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6. A NOITE É UMA CRIANÇA


Fic: AMOR DO PASSADO - REEDITADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione já estava voltando e estava sorrindo, pois ele estava com uma das mãos sobre os olhos, mas com todos os dedos abertos.

Ela deu um tapa na mão dele e disse:

--- Mal educado!!! Sou uma donzela do interior, não estou acostumada com homens da cidade.

--- Linda!!! E eu um homem louco para conhecer outro tipo de mulher.. uma do interior pro exemplo..

Hermione sentiu que a conversa estava indo longe demais e disse:

----Bom, vamos trocar este lençol, e dormir. Amanhã virei trazer o seu café e ver como está sua perna.. tenha uma boa noite.

--- Hermione?

---- Sim Harry?

--- É sério eu não ganho um beijinho de boa noite? Será que não mereço depois de toda dor que você me fez passar com esse seu remédio?

Ela sorriu, e se dirigiu para a cama, abaixou-se lentamente, e Harry podia sentir o calor que vinha dela e se preparou para ganhar um beijo quando ela colocou a mão na testa dele e disse:

--- Está sem febre, ainda bem, e não está delirando também... durma bem Sr. Potter ah e com relação ao seu beijinho vou pensar no assunto, se você se comportar direitinho, eu posso pensar no caso - disse ela jogando um beijo com as mãos para ele...

Ele sorriu e gostou da atitude dela, embora ficasse frustrado... talvez se ele se comportasse....

x/x/x/x/x/x/x//x/x/x/x/x/x/x/x//x/x/x/x/x/x/x/x/

Hermione acordou no meio da madrugada ouvindo gemidos vindo do quarto ao lado, novamente nem se lembrou de colocar o roupão e correu para o quarto de hóspedes, abriu a porta e se deparou com a cena de um Harry se debatendo ferozmente, envolvido provavelmente em um pesadelo dos piores, ele gritava palavras desnonexas e suava profusamente. Ela se sentou ao lado da cama, tentando conter os braços dele e chamando - o pelo nome. Ele debatia a cabeça de um lado par o outro e ela se desesperou pois não conseguia acordá-lo. 

Ela segurou firmemente a cabeça dele entre suas mãos e chamou alto:

--- Harry - Harry - acorde - sou eu Hermione - acorde por favor!!!

Ele num sobressalto agarrou ambas mãos dela, pelo pulso e abriu os olhos,mas a segurou com tanta força que Hermione sentiu os pulsos ficarem dormentes... ele a olhou confuso, a visão entrou em foco e ele a soltou imediatamente.

A sua primeira reação, foi a de vergonha, depois ele perguntou:

--- O que aconteceu aqui ?? disse ele ofegante... 

--- Não sei, me explique você, eu estava dormindo no quarto quando ouvi gritos vindos daqui, me assustei e pensei que tivesse com dor ou algo assim, e corri pra cá - disse ela esfregando os pulsos...

--- Te machuquei? disse ele apontando os pulsos dela.

--- Não foi nada, escuta Harry, sei que pesadelos podem ser horríveis, eu mesmo os tenho, e sei que não é muito bom repetí-los, mas você estava tendo um dos piores, o que você estava sonhando?

--- Nada... nada - não me lembro - disse ele meio ríspido

--- Tudo bem se não quiser falar, eu entendo, é que nunca vi ninguém reagir assim com um pesadelo.

--- Não se preocupe, não tem com o que se preocupar, pode voltar ao seu quarto e dormir tranquila - eu não quero mais dar trabalho.

--- Não é questão de dar trabalho é que eu tinha pesadelos horrorosos e enquanto não desabafei o que me pertubava com alguém não consegui me livrar deles.

--- Não quero desabafar. Quero apenas ficar sozinho - disse ele novamente num tom seco.

---- Tudo bem Harry, voltamos à estaca zero. Se não quer contar, também não me interessa e se quer ficar sozinho, providenciarei isso já - disse ela saindo indignada novamente com a grosseria repentina do hóspede.

--- E só mais uma coisa, jamais vi alguém mudar de humor assim tão rápido, pensei que aquela grosseria na sua casa tinha sido um episódio único, mas vi que estou errada, esta deve ser sua constância. - dizendo isto ela saiu batendo aporta.

