Fria sensatez
Hermione foi posta em cima de um tapete empoeirado, a casa estava em pedaços, por mais que não se lembrasse do lugar, Harry sentira algo diferente na atmosfera daquele local. McGonagall lançava uma série de feitiços protetores na casa, enquanto Fleur e Luna tentavam desesperadamente acalmar Victorie e Elisabeth, ambas as meninas choravam e se debatiam no colo das duas, talvez pelo susto de tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo.
Draco se ajoelhou ao lado do corpo da amiga, levou sua mão à garganta da jovem, estava gelada e completamente molhada.
-Alguém sabe fazer a poção de reposição de sangue?
Gina se levantou cansada.
-Eu faço. Mamãe procure um quarto no segundo andar da casa, por favor.
A Sra. Weasley estava nervosa demais para dizer qualquer coisa, se limitou a balançar a cabeça positivamente e subir as escadas com as mãos tremendo levemente. Gina se direcionou a cozinha do local onde encontrou um caldeirão antigo limpou-o e com algumas coisas que eles haviam conseguido resgatar da casa dos gritos começou a preparar a poção.
Harry, Draco e Hermione ficaram sozinhos na sala da casa, O moreno tremia por inteiro, sentia-se realmente cansado, a perda do sangue que o havia afetado levemente, em união com todos os outros acontecimentos daquele dia o deixavam realmente mal, não soube quanto tempo mais agüentaria de pé.
Draco sacou a varinha recuperada pelo moreno no meio dos destroços da casa e limpou um sofá antigo da sala, flutuou Hermione e a fez se deitar o mais confortável possível. Harry se sentou num canto da sala, estava tremendo cada vez mais, levou a mão à testa, estava suada, olhou para o loiro, por um momento teve a impressão de ver um clone de Draco, teria levado um belo susto se logo não tivesse percebido que aquilo era fruto de seu devaneio. Já não enxergava muito bem.
Levantou-se cambaleando levemente, se apoiou num móvel antes que o loiro percebesse, entrou pelo primeiro corredor que viu sem nada dizer, caminhou um pouco e tropeçou em algo, era uma escada, subiu, não fazia idéia de para onde ela dava, mas preferiu descobrir quando alcançasse o local.
Chegou ao topo da escada apoiando o peso do corpo no corrimão, olhou para os lados, um corredor mal iluminado devido à sujeira das janelas que impediam a entrada da luz da lua, se estendia à sua frente. Uma série de portas se encontravam no corredor, de todas, apenas uma estava fechada, a curiosidade aguçada, mesmo afetado, fez com que Harry seguisse em direção a esta porta, a penúltima do corredor à esquerda.
Tentou abrir, estava trancada.
-Alohomora!
Nada aconteceu apenas uma dor aguda atingiu sua cabeça, encostou a testa na porta, estava gelada, tranqüilizou-se um pouco, pôde ouvir a Sra.Weasley mexendo em algum quarto perto dali, respirou fundo algumas vezes e abriu os olhos, pôde focar melhor o que via, sua testa havia se escorado numa placa de metal pintada de azul e branco, havia algo escrito nela...
-Harry... – respirou fundo, tudo começou a fazer real sentido naquele momento – era meu quarto... – sibilou olhando para a maçaneta, voltou a espalmar a mão para ela e agora mais concentrado repetiu - Alohomora!
A porta fez um clique, Harry a abriu, olhou para cima, de repente lhe faltou ar. Os olhos se anuviaram. Sentiu algo quente escorrer pelo rosto. Um soluço lhe saltar pela garganta. Não podia suportar, não mais... Os joelhos cederam a seu peso, sentiu seu corpo mais do que nunca, o sangue pulsava forte em suas veias, a dor no braço ficou mais forte, pôde sentir cada arranhão em sua pele. Um gemido lhe saltou pela garganta, não soube dizer se pela dor ou pelo que sentia no momento.
