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24. Hipocrisia


Fic: Adoráveis Férias Infernais - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Parei na calçada com os pés juntos. Minha figura era uma figura estranha, por isso eu não me incomodei quando duas crianças passaram do outro lado da rua me olhando ao invés de tomarem seus sorvetes. Os óculos escuros cobriam grande parte do meu rosto e a posição rígida que eu tomava me davam ares de forasteira, de alguém sem boas intenções. Mas isso era irrelevante para mim, porque minha única preocupação estava do outro lado da rua, preocupado em encher o tanque de mais um cliente. Apertei os olhos e me abaixei para ver quem estava dentro do carro e constatei que não era apenas mais um cliente. Era Lisa.



Scorpius recebeu o pagamento e Lisa deixou o posto de gasolina, passando com o carro na minha frente, sem me ver. Isso era bom, eu não queria ter uma crise de ciúmes e dizer coisas que não devia. Eu tinha que lembrar que nada podia ser dito, tudo estava escondido... E era por isso que Scorpius ficara com a boca torcida durante aqueles dias que se passaram depois da nossa briga silenciosa. A madrugada de sábado tinha passado há três dias, mas eu ainda ouvia todas as palavras ecoando pelo meu quarto.



Fazia três dias e eu experimentava o mais alto grau de evitamento pela parte dele. Fazia três dias que eu sentia o que era ser totalmente ignorada e experimentava do meu próprio veneno, porque afinal de contas, eu fizera isso com ele por duas vezes. Por mais tentativas que eu fizesse, por mais conversas que eu tentasse iniciar, na frente do resto da família ou não, ele apenas sacudia a cabeça e deixava de me dar atenção. Ele tinha consciência de que partia o meu coração e, por mais cruel que parecesse, eu tinha quase certeza de que era essa a intenção.



Depois que o carro de Lisa foi embora, o posto de gasolina voltou a ser um lugar pacato, sem movimento algum de carros para abastecer, lavar ou trocar o óleo. Entendendo isso, os únicos dois funcionários no local sentaram-se no meio-fio, conversando sobre alguma coisa que parecia divertida, pois o colega de Scorpius ria com vontade; porém, ele apenas erguia os cantos da boca e os descia em seguida. Eu não esperava que ele esquecesse e nem que superasse a briga e o gelo que estava me dando, mas ele não podia fingir? O colega soube que havia algo errado, assim como Draco e Hermione.



Minha mãe me perguntara se eu sabia de alguma coisa. Claro, mãe, a culpada sou eu! Eu não podia dizer a verdade, isso seria suicídio, então apenas desconversei, dizendo que ele não tinha me dito nada e que eu não andava com os amigos dele para saber de alguma coisa. Draco não tinha me perguntado nada, mas eu vira os dois em conversas rápidas pelos corredores da casa. Não esperei que Draco me perguntasse alguma coisa, pois ele parecia alheio a qualquer teoria que minha mãe tivera sobre mim e Scorpius.



Eu estava parada na calçada há dez minutos quando o colega de Scorpius me viu e apontou na minha direção. Ele não parecia saber quem eu era, porque mordiscou o lábio e bateu com o cotovelo em Scorpius. Este me encarou por debaixo das sobrancelhas claras e disse alguma coisa que eu não consegui ouvir. O colega, no mesmo instante, parou de mordiscar o lábio... Ele tivera certo respeito para com a irmã por casamento de Scorpius, muito diferente do comportamento de Michael e dos outros.



Scorpius me olhou diretamente por alguns segundos e logo em seguida encarou o relógio. Se levantou e caminhou para dentro da loja de conveniência do posto, saindo alguns segundos depois com a mochila nas costas. Ele se despediu do colega e caminhou até mim, atravessando a rua sem movimento nenhum sem olhar para os lados. Meu coração estava dando saltos quando ele ficou na minha frente, ainda com os pés na rua, o que fez com que o rosto dele ficasse na altura do meu. Eu poderia beijá-lo sem ficar nas pontas dos pés, se eu pudesse.



