Ai galera! Valeu os comentários!
Estamos entre os 20 mais lidos da semanaaaa!
auhauhauhauh
Bando de safos aqui nessa FeB!
ahahahahaha
Ahhh, vou fazer terei outra PornoFanfic!
(na verdade pretendo fazer uma para cada Shipper aqui da FeB!!!)
Ahhh, e eu ví os comentários de todassss (HUMMM, só mulher comentando aqui! ahahahah)
Quanto ao ultimo cap... Punheteiro???
auhauhauha
Pode crer né?
Mas saca só, acho que ele não tá fazendo isso pq prefere a propria mão.
¬¬
Bom, a explicação vem neste ultimo cap... Logo no início (inicio do fiiiim! ahahah)...
Bem. Então é aqui que nos despedimos!
Espero que vcs entrem, leiam e comentem as minha próximas fics.
Estou feliz pelo sucesso dessa fic. PUXA GALERA! Uma SS/HG entre as mais lidas da pg de entrada!
Ps.: ESTE CAP É O MAIS SAFADO DE TODOSSS! ESPERO QUE NÃO ACHEM ESTRANHO!
TCHAU!
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Sorriu.
Seu professor de poções era com certeza melhor que qualquer garoto.
Já se iam mais de uma hora, e ele ainda daquele jeito?
Será que ele ainda não...
Pelo pouco que sabia de livros, quando homens gozavam, eles voltavam à flacidez de seus membros.
Ela olhou-o sorridente.
- Quer de novo? – Perguntou. – Eu espero você gozar outra vez... e quem sabe eu possa também...
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- Não Mione... – Ele não sabia de onde havia tirado o desprendimento para chama-la pelo apelido que ouvira na boca dos outros grifinorios que sempre a acompanhavam.
- Por que não? – Ela perguntou incrédula.
Oh, maldita hora que se tornara um “monge”. Se pudesse prever algum tipo de relação como aquela na escola, ele teria mantido alguns vidros da poção contraceptiva.
Mas nunca necessitara. Sempre que queria uma mulher, levava-as para sua casa embolorada de Londres...
Portanto, estava fora de cogitação ir até o final com Hermione...
Mas de repente, uma esperança vã se apoderou dele, dando-lhe coragem para fazer aquela pergunta à ela:
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- Você toma algum tipo de remédio para evitar bebes?
- Não – ela disse. Agora estava entendendo. Estavam sem preservativos e sem nenhum método contraceptivo.
Ela o viu se masturbando pela segunda vez na noite.
Uma idéia iluminou-lhe.
Era uma espécie de fantasia sexual para ela...
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Ela não tinha mais vergonha dele mesmo.
E sempre desejara fazer aquilo algum dia.
Que importava que seria agora, e com ele?
Tanto melhor unir o útil ao agradável.
Ela queria que ele gozasse com o corpo dela!
Pulou da mesa.
Virou-se de costas para ele.
Virou levemente o rosto, beijando-o, e esfregou as nádegas macias contra a ereção dele.
Ele não entendeu.
Ela teria que ser mais explicita?
Puxou-o contra o bumbum dela.
Esfregou-se mais.
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- Hermione... Não podemos...
- Mas assim não é perigoso... E eu sou virgem... Não tenho doenças... A não ser que o senhor tenha?
- Não, não tenho. – Ele disse ameno. Em que mundo aquela garota vivia? Será que nunca explicaram para ela de onde vinham os bebes?
Ele ainda não havia entendido.
Por mais explicita que ela havia sido...
Deitou-se debruçada na mesa dele, com as pernas para fora, e arrebitando bem o bumbum.
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Uma sombra passou pelos olhos de Snape ao vê-la daquela forma.
Um desejo vibrou em seu peito.
Aproximou-se dela.
Ela olhou para traz com um sorriso angelical.
Safadinha.
Era o que ele estava pensando?
Ele observou-a naquela posição.
A parte de trás da fendinha molhada desenhava-se como um pequeno coração invertido...
Ele levou a ereção até o pequeno coração.
Forçou, e abriu passagem pela xoxotinha quente.
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Hermione sentiu-se confusa. Ele havia entendido???
Ela agora o achava antiquado ...
Deveria ser mais explicita que aquilo????
Muito bem!
Levou as mãos às nádegas e às separou, mostrando à ele onde o queria inserido.
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Snape sentiu a luxuria serpenteando.
Retirou-se da bucetinha em forma de coração.
Abaixou e lambeu-a.
Ela assustou com a língua naquele lugar exótico.
Mas não demorou à gostar.
Cedeu espaço as mão dele, deixando o trabalho de afastar as nádegas para ele.
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Um fogo em seu pênis.
E ele pulsou.
Puxou com a língua em chocha a umidade que ela expelira pela vulva e levou às nádegas.
Fez isso várias vezes.
Hummm.
Delicioso... huhum... Era virgem ali também...
Pequeno, rosado...
Preguinhas deixava-o parecendo uma pequena flor cheia de pétalas...
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Colocou os dedos na xaninha dela.
Teria que ter paciência.
Molhou os dedos nela e levou-os ao cuzinho.
Penetrou a pontinha do indicador.
Viu-a levantar a cabeça.
Retirou.
Enfiou os dedos profundamente rompendo o coraçãozinho que a bucetinha se fazia, e retirou-os encharcados.
Penetrou o pênis na xaninha molhada.
Colocou novamente um dedo indicador até a metade dentro do fiofozinho apertado.
Fodeu de vagarzinho.
Ela relaxou.
Ele enfiou mais o dedo.
Logo ela estava empurrando o bumbum para trás, como num pedido silencioso de mais.
Ele colocou outro dedo.
Aprofundou-o vagarosamente, sem deixar de comer a deliciosa fendinha.
