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2. O ENCONTRO


Fic: AMOR DO PASSADO - REEDITADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A chuva caia impiedosa e Harry agradecia por ter seus tempos de treinamentos de piloto, onde faça chuva ou faça sol, ele estava sempre lá com seu instrutor de confiança aprendendo a pilotar. Ele sabia todas as estratégias que deveriam ser usadas em um tempo destes, e sabia muito bem respeitar o tempo. Sabia que as tempestades podiam ser impediosas com quem não obedecia os limites da natureza. Sabia também que deveria chegar rápido à sua propriedade antes que a tempestade piorasse.

Luna que detestava voar, estava com náuseas e segurava firmemente uma pasta por entre os dedos. Harry observou a tensão da amiga, e segurou brevemente a mão dela e disse carinhosamente:

--- Calma irmãzinha, já estamos quase lá, não tema, eu estou aqui e pelo que me consta sou um ótimo piloto e não pretendo morrer tão cedo.

Luna sorriu pra ele com aquele modo ingênuo, porém naquele olhar transparecia toda confiança que ela tinha por ele. Ele era tudo pra ela, sua família, seu apoio, seu irmão de orfanato, seu tudo. Ela daria qualquer coisa pra defendê-lo. Quando Harry fora seqüestrado Luna ficara arrasada, mas mesmo assim encontrara forças para contratar um dos melhores detetives do mundo para encontrá-lo, estava disposta a ir até o fim do mundo para resgatá-lo. Ela era responsável por ele.. ela jamais poderia falhar.

O helicóptero aterrisou no heliponto que ele havia mandado construir no fundo da casa, de lá seguia uma passarela coberta que dava para a área de lazer. O seu escudeiro fiel, como Harry o chamava, Neville, já estava à postos com um carrinho de golfe coberto esperando o patrão para conduzi-lo para a mansão.

A chuva fustigava violentamente o os vidros do helicóptero, eles mal podiam divisar os contornos da mansão... 

“””””””””””Flashback”””””””””””””””
Harry gostava da chuva, tinha sido num dia de chuva que ele ouvira os sons da polícia chegando e o grito de Luna quando o encontrou... quando saiu do cativeiro, a melhor sensação que ele teve foi da chuva batendo no seu corpo, que se encontrava desnutrido e marcado pela violência de seus seqüestradores. Quando ele saiu lá fora, e a chuva batia em seu corpo, ele sentia a lembrança de todos aqueles dias estavam sendo levadas pela água. Pela primeira vez se sentiu livre.. depois de tudo desmaiou...

Lembrava de ter acordado no hospital, com Luna e Neville ao seu lado, mais a Sra. Hill, sua governanta, uma senhora doce, que cuidara deles no orfanato, era a única a demonstrar carinho pelos internos e a entender a situação que eles estavam. Ela mesma havia sido abandonada em um lar adotivo e nunca encontrara uma família . E Harry também voltara pra buscá-la. Hoje ele se sentia protegido, hoje ele se sentia privilegiado, pois não estava com a família designada a ele , e sim com uma família que ele tinha escolhido pra ele. Ele se sentia em casa finalmente.

Mas nada poderia te-lo preparado para o trauma que viria a seguir ao seqüestro. A quadrilha foi desbaratada, mas o líder da quadrilha ainda continiuava à solta, e Harry sabia que dia menos dia ele voltaria para pegá-lo. E foi isso que o fez largar tudo para trás, foi tudo isso que fez com que ele aceitasse de seu protetor, Sr. O’Connor a herança do solar...casa que ele sempre admirara. Claro que precisava de reformas, principalmente no que condiz a segurança, mas uma das clásulas do testamente era clara as características do solar não deveriam ser mudadas, e o lago sempre foi e continuaria sendo divido com o vizinho – os Granger.

Harry chegou na casa pelos fundos se foi recebido pela Sra. Hill que já os aguardava com toalhas e cobertores quentes. Luna vinha abraçada com Harry que inutilmente tentava a proteger da chuva.

Eles chegaram em uma cozinha aconchegante, com um balcão no meio, onde Ms Hill trabalhava, o cheiro que emanava das panelas, fez Harry esquecer todo frio que estava, e correu para destampá-las, Ms Hill ralhou com ele como se ralha com um filho desobediente, dizendo que o jantar estava quase pronto, e que não era pra ele ficar “beliscando” a comida antes dela servir..

