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26. CAPÍTULO 26


Fic: A INDOMÁVEL - EPÍLOGO POSTADO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Responsabilidade? Isso era tudo o que era para Harry? Ela tentou evitar a dor de que os sentimentos dele não eram tão profundos quanto os dela. Ele nunca prometera nada além do que fora acordado no trato deles. Fazer amor com ele talvez tenha sido um erro da parte dela. Gina parecia não saber separar o ato físico dos sentimentos emocionais profundos que a conduziram aos braços e a cama dele. Agora, seus sentimentos apenas pareciam mais fortes.
Abandonar James, ela sabia, seria a coisa mais difícil que ela teria de encarar em sua vida, mas ela não havia contado com o sentimento tão devastador que seria deixar Harry.
- Aqui estão nossos convidados! – Neville disse ao ver Harry e ela retornando. – Venham e sentem-se perto do fogo; a comida estará pronta em breve.
O resto dos membros da trupe tinham se juntado ao redor do fogo. Gina estava tão ocupada observando-os como eles pareciam estar examinando-a. Havia um homem com uma corcunda nas costas, a mulher robusta que ela vira fixando o espeto, um homem mais velho que deveria ter ido com eles ao riacho para se lavar, a anã, e agora Gina via também um anão bem como uma jovem garota, notavelmente bonita entre a estranheza que a cercava.
Gina se sentou numa tora que havia sido colocada perto do fogo. O cheiro de carne assada fez seu estômago roncar. Harry se sentou próximo a ela. Todos os olhos se voltaram para ele e pareceram se fixar aí. A boca da menina ficou aberta. Curiosa, Gina olhou para Harry. Ele parecia realmente lindo, com seus cabelos afastados do rosto e seus traços atraentes agora esfregados e limpos.
- Ele se parece com Brian. – a jovem menina sussurrou. – Ele é quase a imagem dele.
Harry subitamente ficou tenso ao lado dela.
– O que você acabou de falar?
- Desculpe sermos rudes e ficar encarando – Neville se desculpou. – Estamos mais acostumados a sofrermos isso, Mas você lembra muito ele.
- Você disse Brian? – Harry repetiu, agora se levantando do tronco.
- O domador de feras. – a jovem acrescentou. – Brian. Você se parece com ele.
De repente, Harry se sentou. A cor sumiu de seu rosto.
– Vocês sabem onde ele está?
Neville se moveu para ficar na frente dele.
– No momento não. Mas ele viajou conosco por muitos anos. Sua esposa, Anita, está grande com a gravidez e ele não queria que ela tivesse o bebê na estrada. Nós os deixamos em Liverpool.
- Sua esposa? Uma criança?
Gina se lembrou do retrato da família no salão principal.
– Seu irmão caçula. – ela subitamente compreendeu.
- Irmão? – Neville trovejou. – Bem, isso explica a semelhança.
- Brian é como um membro de nossa família. – a mulher robusta disse. – Ele e sua doce esposa Anita. Isso faz com que vocês sejam parte da família também.
Harry estava claramente estupefato.
– Nós nem sabíamos se ele ainda estava vivo. – finalmente disse. – Eu não o vejo há mais de dez anos.
- Oh! Ele está vivo e bem. – a mulher robusta assegurou a Harry. – Disse que seus dias de artista itinerante terminaram, porém. Com o bebê e tudo, acho que decidiu que era hora de voltar para casa. Ele nunca nos falou muito sobre o passado dele, nem mesmo qual era o seu sobrenome. A criança é menino, isso eu posso dizer. Tenho o dom da visão, sabe.
O homem que parecia precisar de um banho riu e se inclinou para frente, golpeando a mulher no traseiro.
– Agora, Sarah, não fique dando uma de cigana leitora da sorte para esses jovens. Eles são, como você disse, quase parentes.
A mulher colocou as mãos nos quadris.
– É um menino, eu lhe digo. Vi em minha mente claro como o dia. Um rapaz forte, também.
- Com licença. – Harry se levantou e se afastou do acampamento.
Gina também se levantou.
– Desculpem-no. – ela disse. – Acho que ele está um pouco chocado.
Correndo atrás de Harry, ela o encontrou andando de um lado a outro não muito longe do acampamento.
– Não posso acreditar. – ele disse. – Saber que ele está seguro, vivo, prestes a ser pai, é um choque.
Ela foi para perto dele, colocando uma mão sobre seu peito para fazê-lo parar de andar.
– Um bom choque, penso eu.
- Sim. – ele concordou. – Casado e prestes a ser pai? E a maldição? Será que essa mulher, Anita, conquistou o coração dele?
- São coisas que você não pode descobrir nesse momento. – ela disse, - Apenas se alegre em seu coração por saber que seu irmão está vivo, e que pelo menos você tem uma noção de onde o encontrar.
- Sim. – ele concordou. – Eu o encontrarei. - De repente ele se aproximou e puxou Gina para perto. –Brian está vivo!
