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4. Amigos ?


Fic: Mais que inimigos // D/Hr // Cap 5 on \ô/ (Aeluia)


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione acordou com a luz do sol incomodado sua visão, forte demais para estar cedo. A garota levantou-se desesperada, e correu para o banheiro, tomou o banho mais rápido que já tivera na vida. Após trocar-se correu para sua classe, que no momento estariam tendo aula de poções, com Sonserina.
- Desculpe o atraso, professor. – disse timidamente ao entrar. O professor apenas sorriu e indicou um lugar para a castanha. Obediente a garota seguiu para seu lugar, mas o que não esperava, era que a pessoa que estava sentada ao lado era ninguém mais, ninguém menos do que Draco Malfoy. Após sentar-se a garota sequer olhou para o lado, queria deixar bastante claro de que a noite anterior estava esquecida.
- Hey, Mione... Da próxima vez que quiser sentar-se ao meu lado, não precisa se atrasar. Pode deixar que eu guardo um lugar para você.
A castanha nada respondeu, achou melhor ignorá-lo, pois se fizesse ao contrário acabaria arranjando uma briga.
- Ah, qual é, Mione? Mal começamos nosso relacionamento e você já está me dando um gelo?
Esperou por mais um momento e, percebendo que Hermione não olharia, resolveu “jogar sujo”. Com as pontas gélidas de seus dedos, o loiro tocou seu pescoço, e traçou uma linha até o queixo da castanha, fazendo-a estremecer.
- Vamos, Mione. Não tem por que ficar assim... Vai, fala comigo.
Vendo que estava funcionando decidiu avansar. Aproximou seu rosto do pescoço da garota, que arrepiou-se ao sentir a respiração dele tão perto, e beijou-a de leve, fazendo com que o local queimasse.
- Vai... Mione... fala... comigo. – a cada palavra o garoto a beijava de leve. Não suportando mais isto, a castanha virou-se tão rápido que assutou Malfoy, que não esperava mais por resposta alguma.
- Não existe relacionamento nem um entre nós dois, Malfoy. Eu nunca irei ousar sentir algo por você, já é demais você ter meu ódio. E não me venha com historia fajuta sobre gostar de mim ou estar apaixonado, você não sabe o significado dessas palavras, nunca irá apreder.
Após passar o susto, Malfoy não perdeu a pose e lhe soltou uma pergunta.
- E você, Granger?
- Eu o que?
- Você já amou alguém?
Sentindo um estranho peso em seu peito, a garota virou-se, sem olhar novamente para Malfoy.
- Ah... Amor não corrspondido. Não me surpreende, Granger. Quem olharia para você? Hmm... Deixe-me ver... – falou colocando a mão em seu quixo para fingir estar pensando. – É o Potter? Não... Não é o Potter. O Weasley? – no memso instante a castanha ruborizou-se. – Há! Eu não posso crer! Weasley, Granger? O Weasley? Só podia ser mesmo. Mas que pena... Acho que ele ainda nem notou que você é uma garota. Preferiu até a Di-Lua Lovegood!
Enquanto fazia esforço para não escutar as palavras venenosas do loiro, Mione lutava contra as lágrimas que teimavam em cair de seud olhos. Era verdade, a mais pura verdade, tudo que Malfoy dizia, sem dó nem piedade. Sem aguentar mais uma palavra a castanha pegou suas coisas e retirou-se da sala, sem olhar para trás, e foi para o único lugar que se sentia bem: a biblioteca.
Dirigiu-se para a ultima prateleira e pegou um livro qualquer, sem realmente ver sobre o que era. O abriu mas não conseguiu ler, pensava nas palavras de Malfoy. Verdade, tudo era verdade. Enxugava suas lágrimas ao mesmo tempo em que se xingava de todos os xingamentos possíveis, por ser tão burra e estúpida. Como pôde pensar que um dia Ron olharia para ela, ainda a via do mesmo jeito sempre, convivia tanto cm ela que se esquecia de que a garota também era uma menina. Não sabia há quanto tempo já estava na bibliotéca, mas já fazia bastante. E não lera sequer um livro. Estava com o rosto, vermelho de tanto que chorara, esmagado contra o livro que pegara, quando escutou as vozes conhecidas de Harry e Rony.
- O que o Malfoy fez para você, Mione? Não gostei nem um pouco do jeito que estavam se falando. – disse um Rony emburrado. A garota permitiu-se olhar por mais tempo que devia para Rony, e logo o respondeu.
- Nada. – mentiu.
- Ah, qual é, Mione. Nós vimos vocês dois. E não ficamos nada satisfeitos com a aproximação. E depois você sai chorando da sala. Merecemos um explicação. Somos ou não somos seus amigos?
A garota respirou fundo antes de falar.
- Sim, vocês são. Mas o que Malfoy disse é insignificante, é algo que deve ser esquecido.
Aparentando estar mais satisfeito, Harry sentou-se de frente para a garota e pegou sua mão, acariciando sua costa.
- Tudo bem, Mione. Nós entendemos... – o olhar do garoto era tão profundo que a castanha teve que desviar o olhar, que foi na direção do ruivo, que aidna aprentava estar com raiva. Ela não pode evitar dar um leve sorriso.
- Pois eu não entendo, o que está acontecendo entre você e Malfoy, Mione? Acho que merecemos um explicação e depois tentamos esquecer.
- Não é nada, Ronald. É sério, não precisa ficar se preocupando com isto. – sem satisfazer-se com a resposta da garota, ele sentou-se também, ao lado de Harry. Percebendo o clima tenso entre eles, Harry logo achou um assunto que deixou para trás todas as complicações na cabeça de Mione. Mas logo a garota lembrou-se que ainda tinham aula, e fincou o pé quando afirmou que não mataria aula, e assim foi seguida pelos garotos, enquanto eles soltavam reclamações como: “Ninguém merece, Mione!” ou “ Matar aula faz bem de vez enquando, se você não sabe.”, e sem ligar para as reclamações, a agarota seguiu seu caminho. Sem mais pensar em Malfoy.