Ele mostrou a língua para ela, e pegou um pastel frito, e correu para não ser atingido pelo pano de prato que a governanta apontava ameçadoramente para ele.

Harry subiu as escadarias, estava maravilhado com o que os empreiteiros havia feito. A restauração havia sido perfeita. Os utensílios e os aparatos eletrônicos tinham sido masgistralmente escondidos, deixando assim que a casa permanecesse com aquele estilo agradável e que trazia tantas lembranças a todos que ali entravam. Sim ele estava satisfeito...

Precisava urgentemente de um banho, estava faminto. Luna o alcançou ao pé da escada e perguntou se ele havia aprovado a reforma.

Ele a abraçou, a beijou na testa significativamente e disse:

--- Irmãzinha você é espetacular, a casa está aconchegante, moderna, sem perder o romantismo das construções do século XVII – estou muito orgulhoso de você. E por falar nisso, decorou o seu quarto ao seu gosto? Olha que eu mesmo vou verificar se ficou de acordo com o quarto dos seus sonhos...

--- Claro que sim, você me deu carta branca não é? E eu gastei seu dinheiro a rodos – disse a loira rindo...

--- Sua perdulária – disse Harry rindo com gosto... E completou: Você merece tudo de bom que o dinheiro pode comprar.

--- Só preciso de seu carinho meu irmão e nada mais me interessa.

Harry sabia que Luna sempre fora do tipo maternal, e que sentia por ele um amor de irmão incondicional, ela evitava relacionamentos profundos, e ele achava que era pra evitar desfazer a família...

Harry subiu para a suíte prometendo a Luna que desceria em meia hora para o jantar. Seu estômago já estava reclamando...

Luna riu e se dirigiu à ala oeste do solar. Seu quarto era esplêndido, digno de uma princesa. Ela não precisara arrumar muita coisa, a casa era toda decorada de um bom gosto ímpar. Ela se jogou na cama e ficou pensando na trajetória toda que teve que enfrentar até aqui...

Harry por outro lado, ficou impressionado com o trabalho feito em sua suíte, não que ele não estivesse acostumado com luxo, mas aquela suíte podia abrigar um rei. Era maior que toda ala masculina do orfanato, ele se sentia vitorioso, e ao mesmo tempo vazio. De que adiantava tanto dinheiro, e tanto poder, se teria que ficar trancafiado em uma prisão de luxo. Ele não poderia viver sossegado enquanto o seu seqüestrador estivesse à solta. O pior que ele não tinha nem idéia de quem se tratava, os outros comparsas, foram presos mas não delataram o nome do chefão, com medo de serem mortos dentro da prisão.

Ele tomara uma decisão radical, ficaria isolado por um tempo, onde a imprensa e ninguém poderia achá-lo. Transferira a base de seus negócios para o solar, equipando-o com equipamentos de última geração e Neville e Luna poderiam fazer os serviços externos por ele. Havia até plano de fuga esquematizado caso eles necessitassem evacuar a casa. No seu próprio quarto havia um quarto do pânico, que seria essencial em caso de invasões.

Ele se sentia cansado, se dirigiu ao banheiro, retirando a roupa molhada e colocou a banheira para encher, foi até o frigobar, pegou um suco, deitou-se na banheira e relaxou. Se permitiria pelo menos por hoje deixar a tensão esvair juntamente com a água.

Adormeceu e acordou assustado com alguém entrando na porta do banheiro. Era a Sra. Hill.

--- Escuta aqui mocinho, não caprichei à toa no jantar... vai ficar aí de molho ou vai comer a lasanha que fiz pra você?

Harry sorindo rebateu:

--- Lucy.. você quase me mata de susto... já estou indo...

--- Então anda logo, senão eu mesma tiro você daí, Luna e Neville já estão te esperando e meu estômago também está roncando....

--- Já vou sair...olha que to pelado hein... dizendo isto Harry fez menção de sair da banheira, a Sra. Hill disse pra ele o seguinte:

--- Nada do que você tem aí pra me mostrar é novidade, então se não quiser ficar sem suas jóias de família acho bom se apressar – dizendo jogou uma toalha pra ele e saiu.