- Oi – eu disse devagar e observei o rosto dele: os olhos cálidos me fazendo sentir culpada, a boca crispada e as sobrancelhas apertadas... Cada músculo do rosto dele parecia estar em choque, o que dava aquela expressão de desagrado.



- Oi – respondeu, curto e sem expressão nenhuma na voz, tomando o caminho para casa pela calçada. Tive que correr alguns passos para conseguir alcançá-lo e permanecer ao lado dele na caminhada. – O que você quer?



- Eu quero conversar – eu disse, olhando para ele, mas ele apenas encarava o chão. – Eu quero pedir desculpas por aquele dia e pedir que você entenda o meu lado, porque eu acho que isso não vai mudar tão cedo... Eu não queria ter brigado com você, não quero que a gente fique sem se falar porque eu gosto mesmo de você e o que aconteceu entre a gente aquele dia foi muito legal para se deixar ofuscar por um desentendimento bobo.



- Você acha que foi um desentendimento bobo?



- Acho – eu disse com firmeza, porém por dentro, eu não estava sendo firme na minha resposta. Não era aquilo que ele queria ouvir e isso eu constatei quando os olhos dele tocaram os meus e ele parou de caminhar.



- Sabe o que o Lance perguntou quando viu você e eu disse que você era filha da minha madrasta? – ele perguntou e eu entendi que Lance era o colega do posto de gasolina. Eu não disse que sim e nem que não, esperei que ele continuasse. – Ele perguntou se eu me importava se ele quisesse sair com a minha irmã. Eu não quero mais dizer que você é a filha da minha madrasta e nem inventar nenhuma desculpa quando alguém me pergunta se eu me importaria de apresentar você... Eu quero poder dizer a eles que você é minha namorada!



Fiquei sem reação. Essa não era uma conversa que eu poderia ter treinado comigo mesma, porque não era previsível. Eu não tinha cabeça para ensaiar cada sentença e as variações dela e, francamente, eu estava cansada de ter uma frase impactante ou ter a razão sempre. Olhei para o chão, lutando para não chorar, porque isso ia além do que eu podia fazer no momento. Eu imaginei que seria uma conversa pesada, mas não que eu ia ficar sem reação, sem palavras.



- Você não vai dizer nada? – ele perguntou, cruzando os braços no peito.



- Eu só... Eu acho que você está fazendo uma imagem errada de mim – comecei, sem ter muita certeza se minhas frases seriam coerentes. – Você acha que eu não ia querer dizer para o Lance que eu não sairia com ele porque eu tenho um namorado, porque eu gosto do meu namorado? O que você está me pedindo vai além dos meus limites no momento.



- Caramba, Rose! – ele estava impaciente. – E quais são os seus limites?!



- Achei que eu já tinha deixado meus motivos muito claros para você, Scorpius – eu usei o nome dele de um jeito rude. As letras que formavam o nome incomum foram empurradas da minha boca num jato de impaciência e mágoa. – Eu entendo que você está chateado porque eu pedi um tempo para expor a nossa relação, mas não consigo permitir que você me pressione, achando que eu só estou brincando... Isso não é brincadeira para mim.



- Permitir? – ele parecia perplexo.



- Eu só pedi um tempo para encontrar uma maneira de contar isso para a minha família, para a minha mãe e para o meu pai – repeti o meu discurso, pensando em como aquelas palavras soavam na cabeça dele. Deveriam soar muito ofensivas, porque os olhos dele não me tocavam mais e os braços estavam cruzados de uma forma tão extrema que os músculos pouco desenvolvidos pressionavam o tecido da camiseta. – Não é como se eu estivesse dizendo que não quero sair com você na rua porque eu tenho vergonha.



- O delinqüente filho do Comensal da Morte que estragou o segundo mais bonito casamento do mundo bruxo depois da guerra... Tem certeza de que não tem vergonha de dizer para as pessoas que gosta de mim? – ele desacreditou, então eu subi dois tons com a minha voz.



