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23. Pedido


Fic: Adoráveis Férias Infernais - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Pensei em me virar na cama, mas o menor movimento acordaria Scorpius. Eram  cinco da manhã, mas não havia nada que conseguisse me fazer dormir. Meus olhos estavam cansados, meu corpo estava molenga e eu bocejava a cada cinco minutos; porém, meu grau de cansaço não contribuía em nada para que minha cabeça parasse de funcionar e eu conseguisse dormir. Eu, inclusive, estava pedindo por um sono sem sonhos. Menos trabalho para os neurônios que cuidavam disso.



Fechei os olhos e respirei fundo, tentando me concentrar no vazio, mas eu tinha sensações e pensamentos rápidos. As sensações vinham daquele contato com Scorpius e os pensamentos vinham da notícia que eu tinha dado tão rápido e tão insensívelmente para minha mãe. Minha intenção não era ter dito aquilo para ela daquela maneira... Eu pretendia preparar o terreno, escolher as palavras certas, adicionar na conta que eu estava adorando morar ali, mas quando eu vi já as tinha dito e, como o resultado seria o mesmo, deixei tudo como estava.



Ela não voltou a olhar para mim, a falar comigo ou com qualquer outro morador daquela casa durante um bom tempo. Jantou em silêncio, sem dar desculpa alguma, subiu para o quarto de Arthur com ele e não voltou para a sala de estar. Meu desejo de boa noite para ela foi através da porta do quarto do meu pequeno irmão. Eu tinha quase certeza de que ela dormiria lá, na cama estreita que ela ou Draco usavam para dormir com Arthur quando ele era menor e nenhum dos dois queria levá-lo para a cama do casal.



Eu não pretendia que Scorpius viesse até meu quarto. Normalmente, era eu quem ia até o dele e era lá que ficávamos. Scorpius sempre esperava que eu colocasse a minha cama em oferta para que ele dormisse ao meu lado com mais conforto, mas naquele dia, ele apareceu sem avisar e sem esperar convite. E lá estava ele, deitado ao meu lado, com a cabeça no meu ombro e uma das mãos cobrindo o meu quadril; mas ele só dormira depois de me interrogar quanto ao que tinha acontecido com a minha mãe.



Tive de confirmar que não tinha dito nada à ela e que ele não precisava de preocupar, mas ele viu que eu estava mentindo. Ele torceu a boca e rolou os olhos, e, para mim, isso parecia a expressão de quem sabia que estava sendo enganado. Porém, ele não foi embora, não dormia em seu próprio quarto e não evitava me abraçar. Ele também não dissera nenhuma palavra depois do meu trigésimo “não” e eu não insistira. Não preciso dizer que achava que era exatamente por isso que eu não conseguia dormir.



Fechei os olhos e tentei me concentrar no vazio, novamente, porém o vazio foi consumido quando Scorpius suspirou alto, fazendo o ar de suas narinas colidirem com a pele arrepiada do meu ombro. Por mais curioso que parecesse, na maioria das vezes, nós passávamos aquele tempo na cama, dormindo. Sim, existiam mãos, beijos mais pesados, pernas entrelaçadas e suspiros altos, mas nada mais do que isso. Eu ainda não tinha conhecido Scorpius do jeito que imaginei que conheceria na primeira noite em que nos beijamos.



A atração que eu sentia por ele era enorme, e tinha certeza de que a dele por mim era proporcional, porém toda a vez que ele me tocava e vice-versa a batalha dentro de mim recomeçava. Eu podia ver minha mãe brava, podia ver meu pai praguejando e podia ver os Weasley virando as costas para mim, dizendo que eu exatamente como a minha mãe. Eu não concordava com essa última parte. Minha mãe teve coragem de assumir para todo mundo que gostava de um Malfoy, enquanto eu não tivera coragem de admitir nem para mim mesma por um tempo longo demais. Eu não parecia com minha mãe nesse aspecto, ela era forte.



