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19. Redescobrindo Sentimentos


Fic: Desencontros


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Capítulo 19 – Re-conhecendo sentimentos

Hermione hesitou antes de bater na porta. Esperava que, deste modo, seu rosto voltasse à cor normal antes de entrar. Ainda podia senti-lo afogueado só de lembrar da breve conversa que tivera com a senhora Weasley ao chegar. Pedir para falar com Ronald havia sido, por si só, constrangedor. E ela suspeitava que, de alguma forma, a Sra. Weasley, assim como o filho, a culpava pelo fim do namoro.

E ela ainda teve que agüentar os olhares maliciosos de Ginny que, a pedido da mãe, devia acompanhar-lhe até o quarto do rapaz. A amiga sabia que devolver o livro de Ron era apenas um pretexto e não poupou-lhe nem um segundo por isso até deixá-la, sozinha, na porta do quarto.

Respirou fundo, ajeitou o cabelo volumoso e as roupas, e depois bateu na porta.

- Entra, já 'tava... Ah, é você?! - Ron falou ao vê-la entrar. - Pensei que fosse o Harry.

Hermione procurou desviar os olhos do corpo de Ronald - que enfiara uma camiseta pela cabeça no momento em que ela entrara, dando-lhe uma visão satisfatória das inúmeras sardas que ele tinha espalhadas pelo corpo -, e forçou as palavras a saírem de sua boca.

- O-oi. Eu... Eu vim devolver o seu livro.

- Ah, tá. Pode deixar ele aí.

Depois de colocar o livro sobre a cama, Hermione passeou os olhos pelo quarto, ainda evitando olhar diretamente para ele, mas da mesma forma, procurando motivos para continuar ali.

Ronald, ao contrário, seguia cada leve movimento que a garota fazia. Sentia saudade dela. Muita. Já perdera a conta de quantas vezes sonhara com Hermione, desde que haviam se separado. Provavelmente teria pego uma pneumonia pela quantidade de banhos gelados que tomara, se não fosse verão. Mas não ia ser ele a pedir desculpas. Não dessa vez. Ele ia resistir até que Hermione o fizesse. Era culpa dela de eles terem terminado.

- Você gostaria de dar uma volta de bicicleta? - Ela perguntou de supetão, tirando-o do transe no qual mergulhara.

- Não dá. Já combinei de jogar futebol com Harry, Neville e os outros.

- Ahm. Está bem.

Hermione ficou mais alguns minutos em silêncio. As orbes castanhas agora cravadas em Ron, que fazia uma força sobre-humana para não vacilar em sua decisão e beijá-la ali mesmo. Um barulho de porta batendo o ajudou e, depois de limpar a garganta, subitamente seca, falou:

- Hermione...

- Sim? - Ela não pôde evitar que sua voz saísse repleta de expectativa.

- Você... quer mais alguma coisa?

- Não. - Como não?! Aproveite, pensou. Fechou os olhos, buscando coragem, por um segundo, depois encarou-o, capitulando. - Quero dizer, sim... Eu quero sim.

Decidida, aproximou-se de Ronald, mas não conseguiu sustentar o olhar sobre ele ao dizer:

- Eu queria que você soubesse que realmente eu... eu sinto muito.

- Sente?

- Sinto.

- Por quê?

- Por quê? Não basta eu estar aqui pedindo desculpas, Ron?

- Se fosse o contrário, você ia fazer o mesmo.

- É, provavelmente eu iria. - Suspirou, resoluta e continuou. - E-eu não devia ter feito o que fiz. Eu sei que deveria ter confiado em você, mas...

- Não estrague as coisas com um “mas”, Mione - o rapaz cortou-a, aproximando-se.

Os olhos lacrimejantes de Hermione focalizaram o rosto de Ronald, um palmo acima do seu, e o que viu a deixou um pouco mais esperançosa. Ele a olhava com emoção. A frieza de alguns momentos antes tinha sumido e ela chegou a suspirar ao senti-lo tocar delicadamente seu rosto com as costas dos dedos. Contudo, quase no mesmo instante que tomava consciência do quão próximos estavam de reatarem, uma batida na porta e a voz de Harry entrando, fez com que Ron se afastasse.

- Opa, desculpe. Eu não sabia que vocês...

- Tudo bem.

- Vou te esperar lá embaixo.

- 'Tá - e voltando a encarar Hermione, que permanecia no mesmo lugar, falou simplesmente. - Eu tinha combinado.

- Ok.

- A gente conversa depois, certo.

- Hum-hum.

Ronald fez menção de se aproximar novamente de Hermione, mas reconsiderou e desistiu. Abriu novamente a porta que Harry havia fechado e saiu sem olhar para trás. Isso foi um alívio para a garota, já que ela não se perdoaria se ele tivesse visto as lágrimas de frustração que ela não conseguiu refrear e escorriam soltas por seu rosto.