- É claro que não, seu imbecil! – inclusive eu achei minha voz estranha, ela deve ter soado muito aguda aos ouvidos dele também, porém as palavras saíram perfeitas; palavras que eu não tinha certeza se serviriam como consolo para ele ou se eram uma espécie de tentativa de afirmativa para mim mesma.



Scorpius ficou em silêncio por um período, olhando do asfalto para o céu e vice-versa. Os olhos não caíam em mim e isso me deixava desconfortável, era como se ele não quisesse me olhar para não encontrar a verdade em mim, o que era ridículo. Segurei o queixo dele e o levei para cima, até que o rosto dele conseguiu me encarar. Eu tinha subido na calçada, então nossos rostos estavam na mesma altura.



- Você entendeu meus argumentos? – perguntei mais calma, soltando o queixo dele e deixando que ele me analisasse com os olhos profundos. Eu poderia comparar aqueles olhos com um scanner, pois a análise era profunda. Eu sentia meus argumentos serem testados e inclusive minha dúvida pairando entre a confiança e a dúvida.



- Você entendeu o meu? – ele respondeu minha pergunta com a pergunta dele. O que não me era uma boa coisa, já que parecia que ele estava me pressionando novamente. Eu concordei com a cabeça. – Eu quero que a nossa relação seja forte o suficiente para que você não deslize na hora de contar para sua família, assim como na hora de eu contar para o meu pai.



- Você não nos sente fortes sem um título?



- Sinceramente? – eu concordei com a cabeça, sorrindo um sorriso estranho usando metade da boca. – Não sinto. Essa relação escondida me deixa inseguro, como se eu fosse apenas uma diversão de férias.



Eu sorri sinceramente depois dessa sentença. Scorpius não queria ser usado, não queria se entregar e ser magoado. Ele era sensível, isso eu tinha descoberto, mas que ele tinha esse medo de ser usado por mim e esquecido quando o verão acabasse, me era muito nova. Eu não sorri por achar bobo, eu sorri porque eu nunca tinha ouvido isso vindo de um rapaz e ao menos tinha pensado algo assim durante toda a minha vida. Meu relacionamento com Lucca só ganhou um título quando completamos alguns meses juntos... Ser pressionada a virar uma namorada era algo inédito para mim.



- Esse é seu medo? – perguntei.



- Não é um medo – me corrigiu, sem desviar o olhar e eu não conseguia ler se aquilo era verdade ou não. – Eu quero ser seu namorado e achei que isso poderia ajudar você na hora de contar às pessoas... Mas, depois dessa conversa acho que essa não foi uma boa idéia.



- Não, é uma ótima idéia – o tranquilizei, segurando seu queixo novamente. Os olhos voltaram para mim e os lábios tremeram, como se ele quisesse sorrir, mas ainda não conseguisse. – Só que ela não funciona para mim, porque eu acho que o nosso relacionamento é forte à maneira dele.



Mal acreditei no que eu fiz em seguida. Se eu não estivesse hipnotizada com o olhar dele e com aquela tentativa de me deixar forte para contar sobre nós, eu não teria feito nada. Porém, olhei para os dois lados da rua, como se fosse atravessá-la e avancei nos lábios dele. Nos beijamos rapidamente, mas eu pude sentir muita coisa naquele beijo. Havia a tranqüilidade intrínseca, mas havia o nervosismo e uma enorme cautela. Quando nos separamos, eu olhei para os lados novamente, constatando não haver ninguém na rua e olhei para ele, novamente.



- E o que você vai fazer agora?



- Não sei – suspirei, buscando uma resposta que fosse satisfatória para ele e verdadeira para mim ao mesmo tempo. Eu não sabia como fazer, eu tinha adiado tanto esse momento... Agora ele abanava para mim. – Sentar e dizer que estou com alguém e que eu devo ser apoiada pela minha família, independente de quem a pessoa seja... Essas coisas.



- Me parece bom.



