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4. Consumado


Fic: A PRIMEIRA DETENÇÃO DE HERMIONE


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo3 - Consumado



Pegou-a possessivo, puxou-lhe a calçinha pelos lados do quadris.
Ela levantou o bumbum para facilitar o trabalho do homem.
Ele puxou a calcinha, que saiu enrolando-se como uma corda pelos tornozelos.
Tirou a da menina, desabotoou a blusa e liberou os pequenos seios.
Lindos.
Com aureolas rosadas...
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Arrancou-lhe a roupa toda.
Agora ela estava sobre sua mesa apenas com os meiões do colégio.
Levantou as pernas da garota expondo-lhe o sexo.
Rosa. Úmido. Quente. Molhado. Pequeno.
Via a pequena abertura do hímen.
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Deliciosa.
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Ele libertou-se da calça.
Arrancou sobre tudo, as vestes de mestre e a camisa.
Estava só de meias, assim como ela.
Ele olhou para o próprio corpo.
Seu pênis nunca estivera tão inflado.
Todo seu corpo vibrava em antecipação.
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Tocou-lhe apenas com a glande.
Observou-a.
Ela gemeu deliciosamente ao sentir a ponta de seu pênis tocando-a.
Ele ainda estava receoso em penetra-la.
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- Me fode. – Ela disse quebrando o silencio.
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Hermione não sabia de onde aquelas palavras haviam saído.
Ela desejava-o, mas sempre achara muito vulgar a utilização do palavrão.
Mas naquele momento, as únicas palavras que poderiam exprimir seu maior desejo eram: “me fode”.
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Snape assustou-se com o pedido.
Viu o rosto da menina afoguear-se.
Algo vibrou em seu peito.
Ele sentiu a boca enchendo de água e seu membro pulsou.
Ele travou a mandíbula.
Teria que se segurar muito para não gozar na primeira estocada.
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Colocou as pernas de Hermione em seus ombros, posicionou seu pênis na abertura quente.
Forçou apenas um pouco na abertura.
Olhava do rosto da garota para seu pênis.
Uma curiosidade instintiva. Científica.
Ondas de prazer o golpeavam.
Ele forçou mais.
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Não era como algo tivesse rompido como a maioria imagina.
Era mais como se seu pênis abrisse espaço por um lugar apertado.
Olhava o corpo da garota.
Ela tinha o rosto torcido numa expressão de desejo e dor.
As dobras menores entravam para o corpo dela junto com o pênis dele.
Ele alcançou o fundo.
Puxou sua ereção para fora.
Agora as dobras menores saiam junto com sua ereção, como uma flor desabrochando.
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Repetiu o movimento algumas vezes observando o fenômeno maravilhoso.
Seu pênis continha juntamente à um liquido branco, uma réstia de sangue.
Mas agora, como ele observou, ela não tinha mais a expressão de dor.
Havia só o rosto mole e quente de desejo e satisfação.
Ele pausou dentro dela.
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Hermione sentiu que o homem havia parado completamente inserido nela.
Ele tinha os olhos fechados.
Claramente podia-se ver que ele buscava o auto-controle.
Ela observou intrigada o pomo de adão do homem subindo e descendo. Ele engolia em seco. E tinha a expressão contraída.
De repente ela sentiu o absurdo da situação.
O tórax branco e rasgado por várias cicatrizes, o queixo apontado para cima, a cortina de cabelos lustrosos e negros, as mão com longos dedos agarrados aos seus tornozelos de forma à mante-la com as pernas para o ar...
Merlin...
Seu professor de poções!
Um homem feito!
Que sempre à maltratara...
Estava ali. Descomposto, entregue, lutando contra si mesmo. Por ela. Para ela.
Isso era tão...
Insano e...
EXCITANTE...
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Ele estava segurando-se para não gozar.
Tinha que agüentar.
