disso! Por Merlin! Agora ela vai ter pena de mim!


- Não seja tão dramático Draco. Ela precisava saber já que vai morar aqui por tempo indeterminado. – disse a loira olhando para o irmão que pigarreou diante do comentário. – então tinha que alertá-la para certas coisas. E não me condene tá bom. Para mim foi até legal. Ganhei uma grande amiga ao final de tudo. E uma outra visão de você. – Draco sentou no sofá da sala derrotado passando as mãos no cabelo nervosamente. O que faria agora? Como olharia para ela depois de tudo?


- Bem, não desanime irmão. Ela já gosta de você. Porém precisava de um empurrãozinho de duas loiras inteligentíssimas por sinal. – disse Luna toda pomposa. – ela ficou ansiosa esses dias que você estava fora. Perguntando o tempo todo quando voltava, falou de você o tempo todo e em todos esses momentos eu não vi pena e sim admiração. Seus olhos brilhavam e hoje ela se arrumou com esmero e desceu para esperar você. – o loiro sorriu em expectativa.


- Sério? Ela perguntou mesmo sobre mim? Da ultima vez ela quase quebrou minha cabeça. Ela...


- Loiro idiota! Não viu como ela ficou enciumada quando o viu comigo. Ela está mordida de ciúmes. – a loira sorriu de lado. – me agradeça a ajuda depois, “bandido garanhão”. Pan saiu para um dos quartos de hospedes. Era assim que ela se referia a Draco. O loiro subiu para o quarto para tomar um banho. Chegou até a porta da castanha e quase bateu. Mas a coragem faltou.


Draco Pov


Não sei o que fazer. Estou sentindo uma imensa vontade de falar com ela. Mas o que dizer se a única coisa que quero é beijá-la e torná-la minha. Será que ela sente mesmo alguma coisa por mim? Seria um sonho! Como esperei por isso. Vi nos olhos dela decepção. Será que era de me ver com Pansy. E as provocações das duas? Aquilo não era ..., os pensamentos do loiro foram interrompidos por um dos seus aliados e amigos.


- Draco! Draco... Hermione fugiu! Ela não está no quarto e nenhum lugar da fortaleza Malfoy. – dizia Rony Weasley.


- Isso é impossível Rony, você, Luna e eu somos os únicos que podemos sair e eu sou a chave mestre para isso..., e...,a não! LUNA! – gritou Draco já saindo para os corredores.


Narrador POV


A castanha saia em disparada. Depois de observar e andar por toda a fortaleza. Além de conhecer ela observava tudo. Rotinas, saídas, entradas, locais possíveis de aparatação. Durante dois meses ela estudou tudo que se referia o lugar. Sua mente era uma máquina estratégica. Funcionava, vibrava, concluía e traçava planos com intensidade. Não era a toa que era considerada a aluna mais brilhante de toda Londres bruxa e trouxa. E há muito tempo havia visto tanto Rony quanto Luna saírem. E em uma dessas saídas ela descobriu um meio de sair daquele lugar. Não foi difícil desbloquear a passagem só precisava chegar até o ponto de aparatação de emergência e estaria livre. A morena podia ouvir os gritos dos aliados de Malfoy de longe chamando por ela. Estavam perto ela pode perceber pela intensidade sonora. A floresta era imensa e densa. Com caminhos difíceis de percorrer. Mas estudou minuciosamente, cada detalhe cada caminho. Ficou pensando em Luna, essa hora Draco já devia estar sabendo de seu sumiço. Pelo jeito nem estava preocupado. Tinha companhia agora. – a castanha pensava o tempo todo nisso. Já estava chegando perto do local e acabaria seu tormento. Sairia da vida de Malfoy e mais uma vez seu coração ficaria despedaçado. Draco ficou desnorteado quando soube que ela fugiu. Colocou todos na fortaleza em seu encalço. Ela de forma alguma se livraria dele e faria com que ela entendesse isso. Em um dos corredores encontrou com sua irmã.


- Luna! Você viu Hermione?


- Não Draco. Não a vi hoje depois do almoço. Por quê?


- Luna, me diga que não a levou para fora da fortaleza! Me diga que não falou os códigos que só eu, você e Rony sabemos!


- Que isso Draco é claro que não. O que está acontecendo?


- Hermione fugiu! E nesse momento deve estar longe agora. De mim e nas mãos do Potter.