- E depois dizer: Pai, legal morar com você novamente, aliás, vou trazer meu namorado Scorpius Malfoy aqui na semana que vem, ok? – Eu disse, sem perceber que a medida que eu dizia a frase, Scorpius ficava com as faces vermelhas. Balancei a cabeça, pronta para dizer a próxima sentença. – Ele vai ter uma síncope, por Merlin!



- Espera – ele pediu, erguendo a mão e piscando rápido. – Você disse: “pai, legal morar com você novamente”?



- Eu disse? – perguntei, arregalando os olhos. - Eu disse.



Meu corpo estava rígido e minha mente parara de funcionar. A única coisa que eu ouvia era meu coração acelerado e uma voz que me dizia que tudo ia dar errado. Olhei para Scorpius e ele parecia um animal acuado, prestes a explodir na minha cara. Eu tive medo que aquela explosão de ofensa e raiva fizesse com que ele revivesse os tempos de delinqüente e me atacasse. Eu me senti boba por pensar em algo assim, mas eu senti muito medo naquele momento.



- Você vai morar com ele e não contou para mim por quê? Sua mãe sabe?



- Sabe – respondi, dando um passo para trás. - Ele me convidou e eu não convivo com meu pai há tanto tempo... Eu não pude dizer não.



- É por isso que você não quer contar sobre nós? – ele disse, depois de um silêncio constrangedor em que eu não soube para onde olhar ou quando respirar. Pelo menos, ele parecia mais calmo, mesmo lançando teorias que não faziam sentido para mim. – É porque ele vai levar você de volta para Londres, longe do delinqüente e do Comensal da Morte?!



- É claro que não! Porque você trouxe isso à tona? Não faz sentido!



- Você é igual a eles.



Ele disse, literalmente, cuspindo, enquanto apontava para longe e explodia de raiva. Num primeiro momento, eu não entendi do que ele estava falando, mas depois de ver que ele apontava para longe de mim, numa direção genérica e do modo como ele cuspiu a palavra eles, eu entendi.



- Não, eu não sou como eles! – me defendi. – Eu apoiei a minha mãe, droga.



- Enquanto a explosão não acontecia no seu colo – argumentou, ainda cuspindo as palavras, me deixando acuada, ofendida e temerosa. Eu não tive mais medo que ele me atacasse, mas tive medo da conclusão à qual ele estava chegando. – Quando a bomba acontece com você, você evita o Malfoy, mente para ele, fugindo para a casa do seu pai Weasley.



- Você acha que a bomba não explodiu no meu colo? Eu estava no olho do furacão, Scorpius. Meus pais se separaram, eu tive que escolher um lado e você ainda diz que eu estava alheia à explosão? Você está sendo injusto.



- Você é que está sendo uma hipócrita, Rose Weasley – ele disse, por fim.



Seu rosto estava uma bagunça, misturando tristeza com decepção e uma pitada forte de raiva. Eu continuava dura, com as sobrancelhas juntas e os olhos arregalados, odiando as palavras que saíam da boca dele. Ele tinha ficado mais calmo com essa última frase, talvez por ter chegado a uma conclusão dentro de sua cabeça momentaneamente desajustada.



- Você é uma hipócrita, é isso que você é – ele continuou e eu senti as lágrimas virem atrasadas e quentes em direção ao meu pescoço. Aos poucos, eu deixei de enxergar o rosto dele, porque fiquei sem reação diante das coisas que ele me dizia e as lágrimas tomaram conta. – Você não gosta de mim, eu era um cara disponível desfilando pela casa da sua mãe... Foi bom fazer o Malfoy de idiota para depois de vangloriar para as suas primas? Aposto que você não gosta do meu pai como diz que gosta também.



- Para, antes que você diga algo que não deva dizer, Scorpius.



- Como o que? Que você é preconceituosa como a sua família e que não merece a mãe que tem? Merlin, deve ter doído ficar esse tempo aqui, não é?