Depois de alguns minutos encarando o nada, Hermione secou o rosto e desceu as escadas. Pensou em ver se Ginny estava em seu quarto, mas nem precisou bater, pois a porta se abriu assim que chegou à sua frente, e ela foi puxada para dentro do cômodo num piscar de olhos. Sendo, em seguida, interrogada por Ginny.

- E ai, como foi?

- Foi bem, eu acho...

- Vocês conversaram?

- Hum-hum.

- E então?

- Ah, Ginny, ele me tratou de um jeito tão... esquisito.

- O que aconteceu? Fale de uma vez.

- Não aconteceu nada. Quer dizer, teve uma hora que ele tocou no meu rosto e me olhou daquele jeito, sabe? Mas então, o Harry apareceu e o Ron se afastou.

- Ah, Mione. Me desculpe. Eu nem pude impedi-lo de subir. Ouvi minha mãe avisando que "estávamos" lá. Se saísse do meu quarto na hora, ela iria descobrir que eu tinha deixado você sozinha...

- Tudo bem...

Hermione esperou até que Ginny terminasse de ajudar sua mãe e depois foram andar de bicicleta pela cidade, aproveitando o belo dia de verão para espairecerem seus problemas juvenis. Quando o sol começou a sumir por trás das montanhas ao longe, as duas garotas resolveram parar na praça da cidade para tomarem um sorvete. Lá encontraram Luna, com quem dividiram gostosas gargalhadas, sentadas nos degraus do coreto que lá havia.

Foram momentos agradáveis, até a chegada de Lavander, acompanhada das irmãs Patil. Desde o "incidente" na casa de Harry, Hermione procurara não ter contato com a garota, mas parecia que esta, ou não entendia os olhares homicidas com que era brindada, ou apenas gostava de provocar, como Ginny vivia afirmando.

Naquela tarde não foi diferente. Após trocar um olhar cúmplice com Parvati, sua melhor amiga, Lavander se aproximou das garotas com um sorriso irônico e perguntou:

- Ué, as três por aqui, sozinhas?!

- Qual o problema, Lilá?

- Vocês brigaram com os meninos? - A recém-chegada perguntou num tom fingidamente penalizado.

- O que você quer afinal, Lavander? - Ginny sibilou.

- Nada, eu só fiquei curiosa, porque... bem, a Hermione eu entendo, não é, está sem namorado mesmo, mas vocês duas... Nessa tarde bonita... Bom, cada um faz o que quer, não é mesmo? Tchauzinho...

Ginny sentiu seu rosto esquentar de raiva enquanto a outra se afastava, cheia de risadinhas. Não entendia como, de repente, Lavander Brown se tornara tão intragável. Na verdade, entendia sim. A mudança ocorrera quando esta passara a se interessar por seu irmão Ronald, sem se importar com o fato dele e Hermione estarem namorando.

Procurou controlar a irritação que a aparição de Lavander causara e tentou retomar a conversa com as amigas. Mas Hermione parecia ter sido atingida fisicamente, tal a expressão de sofrimento com que mirava o horizonte. Contudo, ao dirigir o olhar para a mesma direção, Ginny percebeu qual o real motivo da aflição estampada no rosto de Hermione. Ronald e os outros rapazes, vinham caminhando diretamente para onde estavam.

Com sorrisos despreocupados, eles se aproximaram da praça. Ginny se levantou, não conseguindo conter um sorriso travesso ao notar os olhos verdes de Harry sobre si. Só notou que algo errado devia ter acontecido, quando ouviu um muxoxo de Hermione. Percebeu que Luna já tinha ido ao encontro de Neville, deixando-as sozinhas. Mas não havia sido esse o motivo da exasperação da garota. Enquanto Harry vinha ao encontro de Ginny, Ron que estava ao seu lado, havia sido parado justamente por Lavander - que no momento oferecia a ele seu sorvete.

Sob o olhar penalizado de Ginny, Hermione desviou o rosto para o outro lado. Porém, antes mesmo que qualquer uma das duas fizesse algum comentário, Harry as alcançou e abraçou a namorada.

- Oi Mione, oi Gin. Não imaginei que fosse encontrar vocês aqui.

- Pois é, depois que vocês saíram a gente decidiu dar uma volta.

- Querem um sorvete?

- Não. Obrigada, Harry. Eu acho que vou pra casa.

- Mas...

- Posso sentar aqui? - A voz de Ron chegou ao ouvido de Hermione antes mesmo que ela compreendesse o que estava acontecendo. - Vou entender isso como um sim.

Ginny e Harry trocaram um olhar cheio de significados, enquanto Hermione permanecia muda. Não seria possível que tudo fosse voltar ao normal, assim, de repente. Seria? Se bem que depois da conversa que tiveram no início da tarde, não seria realmente de repente, não é? A garota se assustou quando ouviu seu nome ser chamado um pouco mais alto.

- O que foi?

- O que foi? - Ginny ergueu as sobrancelhas e conteve o riso. - Nós queremos saber a sua opinião sobre a sugestão de Ronald.

