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Visualizando o capítulo:

1. Voltando pra Casa


Fic: Verdades do Coração


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo I


 


“Primeira página” Ela ergueu a sobrancelha e correu os olhos pelo local com um sorrisinho meia-boca. “Matéria de capa”.


Ginevra Weasley não era o tipo de pessoa comum, daquelas com planos e metas medíocres. Certamente que não... E era por esse motivo que, com toda a sua audácia, encontrava-se em pleno hall do Ministério da Magia.


Quase lhe causava nostalgia aquele lugar. Na verdade, se fechasse os olhos, poderia ser transportada diretamente àquela época, em que o belo hall de entrada havia sido completamente destruído.


Perscrutou novamente o lugar em busca de sua primeira fonte. Só necessitava da pessoa certa, uma ingênua ou vaidosa o bastante para que pudesse manobrá-la como bem quisesse.


-Bom dia – disse calmamente para o homem que acabara de passar por si, segurando o braço dele. – O senhor poderia me dar uma informação? – o homem a encarou franzindo o cenho, provavelmente contrariado. Gina lançou seu melhor olhar de “eu sinto muito por incomodá-lo, mas sou tão tola que acreditei que você parecia muito confiável” e mordeu o lábio inferior parecendo sentida, a expressão dele suavizou.


Sorria intimamente, aquilo seria tão fácil...


**


Hermione encontrava-se em seu novo escritório, ansiosa e cansada, inquieta, no entanto.


Aquele lugar fechado a estava deixando louca – sentia-se como se estivesse enjaulada -, o Ministério da Magia a deixava louca, era como se tudo estivesse fora do lugar... a Inglaterra tinha esse poder sobre ela.


[Flash-back]


-- Sete anos atrás, fim do ano letivo. Formatura --


 


Maquilagem, vestido de gala, salto-alto, cabelos presos num penteado elegante e para completar, um sorriso falso encantador... Sorria sem emoção para as pessoas à sua volta, acenando vez ou outra para conhecidos.


 


Sob a fortaleza que fazia esforço para transparecer, Hermione Granger rangia os dentes, estava angustiada. Corria os olhos por todo salão, tinha certeza que não estava ali. Sem desejar, sua vista buscou a entrada do salão principal. Novamente. E outra vez não achara o que procurava.


 


Devia indagar a alguém?


Talvez... Talvez o tivessem visto. Precisava mesmo encontrá-lo.


Resoluta, se dirigiu a uma das mesas dispostas ao longo do grande local da festa. As gêmeas Patil encontravam-se lá.


 


-Parvati, Padma. Boa noite.


 


-Oh! Olá Hermione. Curtindo a festa?


 


A morena ofereceu mais um de seus sorrisos encantadores vazios de emoção. – Com toda certeza. Hm... Por acaso, teriam visto o Harry?


 


-Desculpe – Padma deu de ombros.


 


-Já falou com o Ron? Talvez ele saiba – Parvati sugeriu.


 


Hermione agradeceu pela ‘dica‘ e se afastou. Sem idéia de onde poderia encontrar o amigo, visto que, francamente, a última pessoa a quem perguntaria por Harry, naquele momento, seria Ron Weasley.


Suspirou.


 


Parou de repente minutos depois, dando-se conta que não se dirigia a qualquer lugar especial, que apenas tratava de se afastar das pessoas.


“Anti-social” pensou com ironia, pois era mesmo assim que sentia-se no momento. Queria estar só ou, mais bem, a procura de Harry, antes que perdesse (totalmente) a coragem. “Que belo exemplar de grifinória tenho me saído”.


 


Supunha-se que deveria fazer o percurso inverso. Isto é, ir ao encontro dos colegas.


Do que estava com medo? Numa risada, talvez a única verdadeira do dia, voltou-se para o salão principal. E, respirando fundo, tornou a caminhar; logo perdendo-se no sem-número de estudantes que comemoravam.


 


**


 


Franzindo o cenho, encarou firmemente Neville. Estava mentindo, não é?


 


-Ele o que?


 


O rapaz a fitou sem jeito. – Eu pensei que ele tivesse lhe dito - comentou coçando a cabeça. – Harry partiu essa manhã. Tem certeza que ele não falou algo com você? - Hermione tornou a olhá-lo, não havia se dado conta de que tinha o olhar perdido no chão.


