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3. Bem-vinda a Hogwarts!


Fic: Separados pelo Lord, unidos pelo sangue.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Já era noite, e o trem acabara de parar na estação. Todos os alunos saiam do trem para se encaminharem para o grande castelo.
- Annie! Annie! – gritou Hagrid correndo pela plataforma atrás da garota.
- Tio Hagrid! – gritou ela indo ao encontro dele e abraçando-o.
- Tio? Como assim”tio”? – se perguntaram os gêmeos.
- Como foi o seu verão, hein?
- Foi ótimo tio! Fui a copa mundial de quadribol com o meu padrinho, foi super divertido...Apesar da zona que foi né?
- Que bom, minha querida. Que bom...Venha comigo, Dumbledore pediu que viesse te buscar.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não, querida. Ele quer falar com você.
- Ah ta! A gente se vê depois meninos! – disse Annie se despedindo dos gêmeos.
- Até, minha linda! – disseram os dois juntos.
O grande guarda-caça saiu andando pela plataforma com Annie em seus calcanhares. Junto com os alunos do primeiro ano, Annie atravessou o enorme lago até chegar ao castelo. Milhares de luzes acessas e uma multidão entrando pelos grandes portões. A menina estava admirada. “Como era lindo...”, pensava ela. Ao chegarem, os alunos do primeiro ano foram se dirigindo para o grande salão, e Annie ia segui-los, quando:
- Annie, minha querida!
- Professora McGonagall!
- Como você está crescida, por Merlin! – disse a senhora surpresa.
- Estava com saudades!
- Eu também querida. Eu também...Dumbledore está te aguardando no escritório dele, siga por este corredor, vire a direita e quando encontrar uma gárgula é só dizer “gota de limão” – disse a professora cochichando a senha – e suba as escadas.
- Tudo bem, até mais professora! – disse a garota toda feliz saindo.
Os corredores estavam escuros, iluminados apenas pela luz do luar. Annie gostava dessa sensação de paz. O corredor acabara, ela deveria virar a direita; ao virar a garota se assustou.
- AI MEU DEUS! – gritou ela.
- Desculpe, não quis te assustar.
- Cedrico?! Que faz aqui?
- Estava...Eu estava...
-Você estaaaaaava...?
- Eu estava te seguindo...
- Me seguindo? Por quê?
- Pra fazer isso... – ele puxou Annie pela cintura com a mão direita e a beijou. O beijo foi intenso e apaixonado.
- Uau... – suspirou Annie. – Por que fez isso?
- Porque eu não consigo parar de pensar em você...Em ter um beijo seu. Desde a copa mundial não consegui te tirar da minha cabeça um minuto sequer. Só conseguia pensar que o meu lugar era do seu lado, que eu queria você só para mim, que tudo o que eu precisava pra viver era você...Eu to apaixonado por você!
- Cedrico...Se bebeu hidromel?! Te puseram algum feitiço?
- Por que isso agora?
- Se ta louco, Cedrico? A gente mau se conhece! E se eu for filha de um traficante de ossos de dragão? Ou se...
- Eu não me importo...Eu to apaixonado por você, Annie. – disse o garoto acariciando os cabelos da garota.
- Ahm...Eu...Eu...Preciso ir, Dumbledore está me esperando...Tchau! – disse a garota saindo correndo para a gárgula no fim do corredor. – Gota de limão! – berrou a garota, desesperada para entrar na sala de Dumbledore. A gárgula pulou para o lado e revelou uma escada, a menina saiu em disparada escada acima e faltando cinco degraus para chegar ao escritório ela parou, se sentou em um dos degraus e levou as mãos a cabeça. Ela teria mesmo beijado Cedrico Diggory? Aquela cena realmente teria acontecido? Ela precisava se acalmar. Depois de alguns poucos minutos a menina se levantou e subiu as cinco degraus restantes. TOC, TOC, TOC. – Professor Dumbledore? – disse ao bater na porta.
- Entre, minha querida! – disse o diretor.
- Vovô!!! – gritou a menina correndo para o senhor de cabelos e barba grisalhos, que estava de pé ao lado da mesa.
- Olá, minha neta querida! Meu Senhor, como está crescida. Você deu uma espichada! – disse abraçando-a.
- Vô, “espichada” ta fora de moda!
- Opa, erro meu...
- Estava com tanta saudade de você! – disse ela abraçando-o.
- Eu também, já faz dois anos não é? E como vai Emir e Agatha?
- Estão ótimos, cheios de trabalho, mas estão bem. Mamãe tem saudades de você, vovô.