Hermione sentiu seu rosto tingir-se de vermelho ao sorrir sem graça. Não prestara atenção em nada do que tinham dito. E, pelo visto, os amigos haviam percebido, à julgar pelos risos contidos dos três a encarando. Sem saída, resolveu admitir.

- Eu... Desculpem, eu não estava prestando atenção. O que foi que disse, Ron?

- Eu pensei que poderíamos fazer um piquenique amanhã.

- Um piquenique?

- É.

- Nós quatro?

- É - o rapaz franziu o cenho, parecendo preocupado e então completou. - Você está bem, Mione?

- Estou. Claro que estou... é que... quero dizer, a sua idéia é muito boa.

- Então está combinado.

De algum modo, a certeza de que tudo estava realmente voltando ao normal fez com que seu cérebro voltasse a funcionar e Hermione conseguiu conversar com Ronald quase da mesma forma de antes - talvez de um jeito um pouco mais formal e com menos discussão. Quando o céu começou a se tingir de rosa-crepúsculo e a brisa noturna se fez perceber, a garota admitiu para si mesma que não teria mais como evitar voltar para casa.

- Bom, tenho que ir.

Levantando-se de um salto, Ron ofereceu-lhe a mão, para que se erguesse do degrau onde estiveram sentados, e falou:

- Eu te acompanho. - E voltando-se na direção da irmã, completou: - Me espere aqui.

Ginny meramente ergueu uma sobrancelha antes de concordar.

Hermione sentiu o rosto voltar a corar e evitou olhar para os amigos, quando se acomodou sobre o quadro de sua bicicleta, ficando entre os braços de Ronald (ele se apressara em montá-la e fez um gesto chamando a garota).

Foram longos minutos, aqueles em que sentiu novamente o corpo de Ron resvalando no seu, enquanto ele pedalava rumo à sua casa. E ao mesmo tempo pareceu ser rápido demais. Assim como tudo aquilo que se deseja que não tenha fim, a casa de Hermione se aproximou mais depressa do que ambos queriam. Num momento, ainda estavam na calçada e, no outro, Ron guiava a bicicleta até a parte de trás do quintal dos Granger, onde ele sabia que ela era guardada. Logo Hermione se viu novamente parada à frente de Ron. E novamente sem palavras.

- Er... Muito obrigada. - Ela não conseguiu reunir a coragem necessária para olhar diretamente para ele, que meramente respondeu:

- Sem problemas.

- Está tudo acertado para o piquenique amanhã, não é?

- Hum-hum.

Mas por que ele não fazia alguma coisa? O que ele estava esperando? Ou melhor, o que ela estava esperando? Talvez, no final de tudo, ela somente tenha entendido errado toda a conversa que eles tinham tido à tarde. Engoliu o bolo que havia se formado em sua garganta, e que tinha um sabor muito amargo, e, controlando o tremor na voz, voltou a falar.

- Então... É isso... Boa noite.

- Boa noite, Mione.

- ‘Tá.

- Mione? - Instintivamente ela levantou o olhar para encontrar o dele.

- O que foi?

Mas ela não precisou de respostas. No instante que seus olhos encontraram os de Ron ela sentiu os braços dele a envolvendo e o calor de sua respiração lhe tocando a face, à medida que seus rostos se encontravam e seus lábios se uniam mais uma vez.

Não era o primeiro beijo, e talvez por isso mesmo, a centelha da paixão tenha se espalhado com mais força, e mais rápido. Encobertos pelas sombras da noite nas árvores do quintal, os dois jovens, saudosos um do outro, estreitaram ainda mais o abraço, procurando acabar com a saudade que sentiam. O cheiro da pele. O gosto da boca. A textura do rosto umedecido pela lágrima solitária que escapara dos olhos de Hermione quando Ronald murmurou que a amava.


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Uma semana depois do início de agosto, Nymphadora inspirou o ar quente e abafado que aquele final de tarde trazia, enquanto ajeitava os cachos finos que fizera em seus cabelos. Somente a amizade que tinha com Fleur Delacour e a perspectiva de uma gostosa e refrescante caneca de cerveja no pub local a faziam desejar que o senhor Lupin chegasse logo para buscar Jéssica. Somente isso.

Não podia reclamar realmente. Remus, ou melhor, o senhor Lupin, nunca chegava mais tarde do que o necessário. Havia sido criada uma espécie de rotina na qual ele chegava e a assistia dando o jantar para a filha, enquanto comentavam sobre o trabalho de ambos ou os últimos acontecimentos da guerra.

De um modo desconcertante, passara a apreciar aqueles momentos, admitira a si mesma em pensamento ao se sentar numa poltrona e pegar um livro para ler enquanto aguardava o horário de alimentar Jéssica – que neste momento rabiscava algumas garatujas com o novo conjunto de lápis de cera que Nymphadora lhe dera. Mas antes mesmo que terminasse a segunda página, batidas na porta avisaram que Remus chegara mais cedo daquela vez.