- Não tem como Draco. Ela não pode ter fugido. Nem se quisesse ela precisa dos códigos ou..., - suspirou a loira, sabia que não podia ter vacilado com aquela garota. -  o feitiço de reverso..., a não! A não como fui burra! Ela estava estudando o tempo todo. Agora entendo.


- Agora entende o quê Luna? – dizia Draco sacudindo a irmã descontroladamente pelos braços. Só depois percebeu que o gesto dele a assustou.


- Desculpe Luna, não queria fazer isso... – a irmã olhou para ele como os olhos marejados. Sabia que Draco estava desesperado.


- Eu a levava para passear na floresta de Ion, depois permiti que ela fosse sozinha para lá.


- Ela descobriu o feitiço! Vou para lá. Não posso perdê-la minha irmã. Se ela descobriu  precisa chegar no ponto exato de aparatar. Tenho uma chance. Peça o Rony que me encontre na floresta de Ion. – o loiro aparatou rapidamente.


- Só mais um pouco. Só mais um pouco. – de longe Hermione via o ponto de aparatação. Eram duas árvores que faziam um arco. Ela corria muito, ainda bem que corrida fazia parte de seu treinamento. A toda hora olhava para trás, no fundo sabia que sofreria por causa de Draco. Estava irremediavelmente apaixonada pelo loiro. Infelizmente ela pensava que não era correspondida.


- A castanha parou de súbito em frente o local. Faltava poucos metros para chegar e quando se preparava para correr e atravessá-lo ela escutou aquela voz junto com uma grande explosão.


- Onde pensa que vai Hermione? – a morena voou num baque para longe do arco. Algum feitiço foi lançado para amortecer a queda. Levantou correndo para ver Draco com a varinha apontada para ela. Ele estava com muita raiva. Seu peito subia e descia denunciando o estado de ira. Hermione levantou e não deixou de encará-lo hora nenhuma. Ele foi se aproximando rápido e ao mesmo tempo que descarregava palavras iradas para ela.


- Onde pensa que vai? Eu disse uma vez Hermione você só sai daqui quando eu quiser! Por acaso não me ouviu? – disse nervosamente sacudindo-a pelos ombros. A morena ficou tremula com a proximidade. O cheiro dele era viciante e único.


- Você não manda em mim, Malfoy. Uma hora ou outra eu vou sair daqui. – a morena falava ofegante de excitação e raiva ao mesmo tempo. Somente os dois estavam ali naquele lugar. Já que Rony tinha seguido junto com os outros para avisar que Draco tinha conseguido intercepta-la. Há poucos metros dali tinha uma linda cabana, e uma tempestade ameaçava cair naquele lugar, os pingos de chuvas já chegavam ao chão. – Por que me quer aqui? Você passou meses fora. Sem nem se quer dar noticias e de repente você chega, com sua namoradinha. Não sou seu brinquedo. Deixa eu voltar para meu mundo. Se é o Potter que quer, posso entregá-lo a você. Mas não me obrigue a viver aqui. Seu egoísta...- a morena se debatia nos braços do loiro que a abraçava fortemente. A chuva forte castigava o lugar. Os raios clareavam o lugar e Draco com medo aparatou para a cabana com a castanha ainda se debatendo.


- Pare Hermione não seja ridícula! Não tenho nada com a Pansy. E você deixou claro que tinha nojo de mim lembra? Não se faça de vitima! Tentei de todas as formas me aproximar de você e...


- Não seja cínico! – a morena conseguiu se soltar e se afastar dele, encostando-se de costas em uma mesa. O lugar estava impecavelmente arrumado. Os dois se encaravam cada uma com sua raiva, mas nunca sem deixar de se encarar. – eu via o grau de intimidade de vocês dois! Beijos! Mãos dadas! Selinhos, abraços e... – o loiro abriu um sorriso radiante. Era aquilo mesmo que via? Ela estava com ciúmes? – indagou-se o loiro. Se fosse faria com que ela confessasse. Durante todo esse tempo ele ficou com medo da rejeição e agora ela estava ali, perdida e morrendo de ciúmes. Ele a provocaria e faria com que ela se entregasse. – Draco aproximou dela rapidamente não deixando nenhum espaço entre os dois. Havia esperado muito tempo por isso e há muito tempo só sonhava com essa mulher. Colocou os braços fortes prendendo a castanha entre a mesa e ele. De longe podia ver o peito dos dois subindo e descendo rapidamente, respirações ofegantes, a tensão sexual era visível. A castanha estava vermelha e por dentro um sentimento a corroía. Só de pensar em Draco perto daquela mulher uma imensa vontade de chorar se apoderava dela.


