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10. Crepúsculo


Fic: Proposta Indecente - Tudo tem seu preço


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 10 - Crepúsculo


St Mungos estava uma bagunça naquele dia. Parecia ainda mais caótico do que o seu normal. Ou será que ela que estava caótica? Gina não saberia dizer. Ao mesmo tempo que estava animada com a saída de seu pai, estava um tanto quanto nervosa. Parecia que a sua culpa estava ainda mais opressiva do que qualquer outro dia.

Não era para ser assim. Ela deveria estar feliz, não? Que motivos ela teria para isso agora? Não era como se não houvesse passado mais de dois meses desde a vez que ouvira falar daquele crápula pela última vez. Ele nunca mais tinha aparecido. Nem nunca tinha ameaçado a contar. Por quê? Por que ela ainda sentia como se ele ainda estivesse ali? Com ela? Não era um sentimento razoável.

A ruiva abanou a cabeça para espantar seus tormentos. Inspirou fundo e abriu a porta. Todos os seus irmãos já estavam lá. Percy. Jorge. Fred. Rony. Até mesmo Gui e Carlinhos que moravam fora vieram para a Inglaterra só para tirar o pai do hospital. Era uma cena tocante. Era uma celebração da vida. Era, acima de tudo, a primeira vez que se sentia grata a Malfoy.

- Gina, baby, por que está chorando?

- Eu to feliz, pai.

- Então vem cá e me dá um abraço – a moça não precisou nem de um segundo para se jogar na cama em que Arthur se encontrava e abraça-lo forte.

- Eu te amo, pai. Nunca se esqueça disso! – sussurrou entre soluços.

- Por que eu me esqueceria? – indagou confuso com a reação da filha.

- Nunca se sabe o que estará à nossa frente. Qual será o próximo problema... – respondeu amarga.

- Depois da tormenta vem sempre a bonança. Sua mãe nunca lhe disse isso, não?

- Já.

- Então não se preocupe.

- Ok.

Pouco depois Arthur recebeu alta e foi para casa com seus sete filhos. Molly os esperava com um banquete pronto. Ela fizera todas as comidas preferidas do marido e dos filhos. Insistia que aquele era um dia especial, que deveria ser comemorado como tal. E assim o foi. Exatamente igual a todas as comemorações dos Weasleys: cheias de comida, carinho e risadas.

Harry e Hermione chegaram um pouco atrasados, mas insistiam que não perderiam aquela festa por nada. Se o atraso deles deixou Molly chateada, ela não demonstrou. Na verdade, ela não parecia notar mais ninguém a não ser o marido. Era como se o fato de ela quase o ter perdido tivesse aumentado a sua devoção a ele.

Gina e Harry não conseguiam parar de rir da cara de Rony. Este para variar estava brigando com a namorada, e, como em todas as outras vezes, estava inconformado porque estava perdendo.

- Hermione! Claro que não.

- Por quê?

- Porque eu disse que não.

-Não me vem com esse papo de “porque eu falei” que não cola desde que eu tinha cinco anos! – reclamou a morena – E, além do mais, você já passou da fase de não saber argumentar, Ronald! Cresce!

- Não! – resmungou a ruiva interrompendo a tentativa de defesa do irmão.

- O quê? – perguntou Harry intrigado pela súbita mudança de humor da namorada.

- Já anoiteceu.

- Você só notou agora?

- Só, Mione. Eu odeio isso.

- Isso o quê? – foi a vez de Rony.

- Eu sempre perco o crepúsculo.

- E daí?

- É como se eu perdesse a parte mais importante do dia. A parte que vale a pena. A parte limítrofe. O momento em que o dia e a noite convivem. Os segundos em que você sente saudades do que foi bom e alívio pelo que foi ruim. Afinal, é o final de mais um dia...

- Que lindo, Gi, eu nunca tinha pensado assim...

- Aff! Essas mulheres! Ta vendo, maninha! Agora eu vou ser obrigado a assistir ao próximo! Valeu mesmo. Ai! Mione! Não precisava bater!

- Então, o que você acha de ficarmos acordados para ver o nascer do sol?