- Boa noite, Sr. Lupin. – Cumprimentou alegremente, convidando-o a entrar.

- Boa noite, senhorita Tonks. – Remus respondeu antes de dirigir-se a filha. – E você, pequena? Saudade do papai?

- Chegou cedo hoje. – Nymphadora comentou ao ver o homem abaixar-se e abraçar Jéssica, num gesto enternecedor. – Eu ainda não dei janta a ela.

- Não precisa... Eu terminei as fotos mais rápido, então decidi vir logo buscá-la.
– Murmurou, massageando a nuca, desvencilhando-se da filha e levantando.

- Você parece cansado.

- É, um pouco...

- Já sei. Vou preparar uma bebida para você. Assim você relaxa um pouco enquanto eu dou a sopa à Jéssica.

- Não precisa se incomodar.

- Não é incômodo nenhum.

Ignorando a educada recusa, em poucos minutos Nymphadora lhe entregava uma dose de whisky. Ao alcançar o copo, os dedos de Remus se fecharam sobre os dela. Por um momento, Remus e Nymphadora somente ficaram olhando fixamente um para o outro, até que um chamado de Jéssica para que o pai lhe desse atenção os fez desviarem o olhar.

Sentindo-se corar levemente, Nymphadora balbuciou alguma coisa ininteligível e rumou para a cozinha, de onde voltou alguns minutos depois trazendo o jantar de Jéssica. Acomodou o prato na mesinha de centro onde a menina estava e, sem olhar diretamente para o pai desta, iniciou a conversa trivial de sempre, enquanto dava colheradas generosas de sopa para a criança.

Contudo, dessa vez, apesar de todos os esforços, a conversa parecia algo impossível. Ao menos para Nymphadora, cujos pensamentos continuavam teimando em voltar para o aspecto cansado do senhor Lupin, no quanto os olhos dele pareciam levemente apagados naquela noite, e no quanto isso a incomodava.

Remus, por sua vez, tentava entender o que estava acontecendo com ele. Se esforçara ao máximo durante toda a tarde para chegar o mais cedo possível na casa dos Tonks. Estava precisando conversar com alguém que realmente o entendesse, já que sua ouvinte era normalmente sua filha, o que poderia ser considerado mais um monólogo do que propriamente um diálogo. No entanto, agora, justo quando estava junto com alguém com quem apreciava trocar opiniões, não conseguia pensar em nada interessante para dizer.

Eles foram salvos dos longos momentos de silêncio, pela entrada na sala, de Teodor Tonks, pai de Nymphadora. Ele trazia um cachimbo numa das mãos e na outra um jornal.

- Ah, olá Remus. Pensei mesmo ter ouvido sua voz.

- Olá Ted. Como está? – Remus levantou-se do chão onde estivera sentado ao lado de sua filha e sentou-se novamente numa poltrona ao lado.

- Bem. Você viu o editorial de anteontem do London Telegraph?

- Sim, nós recebemos um exemplar lá na redação.

- E o que acha?

- Sinceramente eu não duvido que Hitler seja capaz de uma coisa dessas.

- O que houve? – Nymphadora perguntou curiosa, quando retornou da cozinha onde levara o prato vazio do jantar de Jéssica.

Enquanto Remus desviou o olhar da jovem e prendeu-o em sua filha, Ted fumegou seu cachimbo e respondeu-a.

- O London Telegraph escreveu sobre um suposto extermínio de pessoas pelos nazistas.

- Extermínio? – a voz dela soou incrédula.

- É, eles falam do assassinato de pessoas que não se encaixem nos “padrões da raça ariana”.

- Mas... Mas isso seria uma barbárie! – Agora Nymphadora parecia verdadeiramente chocada. - Você acredita que isso seja verdade?

A pergunta feita diretamente a ele, pegou Remus de surpresa. Pigarreou antes de mirar o rosto sério da garota e responder:

- Infelizmente sim. O partido nazista sempre pregou a importância da valorização da raça ariana e sua superioridade frente às outras raças, até mesmo da alemã. Hitler já deu mostras de sua loucura antes, não é?

- Olá a todos. – Andrômeda cumprimentou interrompendo a conversa, quando entrou na sala, vinda da rua. – Como está, senhor Lupin?

- Estou bem. E a senhora, senhora Tonks?

- Estou ótima. É sempre muito agradável conversar com o pastor Dumbledore e a diretora McGonagall. À propósito Nymphadora, a jovem Delacour pediu para que eu lhe avisasse que te espera às oito.

- Obrigada mamãe.

- Você janta conosco Remus? – Ted Tonks ofereceu depois que sua esposa sentou-se ao seu lado.

- Não, obrigado. Eu já abuso demais da ajuda de vocês. – Ele apressou-se a completar quando Andrômeda já estava prestes a reclamar. – Além do mais, já está na hora de pôr Jéssica na cama. Fica para outra noite.

