- O que você esta tentando fazer Hermione? - perguntava o ruivo na mesma hora em que eu desaboatoava suas vestes.
- Não seja burro Ronald Weasley! - respondi.
- Mione, alguem pode nos ver aqui! E se a Parkinson estiver de novo escondida com essa fil...
- Ela não vai fazer nada! - retirei sua camisa e a joguei para longe. Agora eu tentava tirar sua calça jeans.
Estavámos no meio de um corredor vazio de Hogwarts. Eu precisa sentir aquilo. Aquele sonho.... Era apenas consequência disso, eu não era lésbica, e eu precisa provar isso a mim mesma.
- Mas, Mione... - ele relutava e tentava me afastar para longe.
- Cala a boca Ronald! - e calei-o beijando seus lábios agressivamente. Por um momento ele se deu por vencido e retribui o beijo alisando por entre minhas coxas enquanto eu passeava minhas mãos em seu peito nú.
Mas de repente...
- Mione eu não entendo... - disse ele me afastando alguns centimetros de si.
- Ron, eu quero!- respondi com a voz mais doce que pude reunir.
- Mas... Não Mione, eu não tô afim! - Disse o ruivo tentando não ser tão severo.
BRRÁÁÁÁÁÁ.
Nunca pensei que pudesse ser tão humilhada daquele jeito. Senti o mundo ali desabar. Fiquei totalmente sem reação. Ele me lançava um olhar culpado, mas como se tivesse pedindo desculpas, ja o meu, era inexpressivo. Foi quando uma voz familiar surgiu das sombras.
- Negando fogo Weasley? - disse a voz.
Rony tentou se recompor ficando totalmente vermelho e apanhando suas roupas.
- Saia daqui Parkinson ou te dou uma detenção! - disse o ruivo com raiva. Eu ainda continuava no meu estado petrificado.
- Se não viu Weasley, também sou monitora. E mesmo se não fosse... Você não teria moral nenhuma pra me dar uma detenção agora, sendo apanhado nesse estado. Tsc, tsc, tsc! - ela meneava a cabeça de uma lado para o outro.
- O que foi Granger? Morreu? Isso foi demais pra você que acabou entrando em estado de choque? - e riu maldosamente.
Imediatamente recobrei os sentidos e revidei a ofensa.
- E você Parkinson? Anda se divertindo muito nos armarios de vassouras? Cadê a Bostrander que não está te acompanhando? - Provoquei. A sonserina gelou após ouvir o que eu havia dito.
Lancei um olhar a Rony, ele parecia confuso e ao mesmo tempo nervoso.
- O que foi? Morreu Parkinson? - sorri - Bem, se me dão licença, preciso ir andando... Ah e Rony, quando eu estiver afim de falar novamente com você eu aviso tá?
E sai batento o pé deixando os dois em estado de choque. Apressei os passos o mais rápido que pude em direção ao banheiro feminino e lá desabei ao lado de uma pia e sem que eu conseguisse contê-las, as lágrimas vieram à tona.
X
- Granger, precisamos conversar! - disse a sonserina no mesmo instante em que havia entrado no banheiro feminino.
- Eu não tenho nada pra falar com você Parkinson.
- Ah, tem sim! Quer realmente que todo mundo saiba o que você anda fazendo a noite com o wesleyzinho pelo castelo?
- E você quer realmente que todo mundo saiba o que você anda fazendo nas salas de vassouras com a Bostrander?
Ela puxou alguma coisa do bolso direito das vestes. Parecia um tipo de ...cigarro! E num instante com um aceno de varinha o acendeu.
- Onde você conseguiu isso Parkinson?? - fiquei pasma.
- Ah Granger isso não importa. Mas não é la um exclusividade do mundo trouxa sabe?
- Larga isso Parkinson!!!
- Que foi? Ta preocupada comigo agora é? - e riu gostosamente.
- Nãão sua idiota. Tô nem ai pra você, mas você sabe que isso não é permitido aqui na escola!
- Ficar se agarrando no meio dos corredores e nas salas vazias também não!
- Não se finja de santa Parkinson, você também estava e ainda por cima, com outra GAROTA! - ela deu um trago e soltou a fumaça.
- Estamos quites agora então né? Mas uma coisa eu posso te dizer Granger... as lésbicas nunca negam fogo... e garanto que proporcionamos mais prazer uma a outra do que esses homens insensíveis e idiotas! - ela fez cara de nojo e torceu o nariz.
- E desde de quando você foi sensível Parkinson?
- Eu também sou uma humana Granger... - ela tragou mais uma vez o cigarro de maconha e tentou prender a fumaça o máximo de tempo que pode, soltando-o novamente.
Fiquei observando por alguns instantes enquanto ela o fazia e levantei do chão ficando frente a frente com a sonserina. Foi quando a fumaça me envolveu intensamente.
- Isso é nojento!! Argh... apaga essa porcaria. Nossa que fedor... - disse enquanto prendia o nariz.
Ela riu mais uma vez e então falou.
- Ei garota, você não pode julgar uma coisa sem antes provar...
- Eu não vou e nem nunca quero provar isso!
- Será?
- Claro que não! Mas, confesso que fiquei um pouco curiosa em relação a outra coisa...
O que diabos eu estava dizendo? Acho que aquela fumaça tava fagocitando nos meus cachos. Merlin, me ajuda.
- Hum.. Você até que é interessante Granger...
- E você ta é ficando muito chapada - e eu também, pensei.
A sonserina deu alguns passos em minha direção ficando apenas a alguns centimetros do meu rosto. Ela estendeu o cigarro e disse:
- Vamos, prova.
- Nem pensar!!!
- Então talvez... - ela deu mais um passo e postou seus olhos em minha boca, estavamos apenas a uns dois centimetros de distância, uma da boca da outra - Você queira... - observei sua boca carnuda - meu Deus, como eu queria beijá-la - Provar.. isso.
E em segundos sua boca estava colada na minha. Senti o gosto amargo do cigarro, mas não me importei. Tudo que eu queria era sentir aqueles lábios carnudos nos meus.... Percebi que espamos de prazer percorreram meu corpo, uma sensação muito boa envadiu meu ser... Mas, o que eu estava pensando? Aquela era Pansy Parkinson, uma sonserina e garota!
Recobrei os sentidos e a empurrei para longe, deixando a outra totalmente desnorteada. Imediatamente corri desabalada para a torre da grifinória.
X
Assim que passei pelo buraco do retrato da mulher gorda, Ronald me esperava sentado em um dos sofás. Ele ainda parecia meio confuso e com aquele olhar de quem pedia desculpas.
- Mione, por favor...
- AGORA NÃO RONALD! - E corri o mais rápido que pude para o domitório das meninas.
Deitei na cama e comecei a pensar no que havia acontecido à alguns minutos antes. Deveria ter sido aquela fumaça que me deixou louca daquele jeito, só podia. Mas, aquele beijo... era tão.. tão.. doce e aquela sensação tão boa... Era tão bom e errado ao mesmo tempo... Minha cabeça estava a mil, demorei a dormir naquela noite e só descansei quando o sono finalmente me venceu.
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Meninas, me desculpem pelas faltas de acentos, sou péssima em acentos e o word do meu pc não corrige nada :@:@:@
Ah, e agora que a história vai ficar interessante....(666'
Beijo da sapa.. uoouou ;)