Eu não pensei, sequei as lágrimas que cobriam minha visão e avancei com a mão na direção do rosto dele, acertando seu nariz com um tapa que eu nunca tinha sequer tentado dar. Eu queria que ele calasse a boca, queria que ele parasse de me xingar, que parasse de dizer que eu era uma hipócrita. Eu o odiei tanto naquele momento, que todas as coisas boas que eu tinha pensado sobre ele sumiram da minha mente... Eu me senti como a menina de quinze anos, recém nomeada monitora, que brigava com ele no corredor depois de vê-lo incomodar um aluno.



- Eu não sou hipócrita, seu idiota, eu sou fraca! – eu disse, avançando na direção dele e despejando a verdade no rosto torcido dele. – Eu não sou como a minha mãe, que foi forte e desistiu da família pelo seu pai. Eu gosto de você, mas eu não quero ficar sozinha! Eu não consigo mais ficar sem a minha família. Eu quero ter para onde ir no domingo e quero poder dormir na casa dos meus primos... Eu reconquistei todos eles há duas semanas. A pergunta que eu me faço é se vale a pena desistir deles.



Eu não olhei para Scorpius depois de despejar tudo isso. Me surpreendi com as palavras que saíam da minha boca. Eram palavras machadas com mágoa e com solidão... O curioso é que eu nunca tinha reparado o quão sozinha em me sentia sem o apoio incondicional dos Weasley para qualquer coisa, fosse almoçar na Toca ou conselhos de avós. E era essa a questão que eu estava evitando fazer para mim mesma: valia a pena perder minha família por Scorpius?



Talvez eu não estivesse sendo justa ou esperta; essa opção existia.



- Isso não sou eu quem vai responder.



Nós estávamos sentindo as mesmas coisas, mas por motivos diferentes. Eu ainda fiquei parada na rua, digerindo as minhas palavras e a realização da pergunta, enquanto Scorpius caminhava para casa. O rosto torcido, manchado por lágrimas discretas e a voz tristonha e magoada apagaram todas as vezes que eu tinha olhando para o rosto suave dele e ouvido sua voz musical. Foram as últimas palavras que eu ouvi vindas dele por um longo período.



 



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N/A: Olá pessoas, venho por meio deste agradecer pela presença de vocês no capítulo anterior, agradecer os comentários e o apoio de todos vocês (que eu passei a adorar e a sentir falta quando não aparecem) e apresentar o capítulo vinte e quatro no dia cinco. Quando eu consigo, eu sou legal, então aproveitem o capítulo na medida do possível, porque eu sinto que ficou difícil de engolir a saliva depois dessa discussão. Eu sinto tanto ao fazer coisas como essas, porque eu gosto mesmo desse casal, mas as coisas estavam caminhando para uma briga assim, então o que mais eu podia fazer?! Bem, não queiram me matar, apenas comentem e sejam felizes, esperando que eu seja boazinha e poste o próximo no final da semana. Obrigada, queridos *-*



Ah, queria fazer uma propaganda do mais recente artigo do meu blog: “Ficwriters: os bichos-pau do mundo literário” (http://cometadeideias.blogspot.com/2011/09/ficwriters-os-bichos-pau-do-mundo.html)... Beijos!



P.S. A palavra “evitamento“ existe.

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Comentários: 8

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Enviado por Nikki W. Malfoy em 15/03/2012

ao mesmo tempo linda e triste
esse com certeza foi um dos meus capítulos favoritos da fic, achei lindo ele falando o que sempre escutamos das mocinhas
ele achando que era uma diversão de verão, foi a coisa mais linda que já li de todas essaas fics que já li.
Adorei mesmooooooooooo
fic maravilhosa!!!    

Nota: 1

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Enviado por Marcela Prince Snape em 15/09/2011

Caraca! É realmente triste ver Rose e Scorpius brigando de sse jeito, mas a sua narração foi ótima!

Coitada de Rose. Realmente é muito difícil a situação dela. Ama Scorpius e a família. Realmente Ron ia ter um treco quando ela falasse, e o resto da família Weasley também.

Amei o capítulo.

Beijos.

Nota: 5

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Enviado por Felipe S. em 10/09/2011

Scorpius meio que apresenteu os mesmos receios do que eu. O medo de Rose e a revelação de que irá se mudar para a casa de Ron podem acabar de vez com o romance. A depressão de Hermione também me intriga.