A vontade de mostrar à ela a delicia de ser dele era um modo de fideliza-la.
Algo angustiante rastejou em seu peito.
Será que ela iria quere-lo depois desta noite?
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Ele de tão inebriado arfou e olhou amargamente para ela.
Ele era vinte anos mais velho. Ela iria querer algo alem daquela noite?
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Sua ‘noiva’, ou melhor, a mulher que encontrara para saciar seu desejos carnais e dividir a vida, representava menos que nada para ele agora.
A mulher não era má. Mas havia um ‘q’ de interesse no relacionamento.
Severus Snape tinha consciência de que não era nenhum exemplo de beleza. Sabia também que seu atual Status de “HEROI” havia atraído sua ‘noiva’. Mas havia se deixado levar, pois por mais duro que ele pudesse se mostrar para os outros, ele cultivava o conhecido medo dos solteiros: “morrer sozinho sem nunca ter compartilhado a vida com ninguém”. Alem do mais, ele queria ter a chance de mandar um descendente à Hogwarts. Estava cansado de ensinar aos filhos dos outros. Queria ter a chance de poder ensinar algo à um dos ‘seus’. Alguém de seu sangue...
Por mais que a idéia lhe parecesse esquisita... Ele tinha sim vontade de ter a chance de ter um ‘moleque’ e cria-lo. Tentaria ser diferente se seu pai...
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Uma enxurrada de sentimentos o golpeava...
Tudo vinha-lhe à mente num segundo.
Hermione Granger, a senhorita sabe tudo, era mais famosa e adorada por todos, do que ele “o morcegão das masmorras de Hogwarts”.
Era tão amada e famosa quanto o amiguinho que sobreviveu e o fiel escudeiro Weasley cabeça de tocha.
Os três mosqueteiros do mundo bruxo... – Severus pensou amargamente.
E agora ela estava ali.
Deitada em sua mesa.
Prostrada.
Entregue.
Ela o desejava sabe-se lá desde quando...
Parecia até mágica...
NÃO!
A não ser que tudo aquilo fosse obra de uma poção do amor...
O pensamento golpeou-o como um soco.
Ele não havia pensado nisso.
Talvez algum aluno que à detestasse houvesse dado-lhe uma poção!
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-Não... – Severus lamentou já certo que sua deliciosa amante havia sido vitima de uma poção do amor.
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Ele debruçou-se sobre ela.
O ato o fez penetrar profundamente, dessa forma ele nem precisou pedir que ela abrisse os lábios para que ele cheirasse seu hálito.
Ao senti-lo ir mais fundo, ela separou os lábios e puxou o ar com a sofreguidão do prazer.
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Poções do amor tem por característica exalar seu cheiro inebriante pelo hálito da pessoa que a toma, até mesmo depois de horas do final do efeito.
Portanto se Severus sentisse os cheiros tão atrativos para ele de pergaminhos, vapor de poção do sono, e amêndoas(cheiro de amêndoas que ele acabara de passar a amar, pois reconhecia como o atrativo perfume dos cabelos da senhorita Granger), ai sim ele estaria em uma enrascada.
Ele aspirou profundamente...
E sentiu no hálito dela o cheiro delicioso de...
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Manjar branco com ameixa preparado pelos Elfos como sobremesa do banquete daquela noite.
Provavelmente Hermione havia ido para a detenção logo depois do jantar...
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Ele olhou para os olhos castanhos com uma ternura que ele não acreditava possuir em seu coração.
Manjar branco? – Ele pensou sorrindo.
A safadinha havia se enchido de manjar branco antes da detenção...
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- O que foi? – Hermione perguntou tímida.
- Nada – Ele lhe disse sorrindo e levantando-se para vê-la.
Manjar branco.
Hermione sentia-se incomodada com os olhos negros faiscando para ela. Era algo diferente... Sentiu algo morno preenchendo-a. Será que era correspondida plenamente? Até mesmo nos sentimentos? Não seria apenas carnal para seu mestre?