E diante disso tudo, estava aquele jeito que ele me fazia sentir, aquela paz que ele me proporcionava com a sensibilidade, delicadeza e simplicidade que faziam dele a figura que me deixava maluca. Eu gostava do modo como ele pretendia defender a honra dos Malfoy. Eu adorava quando ele me contava dos estudos para as provas e quando eu o ajudava em feitiços e testes de lógica mais difíceis... E eu adorava principalmente quando ele agia como um simples homem do campo, nascido em meio a uma fazenda onde criava a própria comida.



E isso era sexy. Eu o imaginava depois de um dia na lida campeira, com as costas suadas e os cabelos jogados para trás das orelhas displicentemente. Eu o imaginava segurando o violão e dedilhando uma música de Merle Haggard, uma música que eu conheceria e que cantaria junto com ele. Logo depois, eu imaginava para o que mais aqueles dedos serviriam e me imaginava tocando todas as linhas de suas costas e as ondulações das nádegas e pernas... Eu acordei do meu cochilo com o suor brotando na testa.



Assustada, me virei na cama, jogando o braço de Scorpius para longe e o acordando com a pulsação nervosa do meu corpo. Minha respiração se acelerou quando eu vi que a luz fraca do dia nascente entrava pela única janela da casa que não tinha uma cortina black-out e que eu podia enxergar as linhas do corpo de Scorpius, tão reais quanto as que eu vi naquele sonho libidinoso. Me ergui nos cotovelos e joguei os cabelos para trás, enquanto Scorpius percebia que eu estava acordada e encontrava a voz para me perguntar o que acontecera.



- Pesadelo? – perguntou e eu hesitei.



- Não – respondi, sem acreditar que um sonho como aquele, um dia, poderia se transformar em um pesadelo. Scorpius deitou de costas, colocando uma das mãos embaixo do travesseiro e me olhando com o rosto enterrado na fronha. – Só um sonho estranho, mas pelo menos, eu consegui cochilar.



- Você não tinha dormido?



- Não – disse, ficando de lado na cama, usando o cotovelo para me apoiar, sentindo o cabelo cair como uma cascata castanha ao meu lado. A camiseta larga que eu usava não cobria grande coisa do meu corpo, apesar de ser muito maior do que o número usual.



- Isso tem a ver com a crise da sua mãe?



- Talvez – e eu estava sendo sincera, porém, achei que era muito cedo para dizer para ele que um dos motivos para minha insônia estava ao meu lado.



- Afinal, o que deu nela? – ele ergueu a cabeça e sua serenidade se esvaiu. – Se você tivesse contado alguma coisa sobre a gente, eu entenderia, mas você não contou... Foi alguma coisa com o Arthur?



E, então, ele encheu o quarto com divagações e teorias sobre minha mãe. Eu tive que escutar que ela poderia estar sendo humilhada no trabalho, que ela poderia estar sentindo saudades imensas do mundo bruxo em sua totalidade, e inclusive, tive que escutar que ela e Draco poderiam estar passando por uma crise no casamento! Essa era demais, apenas observando os dois por um mês, eu tinha entendido que eles se amariam por meio século, pelo menos.



- Para, não existe crise nenhuma no casamento deles, é só prestar atenção – eu pedi, levando a minha mãe até a dele e a cobrindo.



- Então, o que é?



- TPM? – tentei.



- Bruxas não têm TMP – ele disse, seguro do que falava e eu inclinei a cabeça. Não fazia o menor sentido, mas eu não tinha ânimo para discutir. – Melhor ainda, sua mãe não tem TPM.



- Você deve estar com muito sono, falando essas besteiras por aí.



- Não são besteiras, vou fazer um estudo acadêmico sobre isso.



 - Me envie a tese quando terminar, porque eu tenho muitas críticas.