Não sei o que supor, ou o que pensar sobre o romance e os problemas. :\

 

Sei que meus comentários mais recentes estão muito aquém daquilo que eu costumava comentar, mas é porque comecei faculdade em agosto e falta de tempo estão acabando comigo, além do cansasso devido ao curso ser integral. Desculpa, sei que uma autora fantástica como voc~e merece comentários excelentes, sem contar que sua trama possibilita ao leitor fazer inúmeras análises e suposições. Lamento, de verdade, não conseguir mais fazer o comentário que voc~e mercer ler.

No mais, inté o próximo capítulo!

Nota: 5

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Enviado por AmandaMLira em 07/09/2011

Awnnn eu fico triste quando eles brigam rsrsrs

Mas adorei o cap! Vc escreve muuuuuuuuito bem!

Bjs

Nota: 5

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Enviado por Vitoria Weasley Malfoy em 05/09/2011

Como assim????????? Namoro de verão???????? O pior é que também acho que eles não vão ficar juntos...

mas amei o capítulo!!!

Nota: 5

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Enviado por MaryBo em 04/09/2011

Dia quatro, errei na NA.

É verdade, Pokerwell, esqueci de citar a Cassandra no artigo. Não li as fanfics dela, mas Instrumentos Mortais é uma história de imensa qualidade, eu adoro as reviravoltas, a trama em geral, mesmo que ache muita coisa parecida com o universo de HP. É referência, as paixões literárias sempre refletem em algum ponto da tua narrativa, da tua trama, no psicológico das personagens... É, eu adoro literatura *-* rsrsrs

Meninas, obrigada pelos comentários, uma coisa que me deixa insegura é retratar conflitos psicológicos, sentimentos, mas pelo visto estou fazendo direitinho...! rsrsrsrs Bjs

Nota: 5

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Enviado por pokie. em 04/09/2011

Não estava esperando um capítulo, juro! hahaha adorei que você atualizou super rápido *-* Embora o capítulo tenha sido tenso, por causa das brigas, e das intrigas, do tapa, das lágrimas, da raiva, do ódio, eu ainda o achei espetacular, devido a maneira como vc trabalha todo o sentimento complicado da Rose. E sabe, eu sou estranha. Quanto mais um casal briga, se desentende, mais eu quero que eles fiquem juntos, por isso, mais ansiosa fico pelo próximo cap. Rose e Scorpius já é um casal impossível por eles serem de famílias rivais, mas nessa fic os dois tem um rótulo de "irmãos por casamento", o que os torna mais impossíveis do que já são. De qualquer modo, capítulo muito bom! *-*

Eu adorei também sua análise sobre os ficwriters, achei interessante e concordo, uma vez que também sempre pensei nisso. Algumas pessoas julgam, mas o mundo das fanfics é gigante. Não somos os únicos que se "encontram" na escrita por causa disso. Então, não dá nem pra discutir com quem não é muito a "favor" disso. Além do mais, a autora de Cidade dos Ossos também escrevia fanfics de Harry Potter e agora ta aí vendendo milhares de exemplares pelo mundo, e uma história original. Nós podemos virar a mesa, não é? Agora você se diz escrevendo sobre um universo que não te pertence, mas vai saber se um dia as pessoas escreverão sobre o universo que você inventou! HUAHAU Afinal, escrever é um ofício, independente do quê ou para quem.

Nossa, puta comentário grande. Não consegui me aguentar agora :O Voltando pra sua fic... QUERO MAIS! :P

 

Nota: 5

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Enviado por Thata_Malfoy21 em 04/09/2011

Noooossa que foi isso?! Adorei! Não a discussão, óbvio, mas a sua perfeição em narrar um momento conflituoso como esse...

O que sera deles agora? Rose irá abandonar a insegurança e lutar por Scorpius? Como Scorpius vai reagir?

Estou tendo um colapso nervoso enquanto espero pelo próximo...

Nota: 5

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