Levantou a cabeça e olhou ao redor, havia uma janela aberta de onde o vento forte entrava e balançava as cortinas azuis. Seu quarto era todo decorado em azul e branco, um pequeno guarda-roupa ocupava parte de uma parede, e em baixo da janela estava um berço todo branco, a roupa de cama ainda estava ali, amarrotada. Numa cômoda ao lado do berço havia um porta-retrato, neste porta-retrato, uma foto dele e de seus pais, com o apoio das mãos levantou-se, caminhou lentamente até o porta-retrato e o segurou, seus pais sorriram para ele, acenaram enquanto ele pequeno apenas observava atento, com os olhos verdes levemente arregalados.
Respirou fundo e fechou os olhos, um flash lhe passou pela mente, seu pai gritando para que Lílian o salvasse, Lílian subia as escadas com ele no colo, entrou no quarto do menino, trancando a porta atrás de si, porta essa que Voldemort não teve a menor dificuldade em abrir, sua mãe implorou, o bruxo a mandou sair da frente, ela não o fez. Foi morta. Uma varinha apontada para ele, uma luz verde e escuridão.
Abriu os olhos e respirou fundo como se tivesse ficado anos sem fazer aquilo, olhou para cima e franziu o cenho, o porta-retrato antes seguro em sua mão foi arremessado com força na parede, olhou para os estilhaços no chão. Seu pai deu a vida por ele. Sua mãe deu a vida por ele. Ele daria a vida para tê-los de volta. Mas não podia... Por mais que quisesse, aquilo não era possível! Fechou os olhos e riu, riu com ódio, amargura, abriu os olhos e pensou, Hermione quase morrera por ele. Mas ela é um monstro. Obrigou-se a pensar, respirava rápido, ela havia matado milhares de pessoas e mataria muitas outras se necessário, não permitiria que um falso sentimento por uma assassina o impedisse de seguir com seu plano, acabar com a vida de quem havia acabado com a dele e a de tantas outras pessoas.
Fixou o olhar em um ponto, limpou uma última lágrima dos olhos. O coração havia voltado ao normal, a respiração era lenta e pesada, os olhos antes perdidos demonstravam uma fria clareza. Caminhou até a porta, o vento frio que entrava pela janela se misturava a seus cabelos, estava sóbrio, duramente sóbrio. Sabia o que fazer, e não permitiria que nada o desviasse deste caminho.
Ao sair do quarto se deparou com Draco, o loiro fazia o corpo de Hermione flutuar em direção ao quarto que a Sra.Weasley preparara, esperou até que o loiro entrasse com a vampira no aposento e se recostou à porta, Draco a deitou numa cama previamente preparada, o quarto estava mais limpo que o restante da casa e era simples, uma cama um criado mudo e um guarda-roupa ocupavam o local, Gina subia as escadas com uma caneca fumegante nas mãos, entrou no quarto e levou a poção até a morena, Draco levantou a cabeça da vampira e Gina fez com que a mulher bebesse todo o conteúdo, ela se limitou a fazer uma leve careta, mas logo voltou a dormir.
Gina fez menção de se retirar do quarto. Harry a parou e disse:
-Cuide dela. – Gina arregalou os olhos surpresa
-O que disse? – perguntou ela incrédula.
-Disse para cuidar dela – respondeu o moreno frio. A dureza no olhar de Harry fez a ruiva engolir o próprio orgulho e não revidar, mas não saiu do lugar apenas sustentou o olhar.
Harry se retirou do quarto, desceu as escadas com as mãos nos bolsos enquanto pensava... Ela precisaria estar em seu perfeito controle para o que a esperava dali para frente.
Gina piscou e olhou para o chão confusa, Harry não estava bem, havia acontecido algo, ela sabia disso. Limitou-se a dar meia volta e caminhar em direção para a vampira, agachou ao seu lado, levou sua mão a testa dela, já não suava tanto e a temperatura voltava ao normal.
-Obedecendo ao Potter? – perguntou Draco atrevido – Não esperava isso de você ruiva.
Ela o olhou ferozmente e respondeu:
-Se estou aqui é porque quero, ninguém me obriga a fazer algo a contra gosto, e Harry não está bem, também sou compreensiva o bastante para entender isso.
