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5. Conversas Noturnas


Fic: Amor Proibido | Capítulo 26 On! 07/05


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Capítulo 5 - Conversas Noturnas

06 de Agosto de 1995.
Tonks devia admitir: a vida participando na Ordem da Fênix era melhor do que ela pensava. Ela conseguira se enturmar mais em um mês na Ordem do que em um ano no Ministério. Gostava de praticamente todos (havia algumas exceções como Mundungus e Snape) e o nº.12 do Largo Grimmauld já não parecia tão mofado quanto antes, com a limpeza que Molly Weasley e os filhos começaram a fazer. Ela havia se tornado grande amiga de Ginny Weasley, a mais nova da família, e Hermione Granger.
Mas nem tudo eram flores quando se falava em Ministério da Magia. Fudge parecia cada vez mais obcecado em controlar a todos; estivera falando em indicar uma professora para o cargo de DCAT em Hogwarts. Pelo visto, ela já não se contentava como ministro da magia britânico.
O trabalho dos aurores se tornou mais intenso, ainda que se negasse qualquer relação com a volta de Voldemort, já que ninguém queria acreditar que aquilo de fato aconteceu. Scrimgeour parecia ter tomado o partido de Fudge, e passara a suspeitar abertamente de alguns aurores, entre eles Tonks e Kingsley.
Já na Ordem, tudo e todos viravam suspeitos, com exceção aos seus membros (Sirius insistia que Snape não era tão confiável assim). Tonks em geral se dava melhor com os Weasley, Sirius, Remus, Olho-Tonto e Kingsley.
- Tonks? – perguntou uma voz acima.
Estavam na sala principal do nº. 12 do Largo Grimmauld, que, numa exceção à regra, se achava vazia naquele momento.
- Eu não estou dormindo, está bem? – respondeu ela, abrindo os olhos para ver Remus Lupin. Em seguida, mas mal se levantou e tropeçou no pé da mesa ao lado do sofá.
- Você está bem, Nymphadora? – quis saber Remus, ajudando-a a se levantar.
- Estou bem, Remus – respondeu Tonks, após um arrepio ao ser chamada pelo primeiro nome. – E é Tonks, não esqueça.
- Sinto muito.
- Estou lhe dizendo, Remus, é por isso que você não tem namorada – comentou ela, com um risinho. – Você é cavalheiro demais, as mulheres hoje em dia não estão acostumadas a esse tipo de coisa.
- Pois eu acho que meu problema é outro – disse ele, com o mesmo risinho.
- Pois eu não vejo nada demais nesse seu problema. Você é que faz dele um problema tão grande – teimou Tonks. – São apenas duas ou três noites por mês, não é mesmo? Você viu a minha varinha?
- Não vi, não – negou Remus. –- Talvez você tenha deixado na sala de visitas de novo.
- Você fala como se eu perdesse a minha varinha direto – disse ela em tom de brincadeira. – Foram só duas vezes, nada mais que isso.
- Duas vezes problemáticas, lembre-se disso. Na primeira, você deixou a sua varinha perto da cortina e duas fadas mordentes resolveram fazer feitiços com ela – falou ele contando nos dedos. – E na segunda, o Monstro tentou usá-la pra tentar estrangular o Fred, se lembra?
- A culpa não é minha, é do Sirius. Ele devia tentar controlar aquele elfo um pouco mais – emendou. – E as fadas só usaram a varinha para botar fogo naquela cortina, Sirius ficou agradecido.
- Pode ser – disse Remus, rindo. Incrível como ele e Tonks se davam bem. Ela já ia falar mais alguma coisa quando Molly adentrou a sala.
- Olho-Tonto os quer na cozinha, para repassar as medidas – disse ela. – Ou vocês dois pretendem buscar o Harry papeando desse jeito?
- Claro que não – responderam os dois, sem-jeito, saindo da sala.
Molly ficou na sala ajeitando os sofás com a varinha, com um inevitável sorriso no rosto ao ver aqueles dois conversando daquele jeito.