Harry ficou rindo de Lucy, ela era realmente adorável, e tinha um senso de humor invejável. Ela cuidara dele com desvelo quando ele fora libertado do cativeiro. As marcas da violência sofrida por ele estavam em seu corpo, ele havia sido açoitado nas costas e havia queimaduras nas solas de seus pés, ele tinha uma cicatriz que ia da parte de baixo das costelas até o final de sua virilha. Este ferimento quase o matara. Lucy cuidara dele todos os dias, ele jamais esqueceria isso.

Ele se enxugou, ouvindo o barulho da tempestade, chegou na janela do seu quarto e podia divisar os contornos do palacete vizinho. Sr. O’Connor o havia avisado que pertencia a um casal de artistas, que tinha uma filha adorável. Ele sabia a história dos Granger, e admirava especialmente o Sr. Granger, que era um arqueólogo conceituado. Como colecionador de objetos de arte, Harry conhecia quase todo mundo neste ramo. Ele lamentara muito a morte do arqueólogo.

Ficou fitando por um bom tempo o palacete e viu que a luz de um dos quartos estava acesa. Será que a filha deles ainda morava ali? Com este pensamento desceu as escadas.


O jantar foi ótimo, e eles se recolheram cedo. Harry queria levantar-se cedo, caso a chuva tivesse parado, queria inspecionar as obras feitas em sua nova casa. Afinal passaria muito tempo ali.


Do outro lado, no palacete dos Granger, Hermione rolava na cama, cada trovoada a fazia tremer. Ela jamais conseguira se controlar em tempestades, ela sentia como se seu corpo inteiro fosse se desfazer, de tanto que ela tremia. Ms Jane entrou no quarto com uma bandeja com chá fumegante e biscoitos amanteigados. Ela sabia que Hermione deveria estar acordada. Sentou-se na cama e lhe entregou a xícara e disse:

--- Calma filha, já vai passar, o tempo já está limpando, não fique assim, beba esse chá, ele vai fazê-la relaxar....

Hermione pegou a xícara trêmula e começou a bebericar o chá.

Ms. Janet com habilidade tentou distrair a atenção da morena, de um trovão particularmente alto:

--- Você viu, o nosso vizinho chegou agora há pouco, no meio deste temporal e ainda por cima de helicóptero...

--- Ah então aquele barulho todo era o helicóptero dele sobrevoando a casa?

--- Era sim, Hastings que estava no celeiro se certificando que os animais estava todos protegidos disse que ele desceu abraçado com uma loira, e que havia um carro esperando-os na porta.

---- Será que ele é casado? Me disseram que ele detesta publicidade... 

A chuva cessara, e Ms Janet cobriu Hermione, depositou um beijo na testa dela e a deixou adormecida. 

No dia seguinte, o dia estava ensolarado, nem parecia que haviam tido um temporal daqueles na noite anterior.

Hermione preparou uma cesta cheia de guloseimas, doces, bolos, tortas, rosquinhas de nata, tudo para levar para o vizinho como um presente de boas vindas. Além de estar carregando seus instrumentos de jardinagem para pegar sua muda de rosas.

Ela atravessou para a propriedade vizinha, por um buraco que havia no muro, ao lado do celeiro, e foi caminhando alegremente para o solar dos O’Connor. Antes disso encontrou o Sr. Charles o jardineiro, que permanecera na propriedade a pedido do dono para manter o jardim impecável como sempre fora.

--- Oi Charles, belo dia não?

--- Oi Srta. Que bom que veio, estou justamente aqui para ver se as rosas não foram afetadas com o temporal de ontem

--- Ai não me diga que cheguei tarde demais...

--- Não Sra. Estas rosas são fortes como o amor que o Sr. O’Connor tinha pela esposa, elas não sofreram nada....

--- Ai que bom.... trouxe uma outra cesta para levar as mudas para mim... você me ajuda?

--- Ajudo sim, mas me dá um instante que vou no barracão pegar alguns vasinhos para já envasá-las antes de você levar. Vá arrancando as mudas que quer... sei que você é mestre nisso – disse gentil o jardineiro

Hermione colocou a cesta de guloseimas do lado, e começou o trabalho de tirar as mudas das rosas e de dois outros tipos de flores que ela queria.

