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1. Fuga


Fic: Quebrando as Regras - Scorose - Concluída


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Oi gente to aqui pra anunciar que agora tenho beta êêêêê!!!!! É a minha prima/irmã Ana, que sempre leu, opinou e ilustrou minhas histórias, então essa vai ser minha primeira fic betada e ainda mais por alguém que entende oque eu quero transmitir e que eu dollo # mas vê se não fica se achando viu prima? # Então espero que curtam a história e seja bem vinda primuska!!!  O_o


N/B: Oi! Não vou nem comentar que eu só aceitei depois de muita encheção de saco da minha ‘priminha’ kkk # admito tbm te dollo # então como não gosto muito de falar ou melhor escrever, espero que curtam a fic e comentem!


Fuga


 


Regra 1: Uma Wealey não entra num bar sem acompanhante e não bebe com estranhos.


 


Rose estava parada em uma rua que não conhecia, sentada no seu velho carro. A noite havia chegado e o carro havia acabado de pifar. Ela abriu a porta e desceu. Parte da saia do seu vestido estava suja e rasgada por ter sido arrastada do lado de fora da porta durante todo o percurso. Ela a olhou e deu um puxão que retirou as camadas superiores do fino tecido branco. Aquele era o seu vestido de casamento, mas assim como as outras coisas de sua vida, ele não era uma escolha dela. E era por isso que ela estava ali. Era uma fuga. Uma fuga de seu casamento e também de sua vida.


Durante todos os seus 21 anos ela havia feito tudo o que os outros queriam, tentando agradar a todos. Era sempre a mais comportada, a mais inteligente, a mais educada e doce, a mais obediente. Enfim, todos os dias de sua vida eram encenações que não tinham nada a ver com a realidade.


Assim como seu casamento. Conhecera Ian Wood ainda em Hogwarts, logo se tornaram amigos, unidos pela paixão pelos livros e pelo fato de não se encaixarem em grupo algum. No quinto ano começaram a namorar, como todos esperavam. Continuaram juntos quando resolveram estudar para se tornar Curandeiros e, depois de anos de namoro, Ian finalmente havia a pedido em casamento meses antes, e ela, como todos esperavam de novo, disse sim.


Afinal, quem recusaria se casar com Ian “garoto de ouro” Wood? Um rapaz bom, dedicado, inteligente. O que mais ela podia querer? Mas mesmo assim ela queria mais, não sabia exatamente o quê, mas sabia que devia haver algo mais.


Por isso, meia hora antes do momento de entrar na tenda, montada no quintal de seus avós, onde o casamento ocorreria, ela o chamou. Ele não queria vê-la, ela já estava com seu vestido, Rose insistiu, não ligava para essas tradições antigas.


- O que houve? – perguntou Ian preocupado.


- Preciso falar com você – disse ela nervosa – Preciso que você me responda algo.


- O que? – perguntou menos nervoso, porém mais apressado.


- Ian, você me ama?


- Eu... bom... nós nos damos bem Rose, você é uma garota maravilhosa e nossas famílias se adoram.


- Não foi isso que perguntei Ian – afirmou Rose gentilmente – Eu quero saber se você me ama.


Ian ficou calado sem saber o que dizer.


Rose deu um pequeno sorriso triste, ela já sabia a verdade, mas precisava confirmar antes de tomar a decisão que mudaria a sua vida. A decisão que a havia levado aquela rua estranha, em uma cidade trouxa, onde ninguém a conhecia.


Ela olhou para os lados, a rua quase deserta era mal iluminada e ela acabou tendo sua atenção atraída para o bar a sua frente, com um letreiro iluminado com os dizeres Patrono’s. Ela deu um pequeno sorriso, esse era um nome adequado ao momento, patronos eram usados quando seus donos estavam em situações difíceis, e essa era uma dessas situações.


As lojas ao redor estavam em sua maioria fechadas, então ela se encaminhou ao bar.