- Selinhos? Beijos! Abraços? Por que se importa? É, foi tudo o que viu. E se ela for mesmo minha namorada? Namorados fazem isso e muito mais...- Hermione se descontrolou e começou a bater no peito do loiro, dizendo palavras como: mentiroso, mulherengo, eu te odeio... , enquanto ele sorria lindamente. Estava confirmado. Ela o queria.


 – Pare sua tola! Pare! – com muito custo Draco conseguiu imobiliza-la fazendo com que o corpo dela se curvasse um pouco. Draco a pegou pela nuca forçando um pouco os cabelos dela para trás forçando a olhá-lo nos olhos. – Sua idiota. O único objetivo que me fez sequestra-la foi que me apaixonei por você desde a primeira vez que lhe vi. – Hermione fixou seus olhos ainda mais nos do loiro. Eles brilhavam numa intensidade que fez com que uma corrente elétrica passasse por seu corpo. A voz rouca e sexy tirou todo o raciocínio lógico de Hermione.  – te disse uma vez que Potter não tem nada a ver com tudo. É você, que me interessa, que eu desejo, - os dedos do rapaz faziam o contorno da face da castanha chegando até os lábios dela. Fazendo com que ela abrisse extasiada diante do gesto.  Os olhos castanhos já não se encontravam mais abertos, as sensações eram magnificas. – é você, todo esse tempo que vem povoando meus pensamentos, que me faz acordar à noite suado, excitado e louco por um simples beijo seu. – o loiro estava levando a morena à loucura. Seus lábios acompanhavam cada palavra ou gesto. A cada palavra proferida por ele um toque leve dos lábios, nos seus, na orelha ..., fazia com que ela perdesse todos os sentidos e se ele não estivesse segurando-a, ela com certeza, cairia. Ele continuava com sua voz rouca seduzindo, amando-a com apenas palavras. “– isso tudo porque não conseguia esquecer ou tirar seu gosto dos meus lábios. Não conseguia tirar seu corpo da minha mente, vontade de tocá-la de tê-la.”


- Draco... sussurrou... Hermione. Draco... , por favor, não brinque comigo... – ela falou num fio de voz. Os dedos dele, agora faziam um caminho perigoso. Uma das mãos ainda permanecia na nuca dela persuadindo seu rosto para que movesse conforme a vontade dele.


- Hermione..., diga, diga meu amor o que preciso ouvir. Diga que está morrendo de ciúmes e que sente o mesmo. Diz...- o loiro falava com os lábios encostados no da morena na promessa muda de um beijo. – fala meu amor. Diga. Diga o que quero ouvir. – Draco firmou o pescoço da castanha para que ficasse cara a cara com ele assim através de seus olhos ela não poderia mentir.


- Draco... eu...


- O quê? – falou com a voz sedutora e louca de desejo. E ela pode sentir a excitação dele. A morena já não aguentava mais, os lábios dele perto do seu somente encostando, atiçando, era um sacrifício grande para ela. Que se dane o orgulho. Pensou ela
– fala meu amor. Fala que me ama e que me quer tanto quanto eu te quero. Diz...


- Draco eu te amo! Eu estou morrendo de ciúmes e a há muito tempo que quero você. Me beija.!
– Aquilo foi demais para Draco que tomou a boca de Hermione com sua língua exploradora. Se beijavam como se não houvesse mais nada além deles ali naquela cabana, no mundo. Amavam-se. Isso era indiscutível. Só precisavam admitir.


Kkkkkkk! Maldade minha! Próximo cap, tem NC. Beijos e muitos beijos para Carlinha, Morgana, MRC e leleu. Fiquei super contente pelos comentários de vocês. Espero que gostem dos próximos. Ela não é grande. Mas vai valer a pena.


Abraço! Nana


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Morgana Flamel em 31/01/2012

Mas que grande sacanagem sua hein!!rsrs

Para o capítulo assim, depois a ruim sou eu!!rsrs

E que Harry é esse?? Que horror!!!

A história está ótima!!!

Vou lá ler o próximo capítulo!!

 

Bjs.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.