-Bom saber, agora sei como conseguir algo de você.
Ironizou o loiro, Gina se limitou a ignorá-lo, era impressionante como ele podia recuperar o senso de humor tão rápido depois de tudo que ocorrera.
Gina olhou para a vampira, estava com a boca seca.
-Ela precisa de líquido.
Imediatamente Draco pegou a caneca em que a ruiva trouxera a poção e a limpou.
-Aguamenti!
O recipiente se encheu de água que o loiro entregou à ela. Gina pegou a caneca e levou aos lábios da vampira. Também era impressionante o modo como ele agia rapidamente em tudo que envolvia a vampira, uma vontade enorme de derrubar aquela água na morena lhe subiu a cabeça e antes que pudesse o fazer controlou-se, entornando a água lentamente na boca da mulher, respirou fundo. Por que ele conseguia irritá-la tão facilmente? Era tudo tão por acaso! Ele nem devia saber o que provocava nela. Por que ele não era tão cuidadoso assim com ela? “ Merda Ginevra! Não me venha com ciúmes! ” Pensou consigo mesma, não era a primeira vez que sentia aquilo, precisava se concentrar e lembrava-se a todo instante “Ele é Draco Malfoy!” Mas para seu cérebro aquilo apenas aguçava ainda mais o prazer de se envolver com alguém que não devia. “Grifinórios nunca gostaram de regras” Lembrou-se ela, suspirou, com a caneca vazia na mão levantou-se, Draco estava sentado num canto qualquer, a luz branca da lua que invadia as janelas fez com que os cabelos desgrenhados, mas ainda muito loiros, brilhassem intensamente. Aquilo tudo só deixava Gina ainda mais confusa, passou as mãos pelo longo cabelo e sentou-se numa cadeira meio bamba, nem percebeu a noite passar enquanto conversava com o antigo inimigo de sua família...
Rony estava sentado num sofá da sala, lembrava dos últimos acontecimentos como um filme, estava cansado, estivera num dos quartos do primeiro andar da casa, cuidava de seus dois irmãos, estavam desgastados com o efeito de uma maldição imperdoável, mas já dormiam tranquilamente depois de uma poção preparada pelo irmão.
Rony coçou a cabeça, alguém passou por trás dele e se sentou no sofá à sua frente. Luna o observava com o antigo olhar “avoado”, Rony sorriu levemente, sentia saudades da antiga Di-lua, de beleza singela pensamentos despreocupados sorrisos sinceros e inteligência marcante. Mas não pôde negar, é claro, que a Luna mais velha, experiente, decidida e ainda mais inteligente era uma mulher muito mais atraente.
-Tenho saudades de seu cabelo loiro.
Soltou ele sem pensar, quis morder a língua, mas ao ver o sorriso que surgiu nos lábios da morena tranqüilizou-se, ela passou as mãos pelo cabelo e falou, agora com o olhar firme:
-Pra ser sincera eu também, pretendo voltar a cor natural...
Disse ela dando de ombros, Rony imaginou como ficaria a nova Luna de cabelos loiros, o pensamento lhe trouxe um sorriso nos lábios.
-No que está pensando?
Perguntou Luna curiosa ao vê-lo sorrir, Rony falou a primeira coisa que lhe veio em mente:
-Na AD.
Luna se surpreendeu, mas logo sorriu:
-Acho que nunca tivemos um ano comum naquele colégio!
-Tenho certeza disso – disso Rony com as sobrancelhas levantadas enquanto se lembrava de cada ano em Hogwarts – aquele lugar marcou minha vida, é uma pena que tenha se tornado o ninho de cobras que é!
Disse o ruivo amargurado, Luna o olhou curiosa, mas não se atreveu a negar, seu sonho de criança era atualmente um ninho de cobras.
-Não vamos pensar em coisas ruins... – logo falou a morena – já nos basta o mundo a nossa volta, se aqui dentro também pensarmos nessas coisas não creio que duremos muito mais. Há quanto tempo não jogamos Snap explosivo?