Viu que a contração em seus dedos diminuirá.
Retirou-os.
Fodeu mais um pouco da bucetinha naquela posição tão gostosa, mas por fim retirou-se.
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Colocou-se na portinha daquele cuzinho apertado.
Pressionou.
Viu ela levantar a cabeça e virar o rosto.
Tinha uma expressão de dor.
Ele parou.
Ela relaxou.
Ele aproveitou para enterrar a cabecinha do pau naquele cuzinho apertado.
Tão apertado.
Muito apertado!
Ela contraiu para relaxar depois de alguns instantes.
Vitória!
A parte mais grossa estava para dentro.
Ela virou-se para olhar para ele.
Ele foi enterrando vagarosamente a ereção no buraquinho apertado.
Logo estava bem no fundo.
Ela suspirou ao finalmente sentir o corpo dele encostado ao dela.
Ele retirou-se até a metade.
Pequenos movimentos.
Ela ainda estava muito travada.
Ele puxou com os dedos mais do liquido que ela expelia.
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Movimentava-se vagaroso.
Ate que a sentiu acostumada.
Engatou num movimento mais rápido.
Hummm
Delicioso.
Mais rápido.
Mais forte.
Cuzinho gostoso.
Diminuiu o ritmo...
Queria aproveitar ao máximo.
Movimentos mais rareados, metendo só até a metade da ereção.
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Ele havia deixado-a num estado de torpor.
Não havia mais dor, vergonha, timidez, ou medo.
Só prazer.
Separou-lhe as nádegas e ficou segurando-as.
Retirou-se dela.
Ela sentiu-o abandona-la.
Ele agora estava observando seu trabalho.
Pobrezinha.
Sentiu algo molhado e levemente geladinho.
Ele havia tocado-a com um dedo.
Com a sensação, ela apertou-se.
Ele delirou.
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Colocou o pênis novamente na portinha, mas dessa vez, apesar de bem de vagar, ele afundou-se sem esperar que ela se acostumasse.
Meteu rasamente por um bom tempo.
Hermione sentiu algo estranho.
Sentia o inicio daquela mesma sensação maravilhosa que à pouco sentira na bucetinha.
Mas dessa vez era no cuzinho.
Como poderia?
As mulheres gozam com o clitóris não é mesmo?
Resfolegou.
Queria mais.
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Ele estava muito devagar!
Apoiou-se na ponta dos pés e empurrou o quadris para trás de encontro ao corpo dele, enterrando-o em si.
Ele assustou-se com o movimento.
A safadinha estava gostando!
Ela enterrou-o em si mais uma vez.
E outra.
Snape agora estava parado observando-a, oferecida, cadelinha no cio.
A luxuria serpenteou.
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Ele agarrou-se pelas ancas.
Com os dedões afastava-lhe as nádegas e apoiava as mãos para o movimendo de empurra-la contra a mesa, assim ele via claramente o próprio pênis “trabalhando”, e com os outros quatro dedos segurava-a e puxava-a para enterrar-lhe profundamente.
Estocadas duras.
Impiedosas.
Libidinosas.
Ele empurrava o pau para dentro dela sem se importar com o estrago que estava fazendo.
Deliciosa.
Apertada.
Os movimentos tornaram-se cada vez mais agressivos.
Ele estava pouco se importando.
Ela estava deliciando-se.
O homem tinha uma fome voraz!
Ele a queria.
Ela sentiu o orgasmo invadindo-lhe.
Berrou novamente de prazer e largou-se sobre a mesa, mole.
Ele continuou.
Ela apenas sentia os solavancos.
Feliz.
Ele meteu mais rápido ao vê-la caída.
Deliciosa.
Mais uma, e mais outra.
Estava vindo.
Socou forte sentindo o liquido jorrar.
Ela sentia o jato quente no fundo.
Ele ainda estocou três vezes delirando as ultimas sensações do orgasmo.
Retirou-se vagaroso...
Seu pênis já voltava ao ‘estado norma’...
Deliciosa sensação...
A detenção mais prazerosa de sua via.
Passou um dedo no pequeno coração que o sexo dela formava naquela posição de costas, e ela contraiu o bumbum, voltando ao normal.
Ele suspirou.
- Vamos para meu quarto? Durma comigo esta noite? Amanhã é domingo. Eu digo à diretora que fui rigoroso de mais passando da meia noite com você corrigindo redações. E digo que depois eu autorizei à você dormir no quarto de hospedes da ala dos professores para que não acordasse nenhum colega ao entrar...
- Sim... – ela disse preguiçosa.
- Tenho uma bela banheira em meus aposentos. – Ele disse.
- Ahhhh, que delicia...
L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬L¬
Hermione e Snape passaram o resto do ultimo ano letivo em encontros furtivos durante a noite.
Snape assumiu o namoro com Hermione assim que ela completou os estudos em Hogwarts.
Juntos enfrentaram a fúria do “menino que sobreviveu, e sobreviveu, e sobreviveu e... (AHHH, deixa pra lá), com seu fiel escudeiro cabeça de tocha Weasley, e todos os remanescestes da “Ordem da Fênix”.
Venceram à todos com o apoio do quadro de Dumbledore e da nova diretora Minerva McGonagall (que apesar de não gostar muito da idéia, se sensibilizou pela causa do casal. Afinal, ela mesma se apaixonara um dia por um certo professor esquisitão e meio maluquete que usava oclinhus de meia lua..)
Hermione, logo que terminou a escola, assumiu o cargo de transfiguração, podendo ficar ao lado de seu noivo e futuro esposo.
Apenas alguns meses mais tarde, eles casaram-se.
Tiveram filhos, e viveram à vida toda em Hogwarts, em meio ao ambiente mais prazeroso para os dois: Amor, paixão, e conhecimento.
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