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13. Seqüência de acontecimentos (


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Muito obrigada pelos comentarios, e espero que gostem desse capitulo, e peço desculpa pela demora de atualização.

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13° Capitulo: Seqüência de acontecimentos ( Parte 1)


Draco tinha acabado de abrir a porta da velha casa, o seu novo esconderijo, cujo qual ele dividia com Hermione. O loiro tinha em seu olhar um brilho furioso, tinha acabado de receber uma informação de Anne, e por receber tal coisa sabia que as coisas se tornara ainda mais perigosa. Porem para sua surpresa, logo que ele adentrou a sala, no lugar de encontrar somente Hermione, viu que sentada numa poltrona defronte á morena, estava Carlota.
Draco não pensou duas vezes, jogou a mala que trazia e pegou em seguida a mulher pela gola e á levou para parede.
-Malfoy o que você pensa que...
-Cala sua boca sua traidora!
-O que foi Draco?-Perguntou Hermione assustada.
-Abra a mala e veja o que tem na mesma.-Disse ele sem tirar os olhos de cima da mulher.
Hermione então se levantou e pegou a mala levando-a para perto de uma mesa, onde repousou a mesma, abrindo-a e vasculhando o conteúdo. Ficando chocada com o que via.
(Parte do 10° Capitulo) *A loira estava respirando com dificuldade por causa da pressão que o Rapaz fazia enquanto a pressionava contra parede gélida.
-Chega de traição!-Gritou Malfoy com um olhar alucinado- O que exatamente você disse a eles?
-Na..Na...Nada.-Respondeu ela com dificuldade.
-Tem certeza- A voz dele alterada, fez ela fechar os olhos.
-Por...
-Fique quieta.
Hermione não olhava a cena, estava de costas para eles olhando o conteúdo da mala. Vendo pela primeira vez as cartas que estavam destinadas a ela. As quais esperara durantes meses. Cartas respostas às que mandara a seus amigos, ou até mesmo, aquelas que eram simplesmente para matar saudades, que seus amigos lhe enviaram, mas que ela nunca recebera. Entre várias que ali estavam, ela pegou uma escrita em pergaminho velho, sua mão tremula abriu.
O conteúdo já era conhecido por ela, Malfoy mesmo já contara sobre o acontecimento, e mesmo que não tivesse dito, ela soubera através de terceiros quando ainda estava na Bulgária.
-Por que você escondeu todas essas cartas?-Perguntou a morena ainda olhando o pergaminho em sua mão.
Mas a loira continuou em silêncio.
-Não ouviu a pergunta dela?-Questionou Malfoy com voracidade
-Por...Saia...
Hermione se virou e foi até os dois, retirando malfoy de perto dela.
-Pronto! Agora diga! - Disse Hermione .
Malfoy olhou o perfil enfurecido de Hermione, a única vez que ele a vira naquele estado foi quando a mesma pensara que ele havia traído ela.
-Não...Queria...Que você...Esperança... - Disse a mulher com dificuldade em respirar.
Os olhos da garota brilhavam por causa da raiva, e das lagrimas que começavam aparecer.
-Eu pensei que meus melhores amigos tivessem me esquecido...Você realmente merece morrer.- A frieza da voz dela, assustou até mesmo Malfoy.
O loiro abraçou Hermione, retirando-a de perto da loira.
-Acalma-se, não esqueça que eu preciso de você! - Disse Draco...
-Eu sei, eu sei... - Respondeu Hermione
Ele a envolveu fortemente em seu abraço, enquanto ela se aconchegava em seu peito.
-Você fica bem enquanto eu arrumo as coisas? - Draco perguntou.
-Sim, ficarei sim... - Hermione Respondeu .
-Eu mandei um recado para ordem, logo eles estão aqui. - Disse Draco, com voz tranquilizadora.
-Ok. - Ela concordou.
Ele a soltou, e voltou para perto da loira.
-Vamos... - Disse Draco*
Hermione olhou os dois saírem. E depois voltou-se sua atenção para mala, imaginando como pode ter acreditado numa mulher daquela, e ainda por cima estava quase acreditando nela novamente, querendo a ajuda desta para acabar de uma vez toda aquela guerra. Mas graças á Draco que o golpe não foi dado duas vezes, caso ao contrario desta vez o mesmo poderia ser fatal.