O loiro, porém, não conseguia entender como Hermione podia querer o “pobretão” ao invés dele. Isto estava fora de lógica, mas não iria deixar assim, a castanha ia ser sua. Agora isto não mais um simples capricho, isto agora era um desafio. E Malfoy amava desafios.

O dia passara rápido, quando Hermione vira já era noite, ora de recolher-se, mas acordara muito tarde e não tinha sono nem um. Entrou em seu dormitório, pegou sua nessessarie e foi para o banheiro. Queria sair o mais rápido possível daquele dormitório, não queria sequer olhar para Draco Malfoy. O banho caira bem, estava precisando muito dele, finalmente pôde relaxar e pensar no dia. Decidiu que esqueceria tudo que Malfoy lhe dissera, percebera que era idiotice dar bola para algo que saísse da boca do loiro. Após o longo banho, e por sorte não foi interrompido por Malfoy gritando do lado de fora, a castanha vestiu-se e foi fazer a ronda.
O castelo estava no mais completo silêncio, apenas escutava o som do vento, que estava bastante forte, por sinal. Abraçando si mesma, a garota percebeu que não havia levado sua capa, mas não se importou com isso, continou a andar. Não havia necessidade de continuar sua ronda pela escola, mas, novamente, estava sem sono, desta vez por que acordara tarde. Encontrava-se, novamente, no mesmo local, apreciando a paisagem que lhe cercava, transmitindo uma paz inesplicável.