- E eu dela...Não tenho sido um bom pai ultimamente...Mas muito bem, algumas coisas preciso lhe dizer antes de você se juntar aos seus colegas. Ahm...Este ano teremos um tornei aqui na escola, contarei os detalhes mais tarde, mas as duas escolas que virão são familiares pra você. Já esteve nelas nesses últimos dois anos...
- NÃO ACREDITO!!! – berrou ela não se agüentando a felicidade. – Drumanstrag e Beauxbutons virão para cá?!
- Sim, por isso contenha-se....Sem exageros, ta bom?!
- Tudo bem...
- E mais duas coisas. A primeira que não poderá ir até a floresta, ela é proibida a todos os alunos e não pode nadar no lago negro, ok?!
- Sem problemas...
- E segundo que tenho um grande segredo para revelar a você, que mudará a sua vida.
- Mudará a minha vida? Como assim?
- Sim...Creio eu que você já conheça o jovem Harry Potter?
- Conheço sim, vovô.
- Muito bem, conversaremos sobre ambos depois, o segredo e Harry Potter, tudo bem?
- Claro...Tudo bem.
- Agora vamos, temos que colocá-la em uma casa.
Assim os dois deixaram o escritório e se dirigiram ao Salão Principal. Perto de uma porta lateral, Dumbledore parou ao lado dela e se dirigiu a garota que estava atrás dele.
- Espere aqui, ta?! Já vou te chamar. – e ele se dirigiu ao pedestal onde pronunciava as notícias aos alunos e esperou a professora McGonagall terminar de chamar os alunos iniciantes.
- E por fim Anita Baragatti. – pronunciou a professora. A menina assustada, subiu os degraus a sua frente e se sentou no banquinho de três pernas. A senhora muito magra depositou o chapéu falante sobre a cabeça da menina e logo ele se pronunciou.
- CORVINAL! – gritou o chapéu. Os alunos da mesa azulada pularam e festejaram a entrada de mais uma integrante a casa. Com um gesto de Dumbledore os alunos que festejavam foram ficando quietos, e logo o professor dos óclinhos de meia lua falou:
- Meus caros alunos e professores, muito boa noite! – disse cumprimentando a todos. – Antes de começarmos os anúncios para o início do ano letivo, tenho mais um aluno...ou melhor, mais uma aluna para ser classificada em uma das casas. Queira entrar minha querida. – disse ele se dirigindo a porta lateral. A garota de olhos cor de mel obedeceu, passou pela portinha de canto e um salão cheio de velas flutuantes e um céu muito negro se revelaram diante de seus olhos. Todos os olhos estavam virados para ela, muitas pessoas cochichavam entre si, mas sem perder mais tempo se apressou a ficar do lado de Dumbledore.
- Krabbe! Goyle! É ela...! Ela é a garota que eu vi na copa mundial... – disse Draco deslumbrado.
- É ela mesmo, Draco? Ela é muito bonita... – disse Krabbe distraído, olhando para a garota.
- Hey! Vai tirando seus olhos de cima dela! Ela será minha. Você não teria nenhuma chance com ela. Ela não resistiria a mim, e me escolheria com toda certeza.
- Muito bem! – disse Dumbledore abafando os cochichos do salão. – A senhorita Kingwold é uma aluna estrangeira, diretamente do Brasil. Eu realmente espero que todos façam com que ela se sinta bem aqui. Nós de Hogwarts somos reconhecidos por sermos muito hospitaleiros, e realmente espero isso de vocês para com ela. Senhorita... – disse o senhor de barbas grisalhas estendendo a mão para Annie e mostrando o banquinho para que ela se sentasse. Ao sentar-se, a professora depositou o chapéu na cabeça da garota e depois de alguns segundos ele se pronunciou pela última vez:
- GRIFINÓRIA! – gritou ele. A mesa vinho e dourada se animou por completa, e todos festejaram, principalmente os Weasley, Harry e Hermione.
- Vem cá, prima!!! – gritou Fred à ela. Annie olhou para Dumbledore, que lhe deu uma piscadela, e correu para o encontro de seus amigos.
- Ela? Uma prima dos Weasley? – inconformou-se Draco ao ver a bela garota se dirigir a mesa vinho e dourada. – A culpa não é dela, coitada. Não escolhemos nossas famílias. – comentou para Krabbe e Goyle que não mostravam muito entusiasmo com a conversa de Draco.
- Hey, Fred! P-A-G-A-N-D-O! – disse George estendendo a mão.
- Como assim? Pagando? – perguntou Annie olhando para os dois.
- Apoatamos. Fred disse que você ficaria na Corvinal, por ser tão inteligente. E eu disse que você ficaria aqui, na Grifinória, conosco. Então...Eu ganhei!
- Vocês dois não prestam! – disse Annie dando um tapão no braço de cada um dos gêmeos.

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