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1. Apenas as preparações


Fic: Imagine eu e voce GHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ela estava mais uma vez sentada e sozinha na sua cama, olhando fixamente para o nada. Olhou para as cortinas fechadas. Imaginava quantas horas poderiam ser. Sete? Oito? Não importava. Era sábado e ela não conseguira dormir muito naquela noite. Era a terceira vez consecutiva que ela ficava daquele jeito naquela semana. Não conseguia parar de pensar. Seus cabelos caíam-lhe sobre o rosto e nem forças para tira-lo da frente dos olhos ela tinha. Queria sorrir, mas alguma coisa em seu estômago apenas fazia com que ela sentisse medo e ansiedade. Respirou fundo e desviou o olhar, conseguindo forças para levantar o braço e arrumar o cabelo. Jogou-se na cama, pegou o travesseiro, fitou o teto e depois tapou seu rosto, emitindo um grito abafado e bem longo.


-Desse jeito, ruiva, você vai ficar rouca e não vai conseguir afirmar o que tem que afirmar. – disse uma voz, que a fez levantar num pulo.


O susto foi tão grande que ela havia pulado para o outro lado da cama, olhando assustada para duas mulheres, uma loira e uma morena, que sorriam para ela.


-Eu poderia ter matado vocês duas. – exclamou, respirando fundo.


A morena levantou a sobrancelha e a encarou de maneira gozadora.


-E ia matar a gente com o que? Sua varinha está muito longe de você no momento. – falou ela, erguendo a varinha da ruiva.


-Deixa de ser ridícula, Mandy.


A morena soltou uma risada gostosa, enquanto a loira erguia as sobrancelhas para a ruiva. (frase foda com os tipos de cores de cabelo! hahaha)


-O que foi, Linda? – indagou a ruiva.


-Você não acha que está um pouco atrasada? Ainda está de pijama e parece um caco.


A ruiva riu nervosamente. Sabia que Linda tinha razão, mas não conseguia se mexer sozinha. Não conseguia sair do lugar. Parecia até um feitiço paralisante.


-Vou precisar de ajuda.


-Nós sabíamos. – exclamaram as duas juntas.


Ela sorriu e suspirou. Como se tivessem combinado, as três gritaram escandalosamente:


-VOCÊ/EU VAI/VOU SE/ME CASAR HOJE!!!


E as três saíram correndo para o banheiro.


 


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Ela não entendia por que aquela mulher demorava tanto para escolher uma flor. Já havia dado duas voltas pela loja e nem sequer pedira ajuda. Queria muito que ela escolhesse logo as flores e fosse embora para que pudesse não se atrasar para o casamento que teria que fazer daqui algumas horas. Olhou o relógio. Sua funcionária estava atrasada mais uma vez. Suspirou pesadamente e encarou a mulher, ainda rodiando entre algumas flores.


-Senhora, eu sei que já perguntei, mas é só para saber se realmente a senhora não precisa de ajuda.


A mulher parou de andar e encarou a vendedora. Seus olhos pareciam mortos de uma maneira estranha, como olhos de peixe. Ela sentiu vontade de rir, mas se conteve.


-Quero algo que diga: sinto que ele está louco, mas não muito. Ele era apenas um cão e você não deveria amá-lo mais do que a mim.


A vendedora a encarou, arregalando os olhos.


-Pode fazer uma faixa dizendo isso?


Engoliu seco e sorriu.


-Nós não trabalhamos com faixas, mas eu tenho o buque ideal para essa ocasião. – respondeu, dando graças a Mérlim por poder resolver aquilo rapidamente.


 


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Linda preparava a maquiagem, enquanto Mandy arrumava o penteado da ruiva.


-Acho que prefiro o outro, Mandy. Ficou mais simples e mais bonito. – respondeu, assim que a morena lhe perguntou qual dos que fizera ela preferia.


Um barulho parecido com uma vasilha caindo soou.


-Ouviram isso? – perguntou Linda.


-Deve ser minha mãe. Mãe?


-Somos nós, querida.