Andando, ou melhor, cambaleando, pelo corredor, vinha Malfoy, que tinha acabado de sair de mais uma das festas da Sonserina. Sem saber muito para onde ia, pois estava completamente fora de si. Hermione escutou alguém aproximando-se e direcionou-se ao local para ver quem era. Que aluno estaria este horário fora do dormitório? A garota surpriendeu-se ao ver que era Malfoy, mas havia algo de estranho. Preparou-se para mais um quilo de ofensas e para dar boas respostas também. Mas as ofensas não vieram, e a garota estranhou.
- Malfoy? – o loiro não respondeu, pareciar estar em outra dimensão. Parecia nem ter notado a presença da castanha. Até que parou, virou-se e a encarou, ficou fitando-a, até falar:
- Dia bonito, não?
- Já é noite, Malfoy. – falou como se estivesse explicando algo à uma criança de cinco anos.
- Continua bonito, mesmo assim. – a castanha apenas revirou os olhos. Com o pensamento de que iria arrepender-se mais tarde de ter feito isso. Mas, mesmo odioando o loiro, ainda tinha bom senso, e sabia que o garoto não estava em condições de andar pelo castalo daquele modo.
- Vamos, você é um idiota mesmo... e eu sou mais ainda por estar lhe ajudando. – e o “carregou” para o dormitório. Tentava não pensar no que teria de fazer. Levou o loiro para o andar de cima, tentando não escutar as merdas ditas por ele. Se um Malfoy sóbreo fala besteiras, imagine um bêbado? Empurrou-o para dentro do banhiero e logo após abriu a torneira da banheira, esperou até que estivesse um quantidade razoável de água e jogou o garoto na banheira, sem prestar atenção nas suas reclamações.
- Essa agua tá um gelo, Mione! – gritou tentando sair, em vão, pois a garota não deixou.
- Me deixa sair! Quem você pensa que é para me impedir de fazer algo?
- Alguém que não deveria, mas está te ajudando. Então, pelo menos uma vez na sua vida, finja estar grato, e fique quieto!
Emburrado o garoto obedesceu, e a castanha ficou satisfeita. Após alguns minutos, bem silenciosos, a castanha levantou-se e foi para a porta.
- Aonde você vai?
- Para meu quarto, você já está lúcido o bastante. Ou quer que eu troque sua roupa também?
O loiro não respondeu e a castanha saiu. Até que não havia se arrependido muito. Fazer uma “caridade” de vez em quando era bom...
Hermione já havia se trocado para poder deitar-se, quando Malfoy bateu em sua porta. A garota não falou nada, somente foi na direção da orta e a abriu, não queria que o loiro entrasse em seu quarto.
- Ah, vejo que finalmente você aprendou a bater na porta... – disse, sarcárstica. O loiro fechou a cara.
- Não estou para gracinhas, Granger. Eu somente vim aqui para... lhe agradescer. – “Ah, qual é? Priemiro vem pedir desculpas e agora vem me agradescer? Isso deve ser pegadinha. Onde estam as cameras escondidas?”
- Não há de quê. – respondeu, sem humor, fechando a porta. Mas foi impedida por Draco, que colocou sua mão na frente.
- Ah, qual é, Granger? Eu estou me humilhando aqui. Finja se importar pelo menos?
- Para a pessoa agradecer outra, tem que estar realmente grata, e se você acha que isso é uma humilhação, isto não é gratidão. – o garoto olhou para baixo, como se pensasse no assunto, levantou sua cabeça novamente e encontrou o olhar da castanha, ia falar algo, mas quando abriu a boca, saiu correndo para o banheiro, deixando uma Hermione cheia de perguntas para trás. Passando um momento, vendo que ele não voltara, a castanha foi atrás dele, para saber se algo havia aocntecido. Ele estava em frente à pia, escovando seus dentes.