A morena se sentou na poltrona ainda com a carta em sua mão, qual foi escrita por Harry, falando sobre a mansão Malfoy.
-Desgraçada.-Sussurrou Hermione.
Neste instante a porta foi aberta, e dois membros da ordem apareceram, sendo que os mesmos não muito conhecidos de Hermione. Um era homem de mais ou menos 40 anos, e o outro era uma mulher aparentemente com a mesma idade que Tonks.
-Draco disse para que viéssemos aqui, pelo jeito havia um traidor entre nos?
-Sim Carlota, há que estava encarregada de me manter informada de todas as coisas que acontecia aqui. Quando ainda estava na Bulgária. -Disse Hermione se levantando e colocando em seguida a carta sobre a mesa onde estava a mala.
No momento seguinte os fatos que ocorreu foram rápidos, a morena estava para se aproximar do casal, quando a porta foi arrombada adentrando ali quatro comensais. Nem Hermione, e nenhum dos membros da ordem tiveram tempo de pegar suas varinhas. Os comensais adentraram lançando feitiços, um Sectunsempra acertou o homem que viera ajudar Hermione, fazendo um corte surgir no seu peito e o sangue do mesmo jorrar , manchando a mala sobre a mesa e a carta que ali estava. A mulher foi atingida também com um sectunsempra, ao mesmo tempo em que um outro comensal lhe acertava com um crucius.
Hermione foi jogada contra a parede por um estupefaça neste instante ela tentou pegar a sua varinha, mas o comensal que estava olhando-a foi mais rápido, pegando-a pelos cabelos e pegando sua varinha.
-Não pense que conseguirá sair desta facilmente. -Disse ele triunfantemente. -Usaremos você para consegui o queremos.
Dito isso o comensal a puxou em direção a porta.
-Acabem de uma vez com esses dois!
Os três comensais praticamente festejaram ao ouvir tal coisa, cada qual lançou um feitiço diferente nos membros da ordem, fazendo-os soltarem gritos de agonia. E por fim lançaram um avada nos mesmos.
Após a finalização do trabalho eles saíram dali levando o grande troféu, aquela que seria usada contra o inimigo de seu mestre, e também contra o traidor. Os quatros sabiam, e a morena também, que o fim finalmente tinha chegado.
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Duas horas depois Harry e Rony chegaram ao esconderijo de Draco Malfoy, os mesmos estavam esperando por Hermione na toca junto com os outros membros da Ordem, contudo nenhum deles aparecera no local marcado o que os deixou preocupados. Porem ao entrarem a velha casa e aquele cheiro forte de sangue chegou aos seus narizes os preocupando ainda mais. E foi com grande tristeza que os dois presenciaram a razão daquele odor repugnante, ali na sala escura estavam os corpos de Marise e Edgar, dois talentosos membros da Ordem.
-Onde será que está Hermione. -A voz fraca de Rony cortou o silencio que encobria ambos.
-Espero que ela tenha conseguido fugir. -Disse Harry fracamente, olhando em direção a mesa de centro da sala.
O moreno seguiu então para mesa vendo sobre ela uma carta suja de sangue e ao lado dela uma mala com varias outras cartas, e o rapaz nem precisou pegar a que estava á vista para reconhecer sua letra. Pelo que ele pode ver a mesma fora escrito por ele destinada para Hermione.
-As cartas que Carlota escondera. -Falou Harry.
-Aquela desgraçada sem duvida informou a localização de Draco, e como o mesmo não estava aqui... - Rony não conseguiu terminar a sua fala, imaginando o pior.
-Não se preocupe Rony se ela estivesse morta sem duvida ela estaria junto com Edgar e Marise.-Falou Harry olhando para o amigo.
Os dois ficaram num silencio mortal, tentando acreditar naquilo, ambos não agüentariam a dor de perder Hermione. Era terrível demais imaginar que a mesma poderia não está mais entre eles.
-Vamos avisar aos aurores sobre a morte deles, e tentar localizar Hermione.
Os dois rapazes deixaram a casa lamentando o corrido, e jurando para si mesmos que iriam encontrar a morena.