Harry estava descontrolado, fazia tempo que os pesadelos não voltavam, ele tremia da cabeça aos pés e isto o fazia relembrar parte dos 40 dias de cativeiro:

""""""""""""""""""""'
FLASHBACK

Ele havia saído mais cedo da empresa, iria encontrar-se com a namorada, é aquele relacionamento estava duranto, talvez fosse hora de se assentar de vez. Apesar de ela fazer parte de uma família tradicional de Londres eles o aceitaArm, mesmo que nos termos deles, " ele não tenha nascido em berço de ouro"... mas agora era um dos homens mais poderosos da Europa, portanto digno de namorar uma Marback.

Ele pegou seu Benthley e seguiu direto para sua casa nos arredores de Londres, morava em um condomínio afastado que era cercado por guaritas e tinha vigilância 24 horas.

Ele dispensara o motorista que pela manhã havia avisado que a esposa estava sendo internada, e ele também adorava dirigir seu carro sozinho. Embora Luna fosse relutante, pois Harry já havia sofrido várias tentativas de sequestros frustradas, fora as ameaças que ele sofria. Ele já nem se importava mais. tinha a Scotland Yard investigando a última tentativa de sequestro que quase terminou na morte de um segurança dele.

Enquanto dirigira pensava... adoraria chamar Louise para jantar, com sorte ela dormiria em sua casa e talvez esticassem o final de semana em Roma. É ele faria o convite a ela, ela não precisaria levar nada, se divertiriam fazendo compras do que fosse necessário. Mandaria arrumar o jato.

Praguejou baixinho quando quase na chegada da curva para sua mansão havia uma árvore caída, atrapalhando assim o caminho, ele desceu e verificou que com um pouco de esforço ele conseguiria afastar a árvore e passar com o carro, pensou em ligar para o pessoal da manão para avisar que estava chegando e também para tirarem de vez aquela árvore dali. Provavelmente o temporal da noite anterior a derrubara.... mas ele preferiu ele mesmo remover o empecilho... quanto antes chegasse em casa melhor...

Ele guardou o celular no bolso, e se dirigiu à arvore... quando estava tentando removê-la quatro homens encapuzados o atacaram, colocaram em um pano clorofórmio e ele desmaiou imediatamente.

O que ocorreu a seguir foi uma sequência de eventos bem sucedidos para os sequestradores. 

Não deram por falta de Harry até as 09:00h da noite que foi quando Luna telefonou no celular dele.. um empregado deu alarme simultâneamente quando encontrou o carro do patrão com a porta aberta e com o rádio ligado..

Os sequestradores o levaram em um caminhão coberto para uma fazenda longe de Londres, o colocaram em um cômodo de cimento gelado e fétido, com um colchão no chão e uma cama quebrada. O amarraram e o amordaçaram. Fizeram contato com a família quase imediatamente exigindo 25 milhões de dólares para o resgate. 

A ScotlandYard havia aconselhado Luna que agora era apoiada por Malfoy e Neville a não pagar o resgate, visto que ele correria mais risco assim, ele teriam que ficar em contato com os sequestradores para poder descobrir o paradeiro de Harry... os dias iam se passando e foi utilizado um sistema de satélites para descobrir de onde as ligações vinham. Infelizmente o sinal do celular era fraco, mas mesmo assim eles deduziram eles deveriam estar nos arredores de Londres...

Enquanto isso Harry sofria represálias, cada vez que a negociação era frustrada, eles o mantinham nú, no frio, o alimentavam uma vez por dia, e não havia banheiro, somente uma fossa no cômodo. Ele o amarravam, e queimaram a sola de seus pés com cigarro, para impedir ele de ficar em pé e verificar onde poderia estar... eles o amarravam e açoitavam suas costas com um chicote com bolinhas de aço na ponta, e a cada chibatada a carne era cortada e o sangue escorria profusamente... jogavam álcool depois de o espancarem dizendo que era pra evitar infecções...

Cada grito de Harry era gravado e enviado à família. Draco ouvia pessoalmente e não deixava Luna ter acesso aos audios, era por demais bárbaro.

O último golpe que ele sofrera foi quando ele se virou quando estava sendo açoitado, pois os pés já haviam sarado, e o chicote pegou abaixo de suas costelas indo até o final de sua virilha. Uma veia importante fora atingida e ele quase morreu esvaído em sangue. Desta vez os sequestradores ficaram com medo de que ele morresse e jogaram remédio para que ele mesmo cuidasse do ferimento.