- Odeio vomitar... – afirmou com a voz fraca. A garota aproximou-se vendo que ele estava mais branco que o normal.
- Você está pálido... – afirmou tocando na testa do garoto, e logo retirando sua mão, achando que não devia ter tocado nele. – Você está se sentindo bem?
- Estou, não preciso da sua ajuda.
- Mas você está suando. Pare de ser orgulhoso, você está vendo perfeitamente que não está bem!
- Isso não é da sua conta. – disse, ríspido, retirando-se do banheiro. A garota o seguiu.
- Ah, Malfoy, qual é! Isso deve ser só uma febrezinha, se você fosse menos orgulhoso e deixasse eu te ajudar, amanhã mesmo já estaria bom.
- Pare de ser convencida, você não é tão boa assim. E por que queres tanto me ajudar?
- Tudo bem, amanhã você não ficaria totalmente curado... mas ficaria melhor. E eu quero ajudar por que mesmo lhe odiando, você é humano. Qual é? Quem é que vê uma pessoa precisando e não ajuda?
- Não preciso de sua caridade, ou você quer que eu me humilhe mais? – a garota não aguentava mais, até que tinha paciência, mas com Malfoy era impossível. Sem mais nem uma palavra, virou-se e seguiu para seu quarto.
- Espere, só mais uma coisa...
- Cala a boca, Malfoy. Estou cansada de ser humilhada por você! Se for para ficar só me humilhando, então finja que eu não existo! Po**a, será que nunca vou ter paz?
O loiro, espantado pelo surto repentino da castanha, aproximou-se, sem falar nada. Deixando-a completamente imóvel, sem saber o que fazer. O loiro contornou a castanha, parando atrás dela, Mione pôde sentir a respiração dele em sua nuca. Estava nervosa, o loiro tinha um efeito sobre ela que jamais conseguirá entender. Ele sabia controlá-la. Estremeceu ao sentir o toque dos lábios dele em sua nuca, passeando de seu pescoço para a orelha, até que parou.
- O que você quer, Malfoy? – sua voz saiu esganiçada até para ela mesma.
- Admita... – pediu com a voz sedosa em seu ouvido, mais baixa que o normal, mas alta o suficiente para a garota escutar. E logo a beijou novamente, só que desta vez foi atrás da orelha. Ela suspirou.
- Admtir o quê? – aborreceu-se pela voz ter saido tremida novamente.
- Que você não me odeia... – aproximou sua boca do ouvido da garota, e sussurou, mais baixo ainda. – Mione...
Girou-a lentamente, colando o corpo da garota no seu. Ele via a insegurança nos olhos dela. Podia ver que a tinha sobre controle, que mexia com ela. E isto era melhor do que imaginava, nunca fora tão fácil. Suas respirações, que estava cada vez mais próximas, finalmente uniram-se. Tornando-se uma canção para seus ouvidos, sincronizadas, exaltadas, cheias de desejos. A castanha parou, não podia continuar. Não! Ele era seu inimigo, e sempre seria, isto não poderia mudar. Sem saber o que fazer, encostou sua cabeça no peitoral definido do loiro, inspirou todo o ar que havia perdido, e, com a voz exaltada, disse:
- Não faça isso novamente, por favor. – não era uma ordem, não estava brigando com o garoto. Aquilo fora somente um pedido, pois sabia que se o loiro fizesse isto novamente, não responderia pelos seus atos. Retirou-se, lentemente, de perto do loiro, e seguiu para seu quarto.
- Mione... – ela olhou. – Eu aceito sua ajuda. – e deu um sorriso de canto. Aquele que faz as garotas suspirarem e sonharem coisas impossíveis. Ela retribuiu o sorriso. Talvez não fosse tão ruim morar com Draco Malfoy.