- Também está na minha hora. O senhor me faria companhia até a metade do caminho, senhor Lupin?

- Nymphadora. – Andrômeda ralhou com a filha que apenas levantou a sobrancelha ao responder:

- O que tem mãe? Ele vai para casa, que fica no caminho do pub. O que tem de mal o senhor Lupin me fazer companhia? O senhor se importaria?

- Eu adoraria.

Remus falou, antes mesmo de perceber que se expressara em voz alta. Tinha planejado uma recusa diplomática e educada, mas dissera exatamente o contrário. Exatamente a primeira coisa que lhe passou pela cabeça. Num silêncio que pareceu eterno, mas que certamente durou poucos segundos,

Remus e Nymphadora se encararam, até que com um início de sorriso ela falou:

- Eu vou pegar minha bolsa, espere um momento.

Ele evitou olhar para os seus novos amigos, enquanto organizava a bagunça que sua filha fizera. Depois, Remus colocou sua bolsa no ombro e pegou Jéssica – que começara a bocejar - no colo. Já estava se despedindo quando Nymphadora voltou e estendendo os braços na direção da criança no colo dele, falou:

- Vamos princesa?

- Não precisa. Ela deve dormir pelo caminho.

- Deixe de tolices, não é muito longe. Eu não vou morrer por causa disso.

Com um revirar de olhos, Remus desistiu e entregou a filha nos braços de Nymphadora que passou pela porta que ele mantinha aberta, logo após despedir-se dos pais. Remus cumprimentou-os com um meneio de cabeça, incapaz de dirigir-se a eles verbalmente. A jovem, no entanto, parecia mais efusiva do que nunca. Tão logo ele a alcançou - ainda na calçada -, retomaram a conversa sobre a guerra. Quando chegaram em frente à pequena casa onde Remus morava, Nymphadora passou Jéssica, já adormecida, para ele, cujos olhos não conseguiam se desviar do rosto em formato de coração.

- Então é isso. Boa noite.

- Obrigado, Dora. - Remus respondeu, no momento em que ela acarinhava gentilmente a face da menina à guisa de despedida.

Dora. Ela o encarou com olhos surpresos. Seu coração acelerou subitamente e sentiu seu rosto corar. Nunca seu nome parecera tão perfeito, pronunciado por outra pessoa.

Remus se arrependeu do que disse assim que o apelido passou pelos seus lábios. Onde estava com a cabeça para cometer tamanho deslize? Ela era, e sempre seria, apenas a senhorita Tonks, a menina Tonks! Ele provavelmente não deveria ter aceitado aquele copo de whisky. A bebida com certeza tinha embotado seu juízo. Temendo que o ato impensado de intimidade pudesse ser entendido como falta de respeito, Remus forçou seus olhos para o chão e com uma voz temerosa se desculpou.

- Perdão senhorita. Eu não devia... Eu não sei como...

- Não! E-eu não me importo. - Nymphadora interrompeu-o rapidamente. - Eu gostei, apesar de não ser...

- Apropriado. - Ele olhou rapidamente para ela, com um meio sorriso que foi incapaz de conter. - Exatamente o motivo pelo qual peço desculpas. Isso não irá se repetir.

- Oh, claro.

O murmúrio desapontado não passou despercebido a ambos, e Nymphadora apressou-se novamente nas despedidas. Um breve 'até logo' e em seguida ela era apenas o rastro do perfume que usava e que a brisa insistia em soprar na direção de Remus.

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Ninguém se surpreendeu realmente quando Ron e Hermione voltaram a namorar. Os dois eram conhecidos por suas brigas, desde antes de serem efetivamente um casal, e as rusgas entre eles já há muito eram consideradas normais.

A única que verdadeiramente teve esperanças de que desta vez o rompimento fosse definitivo foi Lavander Brown. Era comum vê-la lançando olhares nada furtivos na direção de Ronald e Hermione. Se bem que os direcionados à garota pudessem ser definidos mais precisamente como invejosos.

Mas as coisas entre Rony e Hermione não voltaram exatamente ao normal assim que retomaram o namoro. Os sentimentos deles pareciam que continuavam os mesmos, mas surgira uma certa reserva. Haviam limites invisíveis que eles inconscientemente não ultrapassavam, assuntos não abordados e discussões evitadas por uma gentileza fora do comum.

Numa tarde calorenta do meado de agosto, Ron descobriu mais um desses limites. Depois de um longo tempo gasto para convencer Hermione a acompanhá-lo numa volta pelo lago, eles se abrigaram do sol de verão dentro do frescor da casa da árvore.

Sozinhos, sem nenhuma perspectiva de serem interrompidos, Ron esperou que ele e Mione fossem finalmente se entender e voltar à normalidade. Assim que fechou o alçapão, se aproximou da garota e a beijou, sendo correspondido, relaxou. Rapidamente a mente de Ronald apagou suas preocupações e foi ocupada somente pelo perfume de Hermione.