Em um dia de chuva, depois dos sequestradores ficarem 3 dias sem aparecer... houve uma tempestade que destelhou o cômodo que ele ficava, Harry num extremo esforço, pois estava desnutrido, e sem forças, mas sabia esta ser sua última chance conseguiu fazer uma barricada com um barril e algumas latas de tinta e finalmente com muito esforço saiu pelo buraco no teto... 

Neste mesmo dia eles haviam conseguido algumas pistas, pois a polícia vinha interrogando, juntamente com a Scotaland Yard todos que eram próximos de Harry e acabaram achando estranha a reação da namorada dele, que nos dias em que ele estava sequestrado fizera questão de se manter ainda no jet-set internacional, viajando e sem demonstrar o mínimo de preocupação pelo namorado.

Ela fora investigada exaustivamente até que encontraram um link entre ela e um dos sequestradores... havia ficado claro que ela não era a cabeça pensante do grupo, mas quem estava financiando o sequestro. Ela estava falida, e precisava urgentemente de 20 milhões de dólares para pagar dívidas contraídas em jogos. 

Harry , eles indentificaram estava preso em uma das propriedades abandonadas dos Marback.

A polícia chegou quase na mesma hora que Harry estava pulando o teto da casa. Ele se machucara na queda.. estava chovendo e a água e a terra fofa amortecera sua queda. Mas ele jamais esqueceria o toque das gotas da chuva no seu corpo machucado, a sensação de liberadade e a vontade de viver que ele sentira naquele momento, ele se ajolhara e sorvia a água da chuva como se fosse um bálsamo para as feridas do corpo e da alma.. 

Quando ouvira de longe as sirenes da polícia... ele divisou de longe o vulto de uma mulher que ele logo reconheceu ser Luna, seguida de perto por Draco, ela mal o reconheceu... magro, todo machucado, com uma barba grande, nú e com um corte infeccionado enorme, ela se deseperou.

Ela o abraçou e ele desmaiou. Uma ambulância já o aguardava e ele foi levado ao hospital.

Os sequestradores foram presos, inclusive a ex-namorada de Harry, mas o cabeça do sequestro jamais foi descoberto. nenhum dos comparsas o delatou. E ele ainda recebia ameças... 
Era por isso que estava tão longe e com seu paradeiro guardado a sete chaves pela Scotland Yard.

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Foi com isso que ele sonhara, lembrava de cada dor que sentira e de cada maldade que fizeram com ele. O cheiro do álcool misturado com sangue, quando ele via a porta se abrindo, ele tremia da cabeça aos pés... ele não queria compartilhar isto com ninguém... ele não confiava em mais ninguém... mas ele não queria mais ter pesadelos, nem ser indelicado com ninguém... e ele fora indelicado com a pessoa que tratara dele com tanto desvelo e ele não tivera tato algum para com ela.

Ele se levantou arrependido, conseguia andar melhor, aquele unguento que Hermione havia passado nele havia sido milagroso. Ele se dirigiu para o quarto dela e bateu:

---- Hermione abra por favor, sou eu Harry - precisamos conversar.

--- Sr. Potter não temos nada que nos falar, e ... e .. eu estou dormindo.
Vá embora!!!

---- Ah, então é sonâmbula e responde tudo com perfeição enquanto dorme? Por favor Mione... deixe-me entrar..

Ela estava encostada na porta e podia ouvi-lo gemer...

Ela abriu vagarosamente a porta pois sabia que ele estava apoiado nela e disse:

--- Fale o que tem que me dizer daí - disse ela tentando abaixar os olhos..

--- Nem pensar senhorita... disse ele entrando, fechando a porta e pegando na mão dela.

--- Vamos sentar aqui, senão vou ter que passar aquele troço horrível na minha perna de novo. Dizendo isto a arrastou para a beira da cama onde se sentaram.

Ela o olhava com rancor nos olhos. E ele percebeu que ela chorara. O coração dele partiu, e o remorso aumentou.

--- Escute Hermione, me desculpe pela grosseria, é que não sou assim, ou melhor não era assim, tive um pesadelo horroroso e não queri repassar esta experiência com ninguém entende?