Ao entrar ela percebeu seu erro, o lugar era limpo e organizado, porém era frequentado por uns tipos estranhos, mas agora que estava ali ela continuaria, precisava encontrar o telefone para ligar para um guincho trouxa, não envolveria nenhum bruxo ou em menos de 1 hora todos saberiam onde ela estava.


Caminhou até o balcão sem nem metade da confiança que tentava passar, o atendente estava de costas e ela percebeu os braços magros porem definidos que se destacavam na camiseta preta sem mangas.


 - Com licença – falou ela timidamente – Será que poderia usar o seu tele...


O atendente havia se voltado em sua direção, e só então ela percebeu os fios loiros quase brancos sobre os olhos azuis acinzentados.


- O que você quer aqui? – disse rudemente o atendente, que ela agora sabia se tratar de Scorpio Malfoy, filho de um antigo inimigo de seus pais.


- Eu queria usar o telefone – ela respondeu ainda mais sem jeito do que estava antes.


- Telefone só para quem consome! – falou ele de cara fechada demonstrando o desejo de que ela sumisse dali.


Scorpio estava realmente irritado, morava em uma cidade trouxa justamente para evitar contato com qualquer um que pudesse reconhecê-lo. E agora ali a sua frente estava uma bruxa, pior, uma Weasley, filha da união dos melhores amigos do grande Harry Potter. Com certeza ela não combinava com aquele lugar. O bar era o melhor que ele podia fazer, mas mesmo assim, não era o lugar para aquela princesinha de olhos castanhos amendoados e sardas no rosto.


 Rose se irritou, quem aquele cara pensava que era? Não havia motivos para trata-la daquela forma. Suas bochechas coraram um pouco e ela disse:


- Eu quero um whisky – disse feliz por sua voz sair firme.


Ele levantou uma sobrancelha analisando-a e apontou para um ponto nos fundos do bar.


- O telefone – disse indiferente lhe dando as costas, para preparar a bebida.


Assim que ela se virou Scorpio passou a observa-la. Ela usava um longo vestido branco, com a cintura bem marcada o que fazia com que seu colo e seu quadril se destacassem.


Ela encontrou uma lista ao lado do telefone e em menos de 10 minutos já havia ligado para o reboque e recebido a noticia de que teria que aguardar pelo menos uma hora.


Ao voltar ao balcão ela sentou-se em frente a um copo de bebida, o seu whisky, e percebeu que dois homens a observavam do outro lado do balcão. Ela tentou ignorá-los bebendo um gole.


A bebida desceu quente e ela acabou tossindo. Scorpio se virou para olha-la e ela controlou os soluços e as lagrimas que queriam saltar de seus olhos, tentando parecer acostumada a beber.


Ele lhe lançou um olhar que mostrava que ela não havia o enganado, ele provavelmente teria rido da situação se a presença dela ali não pudesse significar o fim de sua paz.


A troca de olhares entre eles foi interrompida quando Rose sentiu alguém tocar em seu ombro e falar:


- Olá moça – disse um homem duas vezes maior que ela.


Rose se encolheu e Scorpio ficou atento para evitar qualquer problema se Tom resolvesse tentar “algo” com Rose. Tom era um frequentador assíduo e boa gente, mas ele não podia confiar que ele se comportaria com Rose, afinal ela estava muito “atrativa” com aquele vestido e maquiagem.


 


- Ah! Oi... – disse Rose depois do espanto.


- Er... – disse o homem um pouco embaraçado o que tranquilizou um pouco Rose – Não queria atrapalhar, mas acontece que eu e meu irmão – ele apontou para o outro grandalhão que os observava – estávamos conversando sobre o seu cabelo...


Rose ficou surpresa, dois grandalhões como eles falando sobre cabelos?


- ...e queríamos saber se... eles são naturais?


Rose sorriu, seu cabelo sempre chamava a atenção das pessoas, pareciam uma briga entre o vermelho e o marrom, não sabia nem dizer se possuía cabelos castanhos avermelhados ou o contrario. E então deu a resposta que sempre dava quando perguntavam se ela os pintava.


