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32. Capítulo XXXII


Fic: SURPREENDIDOS PELA PAIXÃO fic de Dyone Smith


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A Oi galera... estou de volta!!! Após dias sem notícias... (Sorry!)... Espero que não tenham ficado com muita raiva de mim, mas é que eu casei e nem lembrei de avisar... E pra provar que já tinha um cap pronto pra vcs... taí: CAP NOVO DE PRESENTE!!! Espero que gostem...

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- Será que agora você poderia nos explicar o que está acontecendo? – Perguntou Harry com os braços cruzados.

Estavam os três no salão comunal da Grifinória, a maioria dos alunos já havia ido jantar e Hermione fora interrompida ao tentar passar pelo retrato da Mulher-Gorda.

- Será que eu poderia jantar? – Ela disse encarando os olhos verdes do amigo. – Ainda vou ter que aturar o Snape hoje esqueceram?

- Não, não esquecemos. – Retrucou Rony aproximando-se e também cruzando os braços. – Mas isso não muda o fato de você nos dever uma explicação.

- Ah, tudo bem! – Falou a garota sentando-se numa das poltronas perto da lareira. Os amigos sentaram à sua frente, no sofá. – Por onde querem que eu comece?

Harry ergueu uma sobrancelha, indicando que ela deveria escolher a melhor maneira de começar.

- Não vou contar os detalhes, mas vou dizer que tudo começou no dia em que Hogwarts foi invadida por aquele comensal. – Ela deu uma pausa. – Depois daquele dia Malfoy e eu começamos a nos conhecer melhor, e digamos que, nós acabamos nos apaixonando.

- O que? – Quase berrou Rony. – Quer dizer que enquanto nós estávamos namorando você já estava com ele?

- Não, é claro não! – Disse Hermione. – Mas esse foi um dos motivos que me fizeram inventar aquele envolvimento com você. – Explicou ela esperando que ele não se zangasse tanto.

- Como é? – Ele disse apoiando-se no sofá. – Você estava comigo pra fazer ciúmes no Malfoy?

- Não Rony! – [i]Sim, Rony![/i] – Eu estava com você pra que ele não tomasse nenhuma iniciativa em relação a mim. – Ele franziu a testa e ela tentou explicar melhor. – Ainda não tinha certeza de que ele estava sendo sincero, e não queria me magoar por fazer as coisas por impulso.

- Entendo. – Falou o rapaz mais calmamente. Hermione suspirou enquanto Harry a olhava interrogativo.

- E porque não nos disse nada até agora? – Ele questionou.

- Porque simplesmente não havia acontecido nada digno de nota até agora! – Ela disse colocando com uma mão os cabelos para trás. – Afinal de contas ele me pediu em namoro hoje.

- E você aceitou? – Quis saber o ruivo.

- Sim. – Ela respondeu sinceramente. – Como disse a vocês, eu passei a compreender o Malfoy e estou gostando dele de verdade! – Os amigos se entreolharam preocupados. – Eu sei que vocês estão me achando louca, mas posso afirmar que Draco não é mal como aparenta.

- Esperamos que você esteja certa, Mione. – Disse Harry levantando-se. – Não queremos vê-la sofrer por aquele idiota!

Ela deu um sorriso e também se levantou, aproximando-se do amigo.

- Eu sei que vocês só querem o meu bem. – Ela encarou Rony, que havia se levantado também. – Mas eu peço que dêem uma chance pro Draco. Por mim.

Os dois novamente se olharam e sorriram de volta à garota.

- Tudo bem. – Disse Rony sem jeito. – Desde que ele pare de me irritar a toda hora.

Ela sorriu.

- É. – Concordou Harry. – Vamos tentar nos conter pra não batermos nele. – Continuou. – Se isso te fizer feliz.

Ela abraçou o amigo fortemente.

- É claro que faz! – Abraçou o ruivo com a mesma intensidade. – Eu adoro vocês, sabia? – Ela disse encarando os dois. – São os melhores amigos do mundo!

- Só esperamos que estejamos fazendo a coisa certa. – Confessou Harry enquanto dirigiam-se à saída do salão.

- Estão. – Ela confirmou enquanto chegaram ao corredor. – Tenham certeza disso.