--- Eu entendo, ms precisava ser tão grosseiro eu só queria ajudar...

--- Escuta, você não tem nada, nenhum evento da sua vida, que não gostaria que ninguém descobrisse, algo que gostaria de guardar só pra você ou melhor se pudesse apagar da memória o faria no mesmo instante?

--- Mais do que o Sr. imagina Sr. Potter.

--- Potter... este é meu sobrenome, sobrenome que me fez passar os 40 dias mais horripilantes da minha vida... eu

--- Não precisa me contar Harry - disse Hermione vendo que ele estava fazendo um esforço enorme para manter a voz firme.

--- Não.. realmente não preciso , mas eu eu quero, mas antes de te contar vou te mostrar algo. Dizendo isto ele retirou o roupão inteiro.

--- Olhe bem esta cicatriz Mione - ele pegou a mão dela e guiou por quase toda extensão da cicatriz .. ela vai da parte de baixo das costelas até o final da minha virilha... e foi feita em um golpe só por um chicote com pontas de aço. E virando-se ela viu as costas dele... era marcada com várias cicatrizes profundas... 

--- Aqui Hermione este mesmo chicote foi usado e depois de me açoitarem o que acontecia pelo menos uma vez a cada 3 dias, ele jogava álcool nas feridas com o intuito de "não infeccionar" - uma tortura bem cruel.

Ele se sentou e mostrou a sola dos pés dele toda marcada por queimaduras em formas redondas...

--- Aqui Hermione, eles me amarravam com as mãos na cama e os pés um de cada lado e conversavam e se divertiam acendendo e apagando cigarros no meu pé... e se eu gritasse eles queimavam mais... isto também tinha uma regularidade... duas vezes por semana, tudo para evitar que eu ficasse de pé...

Hermione estava horrorizada, ela sem se controlar passou a mão na cicatriz da costela dele e disse:

---- Eu.. eu jamais imaginei que tivesse sido assim, sinto muito, disse ela ainda acariciando o abdome dele tentanto imaginar a dor que ele sentira.

---- Eu também sinto Hermione, e sinto cada tortura novamente cada vez que sonho... eu não queria compartilhar este horror com ninguém...

Ela continuava acariciando o abdome dele, e disse:

--- Foi por isso que no lago você me disse que esta cicatriz doía mais na cabeça do que no corpo...

Ele segurou a mão dela a beijou e disse:

--- Não consigo esquecer... simplesmente não consigo... cada vez que me olho no espelho, cada vez que tiro minha roupa, ou calço minhas meias eu me lembro disto...

Harry fez uma careta de dor e ela o sentou na cama dizendo:

---- Você abusou vindo até aqui Harry, deixe-me ver sua perna disse ela deitando-o na sua cama.

--- Parece que estou craque em tomar sua cama né? Primeiro a do seu quarto, agora a do quarto de hóspedes...

Hermione sorriu e foi para o banheiro pegar os remédios e as faixas para ver como estava o ferimento. No caminho ela percebeu novamente que ele a estava observando.

--- Nem se atreva Sr. Potter a ficar olhando para uma donzela indefesa com o eu... tenha um pouco de respeito...

--- Não vai dar Mione... é a melhor parte do curativo...

Hermione sorriu, não conseguia ficar brava com ele e no fundo estava estranhando ser admirada... talvez ele só quisesse ser gentil..

--- Eu não estou acostumada a usar este tipo de coisa disse apontando a camisola, mas como você estava no meu quarto e eu não queria atrapalhar peguei algo de minha mãe.- disse ela encabulada

--- Pois deveria usar... fica linda assim... seu namorado deve adorar...

Ela se retesou e parou no meio do caminho. Harry ficou observando as reações dela detidamente:

--- Não tenho namorado e nem pretendo ter... já tenho minha vida muito completa e não preciso de ninguém para me mandar e dizer o que devo fazer.. sou dona do meu nariz e além do mais já passei da idade de romances fúteis...

--- Ei calma... não quis te irritar, só quis te fazer um elogio. Mas que história é essa de passei da idade? Quem disse que temos idade para nos apaixonarmos?

--- Eu disse, já banquei a idiota uma vez e pra mim já é suficiente..- disse ela desenrolando a faixa da perna dele.