-Nós?


-Sim. Eu, seu pai e a Emy.


-Fiquem a vontade, enquanto eu termino de me aprontar.


-Por favor, querida, fale para o seu pai que ele não pode usar esse terno? Eu até trouxe outro para ele se você o convencer.


A ruiva pediu Mandy e Linda para esperarem e colocou a cabeça para fora do quarto. Seu pai vestia um terno verde escuro, com uma gravata preta, tal como a calça e o sapato. Parecia um perfeito trouxa.


-Está bonito. – respondeu, sorrindo e piscando para o pai. – Bonito.


-Obrigado. – ele respondeu, sem graça.


A mãe revirou os olhos e balançou a cabeça.


-Ele tem ternos mais elegantes que esse. A propósito, minha filha, será que você poderia me explicar mais uma vez a razão de vocês dois estarem fazendo um casamento de jeito trouxa?


A ruiva sorriu para a mãe.


-Já lhe expliquei mil vezes, mãe. Uma vez vi um filme com Harry e eu me apaixonei por esse ritual. Vestido branco, igreja enfeitada e depois uma festa.


-Mas você não me deixou preparar nada.


-Nada do casamento, ne?! Porque sei bem que a senhora foi quem pediu os tipos de flores e toda a decoração. Além de saber também, sra.Weasley, que você que fez toda a comida.


A mãe concordou com a cabeça e a ruiva voltou para dentro do quarto.


-Ainda não entendo... – pensou a sra.Weasley, alto.


-Eu tenho uma pergunta. – falou Emy, olhando para a avó.


-Pode dizer, querida.


-Por que o alfabeto é naquela ordem?


A sra.Weasley a encarou e sorriu.


-Ora, Emy. Ninguém sabe, ninguém se importa, então, uma vez na vida, minha querida, você poderia...


Mas ela não conseguiu terminar. Sua filha saía do quarto, pronta para casar. Usava um vestido branco bordado no busco com algumas pérolas, sem calda e simplesmente muito bonito. Os cabelos estavam presos em um coque, mas apenas duas mexas de franja lhe caíam sobre o rosto. Todos a fitavam boquiabertos.


-O que é que vocês acham? – indagou a ruiva, respirando fundo.


-Uau. – comentou o sr.Weasley.


-Oh, querida. – começou Molly, sem conseguir terminar, apenas sorrindo.


-Você parece uma cobertura de bolo. – riu Emilly.


-Então está ótimo. – falou a ruiva, sorrindo para a menina.


 


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Estava com pressa, colocando as coisas no carro. Andava de um lado para o outro, carregando flores e outros objetos para o casamento.


-Oi.


-Você está atrasada. – respondeu, sem nem olhar para sua ajudante.


-Droga. Qual o trabalho?


-Um casamento.


-Não se preocupe. Você sempre dá um jeito.


-Uma de nós precisa fazer isso.


-Casal legal?


-Não os conheço. Mandaram uma das madrinhas que tinha todas as recomendações da mãe.


-Sempre é a mãe, não é mesmo? – ela deu uma pausa, coçou a cabeça e tornou a perguntar – Saia comigo depois?


-Claro.


-Você sai?


-Claro.


-Oh, legal. Bem, nós vamos juntas.


-Não. Eu encontro você lá. – respondeu, já fechando o porta-malas do carro.


-Você não vai. – falou a ajudante, parando na frente dela.


-Meu programa favorito está passando na TV. – ela respondeu, dando a volta e entrando no carro.


-Você precisa de uma vida amorosa.


-Eu tenho uma vida morna. Serve-me muito bem. Sempre serviu. – respondeu, batendo a porta do carro e saindo, ignorando o resto do que a outra moça falou.


Olhou pelo retrovisor. Tinha tempos que ela a chamava para sair. Lucy era uma boa menina. Só um pouco irresponsável. Era uma espécie de filha adotiva da mãe desde que o pai morrera e era extremamente grata a ela por tudo o que ela fez enquanto ela própria estava ausente. Totalmente ausente. Como se não existisse.

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