- Venha conosco – disse Rosa, que agora parecia muito mais amigável – Acho que você pode ir conosco por ter 15 anos já. – e pegou no braço dela.
Os alunos estavam se deslocando pelo corredor abarrotado de pessoas. Ao saírem do trem, as duas esperaram por Hugo e os Potter. Todos se reunirão e Hugo e Lílian seguiram um grandalhão e revestido de pelos no final dos vagões, com uma luminária nas mãos e gritava “Crianças do primeiro ano, venham comigo!”.
Rosa viu que o era uma multidão enorme que saiu do trem, e era bom saber que ela não estaria sozinha, e talvez alguma daquelas crianças tivesse olhos igualmente aos dela.
- Vamos para as carruagens – disse Alvo.
- Vem Manda – disse Rosa.
Ela caminhou olhando para baixo, eles conversavam sobre Quadribol, aonde Tiago era o capitão do time da sua casa. Manda apertava a alça da mochila que carregava quando levantou o olhar e encontrou um animal de quatro patas que a deixou um pouco assustada. Eles pareciam animais de apenas osso e alguns pedaços de carne, cor preta.
- O que são isso? – perguntou Manda, hesitando dois passos.
- O que? – perguntou Alvo.
- Os animais que puxam as carruagens.
- Testrálios – informou Rosa. – Mas são vistos só por que presenciou a morte.
E a amiga estendeu a mão para Manda subir na carruagem.
- Você presenciou a morte? – perguntou Rosa, quando ela se sentou.
- Minha mãe morreu quando eu dei o primeiro choro. – e projetou um sorriso triste nos lábios.
A conversa não se iniciou até eles chegarem a frente dos portões da escola. Manda levantou a cabeça para contemplar o enorme e velho castelo, que se tornava incrível cada vez que eles se aproximavam mais dele.
- É incrível – comentou Manda.
- Também acho – disse em meio a um sorriso, Tiago.
Quando as carruagens chegaram perto a uma enorme porta, que se abriu quando todos estavam ali. Uma mulher de cabelos presos em um coque e um chapéu verde esmeralda, com vestes compridas e escuras os esperava.
- É a diretora – sussurrou Alvo.
Mais dois rostos conhecidos se projetaram, saindo da escuridão. Um ruivo e um moreno que Manda já conhecia saíram da escuridão.
- Será que esquecemos de algo em casa? – perguntou Alvo a Rose, mas Manda não deu bola.
- Boa noite alunos – cumprimentou ela. – Gostaria de saber se a aluna Manda se encontra entre vocês.
Manda levantou sua mão direita, e se abriu um corredor entre os alunos para ela passar. Ela abaixou a cabeça, evitando os olhares, porem não conseguiu evitar os comentários maldosos sobre seus olhos.
- Ah sim.. você. – e a mulher sorriu - Todos vocês, vão para o Salão Comunal agora!
Eles permaneceram ali no saguão de entrada da escola enquanto os alunos passavam entre eles. Manda permaneceram de cabeça baixa.
- Não precisa olhar para o chão – disse a diretora – Tudo o que é diferente sofre rejeição no começo, mas não dou um mês para muitos alunos apareceram com olhos de cores diferentes também. Sou Minerva, a diretora da escola.
Manda levantou os olhos e encontrou os olhos acolhedores e severos da diretora.
- Você já deve conhecer o senhor Potter e Weasley...
- Claro – e sorriu para eles. – Como vão?
Os dois sorriram para ela, como um se fosse um “muito bem”.
- Como é do seu conhecimento, os alunos da escola entram aqui com onze anos. O seu caso, é.. hum... especial. Então sua seleção será depois dos demais que irão cursar o primeiro ano. Vou lhe chamar depois da seleção deles, anunciando sua entrada.
- Obrigada – disse ela, apertando a alça da mochila mais ainda.
- A sua mochila, poderia ter ficado com Hagrid, ele designaria aos elfos para levarem aos seus aposentos. Posso me encarregar disso? – perguntou ela, colocando a mão no ombro da morena.
Ela soltou a mochila e despiu a capa, colocando dentro da mochila e logo após entregou a mulher, e assim, Minerva teve o primeiro contato de confiança com ela.
- E se você querer mudar a cor dos olhos, por se sentir incomoda com isso, venha até mim. Sou ex-professora de Transfiguração, posso te ajudar. – e sorriu para eles. – Até daqui a pouco. – e saiu na direção das portas enormes alguns metros distantes deles, que vinha uma luz amarela e muitas vozes de dentro.
Manda suspirou.
- Teve tempo de se informar sobre algo? – perguntou o moreno, coçando a testa.