Ele pegou o queixo dela e disse:

--- Quem te machucou desta maneira Mione? Pra te deixar tão amargurada, sem querer nem ser tocada por ninguém e nem ter sua imagem refletida no espelho? Conte pra mim...

Ela olhou bem pra ele e respondeu:

---- Ninguém... e ... - não conseguiu terminar a frase pois Harry a abraçou pois ela estava prestes a chorar...

Ela desabou num choro convulsivo e ele a amparou, deixou-a chorar o suficiente e ela olhou para ele com os olhos vermelhos e disse:

--- TPM - fico emotiva nesta época, não quero que me aches fraca... mas me desculpe..

---- Sou eu quem pede desculpas, não quis te forçar a nada... mas gostaria que confiasse em mim ....

---- Um dia te contarei toda história, mas não agora, acho que tivemos emoções demais para um dia só não acha?

Harry ainda a segurava pela cintura, e ela disse:

---- Olhe para seu ferimento e diga se não valeu apena a dor que te fiz passar?

O ferimento estava fechado, não havia sangramentos, quem olhasse o ferimento diria que ele tinha sido feito há pelo menos uma semana, tamanho o grau de cicatrização...

Ele assoviou e disse:

--- Acho que você tem que comercializar esta fórmula... nunca vi nada assim..

---- Não acho que não, é um segredinho da minha família...

Ele se levantou depois da perna enfaixada, fechou o roupão e ela o ajudou voltar para o quarto, ajudou-o a deitar-se. Ele se sentou na cama e a puxou para sentar-se com ele e disse:

--- Numa escala de zero a dez - acha que me comportei bem? Que nota você me daria?

--- Seis - disse Hermione com sinceridade... você foi mal educado de novo, ainda saiu da cama sem recomendação, sem falar que ficou me olhando com este olhar tarado a noite toda...

--- Seis? Ótimo no orfanato que eu estudei eu tirava 3 de comportamento.. Sabe, a Luna e eu éramos um pouco assim digamos... levados...

Ela sorriu e ele a puxou contra o peito dele e olhava naqueles profundos olhos castanhos... cheirou os cabelos dela fazendo com que um arrepio percorresse o corpo dela... ela cheirava a lavanda... 

Ele sussurou no ouvido dela:

--- Mereço meu beijo?

Ela estava paralisada, olhando aqueles olhos verdes... fazia tempo que não tinha nehum tipo de intimidade com um homem não podeira se envolver de jeito nenhum...

Harry vendo que ela não respondia, rebateu:

--- Quem cala consente minha linda... 

Ele segurou seu queixo e a beijou se leve nos lábios, primeiro um toque de leve, ele não sentiu resistência nenhuma, e foi explorando os lábios dela com os seus, e enveredou sua língua para dentro da boca da morena, e explorava a boca dela que estava totalmente receptiva e retornava os carinhos dele, ele mordiscava de leve o lábio inferior dela, provocando gemidos dela... ele acariciava sua nuca de um jeito enlouquecedor.. ele não queria deixar de beijá-la nunca... e continuou beijando-a e sentiu que ela estava totalmente entregue aos seus braços... As línguas se tocavam numa dança sensual e excitante...

Ela aventurou as mãos pelos cabelos rebeldes dele, passando de leve as unhas no couro cabeludo dele provando uma reação intensa de prazer nele, que gemeu alto...

Nenhum dos dois sabia precisar quanto tempo aquele beijo durara...

Nenhum dos dois saberia explicar o que cada um sentira com aquele beijo..

Com as pernas trêmulas Hermione reuniu toda sua coragem se desvencilhou do abraço dele, se levantou e disse:

--- Bom, hora de dormir... já pra cama Harry.

Ele estava entorpecido com aquele beijo... ele nunca experimentara nada igual...

--- Boa noite minha donzela.. durma com os anjos e Hermione...?

---- Sim? disse ela apreensiva com medo de que ele se desculpasse pelo beijo, seria horrível se ele fizesse isso, mas não a espantaria...

--- Adorei esta parte final da nossa noite... seu beijo foi a coisa mais doce que já provei em toda minha vida.. durma bem...

Hermione não soube no outro dia se havia sonhado ou não, mas tinha certeza eu já conhecia o sabor daqueles lábios... mas de onde?

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