Ela tinha certeza do que sentia. Era algo que a machucava e prendia, mas que ao mesmo tempo libertava e acariciava.
Amor...
Paixão...
Os sentimentos que poderia sentir por qualquer um, menos por ele: “Severus Snape
O cruel professor de poções”
Ninguém jamais a entenderia.
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Naquele momento ele só desejava sua aluna.
Queria protege-la! Ele tinha que protege-la!
Manjar branco... – ele pensou mais uma vez divertido.
Estava plenamente dentro dela.
Abaixou quase debruçando-se sobre o corpo da jovem.
Depositou um beijo sôfrego sobre os lábios úmidos da adolescente.
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Ele viu os castanhos olhando-o profundamente.
Outra incerteza tomou conta da mente de Hermione.
E se fosse correspondida... Será que ele iria querê-la depois de ela ter se mostrado uma perfeita vadia?
Ela sentiu o medo impregnando sua respiração e dificultando-a de golfar o ar para dentro dos pulmões.
Havia se entregado há um homem sem nem ao menos saber se ele iria querê-la após aquela noite!.
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- Eu... nunca vou deixar que nada de mal lhe aconteça –Snape prometeu. Ele não sabia por que havia dito aquilo. Apenas teve vontade e disse..
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- Professor... – ela disse baixinho. Não sabia como continuar.
- Sim Hermione. – ele agora estava intrigado.
- Como o senhor vai me proteger para sempre? No final do colégio eu voltarei para a casa de meus pais... Sabe, Minerva me ofereceu uma vaga de professora de transfiguração... Mas acho que não posso continuar aqui depois de hoje... – Ela disse sôfrega.
E o senhor ira... O senhor irá...
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Tanto respeito por ele...
Severus não precisava ler a mente da garota para saber o que ela estava pensando, e ao que ela tentava desesperadamente falar-lhe:
Seu casamento. Todos em Hogwarts comentavam...
“”””O Ranhoso iria se casar...””””
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Ele poderia desistir de tudo, enfrentar o mundo por Hermione....
Mas será que ela estaria disposta a ter com um velho? Será que não era muito incerto largar casamento, ética, moral, e costumes para ficar com uma aluna?
Ele sentiu sua ereção envolta pela pele macia molhada e tremula da garota. Obviamente que a Ética e a Moral ele havia pulado...
Mas tudo bem – Ele pensou com os lábios curvado um pouquinho para cima: Eu nunca tive moral mesmo... e definitivamente ética é algo que eu, como sonserino, nunca valorizei como característica forte de um homem...
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Mas seu casamento? Os costumes? O que os outros iram pensar? E tudo isso justo agora que estava parcialmente sendo aceito pela sociedade bruxa...
Justo agora que as pessoas não pareciam odia-lo tanto quanto antes...
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Mas todas as duvidas foram à baixo com quatro palavrinhas...
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- Eu te amo professor.
Foi o suficiente para que ele desmoronasse.
Algo morno apoderou-se de seu peito. Snape titubeou.
- Não é cedo de mais para falar isso Hermione?
- Professor. Eu só estou fazendo isso por que te amo. E-e-eu n-não sou assim – Ela falseou com os olhos tristes.
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Ele sentiu-se um crápula. Engoliu em seco.
Talvez ele não a amasse ainda. Mas paixão havia. Por tudo que ela era, representava.
Uma paixão fulminante. Que o pegara ali, durante aquelas parcas horas em que ele à tivera.
- E eu estou apaixonado por você. – ele disse movendo-se sobre ela e mergulhando em um beijo na boquinha rosada que agora lhe sorria.
Sim... ele realmente estava apaixonado.
Era uma moçinha inteligente.
Delicada.
Meiga.
Gentil.
E...
Safadinha.
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DANE-SE A MORAL! OS COLEGAS, SUA NOIVA, OS BONS COSTUMES.