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(Parte do Segundo capitulo)**A carta jazia sobre a mesa de uma sala escura, fora escrita num pergaminho velho, tendo no mesmo marca de sangue. A dona não estava mais no local, deixara praticamente tudo, não teve tempo de guardar as coisas que achava preciosa, e nem de arrumar suas malas.Fora retirada do local com força bruta, com varinhas apontadas para ela.E mesmo com tudo aquilo ela não deixou uma lagrima cair, nem ao mesmo uma.
O quarto abandonado, tinha um cheiro acre, que naquele dia quente se tornava ainda mais insuportável.
Havia mancha de sangue em todos os cantos do quarto, os corpos já tinham sido retirados, e mesmo assim a aparência mórbida do local dominava o ambiente.
A única que sobrevivera aquele massacre, saiu ao lado dos assassinos, não como cúmplice, mas como uma futura vitima. E ela sabia disso, pois o som do silencio dominara o local quando ela foi retirada daquele quarto, sem mais força para lutar...Ela sempre soube que tudo terminaria daquela forma.**
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Eu sai da sala após finalizar a reunião, não sei por que mais a forma como Malfoy se mostrara corajoso me vez lembrar de algo. Claro que não tinha certeza se o que veio a minha mente poderia chamar de lembrança, era algo que nunca me veria fazer com Malfoy. Era amoroso demais para nos dois fazê-lo. Contudo mais uma vez sentia que faltavam informações na minha mente, de que me levava a crer que o meu pensamento era realmente uma lembrança.
-O que aconteceu afinal? -Sussurrei sentando no ultimo degrau da escada.
Neste instante Harry e Malfoy surgiram no corredor, um pouco longe da onde estava, mas num ponto suficiente para que eu pudesse ouvi-los.
-Teremos que colocar você num outro esconderijo, não creio que seria seguro deixá-lo ficar aqui. -Disse Harry seriamente.
Malfoy deu um sorriso de lado e se encostou na parede, pelo que parecia ele estava achando tudo muito engraçado, nem parecia que há pouco ele colocará sua cabeça á premio.
-E onde o senhor santo Potter pensa em me colocar, ou será que esqueceu que a casa do Black não é mais um lugar seguro.
Ouvi-lo falar sobre a casa dos Black me fez lembrar de mais uma coisa, claro se aquilo realmente era uma lembrança. Eu estava sentada numa poltrona lendo um livro, enquanto Draco falava alguma coisa sobre o mesmo. Aquilo me deu uma sensação tão boa, era acolhedor aquela cena, mais acolhedora que a toca para mim. Não que eu passará a odiar ou algo do gênero os Weasley, ou qualquer outra pessoa que ali freqüentava, mas para mim aquele lugar não era mais minha casa, não era mais meu lugar. Estava me sentindo novamente solidaria. Envolvi meu corpo com meus braços, e deixei que algumas lagrimas caíssem.
-Onde fica essa casa que você está falando?
-Em Londres, três membros da ordem o levara para lá.
Levantei a cabeça e mirei os dois, sentia como se estivesse diante de uma importante decisão, onde só eu poderia fazê-la. A decisão consistia em Harry Potter, meu amigo, e uma vida totalmente presa na guerra e em Draco Malfoy, meu inimigo, que de alguma forma me deu uma razão de viver, mesmo que eu não lembrasse como e quando.
-Eu vou com ele.-Pronunciei me levantando.
Harry e Malfoy me olharam surpreendidos.
-Como assim mione?-perguntou Harry confuso.
-Irei junto do Malfoy, acho que seria mais seguro se eu o acompanhasse, não estou a fim de ficar aqui com os braços cruzados. -Disse de forma firme surpreendo ainda mais os dois.
-Não acho seguro a sua ida junto do Malfoy.
-Desculpa-me Harry, não estou lhe pedindo autorização para ir, estou lhe informando que vou.
Vi neste instante um tom avermelhado cobrir o rosto do meu amigo, ao mesmo tempo que um sorriso triunfante surgia nos lábios de Malfoy.
-O.K Hermione, se é assim que você quer. -Disse Harry saindo da minha frente e voltando para dentro da sala, talvez para informar a minha decisão.
-Você realmente quer isso?-Perguntou Malfoy me encarando intensamente.
-Sim, não sei por que, mas quero ficar do seu lado... Pelo que parece estou ficando maluca.
Malfoy sorriu e depois voltou para sala. A forma como decidira aquilo era sem duvida uma grande prova da minha insensatez. Eu definitivamente estava ficando louca...

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