Hermione sentiu seu corpo ficar tenso no momento que o namorado fechou-os na casa da árvore. Se fosse sincera consigo mesma, admitiria que já estava nervosa desde que aceitara ir para lá com ele. Durante o tempo em que ficaram separados, ansiara demais por sentir novamente os braços dele ao redor de si, mas agora, enquanto ele a abraçava, sentia-se incapaz de apreciar o momento como devia.

Borboletas de ansiedade esvoaçaram em seu estômago quando os lábios deles se uniram. Hermione foi incapaz de conter um suspiro quando Ronald estreitou-a ainda mais em seus braços e aprofundou o beijo. Contudo ao mesmo tempo em que sentia seu coração acelerar feliz, uma sirene começou a soar em sua mente, quando os carinhos dele aumentaram.

Ronald procurou ao máximo, agir da forma menos afoita possível. Mas suas mãos pareciam regidas por uma força desligada de seu cérebro e não colaboravam. Deslizavam suaves pelas costas de Hermione. O toque firme na cintura dela desencadeando uma onda de leve tremor que o fez sorrir em meio aos beijos.

Independentes, as mãos grandes começaram a subir, vagarosas e gentis, pela lateral do corpo de Hermione. Ela se afastou abruptamente antes que as mãos dele alcançassem seu objetivo.

- Não!

- O que...? – Ronald perguntou ofegante, enquanto procurava compreender a atitude da namorada – Mas por quê?

- Porque eu não quero.

- Isso não faz sentido.

- Faz para mim.

- Mas Mione, eu... já te vi... Lembra? – Perguntou com uma sobrancelha erguida, dando um passo para perto dela, que se afastou.

- Então eu espero que sua memória seja boa.

- Mione!

A exclamação grunhida, fez com que Hermione não conseguisse mais encará-lo. Ela baixou os olhos no mesmo instante que seu rosto ganhou intensos tons de vermelho e pediu.

- Eu não quero. Entenda. Por favor.

- Fica difícil se você não me explicar direito o porquê. A gente já se conhece há séculos, já passamos por essa “fase” – falou sinalizando as aspas com os dedos.- Eu não entendo qual é a diferença agora.

- É que... Eu fiquei pensando e... Depois de tudo que aconteceu, a gente não confiando um no outro...

- Foi você quem começou. – Ron interrompeu, o que levou-a a olhar novamente para ele, com olhos estreitos.

- ‘Tá, isso não importa. O fato é que eu acho melhor irmos mais devagar dessa vez.

- Mas você não sentiu... saudade?

- Senti.

- E mesmo assim... – Ron passou uma das mãos pelos cabelos, enquanto deixava os pensamentos tomarem seus lugares. – Se você quer ir com calma, tudo bem.

- Tudo bem? – Hermione perguntou ligeiramente incrédula.

- Eu não vou mentir dizendo que entendi os seus motivos ou algo assim, mas eu nunca fiz nada que você não quisesse, não ia começar agora.

- Oh Ron!

Com um novo sorriso brotando em seu rosto, Hermione lançou seus braços ao redor do pescoço dele, fazendo-o segurá-la pela cintura para que mantivessem o equilíbrio. Ronald riu baixinho e perguntou olhando-a nos olhos.

- Agora me diga: dentro desses seus limites, eu ainda posso te abraçar?

- Contanto que suas mãos não se multipliquem...

- Eu vou me esforçar – ele respondeu com um sorriso torto, antes de envolvê-la em seus braços e completar. – E beijar?

- Hum-hum.

- Feito.

Tentando manter em foco as exigências de Hermione, Ronald buscou novamente os lábios dela, fazendo-os, mesmo assim, se esquecer do mundo lá fora.

---xxx---

Era indescritivelmente maravilhosa a sensação que Harry sentia quando beijava Ginny. Passar os dedos pelos cabelos flamejantes suavemente, enquanto percebia o corpo dela tremer levemente sob a mão que segurava a cintura fina. Seu próprio corpo, invadido por sensações inexplicavelmente agradáveis. Se porventura as relatasse algum dia ao doutor Granger, este com certeza lhe diria que ele, Harry, estava sofrendo de alguma doença grave, rara e provavelmente incurável.

Desceu lentamente os beijos, da boca rosada para o queixo delicado, ao mesmo tempo em que a estreitava em seus braços mais um pouco. Só parou ao distinguir um rosnado muito próximo de onde estavam.

Onde estavam? Oh Deus! Esquecera completamente que estavam no velho sofá da Toca, onde podiam ser flagrados por qualquer um que entrasse. Na verdade esquecera de tudo no momento que colou seus lábios aos de Ginny momentos antes, mais precisamente assim que Rony conseguiu convencer Hermione a dar um passeio com ele sozinha – coisa que não faziam desde que voltaram a namorar -, e a senhora Weasley subira as escadas para levar a roupa limpa para o andar de cima.