Hermione jamais tinha entrado no quarto de Malfoy, era lindo, frio, algumas vezes dava um arrepio, mas lindo. Uma imensa cama ao centro, luxuosa, com algumas almofadas, coberta totalmente por tons de vermelho e vinho. Mas na parede, havia uma cômoda, com alguns pertences masculinos e um lindo espelho em cima. A castanha olhou-se. Até que estava passável. Passável para quê?; perguntou-se mentalmente. Do outro lado, uma estante. Livros, vários livros. Não sabia que Malfoy gostava de leitura. Pelo visto, haviam muitas coisas desconhecidas sobre Malfoy.
Ele sentou-se na cama e fitou a garota, que estava constrangedoramente parada no centro do quarto. Suas bochechas pegando fogo.
- Então, enfermeira, o que vai fazer?
Após recuperar-se da timidez, a garota tirou a temperatura do loiro, não estava alta, mas não estava normal. Não havia necessidade de cuidar do loiro, ele podia muito bem ir no outro dia à enfermaria e Madame Pomfrey o deixaria bonzinho em um piscar de olhos. Ele mesma estava se estranhando. Mas por que fazer algo amanhã se podemos fazer hoje? Tentou consentrar-se neste pensamento.
- Bem... acho que não posso fazer mais nada, mas pelo visto você melhorou. – disse tocando sua testa. O loiro pegou sua mão e acariciou sua costa.
- Obrigado. – a casatnha tirou sua mão rapidamente das dele. Choque.
- Não há de quê... Bem, já vou indo... Boa noite. – levantou-se para ir, mas uma única palavra pronunciada pelo loiro a fez parar.
- Fique... – não foi uma ordem. – Por favor.
Como dizer não àqueles olhos? Como dizer não à ele? Era simples, bastava dizer: não.
- Eu não posso, tenho que ir...
- Ah, vamos... Eu juro que não vou fazer nada. Que tipo de cara acha que eu sou? Por favor...
- Tudo bem... – e sentou-se novamente na cadeira que estava ao lado da cama. Sentou-se e percebeu que ele bateu com a mão ao lado de onde estava deitado em sua cama, chamando-a para sentar-se lá.
- Vamos. Ai é desconfortável.
- Ah, não. Não precisa, não quero incomodar... pode se deitar.
- Mione... parece que às vezes você não pensa. Se eu pedi para você ficar, eu não vou dormir. Vamos conversar.
Conversar? Com Malfoy? Conversar o quê com o Malfoy?; tentava imaginar em que mundo ela sentaria-se na mesma cama que ele e conversariam como amigos. Pelo visto, neste. Levantou-se e sentou-se, com a vergonha à flor da pele. Isso vai ser divertido... ; o loiro ria por dentro.
Um silêncio incômodo tomou conta do quarto. Se pudesse, Hermione cavaria um buraco e se enterraria lá na mesma hora. Mas isto iria demorar muito, então era mais fácil morrer. No que ela fosse fazer isto.
- Então... seus amiguinhos devem estar morrendo de raiva, não? Por eu estar aqui com você...
- Não, nem falaram nada. – mentiu.
- Ah, sei... – a castanha deus uma olhada envergonhada para ele. Silêncio.
- Malfoy...
- Draco. – corrigiu. A garota assutou-se.
- Draco, - continuou cautelosa. – Por quê você está agindo assim? Sabe, eu ainda sou uma “sangue-ruim”, você deveria continar me desprezando e humilhando, não?
- Prefere que eu à despreze e humilhe? – ficou intrigado.
- Não, - respodeu, rápido demais. – É só que... tenho que admitir que é estranho.
- Eu já lhe disse. Gosto de você.
“Ah, nossa! Isso explica tudo!”.
- Desde quando? Até um dia desses você me odiava. E ninguém passa a gostar de uma pessoa assim, do nada.
- Ah, Mione. Pare com essas perguntas, isso é muito chato.
- Só estou curiosa. Pra você pode não parecer estranho, mas para mim, você, que sempre me desprezou, humilhou, xingou, odiou; começara à falar comigo como se eu fosse uma pessoa normal para você, é realmente algo muito estranho.
- Nunca lhe odiei, acho. Sabe... um sentimento muito bonito, pode nascer do ódio.
- E que sentimento seria esse?
- Não sei. Atração, paixão ou, talvez, amor. – a garota enguliu em seco. Deu uma risada sem graça, como, desprezo pelo que fora dito.
- Amor? Ah, qual é Malfoy... Draco, - corrigiu-se. -É dificil de me acostumar. Mas niguém começa a amar alguém do nada.
- Não disse que lhe amo. – a garota ficou séria. – Eu disse talvez amor. Isto pode ser atração, você se tornou uma mulher muito bonita. – “gostosa”, mas não falaria isto na frente da casatnha, não agora. - . Ou paixão, você pode ser orgulhosa, CDF, se achar. Mas tem um caráter muito bom. Gosto disso.
A castanha não tinha palavras, jamais recebera um elogio de Malfoy. Claro que os elogios vieram com alguns defeitos como: CDF, orgulhosa, e se achar. Mas um elogio? Ah, isto era inédito.
Falou apenas o que achou que deveria falar:
- Obrigada, eu acho... – estava irritada, pois todas vez que Malfoy fazia algo, seu sangue insistia em acumular-se em seu rosto.
- Ora, não precisa ficar vermelha, elogios não podem ser guardados.
- Ainda hoje de manhã você falou que... o Ron nem notou que sou uma garota. Se sou isso que você falou, acho que ele me notaria. Pelo geito que você falou, nem você devia ter notado.
O garoto fechou a cara ao escutar o nome de Ron.
- Desculpe, é que não gostei do fato de estar sendo ignorado por causa de outro, principalmente do pobretão. Mas, Mione, é claro que eu lhe notei, e muito antes que o seu amiguinho. Acha que eu teria beijado você na noite anterior se não tivesse notado?
Ela não respondeu. Silêncio novamente.
- Como assim ignorado? Eu lhe ignorei a vida toda, por que se invocaria agora?
- Eu já lhe expliquei, Mione. Eu não sou acostumado a ser trocado, sempre consigo todas as garotas que quero.
- Pois não conseguirá.
- Isso só me deixa mais animado, amo desafios.
- Ah, quer dizer que sou só um “desafio”?
- Não, de certa forma. As garotas com que eu namorei, fiquei, transei, enfim, até hoje, foram só por diversão. Você não é uma diversão, é mais do que isso.
- Er... será que podemos mudar de assunto? Isso tá me deixando contrangida. – disse com um sorriso amarelo. Ele a avaliou e concordou.
Conversaram sobre várias coisas, como se fossem... amigos?
Somente depois de muito tempo, que foram tomar conta das horas. Nem viram passar. Ela quis ir, ele pediu para ficar. Não conseguiu dizer não novamente, e ao seu lado adormeceu. Mas antes, quando estava quase dormindo, Malfoy disse:
- Obrigado por ficar. Isso significa muito. Não ir embora é um ato para demonstrar confiança e amor. É bom saber que você não guarda rancor de mim.
Ela escutou, estava quase dormindo, mas escutou. Não respondeu. Apenas sorriu.