DANE-SE O QUE TODOS IRÃO PENSAR!
Ela era dele.
De corpo e alma!
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- Eu estou muito apaixonado por você. Mas nos teremos que lutar... Vai ser difícil... O modo como todos irão nos olhar...
- Shiii. – Ela articulou colocando um dedo sobre a boca dele. – Professor. Eu me contento com o final de seu noivado por enquanto. Não precisamos espalhar aos quatro ventos – ela disse divertida – Podemos esperar para oficializar para o mundo nosso envolvimento, depois que eu terminar meus estudos aqui. Assim, o senhor não perderá o emprego, e eu posso dar muitos jeitos de pegar detenções... – Disse ela com uma vozinha safada que destoava do rosto angelical.
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Ele sorriu.
Sua aluninha era bem inteligente afinal.
Ela arqueou uma sobrancelha para ele.
Ele deu um meio sorriso e mexeu-se sobre ela.
Ela o sentiu ir mais fundo, duro, quente...
Resfolegou.
Ele observou o rosto rosado contrai-se de prazer.
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Aquela conversa toda só deu-lhe fôlego para uma relação mais demorada.
Agora ele tinha controle novamente.
Não iria gozar tão rápido assim...
Deu inicio à um movimento ritmado.
Seu pênis extremamente úmido pelos líquidos dela.
Ela tinha os olhos fechados e respirava profundamente.
Ele ficou com as costas eretas novamente e abriu as pernas de Hermione, colocando as perninha retas para o ar e bem abertas, para que ele pudesse observar o serviço de sua ereção.
Ele se retirou observando a vulva exposta dela.
Ela reclamou a perda do contato com um gemido indignado.
Tinha o espaço em que antes encontrava-se seu pênis. Ela estava dilatada. Bem aberta.
Aos poucos ele observou a musculatura dela contraindo-se novamente e fechando-se.
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Soltou uma perna para se posicionar novamente nas dobras quentes da menina.
Pressionou outra vez, sentindo uma resistência do pequeno e inexperiente corpo de Hermione.
A glande do pênis dele era pouco mais larga que o restante do órgão, ele pressionou sentindo a portinha pequena.
Quando finalmente venceu a resistência e adentrou novamente ao corpo dela, fui como se ela se ajustasse as formas dele.
Mas ainda havia uma resistência apertada.
Ele fodeu.
Sim.
Fodeu.
Fodeu-a delicadamente.
Fazendo-a senti-lo.
Retirou-se, esperou ela contrair-se e entrou novamente várias vezes. Saboreando cada vez que a glande de seu órgão à penetrava.
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Um pensamento pérfido invadiu-lhe a mente: E se o garoto Weasley e o cretino Potter entrassem naquela sala, durante aqueles momentos?
Snape não era um exibicionista...
Mas tão pouco era um homem bom.
Ele sabia de sua própria maldade, e deleitava-se só em imaginar a cara dos dois idiotas intrometidos se o vissem naquele momento...
- Hummm - Sorriu e deliciou-se mais ainda com a situação.
Afinal, não era uma aluna qualquer....
Era a ‘sabe-tudo’. A integrante que possuía o cérebro do ‘trio de outro’, que estava ali deitada com as feições contraídas de tezão sendo estocada por ele...
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Aquele pensamento era delicioso...
Mas as sensações do tato de sua ereção contra o corpo da jovem era mais interessante que seus pensamentos...
As texturas...
Nunca havia notado tão intensamente quanto agora...
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Penetrou rasamente, sentindo as texturas do corpo dela.
Uma parte no interior da vulva, logo na entrada, era bem ‘enrrugadinha’. Ele saboreou a sensação. Fodeu-a sem penetração profunda.
Atiçando-a
Provocando-a
Até que ela reagiu empurrando o quadris para cima com violência.
Estocando-o profundamente.
Ele perdeu a sanidade.