 


Se havia lhe falado? A garota sentiu vontade de rir na cara do bruxo a sua frente, como Neville podia ser tão desatento, ou ingênuo? Se há semanas praticamente não trocara meia dúzia de palavras com o rapaz da famosa cicatriz. Nem ao menos se lembrava da última vez que o vira por mais de cinco minutos...


 


Talvez, pudesse parecer para o rapaz a sua frente que estivera com um olhar desolado. Ela sorriu, mais para tranqüilizá-lo que por vontade de fazê-lo. – Obrigada, Neville.


 


-Tudo bem, Hermione?


 


-Por que não estaria? – ela indagou confusa.


 


O rapaz hesitou. – É só que você parece, não me leve a mal – se apressou a dizer. -, você está esquisita.


 


Hermione ergueu a sobrancelha, queria indagá-lo “quão esquisita?” e, com sarcasmo, acrescentar: “Quando notou? Há momentos atrás?”, mas decidiu dar de ombros. Seria cruel de sua parte zombar de alguém que, a seu modo, só tentava ajudar. No fim, isto certamente não traria Harry de volta.


 


Pelo jeito, a conversa que precisava ter com ele ficaria – “mais uma vez” ponderou mentalmente, mordendo o lábio inferior – adiada.


 


Não queria perguntar mais nada à Neville, este tão pouco deveria saber mais alguma coisa. Como, por exemplo, para onde Harry fora? Ou por quê?


 


Sob o pensamento, expirou cheia de frustração e um pouco de remorso. Queria sentir raiva de Harry, por ele não ter se despedido, mas seria ridículo. Visto que, como (ou quando) ele poderia? No instante em que ela chegava para fazer as refeições no salão principal? Quando sempre era a primeira a chegar e a se retirar para não precisar encará-lo? Ou, talvez, quando entrava no salão comunal, o mais tarde possível, com o mesmo propósito. Não vê-lo, não lhe falar ou tocar. Como se tivesse medo.


Ela carranqueou.


Ora, também não podia dizer que ele fazia esforço para estar ao seu lado. Ou ao lado de Rony.


Bufou baixinho.


Oh, não importava! Simplesmente devia procurá-lo. Mas o faria apenas mais uma vez.


 


[Fim do Flash-back]


 


Cansada de dar voltas naquele cubículo que chamava de “escritório”, a mulher dirigiu-se à saída. Precisava de ar, ver pessoas, precisava esvaziar a mente.


 


**


 


Paralisada, em estado de choque, era assim que reagira.


Hermione sentiu-se desorientada ao se deparar com Gina Weasley. Ainda mais sob o abraço forte e sufocante desta. Por um instante se perdeu de si e uma sensação desagradável de perda a engolfou. Respirou profundamente e só então retribuiu o abraço da ruiva a sua frente.


 


-Oh meu Mérlin! Herms - Gina havia finalmente se afastado, deixando-a sentir-se mais como ela mesma. - O que você está fazendo aqui? Ou melhor... <i>Como</i> eu não soube que você estaria <i>aqui</i>?


 


Hermione não pôde evitar rir. - Bem, eu trabalho aqui.


 


Gina ergueu uma das mãos, o indicador em riste. - Desde quando? - indagou erguendo a sobrancelha. Hermione franziu o cenho. - Simplesmente sei de tudo o que acontecesse nessa cidade e então, <i>do nada</i>, você está trabalhando aqui, no ministério. Lugar que, acredite em mim, sei das coisas primeiro que o ministro - ela fez um som estranho com a boca. - Tenho de "apertar" minhas fontes. Que tipo de informantes eu arranjei? - então ela riu. - Ah Mione... Que saudade - o ar de Gina mudou, para um mais sério.


 


A morena suspirou. - Hei, Gina. Antes de começarmos isto, que tal tomarmos um chá, enquanto conversamos? E eu prometo, prometo que respondo o que for possível pra saciar sua curiosidade.


 


Gina assentiu.


--


 


Hermione suspirou bebericando sua xícara de chá, Gina a fitava como se a qualquer momento pudesse esfumaçar. Desaparecer no ar.


 


-Então... Imagino que tenha alguma pergunta?


 


Gina deixou de lado o pedaço de torta de abóbora que pedira e ergueu a sobrancelha. – Na verdade, dezenas. Mas não quero assustá-la, não a principio – a ruiva riu de maneira leviana, tratando de descontrair o ambiente.