Perguntou a morena animada, Rony não pôde impedir que seu queixo caísse, o ânimo a da morena diante de toda aquela situação era como uma fortaleza, Rony dava-se conta de que Luna o encantava cada dia mais...
Era mais ou menos seis e meia da manhã quando Gina saiu do quarto de Hermione, a vampira havia tido febre alta e pequenos ataques de alucinação, depois de algumas poções para abaixar a temperatura da mulher e alguns feitiços revitalizantes, ela e Draco preferiram manter a vampira acordada, depois disso Gina disse que iria para seu quarto descansar, Draco chegou a pensar em objetar, mas não se atreveu ao ver as feições de Hermione.
-Ainda não entendi o que deu em você.
Disse o loiro sério, pela primeira vez sentiu raiva da mulher, não entendeu por que, mas talvez não tivesse sentido antes por estar preocupado demais com seu estado, mas agora que ela estava bem, pôde perceber que preferia que ela se mantivesse dormindo por mais algum tempo...
-Pra ser sincera nem eu...
Respondeu ela dando de ombros sem perceber a raiva na voz do loiro.
-Eu falo sério! – disse ele agora levemente exaltado, Hermione se virou surpresa para o amigo – o que te deu pra se jogar na frente do cicatriz? Você nunca fez nada parecido por ninguém!
Hermione respirou e raciocinou não pôde evitar, a primeira coisa que fez foi pegar o travesseiro metê-lo na cara e gargalhar, Draco ficou vermelho de tão furioso, quando Hermione se recuperou disse com o máximo de irodia que pôde:
-Com ciúmes Draquinho?
Draco piscou algumas vezes incrédulo e extremamente ofendido respondeu:
-É decadência demais pra mim não acha não? Ciúmes de você com o Potter? – Hermione se fez de desentendida, voltando a ficar sério Draco argumentou: - falo sério Mione! Por que fez aquilo? Você quase morreu! Não pode se dar ao luxo de perder sangue! Quando o cicatriz lançou este feitiço em mim, fiquei mal mas permaneci acordado, você desmaiou! Quase morreu!
-Não precisa me lembrar disso Draco.
Disse ela agora olhando para outro lado enquanto passava as mãos pelo cabelo impaciente. Draco segurou a língua, preferiu não alfinetar mais, ela não parecia muito bem.
-O que aconteceu aos comensais? E outra coisa, onde estamos? – perguntou a morena meio confusa.
-Bem... – começou a responder o loiro – Os comensais fugiram depois que o cicatriz matou o Snape.
-O Harry o que?
Perguntou ela sem pensar, mas Draco pensou muito bem ao ouvir o que ela havia dito.
-Harry? Por Mérlin Hermione! O que há com você! Está o chamando de Harry!
Hermione levou a mão à testa meio surpresa e confusa consigo mesma, balançou a cabeça levemente e disse:
-Escuta, não estou raciocinando muito bem ok?! Dê um desconto...
Disse a vampira na defensiva, mas sabia perfeitamente bem que não tinha nada a ver com seu estado, Draco a contragosto preferiu ignorar.
-Não se esqueça que eles estão nos prendendo aqui Hermione! Não são nossos amigos, não permita que nada lhe dê esta falsa impressão, eles têm planos pra você, e não se importam com seu bem-estar, a menos que seja conveniente.
Hermione respirou fundo, poderia responder um atrevido “eu sei”, mas não podia negar, por alguns instantes havia esquecido disso. Era como se estivesse na casa de doces da bruxa de João e Maria, eles lhe davam doces para que engordasse, mas a intenção não era fazê-la se recuperar, era para que ela estivesse em sua perfeita forma na batalha final. Ela era apenas uma arma...
-A arma secreta...
Sibilou ela irritada, tanto Tom quanto os Rebeldes tinham a mesma visão quanto a ela, uma arma de destruição em massa, era isso que ela era! Convenceu-se de que na verdade o que mudava do lado de Tom para o de Potter eram as intenções, por que os métodos eram os mesmos. Ambos estavam dispostos a matar e torturar para alcançar seus objetivos.