Socou fundo, uma, duas três vez.
Ouvia o barulho da parte frontal de seu corpo batendo duramente contra a pélvis dela.
O barulho assemelhava-se à tapas.
Ele ouviu o barulho da respiração dela tornar-se estridente.
Ela estava prestes à gozar.
Ele diminuiu o ritmo e parou profundamente nela.
Ela levantou sobre os cotovelos exibindo a face vermelha. Rubra como fogo.
Ele sorriu ao vê-la com a mandíbula apertada.
Ela parecia indignada.
Ele socou fundo observando o rosto dela.
Viu com satisfação os olhos castanhos rolarem para traz, e os lábios cereja separarem-se e a cabeça pender mole de tezão para o lado.
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- Fique assim – Ele pediu.
- Como? – Ela perguntou.
- Quero ver seu rosto – ele disse.
Ela sorriu.
Ele aumentou o ritmo.
Ela respirava rapidamente, mas não reagia como antes...
Por que?
PHufmmm
Ele socou com força.
Viu os olhos dela revirarem novamente e a cabeça ser jogada para traz.
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Então era assim que ela gostava?
Ele socou duramente.
Ela gostava de ser fodida com afinco.
Com desejo.
Precisão.
Golpeou forte contra ela.
Ritmado.
Ela descobria que adorava ser comida daquela forma.
Um pouco de dor das estilingadas do corpo dele, junto à foda profunda em seu corpo.
Assim parecia mais desejada.
Parecia que ele tinha fome por ela.
Ele socou varias vezes.
A respiração da menina tornou-se ofegante e estridente. Ela gritava.
Ele se regozijava.
Mais rápido.
Mais forte.
Mais duramente.
Estocava impiedosamente.
Metia profundamente.
Sentiu que ela lhe apertava mais.
Como poderia ser mais apertada que aquilo?
Ela agora tentava junto com as estocadas duras levantar o quadris de encontro ao pênis dele. Enterrava-o dentro de si libidinosamente.
Sem medo de parecer vulgar, sem medo que querer foder.
Sentiu a umidade verter de seu corpo, agora junto ao barulho de ‘tapa’ que a pele produzia contra a dela, eles ouviam também um barulho molhado... Melado...
Ela sentiu um arrepio prazeroso indo da parte em que estavam ligados, apertou a ereção dele instintivamente, sentiu o prazer avolumando-se e nunca dissipando-se. Aumentou, apoderou-se do umbigo, passou para os seios, percorreu a espinha e explodiu em seus olhos como estrelas vermelhas quando ela os fechou e apertou gritando com o orgasmo.
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Ele sentiu o corpo vibrar.
Não iria agüentar se continuasse daquele jeito.
Dentro dela.
Meteu mais duas vezes para não se retirar bruscamente justo quando ela acabara de gozar, e largou-a.
Abaixou o rosto e lambeu o clitóris dela que ainda estava tremulo.
Ela contraiu totalmente a musculatura, e tocou a cabeça dele a fim de afasta-lo de suas dobrinhas...
Porem não foi necessário.
Ele havia dado apenas uma pequena lambida para arrematar o prazer dela.
Ela sentiu seus tornozelos livres.
Já estava com os pés gelados de tento tempo que havia passado com as pernas abertas para o ar...
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Estava elétrica. Levantou-se.
Queria beija-lo.
Buscou a boca de Snape.
Ele correspondeu-a enfiando a língua em seus lábios e vasculhando-lhe a boca.
Ela abraçou-o.
Sentiu que ele só correspondia com um braço.
Um movimento despertou-a de seu torpor.
Olhou para baixo...
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Pela segunda vez na noite ela via Snape tocando-se daquela forma.
Com a mão direita subindo e descendo...
Cobrindo e descobrindo a ereção.
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Enviado por Diênifer Santos Granger em 30/06/2013

Uaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuu! *--------*

Nota: 5

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