Ele largou o rosto no travesseiro, novamente, e fechou os olhos, enquanto eu sorria com o humor bruxuleante da conversa, que passara de sério para uma brincadeira. Era quase sempre assim. Mesmo que iniciada de modo sério, as conversas tinham a tendência de terminar em brincadeiras. O que me lembrou da tendência seguinte. Me abaixei a me deitei de lado perto dele, com uma das pernas atirada sobre as coxas dele e o braço direito jogado sobre suas costas nuas.



Beijei sua bochecha e fechei meus olhos. As coisas eram uma confusão dentro de mim, isso era certo, e embora tocá-lo e pensar nele como alguém disponível para uma relação amorosa me trouxesse todos aqueles pensamentos horripilantes, eu sentia a paz e a tranqüilidade quando tinha minha pele na dele. No silêncio que se instaurou no quarto, eu podia ouvir o coração de Scorpius num eco ao meu. Estiquei meus dedos e toquei seu cabelo, olhando para as linhas do rosto. Agora que o sol invadia o quarto, eu podia enxergar com perfeição cada uma das marcas que ele tinha na pele pálida e eu adorava cada pedaço delas.



- O que foi? – ele perguntou e eu percebi que ele me encarava.



Ele tinha me pego olhando para ele como nunca antes tinha me visto fazer. Sem dizer nada, eu sorri e toquei seus lábios, descendo os dedos até o pescoço enquanto ele se virava com as costas no colchão. Eu não dizia nada. Eu nunca tinha dito o quanto eu gostava da simplicidade dele, nunca tinha dito o quanto eu gostava dos olhos profundos que pareciam enxergar cada pedaço passado da minha vida, nunca tinha dito como eu me sentia perto dele. E tudo isso porque eu achava que não precisava. Eu tinha um sorriso, lábios firmes e toques doces a meu favor... Mas isso era suficiente, dentro daquele mar de omissões e mentiras?



Me distraí o suficiente dentro de mim para apenas voltar os olhos ao redor, quando Scorpius me tinha sobre ele. Meus cabelos eram uma juba ao redor de nós, mas eu não me preocupava em prendê-los; era exatamente daquele toque selvagem que eu gostava. Scorpius me deixava com uma sofreguidão que nunca antes tinha usado. Suas mãos passeavam pelas minhas costas por debaixo da camiseta larga e eu podia sentir muita coisa estando apenas de calcinha por debaixo dela.



Ajudei-o a se desfazer das calças de moletom e me desfiz da minha camiseta. A eletricidade passava por todas minhas veias, como se meu sangue já não existisse dentro de mim, sendo substituído por um fluído de libido, de excitação. Parecia que a qualquer segundo, eu explodiria sem avançar nenhum centímetro do meu campo de ocupação; meu corpo explodiria dentro dele mesmo. Joguei os cabelos para trás e cerrei os olhos, prestando tanta atenção na explosão que perdia o restante.



Perdia as mãos de Scorpius na minha cintura, me guiando num movimento prazeroso. Perdia a luz do sol entrando com mais força e iluminando cada pedaço do meu corpo e do dele. Perdia o controle das minhas expressões e mordia o lábio com tal força que cheguei a sentir o gosto de sangue. Por fim, caí de costas na cama e pude relaxar dos movimentos, guiando. Meus olhos agora estavam abertos, mas eu pouco conseguia enxergar. Eu via os cabelos de Scorpius, enquanto sua cabeça se apoiava no meu ombro, via minhas mãos em suas nádegas num controle nulo de velocidade e via que já passavam das oito da manhã.



Maldito relógio, eu pensei, quando senti a explosão desvanecer de dentro de mim e meu corpo amolecer. Minhas mãos tocaram o lençol e eu senti que a explosão que eu esperava que acontecesse dentro de mim apenas aconteceu dentro de Scorpius. Ele suspirou na minha orelha, beijando meu pescoço e me dizendo coisas que eu não compreendi. Meus olhos estavam presos naquele relógio e no horário em que minha mãe acordava normalmente.