- Não é a mesma coisa, Harry. A aurora simboliza a esperança de um dia melhor. Só isso. Já o crepúsculo... Bem, ele tem mais a ver com o meu humor nesses últimos tempos.

- Exatamente! Será que não está na hora de deixar tudo para trás e esperar por dias melhores, amor?

- Talvez... Talvez...

Sem mais uma palavra, levantou-se se seguiu para o seu quarto. Ninguém iria incomodá-la lá. Na verdade, ninguém se importaria que ela se escondesse lá. Estavam todos tão felizes e ela tão... tão... tão vazia! Era como se estivesse prestes a perder uma parte de si que ela não gostaria de abrir mão...

Deu uma olhada para o armário antes se jogar na cama de roupa e tudo. Não adiantava observar o céu. Ultimamente ele andava um tanto quanto vazio. Como se todas as estrelas se escondessem dela. Uma idéia maluca, sim. Inválida, não. Era isso que ela faria se pudesse, mas, infelizmente, só não escapamos de nossos próprios julgamentos.

Nossa consciência é o nosso maior juiz. Por que essa verdade só se mostra quando menos precisamos dela? Foi pensando nisso que Gina adormeceu.

Alguns dias depois, todos os Weasleys estavam dando um passeio no Beco Diagonal. Todos os rapazes ruivos estavam tão vidrados no novo modelo de vassouras que não importava que suas esposas ou namoradas falassem. Eles simplesmente não saíam de frente para a loja. Gina preferiu ir à sorveteria com Harry, este partia em meia hora para o Ministério donde, por chave de portal, seguiria para Amsterdã.

Hermione, para variar, foi à Floreios e borrões alegando ter de checar as novidades. Nada demais. Para a surpresa de Molly, Arthur também quis ir até lá, mas por um motivo muito mais importante: agradecer. Se não fosse o senhor Bannes...

Chegando à livraria, logo a morena se embrenhou por entre as prateleiras e sumiu de vista. Vendo-se sozinho, Arthur chegou-se ao balcão e perguntou pelo dono da loja a um atendente novato que parecia incerto quanto a incomodar o chefe.

- Pode dizer que Arthur Weasley está aqui.... – antes mesmo de terminar, um crec foi ouvido. A porta atrás do balcão tinha sido aberta por um homem baixinho e um tanto quanto careca. Seu sorriso amigável era inconfundível.

Ralph Bannes parecia realmente feliz com a visita do amigo de longa data. Era realmente um alívio vê-lo assim tão bem depois de tudo que ele já passara.

- Arthur!

- Ralph!

- Você está muito bem!

- Obrigado!

- Ainda bem que vocês conseguiram o dinheiro para o tratamento, Arthur! Desde que a Gina me contou eu andava muito preocupado com a sua saúde. Acho que fiquei ainda mais careca nesse período! – brincou.

- Que isso! Ela está igualzinha a trinta anos atrás.

- Provável! Mas então, me conte! Como tudo se resolveu? A Gina nunca me explicou isso bem... Como vocês arrumaram todo esse dinheiro?

- Oras! Com o seu adiantamento e algumas economias...

- Adiantamento? Arthur! – começou confuso – Que história é essa? Eu não dei adiantamento nenhum...

- Mas ela... ela...

- Mentiu – concluiu o atendente que se mantivera até então quieto.

- Mentiu? – insistiram os dois senhores.

- Mentiu sobre a origem do dinheiro – disse simplesmente.

- Por que a Gina faria isso? – exigiu Arthur.

- Talvez a origem dele não seja tão nobre assim...

- O que você quer dizer com isso?

- Pergunte à sua filha o que ela tanto conversava com o Malfoy durante o serviço... – sem esperar mais um segundo, o rapaz desaparecereu entre as prateleiras alegando ter de arrumá-las.

Arthur saiu da loja sentindo a sua cabeça rodar. O que será que aquele guri estava tentando insinuar? O que a Gina teria feito de tão ruim para ter de mentir para a própria família? O que a minha filha estaria fazendo com aquele filhote de comensal? Com todas essas perguntas na cabeça partiu atrás de Molly resolvido a descobrir o que realmente tinha acontecido...