- São naturais sim – ela ainda sorria – por mais que não pareça.


- Ganhei! – ele gritou lhe assustando e atraindo alguns olhares de outros frequentadores.


- Desculpa moça – disse ele percebendo seu susto – é que eu acabei apostando uma cerveja com ele. E agora ele vai ter que me pagar.


O outro grandalhão ouviu o grito e fechou a cara enquanto também se aproximava.


- Tá bom, eu pago – disse sem nem deixar o irmão falar – Vai querer também? – perguntou para Rose tentando ser simpático.


Rose já ia recusar quando percebeu que o olhar de Scorpio ainda estava sobre eles.


- Quero sim!


Os grandalhões se sentaram um de cada lado de Rose e o grandalhão número dois pediu a cerveja enquanto o numero um se apresentava:


- Meu nome é Tom e ele é meu irmão, Bob.


Rose sorriu, eles realmente pareciam um com o outro, ambos mediam quase dois metros e juntos deviam pesar uns 300 kg. Depois ela estendeu a mão fazendo Scorpio a olhar aturdido enquanto lhes entregava as cervejas.


- Prazer, meu nome é Rose.


Não que Tom e Bob fossem más pessoas, mas era estranho para Scorpio ver como eles agiam perto de Rose, tentando ser educados e amigáveis.


Devia ser algo natural, toda a inocência e beleza que emanava dela devia deixar os homens desse jeito.


Olhou ao redor e percebeu que era chamado em uma das mesas, o bar estava uma loucura sem Ana, sua ajudante que tinha pedido folga para cuidar do filho doente. É claro que ele não a impediria de cuidar do filho, mas isso não mudava o fato de que ele teria de passar o resto da noite cuidando do bar sozinho e ainda tinha a princesa Wesley para piorar tudo.


Ele caminhou em direção à mesa deixando Rose em uma conversa animada com Tom e Bob.


Voltou depois de atender mais alguns pedidos e ao se postar atrás do balcão percebeu que rose chorava enquanto Tom e Bob tentavam consolá-la:


- Calma querida – dizia Tom enquanto Bob parecia não saber o que fazer – Você fez a coisa certa.


- Eu fiz o contrario – soltou Bob derrepente atraindo o olhar de Rose e Tom.


- Você está falando da Sheila? – perguntou Tom.


Bob confirmou com a cabeça e Rose perguntou diminuindo o choro:


- Quem é Sheila?


- Uma namorada que eu tive anos atrás, eu gostava dela mas a deixei – disse Bob.


Scorpio revirou os olhos sem acreditar no que ouvia, ainda mais quando Bob começou a contar os detalhes do relacionamento.


Enquanto ele continuava contando sua historia. Scorpio seguiu trabalhando e lhes entregando novas bebidas de vez em quando. Até que, quando deu por si, Scorpio não viu mais os dois grandalhões e nem a pequena Wesley, deviam ter saído enquanto se ocupava com a limpeza de algumas mesas. Ficou grato por ter se livrado dessa.


N/A: Aff! Minha beta não é dada a discursos então vou comentar o capitulo sozinha # CHATA!!!! # Ele tá bem parecido com o livro que me inspirou apesar de que eu acho que vou acabar debandando depois de alguns capítulos, culpa da minha criatividade que resolveu dar sinal de vida kkk. Então espero que gostem e COMENTEM!!!!  O_o

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Comentários: 4

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Enviado por Lana Silva em 11/09/2011

Nossa ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii primeiro capitulo perfeito *---------------*

Nota: 5

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Enviado por Vitoria Weasley Malfoy em 30/07/2011

 amei sua fic mesmo!!!! le minha fic http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=40516

Nota: 5

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Enviado por Anne A. em 27/07/2011

Obrigada Jheni, pode deixar q ja vou postar o próximo capitulo, espero q vc tbm goste! Bjo     O_o

Nota: 1

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Enviado por Jheni weasley em 21/07/2011

Amei a fac muito legal

PS:posta logo.

Nota: 4

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