 


Hermione sorriu levemente, Gina nunca mudaria. – Como estão as coisas para você?


 


– Veja, Mione... – a ruiva brincava com sua garrafa de cerveja amanteigada e Hermione ficou preocupada com o minuto de silêncio que a amiga fez.


 


-Gina? – tocou levemente sua mão.


 


E a ruiva se voltou imediatamente pra ela, com um sorriso zombeteiro. – Eu sabia que ia cair... Você não mudou nada, não é? Meu Mérlin – Hermione virou os olhos, mas Gina prosseguiu indolente. – Estou ótima, meu bem. Considero-me alguém realizada profissionalmente, sou independente, posso fazer tudo que quero, assim como ter o que quiser...


 


-Você não casou não é? – Hermione a interrompeu.


 


Gina pôs a mão na testa dramaticamente. – Ficou tão óbvio assim? – indagou de maneira trocista. – Eu tinha um namorado, sabe. E era muito divertido, até ele começar a desejar controlar meus passos – virou os olhos. – Ele me pediu em casamento e eu não acredito que cheguei a cogitar a possibilidade de aceitar...


 


-Por que diz isso?


 


-Ele queria ser meu dono, não meu marido – Gina deu de ombros. – Não faz diferença, eu sempre soube que havia algo de muito errado com Sebastian, o nome dele é esse. Por Mérlin, quem ainda usa <i> suspensórios </i>? Francamente. Mas chega de falarmos de mim, a repórter aqui sou eu, meu bem.


 


Hermione se mexeu desconfortável na cadeira, porém assentiu.


 


A ruiva bateu palmas, demonstrando entusiasmo. – Comecemos com as mais simples... Por exemplo: Onde esteve por todos esses anos?


 


-Salerno, na Itália.


 


-Wow. Outro país, nunca poderia ter imaginado... Então, isso nos leva a pergunta que não quer calar: porque sumir assim, sem mais? Nossa querida Herms tem um segredo? – Gina se inclinou um pouco sobre a mesa e seus os olhos fixaram-se nos da morena, que apesar de não desviar o olhar, sentia-se como se estivesse sendo invadida.


 


Hermione riu nervosamente. – Gina, isso não é uma de suas entrevistas.


 


-Oh – voltou a posição normal, sorrindo sem jeito. – É o hábito, Herms, me desculpe.


 


-Sem problema – contrapôs, sentindo-se aliviada por não ter os olhos especulativos de Gina sobre ela, como predadores. – Mas respondendo a você... Não foi uma decisão “sem mais”. Pensei muito antes de aceitar a bolsa de estudos que o ministério italiano me ofereceu, foi difícil me desligar... Tudo que eu amava, e uma grande parte do que ainda amo, está aqui.


 


-E então...? – Gina perguntou depois de uma pequena pausa. - Algum pedaço de mau caminho italiano te influenciou a permanecer lá? – indagou afetando piscadelas charmosas.


 


-Gina!


 


-O que?? Eu tenho direito de saber, sou a sua melhor amiga – disse com um sorrisinho meia boca e depois ficou um pouco séria. – Ainda sou não é?


 


-É claro, Gina. Se você quiser.


 


-Nem irei me dar ao trabalho de lhe responder, Srta. Granger – Gina sorriu novamente daquele modo especulativo e Hermione se resignou, a amiga não ia desistir fácil. – Estou certa? Ou se tornou a senhora de um italiano grande, forte e bronzeado?


 


-Por Mérlin!


 


-Só responda, Hermione. Não vai nem tirar pedaço – a repórter comentou “inocentemente”.


 


Hermione virou os olhos, exasperada – Ainda sou Hermione Granger.


 


-O que? Não trouxe nenhum italiano na mala? – Gina fez beicinho.


 


-Bem Gina me desculpe se não tive tempo para paquerar e trazer algum italiano de brinde pra você - Hermione retrucou zombeteira e Gina abriu a boca fingindo indignação, mas a morena prosseguiu: - Estive muito ocupada estudando, trabalhando... em missões. Eu não tive tempo pra romances.


 


Gina pareceu ainda mais indignada e ergueu o dedo indicador. - <i>Sempre</i> há espaço, por minúsculo que seja, pra o romance - disse de maneira solene, ela parecia que ia persistir com seu discurso mas um bip começou a soar, fazendo Hermione desviar o olhar para seu pulso, mas precisamente para uma pulseira dourada contida nele.