- Acho bom sua família não ser muito apegada a você, porque nós vamos acabar com a sua raça, seu moleque!

Ginny soltou-o tão rápido, que Harry ainda manteve seus braços no ar por alguns segundos até encarar os dois homens ruivos que o encaravam com olhares claramente assassinos.

Ignorando por completo a situação - ou assim parecia -, Ginny levantou-se de um salto para abraçar os recém-chegados, com um enorme sorriso no rosto.

- Bill, Charlie!

Os irmãos a abraçaram e por alguns instantes pareciam ter esquecido de Harry, e da cena que presenciaram. Beijaram a face de Ginny e a levantaram, rodopiando-a como se ela ainda fosse uma criança. Depois de alguns momentos de afagos fraternais, ela correu escada à cima chamando pela mãe.

Molly saiu esbaforida do próprio quarto, alarmada pelos gritos da caçula.

- O que foi, Ginevra?

- Bill e Charlie!

- Chegou alguma carta deles? – A mãe perguntou ansiosa, perscrutando as mãos da filha à procura de algum envelope.

- Não, melhor! Eles estão lá embaixo com Har... - Antes que a mãe tivesse a oportunidade de agradecer aos céus, como intentara, os olhos castanhos de Ginny se arregalaram ao se dar conta que deixara o namorado sozinho com os irmãos. – Deus! Deixei Harry sozinho lá com eles.

Molly Weasley revirou os olhos antes de seguir a filha pelas escadas até a sala. Se ela conhecia Ginny tão bem quanto acreditava – e ela tinha certeza que sim -, os irmãos deveriam estar querendo acabar com o pobre menino. Só esperava que sua pequena diabinha seguisse todos os conselhos e recomendações que havia lhe dado.

Um pouco mais tarde, quando Ginny estava acompanhando Harry até o local onde ele deixara sua bicicleta, para que voltasse para casa, o rapaz ainda estava um tanto aborrecido.

- Mas o que você queria que eu fizesse? – Ginny perguntou mais uma vez.

- Qualquer coisa, menos me deixar sozinho com eles logo depois deles terem nos visto... nos beijando!

- Ah Harry - ela continuou, reprimindo o riso ao ver a careta que o namorado fazia. - Eles não fizeram nada, e mamãe já mandou que eles nos deixassem em paz.

- Que bom que eu sempre posso contar com a sua mãe - Harry concluiu sarcástico.

- Ei, eu deixei bem claro que não sou mais a "Gininha" deles!

Ginny parou na frente de Harry, impedindo-o de alcançar o guidão da bicicleta, e apontando para o peito dele acusatoriamente. Harry estreitou os olhos verdes e falou, ainda exasperado:

- É! Disse que agora era a minha "Gininha".

- E não é verdade? - Ginny perguntou manhosa, passando o indicador sobre a blusa do namorado.

- Não.

A resposta enfática de Harry pegou Ginny de surpresa. Ela tinha certeza de que ia amolecê-lo, como sempre conseguia, aliás. Por isso deixou o braço cair ao lado do corpo enquanto questionava desconcertada:

- Não?

- Não - com um sorriso matreiro que fazia os olhos verdes reluzirem, Harry a envolveu novamente em seus braços e continuou. - Você é a minha "Gin", "Gi", "ruiva", "bruxinha"... mas "Gininha" com certeza não.

A despeito do modo como Bill e Charlie o trataram quando chegaram na Toca, Harry viu a esperança de ter notícias de seu pai novamente inflar dentro de seu peito. Depois de se despedir de Ginny – com mais beijos do que seria prudente -, pedalou o mais depressa que pode para casa, mas só encontrou o rosto curioso de sua mãe por ele ter voltado mais cedo.

Lílian já não pegava mais no pé de seu filho, do jeito que fazia há algumas semanas, mas ele não sabia se era por algum tipo de arroubo de confiança, ou se era porque tinha desistido mesmo.

Três dias depois, quando a esperança por notícias já tinha esmaecido e Harry tencionava ficar mais alguns minutos na cama antes de sair para encontrar com os amigos, o som de risos bem perto de si fez com que o sono sumisse e ele sentasse na cama de um pulo.

- Sabe que você se parece comigo até quando dorme?

- Pai!

---xxx

Lily estava cantarolando na cozinha enquanto preparava o café da manhã. Sentia-se leve e feliz com a chegada inesperada de James, logo nas primeiras horas daquela manhã. Sabia que não deveria estar tão alegre com toda aquela guerra acontecendo, mas não conseguia evitar. Estava com o que seu amigo Sirius classificava como “cara de adolescente apaixonada”: sorriso largo e olhos brilhantes. Colocou o bolo, que acabara de assar, em cima da mesa no mesmo instante que ouviu batidas insistentes na porta. Quem seria àquela hora da manhã? Rapidamente foi até à sala e abriu a porta, surpreendendo-se ao se deparar com Remus, carregando Jéssica em seus braços e aparentemente transtornado.