N/Beta: coment’s?!

N/A: Awwwwwwwwwwwww, obg pelos coments amores !! Mas eu queriia maiiiiiiiis !! São tão bons, deixam a gente tão felizes !!! Epro que gostem desse cap!! Até eu fiquei na dúvida sobre os sentimentos do Draco nesse cap... okpsaopkaspkosakopsaopk' Bejoos !!


Artemis Granger: Que boom que adorou o cap amor !! saopksopakopksaopksaopks’ verdade, comentário desnecessário mesmo !! Calma, você logo vai descobrir qual é a dele !!O Jake logo logo irá aparecer, no sexto cap, pra ser mais exata !! E não se preocupe com a quantidade de coments que vc mandou !! Quanto mais, eh melhor amor !! Bejoos !! E eu leio sua fic jah, aocmepanho desde o inicil ! Eh linda e perfeita !! E vc demora muito pra postar, isso eh maldade !!


isabella rodrigues: Como euu faleii ali em cima pra Artemis, o Jake vai aparecer no cap 6 !! Eh, o draco tem que começar a ver que outros podem olhar pra Mione tbm !! Ela tem que ser dificil mesmo, mas não eh facil resistir ao loiro !! BjOOos


Luana Jacino: Obrigada amore !!Verdade, ele eh cretino mas eh perfeito !! Eu tbm cairia rapidinho asopksakposokpa’ !! ô/ BjOos !!


Moe: O bom Merlin colocou o link em seu caminho !! aokpsokpsaokpasokpasokpsakpo’ Obrigado por ler amore !! E quatro caps?? Já dah pra saber um pouco maiis ?? BjOos


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