Ela riu da alegria dele, e por um momento, enquanto ele a encarava, sorrindo, ela o viu como ele era antes de a maldição cair sobre ele. Antes de a bebida o consumir. Antes de as mulheres lhe darem conforto. Ele era tão impressionantemente puro e lindo. Ela não conseguiu evitar ficar nas pontas dos pés e o beijar. Suas bocas se uniram. Ele abriu os lábios dela com sua língua.
Gina se abriu para ele, permitindo que ele entrasse, permitindo que ele a arrastasse naquele momento. Ela se rendeu completamente a sensação. E quando a emoção cresceu dentro dela, ela não lutou, ou com a perda do controle que ela sentiu fugindo dela.
- Devemos voltar e compartilhar a refeição. – ele disse contra os lábios dela, e era estranho que ele fosse o prático quando tudo o que ela queria era se perder nele e na escuridão.
- Sim, devemos. – ela concordou sem fôlego.
Ele se afastou dela e ela conseguiu pensar claramente de novo. Harry pegou a mão dela e juntos voltaram ao acampamento. Eles foram completamente aceitos pelo estranho grupo, e enquanto estavam sentados e comendo, diferentes artistas os regalavam com historias engraçadas sobre Brian, o domador de feras, e Harry ria e ela novamente o via como o garoto que tinha dentro dele.
Os grandes gatos que viajavam com a caravana tinham sido vendidos para um rico comerciante que desejava os transformar em animais de estimação, Harry e Gina entenderam.
Sem Brian, seria inútil mantê-los. Harry tinha questões profundas a fazer sobre o irmão, ela percebia, mas não as perguntaria. Ao invés disso eles riram, comeram e conforme a noite ia passando ela soube que a mente de Harry não se distraíra de sua própria busca e problemas.
Neville oferecera a eles o uso de um dos vagões para passarem a noite, mas Harry recusou dizendo que fariam à cama perto do fogo. A tarefa que tinha a fazer exigia mais dele agora do que antes, ela compreendeu. Roubar de estranhos era uma coisa; roubar de pessoas que diziam considerá-lo parente era outra. Conforme o grupo se dirigia aos vagões para passar a noite, Harry se levantou do lado do fogo.
- Fique aqui. – ele disse a ela antes de se dirigir ao vagão de Neville.
Harry não podia roubar dessas pessoas tão boas. Sua consciência não o permitia, não importando o quão desesperado estivesse para acabar com a ameaça de Lorde Malfoy sobre Lucinda e James. Ele tinha de ser honesto.
Ele bateu suavemente no vagão de Neville. A porta abriu e o homem com a marca de nascença sobre metade de seu rosto estava em pé olhando para Harry.
- Estou num dilema. – Harry admitiu. – Preciso de dois de seus cavalos. Não sou ladrão, mas planejava roubá-los de vocês tão logo se recolhessem para dormir.
Neville coçou o queixo.
– Mas agora não pode roubar de seus parentes?
- Sim. – Harry admitiu.
O líder do grupo desceu de seu vagão. Ele bateu no ombro de Harry.
– Soube no momento em que vi Brian de que ele não era da plebe. Ele levou muito tempo para aprender o que você ainda deve aprender. Muitas pessoas não precisam roubar outras. Tudo o que precisam é ter humildade o suficiente para pedirem o que não possuem.
O homem estava certo. O pensamento de simplesmente pedir nunca ocorrera a Harry até que soube da amizade de seu irmão com essas pessoas.
– Humildade é uma lição com a qual ainda estou lutando. – ele admitiu.
Neville riu e bateu nas costas dele.
– Venha, encontraremos Taylor e ele providenciará para que você e sua linda esposa sigam seu caminho.
- Não sei quando poderei devolver os cavalos a você, ou mesmo como encontrá-lo. Para onde estão indo?
O homem deu de ombros.
- Para onde o vento nos levar. Nos encontraremos de novo algum dia.
Harry nunca conhecera pessoas como essas. Ele compreendeu por que seu irmão ficou com eles por tantos anos. Harry estava meio tentado a pegar James e Gina e se juntar à caravana. Seria uma vida simples longe do perigo que estava sobre eles. Mas isso era algo que o antigo Harry faria. Agora ele sabia que tinha de encarar seus problemas face a face e os enfrentar.
- Vocês precisarão de comida. – Neville disse enquanto caminhavam pelos vagões. – Pedirei a Sarah que lhes providencie uma trouxa.
- Você é muito bom. – Harry disse. – Todos vocês.
O homem riu.
– Não para todos. Temos nossa cota de problemas. Sempre há problemas, parece, quando um Potter está por perto.

Está aí mais um capitulo. Era pra mim ter postado no sábado, só que eu tava numa pressa louca de ver meu maninho (que nasceu na sexta feira) que esqueci.
Não vou postar outro capitulo pq senão a fic vai acabar logo.
Bjokas
Prika

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