Eles continuaram caminhando enquanto conversavam sobre a provável detenção da garota mais tarde e do comportamento estranho de Snape. Hermione não sabia o que a aguardava nas masmorras, e se soubesse nunca teria ido lá às 22:00 horas.

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Hermione olhava apreensiva para a maçaneta à sua frente. Sentia um frio passar por sua espinha, mas tentou retirar os pensamentos negativos da cabeça. Faria sua detenção, voltaria para o dormitório e continuaria sua rotina de aluna e monitora-chefe.

A garota levou um sobressalto ao ver Snape abrindo a porta de sopetão.

- Já estava na hora Granger. – Falou o homem crispando os lábios. – Achei que havia se esquecido da detenção.

- Eu nunca me esqueço dos meus deveres Professor. – Retrucou a garota, enquanto entrava na sala escura.

- Espero Srta. Granger. - Grunhiu Snape enquanto seguia em direção a sua mesa.

Hermione estava parada aguardando as instruções do Professor, que parecia ignorar a presença da garota. Após alguns minutos de silêncio, Severo pediu que ela lhe trouxesse um livro pesado que havia em sua estante. Ela estranhou o título do livro “Poções da Morte”, mas não comentou nada. O livro parecia um emaranhado de teias, poeira e mofo.

No momento em que estava entregando-o ao Professor, Hermione achou que havia sido sugada para cima. Ela já havia sentido aquela sensação quando havia utilizado uma chave de portal durante a Copa Mundial de Quadribol. E era realmente o que aquele livro era: uma chave de portal!

A garota sentiu um calafrio passar por seu corpo ao notar que o Professor a encarava com uma expressão indescritível, parecia que ele havia feito aquilo de propósito. E ao chegar com um baque no chão frio de madeira ela pôde constatar que realmente aquilo fora planejado. Snape conseguiu andar tranqüilamente até chegar ao piso, e antes que ela pudesse fazer qualquer pergunta, ele convocou sua varinha, que rapidamente saiu de suas vestes indo parar na mão do homem à sua frente.

- Onde nós estamos, Professor? – Perguntou a garota receosa.

- Já, já vai saber. – Respondeu ele com um sorriso cínico.

- O que estamos fazendo aqui? – Ela continuou, começando a ficar nervosa. – Que lugar é esse?

- Já disse que vai descobrir logo! – Ele falou irritando-se com a insistência da garota.

- Porque me trouxe aqui? – Ela continuou olhando à sua volta. – Porque viemos pra cá? – O homem a encarou enfurecido. – Eu exijo que me diga o que viemos fazer aqui!

Antes que pudesse se defender, Hermione foi atingida por um tapa que ele desferiu em seu rosto. Por mais que agora ele estivesse ardendo e provavelmente estivesse muito vermelho, o que mais doía era a sensação de ser traída por uma pessoa que gozava da inteira confiança do maior bruxo que ela conhecia.

Hermione tocou a face dolorida enquanto encarava o homem que mantinha o sorriso desdenhoso nos lábios.

- Como você se atreve a encostar em mim? – Disse ela com raiva contida. – Você vai se arrepender de ter feito isso!

- Ah, é mesmo? – Ele disse olhando-a de cima. – E quem vai fazer eu me arrepender? – Ela o encarou com os olhos apertados. – Você?

Ela novamente não teve tempo de fazer nada, pois ele simplesmente lhe desferiu outro tapa, desta vez com as costas da mão. A garota chegou a cair no chão e sentir um filete de sangue no canto da boca.

- Aqui não é a escola! – Ele começou a dizer enquanto caminhava de um lado para o outro a observando. – E aqui não tem Potter e Weasley pra te defender! – Continuava enquanto a via olhá-lo com fúria.

Ela limpou a boca com a manga de sua capa. Seus olhos queimavam de raiva!

- É melhor se acostumar, sangue-ruim. – Riu abertamente enquanto olhava para a porta que se abria lentamente. – Seus dias de sabe-tudo irritante acabaram!

Hermione não mais ouvia as palavras do homem à sua frente, pois sua atenção havia sido voltada para a pessoa que acabava de entrar no aposento. Os cabelos loiros, os olhos azuis, a pose elegante, o ar arrogante. Ela não podia acreditar em quem estava a poucos passos de si encarando-a como se fosse uma boneca valiosa que acabara de entrar para sua coleção.

- Malfoy! – Ela sussurrou enquanto ele sorria de satisfação.

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