 


Hermione mudou de expressão rapidamente e apesar de Gina ter se esticado bastante para tentar ver o que deixara a amiga daquele modo, não pôde mais que ver marcas incandescentes desaparecendo da superfície plana da pulseira.


 


-Tenho de ir – falou simplesmente, pegando alguns galões na bolsa e depositando na mesa.


 


-Trabalho?


 


-Eu desejava... – comentou vagamente, se erguendo. Gina franziu o cenho e se Hermione a estivesse olhando, perceberia que não é bom deixar a repórter mais ousada d’<i>O Profeta</i> curiosa...


 


Hermione fechou os olhos tentando organizar os pensamentos, na maioria das vezes não precisava disto, mas sua preocupação a estava desconcentrando. E ela precisava chegar em casa. Depressa.


Pouco antes da sensação desagradável da aparatação surgir, sentiu uma mão agarrar seu pulso com firmeza. Já era tarde para evitar aparecer em casa...


--


 


Hermione olhou para o lado furiosa, disposta a uma azaração que deixaria o intruso sem certeza de quem era por vários meses, mas aquiesceu ao se deparar com o olhar perscrutador de Gina varrendo a casa.


Virou os olhos, deveria ter imaginado.


 


-Gina, por Circe, o que faz aqui?


 


-Bem, eu me convidei pra sua casa, já que você não o fez – deu de ombros, sorrindo.


 


Hermione piscou antes de menear a cabeça negativamente. – Fique à vontade – falou por fim, apontando para um sofá, no meio da sala.


 


Gina sorriu de maneira enviesada. Rá, Hermione não tinha ideia do quando ela já se sentia em casa...


 


- Desço em um instante, só o tempo de trocar de roupa – Hermione disse subindo as escadas a passadas rápidas. – Quer um chá, um suco talvez? A cozinha é na segunda porta à direita, pegue o que quiser.


 


Gina assentiu enquanto sentava-se no sofá, calmamente. Assim que Hermione desapareceu de vista e seus passos não eram mais ouvidos, no entanto, a ruiva se ergueu e, o mais silenciosamente que pôde, se prestou a subir as escadas. Não acreditou nem por assomo que Hermione tivesse vindo pra casa apenas para trocar de roupa. Afinal, era seu trabalho desconfiar, assim como sua natureza ser curiosamente intrometida.


 


Apesar de ser a vida de sua amiga Hermione que estava fuçando.


“Bom, ela me conhece... e não teria me deixado aqui se não quisesse me deixar ver algo... provavelmente não há nada demais aqui. Mas eu não posso deixar passar esta oportunidade em branco. Não mesmo!”


 


Ouviu vozes quando chegou ao corredor e quase se sentiu ofendida por Hermione realmente estar escondendo algo. Quase... Já que iria, em um segundo, descobrir tudo.


Ponderava se deveria escancarar a porta do quarto com um “Ahá! Te peguei no flagra” ou simplesmente fingir que a estava procurando e “acidentalmente” ouviu vozes e ficou “preocupada”... Mas parou de pronto ao ouvir a palavra “mamãe”.


Engasgou com a própria saliva.


 


Observou pela fresta da porta e se deparou com Hermione abraçando um garotinho, ela falava baixinho em seu ouvido, embalando-o docemente.


Achou que entraria em choque, mas pegou-se sorrindo com a cena. Se tivesse uma câmera em mãos, com toda certeza, teria registrado o momento.


 


Não conseguia ouvir o que Hermione falava, muito menos o garotinho, preso no abraço materno e superprotetor da amiga - Perguntou-se sordidamente se o garoto ainda podia respirar, já conhecedora dos abraços de urso da morena -, o que quer que fosse, era algo íntimo que não deveria estar presenciando.


 


“Mas é tão fofo!” a ruiva pensou consigo, hesitando em se afastar. Como repórter reconhecia o momento de uma “retirada estratégica”, porém, como Gina Weasley, sempre sentia dificuldade de fazê-lo. E ela sentia-se no direito – por ser a melhor amiga de Hermione. – de observar, em especial, aquela conversa.


 


Em um dado momento, Hermione se afastou e Gina achou por bem estar lá embaixo quando a mulher saísse daquele lugar. Seu orgulho não admitia ser pega fuçando.   