- Ah sim. Tive ajuda de uns alunos aqui da escola.
- Então já fez amizades? – perguntou Rony. – Que maravilha.
- É, todos eles da Grifinória. Uma moça muito esperta chamada Rosa, outra muito ingênua chamada Lily, um garoto também bem esperto chamado Alvo, outro menino muito engraçado chamado Hugo e... – ela deu um breve suspiro – o jogador de quadribol, Tiago.
Os dois homens se entreolharam e riram.
- Já tem algo em mente, sobre as casas?
- Não – e ela apertou os lábios. – Apesar de eu ter colocado fogo na capa de um Sonseriano dentro do trem.
- Como? – perguntaram os dois em sincronia. Só que Harry parecia preocupado, e Rony ligeiramente feliz.
- Ele falou mal de todos esses jovens que eu falei. Além de ter falado que eu uso Transfiguração para colocar medo em todos. – e ela bufou, ficando ligeiramente com raiva. – Eu me irritei e fui obrigada a usar o único feitiço que eu conheço, Incencio.
O ruivo começou a rir logo que ela começou a contar, e o moreno foi obrigada a se entregar ao riso.
- Eu disse que ele estava precisando usar transfiguração para arrumar o cabelo seboso dele, um loiro meio pálido sabe?
- Malfoy? – perguntou o ruivo.
- Sim, Escórpio Malfoy.
Rony seu um suspiro longo.
- Rony... Nossos tempos de escola já passaram. – disse o moreno.
- Aham. Vou me lembrar disso... Mas, você disse que conhece só este feitiço?
- E Protego.
- Olha só – disse o ruivo, apontando a varinha para uma armadura velha. – Wingardium Leviosa.
E a cabeça da armadura começou a levitar sem a ajuda de nada, logo o ruivo colocou ela de volta na armadura. A cabeça da armadura caiu logo depois.
- Opa! – disse ele, fazendo uma careta.
O moreno riu com Manda e logo arrumou o estrago do amigo.
Um grupo de alunos bem novos passou perto da grande porta com um professor a frente, e logo depois a porta se fechou.
- Posso perguntar algo para vocês? Sobre feitiços...
- Claro – disse Harry, mostrando-se interessado.
- É normal fazer feitiços sem precisar falar?
Os dois se olharam.
- Você fez isso? – perguntou Rony.
- Fiz dentro do trem. – e ela coçou a nuca.
- Incrível. Você fez algo que aprendemos só no sexto ano de ensino.
Ela sentiu corar.
- Então, aprendeu mais um feitiço? – perguntou o ruivo, parecendo feliz por ter ensinado algo a garota.
- Sim. Mas acho melhor não arriscar. Quem sabe eu quebro alguma coisa valiosa aqui fora da sala de aula, sabe... – e riu.
Um breve silencio se formou e logo depois de consultar o relógio de pulso, Harry falou:
- Melhor irmos para a porta, a qualquer momento a Minerva vai anunciar a Manda.
Eles foram até as portas e esperaram alguns instantes.
Com o silencio formado, depois do alvoroço de algumas pessoas, ela pode escutar:
- E esse ano temos um caso especial. Um bruxa que foi descoberta e tinha uma vaga em Hogwarts está entrando na nossa escola. – Manda soltou os cabelos e passou a mão neles de forma rápida - Recebam Manda, por favor. – E as portas se abriram, ela pode perceber que foram com a ajuda de magia.
Manda respirou fundo enquanto as portas de abriram. Ela vestia uma saia preta, camisa preta, sapatos pretos e um laço vermelho estava presente no canto da saia, dando cor a roupa. Seus lábios estavam igualmente vermelhos aos olhos.
Quando ela levantou o olhar, encontrou vários olhos curiosos e ela caminhou na direção da diretora. Aonde a aguardava com um chapéu e um banquinho.
Manda sentiu o cabelo voar para trás dos ombros enquanto caminhava, ela não desviou o olhar da diretora, e evitou escutar e ver o que não desejava.
Pode ver que atrás da professora se encontrava uma mesa com muitos adultos, certamente os professores. Eles também olhavam de forma curiosa para a aluna nova.
Quando chegou a frente da diretora, a diretora fez um sinal com a mão para ela se sentar no banquinho.
Ela olhou para quatro mesas com alunos de vestes diferentes, reconheceu a mesa da Grifinória e da Sonserina, menos as das cores amarela e azul.
O teto era composto por velas que flutuavam, e o tinha uma certa profundidade.
Manda se sentiu, e sentiu o chapéu que a diretora segurava encostar-se à sua cabeça.