- Gina?

- Hum?

- Eu vou sentir saudades suas, sabia?

- É o mínimo que você teria de fazer por me deixar aqui sozinha...

- Ai que dramática! Você tem uma família imensa!

- É... mas meu melhor amigo está indo embora e não sabe quando volta... – replicou tristonha. Num gesto protetor, o moreno a abraçou.

- Gina... É só isso que eu sou para você? Seu melhor amigo?

- Não!- respondeu rápido demais – Você é meu namorado também...

- Gi... Sejamos sinceros. Você já não gosta de mim como antes. Eu não te culpo. É minha culpa ter demorado tanto para ver a mulher linda que você se tornou, mas... Falta algo... É como o nosso namoro fosse uma série de perda de crepúsculos e de auroras. Sempre sem o final e nunca com esperança. To errado? – perguntou levantando o queixo dela até que seus olhos se encontrassem.

A jovem pôde ver toda sinceridade que aqueles olhos claros exprimiam. A verdade que ela sempre temera estampada naquele mar verde. Era impossível mentir assim. Não confiando na própria voz, ela apenas sacudiu a cabeça negando.

- Foi o que eu pensei... Bem, vou indo. Se não perco o horário – de um último beijo na ruiva e partir sem ao menos olhar para trás.

Resolveu andar um pouco antes de ir. Precisava clarear as idéias. Eles haviam terminado. Que estranho... Ao mesmo tempo em que não estava triste, estava com medo. Com medo de encarar a realidade sem Harry. Ele fora sua válvula de escape pelos últimos meses. Ele que mantivera sua sanidade. Era para ele que ela corria quando precisava de colo. E a partir dali? A quem ela recorreria?

Sentou-se em um dos bancos que havia lá. Passou a mão pelo cabelo num gesto cansado e encarou o céu. Ele tomavam uma coloração avermelhada para logo depois trocá-la por uma arroxeada. As primeiras estrelas despontavam tímidas no firmamento. O sol recusava a se dar por vencido, insistia em mostrar seus raios poderosos. A lua cheia mostrava toda a sua beleza, era como se ela tentasse competir com o astro rei.

De repente, tudo estava escuro. A noite vencera o dia e o encobrira com o seu manto negro. Nada mais de vermelho, laranja ou roxo. Apenas preto. Não um preto assustador, mas reconfortante. A noite era tão bela quanto poderia ser assustadora.

- Pois é, Gina... Você perdeu um namorado, mas ganhou um pôr-do-sol – brincou com si mesma antes de se levantar e aparatar em suas sala.

No momento que ela o fez, desejou ardentemente não tê-lo feito. Seus irmãos estavam todos à sua espera com caras de poucos amigos. Sua mãe soluçava e sacudia a cabeça, incapaz de encarar a própria filha. E seu pai... Bem, ele tinha uma expressão de profundo desgosto.

“Será que eles... Não! Não é possível... Eles nunca teriam descoberto, a não ser que” , sua linha de pensamento foi interrompida ao perceber que seu pai segurava um saquinho de veludo e um pergaminho nas mãos. Ela não precisava ler para saber o que estava escrito ali. Já sabia de cor. A caligrafia limpa e aristocrática não deixava dúvidas quanto ao seu dono.

De repente, era como se não houvesse ar suficiente ali. A sensação de claustrofobia apenas aumentava. “Eles descobriram” foi a única coisa coerente que ela foi capaz de pensar antes da voz de Arthur retumbar pela sala.

- Então, como você me explica isso?


N/A: Bem, eu sei que vocês querem me matar agora. Como todo condenado tem um pedido a fazer eis o meu – esperem até o próximo capítulo! Eu sei que vocês já estão com saudades do Draco, mas era realmente necessário! Eu juro!
Capítulo que vem ele está de volta, podem ficar tranqüilos! XD Bem... Se o numero de comentários chegar a 120 terá NC! Caso contrário... Bem, só no 12. Acho que é só! Beijão e até a próxima!

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