Era tarde da noite e Tonks andava sonolenta pelo caminho que levava à cozinha do Largo Grimmauld. Fora pra cama já tarde (Sirius ofereceu-a um quarto depois do jantar), mas não conseguira dormir. Buscaram Harry e nada estranho aconteceu (como Olho-Tonto vivia falando antes de buscar o garoto). Ela abriu a porta da cozinha e estranhou ao ver Ginny Weasley sentada à mesa, com um copo de água nas mãos.
- Tonks? – disse a garota, surpresa.
- E aí, Ginny? – falou Tonks, abafando um bocejo. – Também não conseguiu dormir?
- É – respondeu Ginny. Tonks estranhou o uso de poucas palavras da garota.
- O pior é que estou morrendo de sono – comentou a bruxa, servindo-se de água –, mas não consigo dormir.
- É, eu comecei a pensar em algumas coisas e não consegui dormir – explicou a jovem Weasley.
- Se quiser conversar, eu estou aqui.
- É que... – começou Ginny, que parecia estar escolhendo as palavras com cuidado. – Bem, agora que o Harry está aqui, eu... É o seguinte: eu gosto do Harry.
Tonks apenas tomou mais um gole da água.
- Você não está surpresa? – perguntou a garota, desconfiada.
- Do jeito que você estava quieta, só podia ser alguma coisa do gênero – explicou Tonks, com um sorriso. – Mas diz aí, qual é o problema em você gostar do Harry?
- É que ele não gosta de mim – respondeu. – Mione vive dizendo que, se eu for mais... Eu, perto dele, ele vai me notar, mas eu não sei...
- E ela está certa – concordou Tonks. – Talvez ajude você a mostrar à ele como você realmente é, tente conhecer outras pessoas... Aposto o que quiser que se fizer isso ele vai notar você. E se não notar, alguém mais vai notar, tenho certeza.
- É, tá – disse Ginny, com incerteza. – Mione fala a mesma coisa, acho que devia fazer isso, né?
Tonks apenas fez que sim com a cabeça.
- E você, em que estava pensando?
- No Ministério, na Ordem – disse Tonks, num tom tedioso. – Em ter que ficar acordada até tarde amanhã à noite...
E, naquele momento, Remus Lupin entrou na cozinha. Céus, aquela casa não parava nem mesmo à noite!
- Não acham meio tarde pra ficar conversando na cozinha? – perguntou ele, rindo.
- Não acha meio tarde pra atrapalhar uma conversa? – perguntou Tonks, também rindo.
- Eu vou indo – disse Ginny. – Está tarde e mamãe vai nos querer de pé cedo amanhã. Ela acha que tem um vampiro escondido no banheiro do segundo andar. Boa noite.
- Boa noite – responderam os dois.
- Não me diga que também não conseguiu dormir – pediu ela, se levantando para pegar mais água.
- Tudo bem, não digo – respondeu ele. – Então, achou que Sirius falou demais mais cedo?
- Não – respondeu Tonks, com sinceridade. – Bom, pro Harry, não. Agora, ele decididamente falou o que muitos gostariam de falar pro Snape na reunião de hoje. Ontem, no caso – acrescentou, olhando o relógio para ver que eram três e vinte e três da manhã. – Se bem que não é a primeira vez.
- É – concordou ele. – Toda reunião é a mesma coisa.
- 'Como vai a limpeza, Black?' – disse Tonks, numa imitação de Snape.
- 'Bem melhor do que a sua, Ranhoso. Quando foi a última vez que lavou os cabelos?' – disse Remus, imitando Sirius. Incrível como ele sempre acabava por fazer alguma coisa sem sentido quando estava com Tonks. Ainda que fosse divertido.
E riram. Não deixavam de se sentir bem quando estavam juntos.
- É, mas Snape não era um bom professor – disse Tonks, com uma careta. – Você devia ser um bom professor. Ao menos é o que Ginny e Hermione falam.
- Isso eu não sei – disse ele. – Nunca fiquei muito tempo no cargo.
- É uma pena – disse Tonks.
Ao falar isso, o copo escapou de sua mão e caiu com tudo no chão. Mais que rapidamente, Tonks se abaixou para concertar o copo, ao mesmo tempo em que Remus o fez. Resultado: os dois bateram as cabeças de um jeito bem dolorido.
- Ai, me desculpe, Remus, você está bem? – pediu Tonks, enquanto massageava a cabeça no lugar da batida exatamente como Lupin.
- Estou bem – respondeu ele, examinando a testa de Tonks.
Eles estavam muito próximos agora, como nunca estiveram antes... Estavam prestes a se beijar quando...
- Monstro ouviu um barulho – disse o elfo doméstico à porta da cozinha. – Monstro achou que podia ser a senhorita Bellatrix, mas é apenas o lobisomem com a sangue-ruim na cozinha... O que diria a senhora do Monstro se visse o que fazem na casa dela, ah, o que ela diria...
Então saiu. Monstro tinha essa "mania" de aparecer e começar a falar que Bellatrix iria voltar para pegá-lo (quando esta estava presa em Azkaban) e de sua senhora. Embora nem Lupin e nem Tonks gostassem do elfo, eles sentiram-se gratos de que o elfo os impediu de fazer uma coisa que eles achavam errado fazer. Na mesma hora, eles murmuraram alguma coisa para si mesmos e subiram em silêncio as escadas, cada um para seu quarto, com apenas um 'Boa noite' em voz alta. Ainda assim, o quase-beijo os deu em quê pensar naquela noite.

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