Uma sombra se projetou sobre ela, e ela com as mãos sujas de terra, sem olhar pra trás disse:

--- Vamos Charles, coloque esta no vaso pra mim, esta rosa é uma preciosidade, e não quero estragá-la...

Uma mão pesada bateu em seus ombros e uma voz de timbre grave atingiu os seus ouvidos:

--- Não sabia que por aqui havia ladrões!!! Ainda mais mulheres!!!

Hermione gelou, aquele não era Charles, ela se levantou com dificuldade e se virou de frente para o seu interlocutor, e o que viu a fez ficar sem fôlego. Um homem alto, com cabelos negros, olhos extremamente verdes, uma boca máscula e decidida e com uma expressão nada amigável nos olhos.

--- Não estou roubando... disse Hermione limpando as mãos, e reunindo toda paciência que tinha e continuou: --- o Sr. O’Connor havia me dito que eu poderia pegar algumas mudas desta rosa para minha propriedade, e estou fazendo isto antes que a chuva acabe com os brotos... – disse ela sem graça tentando se justificar.

--- Mas o Sr. O”Connor não está mais aqui, e não gosto de ninguém xeretando na minha propriedade, nem se apropriando do que é meu – disse ele grosseiro

--- Me desculpe se o ofendi, eu iria me apresentar primeiro, o Sr. é o novo dono do solar?

--- Isso não vem ao caso, pegue o que veio pegar e suma daqui.

--- Escute aqui, estou aqui tentando ser amigável, trouxe até uma cesta de guloseimas para dar boas vindas aos novos vizinhos, bem que o Sr. poderia ser mais condescendente.

--- Não estou aqui para ser condescendente , agora se já terminou de retirar o que queria, pode ir saindo. Não gosto de intrusos na minha propriedade.

Hermione estava pasma, aquela aura de poder e sensualidade que aquele emanava, a deixava sem ação, quando ela ia responder foi interpelada por uma moça loira que assim que viu que havia algum problema, desceu logo aos jardins.

--- Olá, bom dia – disse Luna amigável.

Hermione, recuperou o fôlego, deu uma olhada no seu oponente à sua frente que parecia ter mais de 2 metros, tal a força que ele emanava e respondeu à loira:

--- Bom Dia., sou Hermione Granger dona da propriedade do lado ... e apressou-se em dizer: -- Eu estava aqui dizendo ao seu marido que eu só vim aqui para pegar umas mudas de rosas que o Sr. O’Connor havia me dado e estendendo as mãos trêmulas para a loira continuou dizendo:

--- E também trouxe uma cesta com guloseimas da minha casa como boas vindas aos meus novos vizinhos, mas pelo visto não sou bem – vinda - disse Hermione se retirando.

Luna a segurou pelo braço e disse:



--- Calma, primeiramente meu nome é Luna Lovegood, e este senhor nervoso aqui do lado não é meu marido e sim meu irmão. Harry. 

E .... NÓS aceitamos sim sua cesta de boas vindas... e não esquente muito para o meu irmão ele simplesmente está um pouco cansado e tenso com esta mudança – disse a loira conciliadora.

Hermione respirou fundo e disse virando-se para Harry:

--- De qualquer forma me desculpe, eu já vou indo. Obrigada pela gentileza Luna, e vocês serão bem vindos à minha casa quando quiserem. – disse a morena empinando o queixo.

Harry a olhava de cima a baixo, intrigado como uma moça do campo, sem produção nenhuma, com uma calça jeans surrada e um moletom, cabelos em desalinho poderia ser tão bela.
Ela estava com o rosto afogueado pelo calor da discussão, tinha uma boca carnuda, seios empinados. Há muito tempo ele não se relacionava com ninguém, ou melhor há muito tempo ninguém tinha chamado tanto a sua atenção como à morena a sua frente... 

Harry rapidamente respondeu:

--- Não sou do tipo que faço ou retribuo visitas, nem com convites, o que não é o seu caso. E dizendo isto virou as costas e saiu....

Hermione estava boquiaberta tamanho tinha sido a grosseria dele.