--


 


Quando Hermione desceu – de roupa trocada - Gina tinha um copo de suco na mão e um porta-retratos em outra, encontrava-se sentada no sofá, entretida.


 


-Oh, aí está você Herms – os olhos dela brilhavam ao encontrar os de Hermione. – Estava me perguntando – ela virou o porta-retratos que tinha em mãos, e lá encontravam-se Hermione e um menininho de no máximo cinco ou seis anos, a morena o abraçava e ele acenava alegremente. - Quem é esse ‘homenzinho’ tão lindo em seus braços?


 


Hermione sentou-se a sua frente. – Chama-se Adryan e é meu filho Gina – esperou um escarcéu que não veio e encarou a ruiva com estranheza.


 


-O que você esperava que eu pensasse? Que era um companheiro de missão?


 


-Estava esperando uma metralhadora de perguntas.


 


Gina ergueu a sobrancelha. – Ah! Coisa de trouxas... Bem, é verdade. Tenho muitas perguntas, mas nenhuma melhor do que: posso conhecê-lo? – indagou muito entusiasmada. Hermione riu.


 


---


N/A: Único capítulo escrito em colaboração com Mione Potter Love.

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Comentários: 6

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Jéssica J em 09/10/2011

Ah, estou adorando!

Gina super figura, mas eu gosto dela assim, falante e extremamente inteligente! E extremamente intrometida, devo dizer! kk

Estou querendo ver a volta de Harry, e como Hermione terminou com Ron, e onde ele está agora, e como todos vão reagir ao garoto!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tito Shacklebolt Finnigan em 29/09/2011

NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSSA!! Mais um filme passando aqui... to curioso demaaaaais!! =) Se eu não me engano foi nesse capítulo que eu havia parado quando vocês haviam postado no passado... bom... vamos continuar a leitura!! Promete demais!! 

Uma observação... a Gina tem jeito que gosta de ver o circo pegando fogo!! =)

Bjuuu

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Punkeeslaw Potter em 26/09/2011

Da metade para o fim fica podre porque vocês não ficam quietas no MSN e nem me deixam me concentrar pra fazer alguma coisa decente, por isso no próximo vou comentar LONGE de vocês. NEm tanto a Nay, porque ela tá betando, mas a May...aff. :D

Bruaquinha, já escreveu a N/A? Aaaanda logo! ;P

 

 

Sim, eu te adoro também. (y)

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Punkeeslaw Potter em 26/09/2011

Então, correndo o risco de se xingada, esquertejada ou o que seja, vim comentar. E, bem...acho que eu já tinha lido isso antes, mas a muiito tempo, pq a história tá muito no fundo da minh mente, eu ia lendo e já sabia o que vinha em seguida e isso tudo. Então o mais recional é imaginar que eu já tinha lido.

Bem, como eu tava comentando com a Nay no MSN, esperando drama aqui, mas seria incrivelmente bom que não tivesse muito não, porque: 1) sou manteiga derretida e não foram poucas as vezes que a Nay me arrancou lágrimas; 2) Anjos Caídos me deixou deprê e tudo isso, e olha que tudo o que aconteceu foi um mal entendido, um Rony agindo como um bocó com o adicional de homem das cavernas com cruza de não sei mais o que, e claro, aquela conversa entre ouvida que foi uma beleza; já disse que detesto conversas entreouvidas? A Nay sabe que eu nem gosto, porque eu disse isso a poucos minutos pra ela. Enfim, o que importa é que eu fiquei deprê com a coisa toda, num minuto tudo bem e bom e no seguinte, bem, "meleca" cabe aqui, so... Isso é triste, sério. Detesto ficar deprê. 3) A história de adolescente grávida do melhor amigo, que não conta a novidade - por mais que ela tenha tentado, junto com aquela conversa entreouvida, bem, isso dá pano pra manga, pra outra, pras lapelas, costas e o casaco todo ainda por cima! 4) A Mione mentiu, pro filho, isso é triste. 5) Fics desse segmento são dramático; e isso é fato. (y) Viu muitos pontos gritam triste e de triste pra drama, é um passo. 