O trem havia parado, e a conversa entre os presentes havia se tornado menos intensa. Manda tinha sorrido várias vezes naquela conversa, e havia adquirido muitas informações sobre a escola, que ela tinha certeza que não iria adquirir em metade dos livros.
- Venha conosco – disse Rosa, que agora parecia muito mais amigável – Acho que você pode ir conosco por ter 15 anos já. – e pegou no braço dela.
Os alunos estavam se deslocando pelo corredor abarrotado de pessoas. Ao saírem do trem, as duas esperaram por Hugo e os Potter. Todos se reunirão e Hugo e Lílian seguiram um grandalhão e revestido de pelos no final dos vagões, com uma luminária nas mãos e gritava “Crianças do primeiro ano, venham comigo!”.
Rosa viu que o era uma multidão enorme que saiu do trem, e era bom saber que ela não estaria sozinha, e talvez alguma daquelas crianças tivesse olhos igualmente aos dela.
- Vamos para as carruagens – disse Alvo.
- Vem Manda – disse Rosa.
Ela caminhou olhando para baixo, eles conversavam sobre Quadribol, aonde Tiago era o capitão do time da sua casa. Manda apertava a alça da mochila que carregava quando levantou o olhar e encontrou um animal de quatro patas que a deixou um pouco assustada. Eles pareciam animais de apenas osso e alguns pedaços de carne, cor preta.
- O que são isso? – perguntou Manda, hesitando dois passos.
- O que? – perguntou Alvo.
- Os animais que puxam as carruagens.
- Testrálios – informou Rosa. – Mas são vistos só por que presenciou a morte.
E a amiga estendeu a mão para Manda subir na carruagem.
- Você presenciou a morte? – perguntou Rosa, quando ela se sentou.
- Minha mãe morreu quando eu dei o primeiro choro. – e projetou um sorriso triste nos lábios.
A conversa não se iniciou até eles chegarem a frente dos portões da escola. Manda levantou a cabeça para contemplar o enorme e velho castelo, que se tornava incrível cada vez que eles se aproximavam mais dele.
- É incrível – comentou Manda.
- Também acho – disse em meio a um sorriso, Tiago.
Quando as carruagens chegaram perto a uma enorme porta, que se abriu quando todos estavam ali. Uma mulher de cabelos presos em um coque e um chapéu verde esmeralda, com vestes compridas e escuras os esperava.
- É a diretora – sussurrou Alvo.
Mais dois rostos conhecidos se projetaram, saindo da escuridão. Um ruivo e um moreno que Manda já conhecia saíram da escuridão.
- Será que esquecemos de algo em casa? – perguntou Alvo a Rose, mas Manda não deu bola.
- Boa noite alunos – cumprimentou ela. – Gostaria de saber se a aluna Manda se encontra entre vocês.
Manda levantou sua mão direita, e se abriu um corredor entre os alunos para ela passar. Ela abaixou a cabeça, evitando os olhares, porem não conseguiu evitar os comentários maldosos sobre seus olhos.
- Ah sim.. você. – e a mulher sorriu - Todos vocês, vão para o Salão Comunal agora!
Eles permaneceram ali no saguão de entrada da escola enquanto os alunos passavam entre eles. Manda permaneceram de cabeça baixa.
- Não precisa olhar para o chão – disse a diretora – Tudo o que é diferente sofre rejeição no começo, mas não dou um mês para muitos alunos apareceram com olhos de cores diferentes também. Sou Minerva, a diretora da escola.
Manda levantou os olhos e encontrou os olhos acolhedores e severos da diretora.
- Você já deve conhecer o senhor Potter e Weasley...
- Claro – e sorriu para eles. – Como vão?
Os dois sorriram para ela, como um se fosse um “muito bem”.
- Como é do seu conhecimento, os alunos da escola entram aqui com onze anos. O seu caso, é.. hum... especial. Então sua seleção será depois dos demais que irão cursar o primeiro ano. Vou lhe chamar depois da seleção deles, anunciando sua entrada.
- Obrigada – disse ela, apertando a alça da mochila mais ainda.
- A sua mochila, poderia ter ficado com Hagrid, ele designaria aos elfos para levarem aos seus aposentos. Posso me encarregar disso? – perguntou ela, colocando a mão no ombro da morena.
Ela soltou a mochila e despiu a capa, colocando dentro da mochila e logo após entregou a mulher, e assim, Minerva teve o primeiro contato de confiança com ela.
- E se você querer mudar a cor dos olhos, por se sentir incomoda com isso, venha até mim. Sou ex-professora de Transfiguração, posso te ajudar. – e sorriu para eles. – Até daqui a pouco. – e saiu na direção das portas enormes alguns metros distantes deles, que vinha uma luz amarela e muitas vozes de dentro.
Manda suspirou.