Luna interveio antes de Hermione sair e disse:

--- Não dá bola não, ele nem sempre é assim, é um doce de pessoa, mas ultimamente anda meio sistemático, e gosta de se isolar. Me desculpe... Olha eu aceito o convite para te visitar sim. Só Deus sabe o tanto que preciso de um bom papo, e além do mais preciso devolver a cesta né? 

Hermione sorriu e disse:

--- Vá sim, estarei esperando por você. E diga ao seu irmão, que não voltarei aqui sem convite, e só pra avisar, metade do lago da propriedade dele é meu e gosto muito de nadar no lago... caso um dia queira ir comigo Luna, você será sempre bem – vinda.

--- Claro que sim. Vamos combinar para qualquer dia, e mais uma vez me desculpe.

Hermione sorriu e seguiu em direção à sua casa.

Da janela da bibilioteca, Harry observava Hermione voltar para casa, com uma cesta de rosas na mão, ele admitira a si mesmo que tinha sido muito grosseiro, mas não queria saber de intimidades com estranhos, ele jamais se deixaria enganar novamente... ele não passaria por tudo novamente, simplesmente por confiar demais nas pessoas.



Prévia do capítulo III


Ele a observava de longe, ela estava com um roupão na beira do lago, molhava displicentemente os pés na beira da água, ele estava do outro lado do lago, queria nadar, se refrescar um pouco, mas ficou hipnotizado com a visão do outro lado....

Ela abria lentamente o roupão, mas não o tirara por completo. Harry estava oculto por uma grande pedra na beira do lago, e a ficou observando por um tempo.

Hermione estava acostumada com o silêncio o lugar e se sentiu observada, sem ser notada, ela levantou o olhar e viu que Harry a olhava do outro lado da margem. 

Ela fechou o roupão rapidamente e gritou:

--- Se fosse você Sr. Harry, não mergulharia aí deste lado. Tem pedras pontiagudas e você pode se machucar gravemente. O melhor lugar para mergulhar é do meu lado da margem, mas como o Sr. disse que não aceita convites, creio que vai ter que ficar com calor – disse ela zombando dele.


--- Teoricamente o lago é nosso, então não estaria invadindo sua propriedade de forma nenhuma se mergulhasse aí do seu lado – disse ele com aquela voz grave e antes de Hermione responder ele continuou, agora andando em sua direção e retirando seu próprio agasalho...

--- Mas muito obrigada pelo aviso, deveria ter uma placa ou algo assim que explicasse isso, se não fosse por você eu estaria no fundo do lago agora machucado...

Ela estava hipnotizada, ele havia tirado a blusa do agasalho e ela jamais havia visto um físico como aquele, não tão de perto... ele andava em sua direção e ela foi se afastando de costas, sem conseguir tirar o olho dele.

Ele estava cada vez mais perto, e Hermione inconscientemente apertava o cinto do roupão... ele chegou perto dela, tirou a parte debaixo do agasalho, revelando aquelas coxas perfeitas e disse:

--- Se me permite, mergulharei deste lado, e chegando perigosamente perto dela disse:

--- Algum perigo deste lado? Disse com a voz rouca

Hermione tremeu, mas ainda continuava com raiva dele, no dia anterior ele tinha sido muito grosseiro, e ela se ofendera

--- Não, pode nadar à vontade, ao contrário de você, eu não trato minhas visitas com falta de educação. Agora se me dá licença, vou embora. Divirta-se – Ah!!! Para sair do lago, saia também deste lado, caso contrário como te disse você pode se machucar, e só nade até o meio do lago, e depois daquela cachoeira, tem uma caverna subterrânea linda, onde você poderá descansar caso esteja cansado. Adeus.

Sem dar tempo dele responder ela subiu a colina rapidamente. Ela tremia da cabeça aos pés, não sabia como aquele homem podia mexer tanto com seus sentimentos... era raiva que ela sentia – só podia ser ... ele havia sido grosseiro e ela não gostara nem um pouco disto..

Harry ficara na beira do lago olhando Hermione subir, ele perdera a graça do mergulho. Ela também sabia ser insolente, e ele gostava disso. Também gostava do jeito que ela falava, empinando o queixo para cima. É ele estava gostando deste jogo de gato e rato.
E a última palavra não seria dela...

Rapidamente ele colocou a parte debaixo do agasalho e subiu a colina, e como um gato a alcançou, pegou no braço dela e a virou para si...

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