Se bem, que se eu for analizar o ponto 4, parece que nem foi uma mentira, mas uma omissão. É omissão cabe aqui. Quer dizer, sério, foi o mesmo que mentir, se a capa, minha intição e o que rolou lá estiver correto, Harry é pai do Adryan, então, depois da guerra o Harry que a Herms conheceu, por conjunto de acontecimentos, deixou de ser uma constante na vida dela, o que é quase o mesmo que morrer. Daí, vamos para omissão. 

Mas isso é muito mais gentil pro little Granger do que dizer que ela - aparentemente, pela ideia que me passou na mente agora - não conseguiu falar com o moreno que estava grávida e tudo isso.

Agora, não vão fuder com tudo e dizer que esse pensamento da Hermione, de falar com o Harry mais um vez deu certo e ela conseguiu falar pra ele tudo e que o deu merda ali, porque se não eu vou ser muito dramática dizendo que eu paro de ler e só volto com ela concluída, e dependendo do último capítulo, tá sabendo né? 

Espero que a Nay esteja sabendo que eu fiz isso no meu tempo que muda em Reescrevendo a História, só que eu nem lembro qual o foi o momento que me fez ficar puta e parar de ler, sei que eu parei de acompanhar ela logo nos primeiros capítulos no Torneio Tribruxo, mas isso não vem ao caso, acho que serviu de contribuição o fato de eu ter perdido o endereço da história e isso ajudou um pouco, mas eu sei que eu nem ia voltar a ler antes daquela história concluída. KKKKK, o que se provou verdade, pq com SC já bem encaminhada que eu ahcei RH e tudo isso... Mas enfim, o ponto é que você entendeu a ameaça e espero que tenha levado ela em consideração. (y) Não é só vcoê que fz chantagem aqui não.

Como eu disse antes, tô esperando de tudo aqui, porque a Nay eu já conheço e as vezes ela tem uma ideias que te deixam de queixo e a May, beeem, a May ainda tô aprendendo a conhecer o jeito autora dela. Mas eu sei que ela no modo leitora é dramática, então isso corrobora meu medo da quantidade de drama que vai ter aqui.

Mas chega de falar de drama - e eu tenho que maneirar com os "mas", é só irritante o quanto sou apegada a eles. ¬¬

Então, por um momento ali naquele começo de capítulo a Gina me deixou um pouco assustada. Sério, achei que ela ia ser meio psicopata ou sei lá. KKKK, e o que? A notícia que Hermione Granger voltou pra o Londres estava na primeira página? POrque foi o que pareceu, mas nem sei.

Achei boa a conversa das duas, passou bem esse sentido de melhores amigas que não se veeem a anos, mas vou dizer, GIna jornalista me dá medo. Sério, quase quase  me lembrando de Rita Skeeter aqui. (y) Sacou o nível do meu medo, hã? POrque ninguém merece Rita Skeeter, mas aff, sacou? Não que ela seja ruim, mas ela é bisbilhoteira. /linguin/ 

O que me faz dizer: quase surtei com ela bisbilhotando. Na verdade começou quando eu saquei que a Gina foi junto pra casa da MIone. 

Então, aquela pulseira foi maneirona cara. O little Granger tem o que? ELe dá doente ou algo assim, pra Mion ter largado tudo e ido correndo pra lá? Ao menos foi a esa conclusão que eu cheguei - muito sagasmente, devo dizer. 

Aaah, fiquei curiosa pra ver a reação da Gina com o moleque, o moleque com o primeiro encontro com o passado da mãe. Isso foi interessante agora - minha linha e raciocinio, alias - Ele sabe da história do Trio e de como tudo meio que desandou? Aposto que a parte de desandar não foi mencionada, mas a parte legal foi, não foi? 

Huuum, quando Harry entra na história? Rony? Um amigo italiano bonito e sarado e moreno? *-* Siiim, eu amo italianos. (y) Eles são incríveis! 

Então, vão agilizar esse próximo capítulo que eu tô curiosa ao extremo! E acho que eu já falei de tudo aqui, então, booora com o capítulo! *-*

 

 

Beeeeijos e até o outro, ainda hoje, espero! ;D

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Anna Przybitowiscz em 24/09/2011

Gostei muito da sua fic

Continua!

Nota: 5

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Enviado por hellen granger em 23/09/2011

ei lilian volta a postar nesta fic!!!
gosto de todas as suas fics mas essa eh tao linda q tenho um carinho especial!!!
desde ja obrigada...

Nota: 5

Páginas:[1]
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