- Teve tempo de se informar sobre algo? – perguntou o moreno, coçando a testa.
- Ah sim. Tive ajuda de uns alunos aqui da escola.
- Então já fez amizades? – perguntou Rony. – Que maravilha.
- É, todos eles da Grifinória. Uma moça muito esperta chamada Rosa, outra muito ingênua chamada Lily, um garoto também bem esperto chamado Alvo, outro menino muito engraçado chamado Hugo e... – ela deu um breve suspiro – o jogador de quadribol, Tiago.
Os dois homens se entreolharam e riram.
- Já tem algo em mente, sobre as casas?
- Não – e ela apertou os lábios. – Apesar de eu ter colocado fogo na capa de um Sonseriano dentro do trem.
- Como? – perguntaram os dois em sincronia. Só que Harry parecia preocupado, e Rony ligeiramente feliz.
- Ele falou mal de todos esses jovens que eu falei. Além de ter falado que eu uso Transfiguração para colocar medo em todos. – e ela bufou, ficando ligeiramente com raiva. – Eu me irritei e fui obrigada a usar o único feitiço que eu conheço, Incencio.
O ruivo começou a rir logo que ela começou a contar, e o moreno foi obrigada a se entregar ao riso.
- Eu disse que ele estava precisando usar transfiguração para arrumar o cabelo seboso dele, um loiro meio pálido sabe?
- Malfoy? – perguntou o ruivo.
- Sim, Escórpio Malfoy.
Rony seu um suspiro longo.
- Rony... Nossos tempos de escola já passaram. – disse o moreno.
- Aham. Vou me lembrar disso... Mas, você disse que conhece só este feitiço?
- E Protego.
- Olha só – disse o ruivo, apontando a varinha para uma armadura velha. – Wingardium Leviosa.
E a cabeça da armadura começou a levitar sem a ajuda de nada, logo o ruivo colocou ela de volta na armadura. A cabeça da armadura caiu logo depois.
- Opa! – disse ele, fazendo uma careta.
O moreno riu com Manda e logo arrumou o estrago do amigo.
Um grupo de alunos bem novos passou perto da grande porta com um professor a frente, e logo depois a porta se fechou.
- Posso perguntar algo para vocês? Sobre feitiços...
- Claro – disse Harry, mostrando-se interessado.
- É normal fazer feitiços sem precisar falar?
Os dois se olharam.
- Você fez isso? – perguntou Rony.
- Fiz dentro do trem. – e ela coçou a nuca.
- Incrível. Você fez algo que aprendemos só no sexto ano de ensino.
Ela sentiu corar.
- Então, aprendeu mais um feitiço? – perguntou o ruivo, parecendo feliz por ter ensinado algo a garota.
- Sim. Mas acho melhor não arriscar. Quem sabe eu quebro alguma coisa valiosa aqui fora da sala de aula, sabe... – e riu.
Um breve silencio se formou e logo depois de consultar o relógio de pulso, Harry falou:
- Melhor irmos para a porta, a qualquer momento a Minerva vai anunciar a Manda.
Eles foram até as portas e esperaram alguns instantes.
Com o silencio formado, depois do alvoroço de algumas pessoas, ela pode escutar:
- E esse ano temos um caso especial. Um bruxa que foi descoberta e tinha uma vaga em Hogwarts está entrando na nossa escola. – Manda soltou os cabelos e passou a mão neles de forma rápida - Recebam Manda, por favor. – E as portas se abriram, ela pode perceber que foram com a ajuda de magia.
Manda respirou fundo enquanto as portas de abriram. Ela vestia uma saia preta, camisa preta, sapatos pretos e um laço vermelho estava presente no canto da saia, dando cor a roupa. Seus lábios estavam igualmente vermelhos aos olhos.
Quando ela levantou o olhar, encontrou vários olhos curiosos e ela caminhou na direção da diretora. Aonde a aguardava com um chapéu e um banquinho.
Manda sentiu o cabelo voar para trás dos ombros enquanto caminhava, ela não desviou o olhar da diretora, e evitou escutar e ver o que não desejava.
Pode ver que atrás da professora se encontrava uma mesa com muitos adultos, certamente os professores. Eles também olhavam de forma curiosa para a aluna nova.
Quando chegou a frente da diretora, a diretora fez um sinal com a mão para ela se sentar no banquinho.
Ela olhou para quatro mesas com alunos de vestes diferentes, reconheceu a mesa da Grifinória e da Sonserina, menos as das cores amarela e azul.
O teto era composto por velas que flutuavam, e o tinha uma certa profundidade.
Manda se sentiu, e sentiu o chapéu que a diretora segurava encostar-se à sua cabeça.