- Lily eu preciso da sua ajuda!

- O que foi Remus? Entre.

Sem esperar por um segundo convite, Remus precipitou-se para a cozinha, seguindo o cheiro inconfundível do bolo recém-assado.

- Titi Li. Bolo. – Jéssica pediu, descendo do colo do pai e cambaleando em direção à Lily.

- O bolo está quente, querida. Vem cá que a tia vai te dar outra coisa – Lílian ofereceu um biscoito à pequena que rumou para a sala, deixando-os sozinhos. – Agora fale Remus.

- Eu não sei o que fazer...

- Olhe quem eu achei tentando subir as escadas!

A voz grave de Sirius, que agora adentrava a cozinha com Jéssica imitando um avião em seus braços, assustou Remus que não sabia que os amigos tinham retornado.

- Sirius?!

- Oi para você também, Aluado. – Sirius Black comentou ao sentar-se em frente ao amigo, que o encarava com olhos arregalados. Depois se virou para Lilian e completou: - James já está descendo com Harry.

- Vou esquentar o leite.

- E então Remus, o que você não sabe fazer? – Sirius perguntou, enquanto entregava outro biscoito para Jéssica.

- Co-como?

- Quando eu entrei você estava falando pra Lily que não sabia o que fazer. E então, o que é?

- Não... Na verdade não é nada... Besteira. – Mas o rosto subitamente corado de Remus, e o fato dele não encarar o amigo, deixavam claro justamente o contrário.

- Remus...

- Não é nada. De verdade. E você Sirius, o que conta de novo?

Mesmo desconfiado, Sirius percebeu que não conseguiria arrancar o que quer que fosse de Remus. Ajudado por James – que entrara na cozinha junto com o filho naquele momento -, contou as novidades, dos dias que passaram em Londres. Os mais amenos, deixaria as novidades menos agradáveis para outro momento. Enquanto isso, ia ficar de olhos bem abertos para tentar descobrir qual era o motivo da aflição de Remus.

-=x-=x-=x-=x-

N/B (Pam): Quantas emoções! Adorei esse capítulo! Cenas tão fofas! *.* Eu acho que sei o que o Remus ia falar... mas não vou contar pra vocês! hahahahaha Eu fiquei imaginando a cara do Harry quando viu os irmãos da Gin. Imagina o desespero do menino. Tadinho! rsrs Pri, amei, mesmo trabalhando feito uma mula, eu sempre vou ter um tempinho para betar seus capítulos tá?! Te amoooo... beijooo

N/B (Sally): Ohh nem quando o Remus não é lobisomem ele deixa de ser atormentado, não é? É meio injusto com o coitado. Parece ter sido criado unicamente para sofrer... Tadinho. Ok, eu também tenho telhado de vidro nesse assunto, rsrs. Mana eu adorei o capítulo, mas uma das minhas partes favoritas foi, óbvio, Harry e Ginny. Os dois não se seguram, né? Isso é tão fof dele, hehe. Bem, finalmente o Ron e a Mione fizeram as pazes, mas confesso que esse ajuste ficou meio estranho para mim. Tipo: é como se algo houvesse quebrado e não pode ser colado de volta. Espero que eles possam recuperar de alguma forma o que tinha. De mais, meus parabéns sempre, Pri! Você está fazendo um trabalho maravilhoso, encantador e viciante. Adoroooooo! Beijos enormes e obrigada por me deixar participar disto.

N/A: Amores, desculpe a demora, mas espero que o capítulo compense. Eu não tenho muito o que falar, só agradecer a todos que estão acompanhando e aproveitando esse período de calmaria antes da tempestade... Ops! Isso pode ser considerado spoiler? Bom, é isso, hihihi. Um grande beijo cheio de saudade pras minhas queridas Pamela Black e Sally Owens que betaram o capítulo e me ajudam sempre. Pam, minha irmã do coração, te amo muito. Nika querida, muita saudades suas e do Harry. Você sabe que te desejo tudo de melhor, sempre. Amo vocês.

Um beijo especial à minha outra irmã do coração Paty Black: MANA AMADAAAAA Eu mandei mensagem pra você e nada!!! Cadê você? Será que vou ter que ir a Manaus pra te achar???? Te amo, beijos.

Obrigada a todos que leram, comentando ou não. Não vou poder responder ao comentário de cada um individualmente, então sintam-se beijados:
Jackeline Prongs (obrigada pela inclusão da fic na comu), Pedro Henrique Freitas (amei seu comentário na fanfiction sobre "Depois do Funeral" e obrigada por acompanhar Desencontros, espero que goste), BERNARDO CARDOSO, Lua Potter, Naty L. Potter, Jessica M. Adams, Danielle Pereira, Sônia Sag (olha quem fala em demora de atualizações! Por mim você pode virar a cara da dita pelo avesso, hihihi. Beijos), Clara, Livinha, Ninha, Patty Potter Hard.



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