-A final de contas os fins justificam os meios...
Disse ela em meio a um sorriso irônico. No fim das contas eram todos iguais.
Draco estava na janela, e observava a vila que se estendia abaixo do monte em que se encontrava a casa, provavelmente não dariam falta das ruínas que era o lugar.
-Draco – chamou Hermione depois de concluir seus pensamentos, coçou a cabeça cansada, Draco se virou para ela – você ainda não me disse onde estamos.
-Ah! – exclamou ele com a sobrancelha arqueada – genial idéia de minha ex-professora... Godric’s Hollow.
Hermione não escondeu o sorriso...
Harry estava deitado na cama do quarto que passou a dividir com Rony na casa, ela não era tão grande quanto à casa dos gritos, por tanto teria de dividir um quarto com o amigo, olhava para o teto, por mais que se virasse na cama o sono não vinha. Rony por mais incrível que fosse, estava na sala jogando Snap explosivo com Luna, não os condenou, era uma válvula de escape para tudo aquilo, em alguns momentos pensava que se não encontrasse a própria válvula de escape iria enlouquecer.
Respirou fundo, iria ganhar aquela guerra, não importava o preço, iria ganhar, faria o que fosse necessário, passaria por cima de quem fosse, mas venceria, e sabia, precisava de Hermione para isso, mas o acontecimento daquela noite o fazia crer que este não seria o maior de seus problemas.
-Ninguém se joga na frente de um feitiço para salvar outra pessoa à toa.
Preferiu não pensar muito no caso, de fato não sabia por que a vampira havia feito aquilo, mas por mais que tentasse remover o assunto de sua cabeça seu ego insistia em martelar. “Ela desejava salvá-lo”. Suspirou, se estivesse certo, já tinha sua principal arma para vencer Voldemort.
Virou-se na cama e ajeitou o travesseiro, o cansaço começava a vencê-lo, satisfeito relaxou, precisaria de toda sua energia para o que estava por vir...
N/A
Pois é né gente?? Essas autoras desnaturadas que ficam dois meses sem atualizar são um absurdo! *se esconde* Sim eu sei que mereço um belo puxão de orelha, mas bem... Garanto que minha vida este ano está no mínimo incomum! Sendo sincera? Dia doze voltei para casa. Por que não att até agora? Bem fiquei apenas cinco dias em casa, depois viajei para BH de BH pra Brasília e ainda voltei para BH, só no Domingo voltei pra casa. Podia ter att nesses cinco dias em que cheguei certo? Certo, só não att por que tinha ficado dois meses sem ver minha família e sinceramente, precisava matar a saudade! Espero que me perdoem, mas acho que meus motivos são convincentes né?
Acho que agora não terei mais complicações, já tinha recebido o notebook a um bom tempo, mas a internet só veio nos últimos dias de aula, vou poder att normalmente a partir de agora. Só espero que tenha tempo! O estudo ta muito puxado!
Ok mas chega! Vocês não estão aqui para ler minhas lamentações né? Espero sinceramente que tenham gostado do capítulo! É meio que um cap pós tempestade, agora o pessoal vai começar a treinar pra valer e essa guerra fica cada vez mais próxima. Rony e Luna parecem ser o único casal mais ou menos resolvido, pra ser sincera adoro os dois! São simples e perfeitos! Draco e a Gina já são mais esquentadinhos, mas quando ficarem juntos vai ser bem interessante... ho* Já Harry e Mione... ¬¬’ ainda vão me dar mt dor de cabeça, e pra ser sincera ainda não tenho certeza do fim desses dois... Vai depender do decorrer da fic... Espero que tenham gostado do momento emo do Harry (brincadeira) convenhamos pessoal ele precisava disso! Acho que se estivesse no lugar dele já tinha pirado!
Bem... é isso! Espero que o próximo cap seja rápido! E sério, muito, muito obrigada pelos comentários! Fico realmente feliz de saber que vocês não abandonaram a fic! A cada dia fico com mais força pra terminar Minha Pequena, e essa força quem dá são vocês!
Obrigada!
Poly_Malfoy
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