Eu não olhei para Scorpius, até que ele se deitou ao meu lado, me aninhando ao seu corpo como se eu fosse uma criança. Beijou o topo da minha cabeça e sorriu para mim. Eu me estiquei e beijei seus lábios, puxando o lençol para cobrir nossos corpos e mesmo sabendo que ele teria que ir para o próprio quarto no minuto seguinte, eu fechei meus olhos e deixei minha cabeça na curva de seu pescoço. Eu estava me sentindo em total segurança, apesar de ser a próxima responsável por uma guerra.



- Eu estava pensando – ele começou, ainda ofegante e suado. Da testa brotavam gotículas de suor, enquanto o cabelo parecia recém lavado. Eu, pelo contrário, não tinha uma gota de suor no corpo e não ofegava.



- No que?



- Nós.



E ficou quieto.



- “Nós”, o que?  - eu perguntei depois dos dois segundos de margem que dei para que ele dissesse alguma coisa. Eu me virei para ele, ficando com as costas para cima e me apoiando nos cotovelos.



- Nós não somos nada um do outro – ele disse e eu entendi. – E isso é estranho. Nós dormimos na mesma cama diversas vezes, nós acabamos de transar e eu não sou nada seu; você não é nada minha.



- Somos irmãos por casamento – eu disse, me deitando na cama com as costas no colchão, encarando o teto liso. Eu tinha entendido e não tinha gostado do assunto no qual ele entraria. Vi que seus dentes trincaram e ele não tinha gostado do título que eu arrumara. – Títulos não são importantes.



- Para você, não.



- E para você? – perguntei, mantendo a voz baixa por conta do horário. Eu não sabia ao certo, o horário em que Hermione acordava num sábado, mas tinha quase certeza de que estava próxima. – Dizer que tem uma namorada é mais importante do que ter alguém ao seu lado? Isso – apontei para nós dois – é alguma coisa e eu não me importo de não dar um nome a ela.



- Então, se você não se importa em não dar um nome, também não se importa de dar um nome.



- Eu prefiro sentir a nomear.



- Mas o que é um nome que você não se importa de dar? – ele insistiu, tocando meu cabelo com os dedos rústicos. Cerrei os olhos. Nomear a coisa dava uma intensidade muito maior do que ela tinha. – Pensar em você como minha namorada é muito mais interessante do que pensar em você como a irmã por casamento com quem eu durmo.



- “Namoro” é um termo que me remete a coisas mais certinhas – eu disse, por fim, depois de um silêncio desagradável. – Isso aqui, nunca seria aceitável dentro de um namoro, Scorpius.



- Vamos fazer isso ser aceitável, então!



E ele parecia ter dado a solução de todos os problemas do mundo, porque o sorriso em seu rosto era maior do que qualquer coisa que eu já tinha visto. Meu corpo tremeu e a minha única atitude foi me erguer da cama e buscar as minhas roupas. Vesti a calcinha e a camiseta e me ergui para olhá-lo de cima. O sorriso desapareceu quando ele viu a minha expressão.



- Você quer começar a Terceira Guerra Bruxa, pelo visto.



- Não, eu só quero poder sair com você na rua – ele se defendeu. Scorpius colocava um ponto de vista único na mesa, um ponto de vista que eu compartilhava também, mas eu via o outro lado, diferente do Sr. Inconsequente.



- As coisas são graduais – eu expliquei, cruzando os braços. – Eu não posso, simplesmente chegar para o meu pai e dizer que eu estou namorando o filho do homem que ele mais detesta! Eu não posso dizer isso para a minha família, não posso contar isso para minha mãe... Não posso!



- Não pode ou não quer? – ele perguntou, se erguendo nos quadris e buscando as roupas. Ele estava ofendido. Ele estava muito ofendido e estava muito triste. Pude sentir meu coração se rasgando, enquanto ele vestia as calças e se erguia da cama.



- Não posso – eu reforcei, olhando para cima para conseguir encarar seu rosto. – Não agora, eu preciso de um tempo para descobrir como eu vou fazer isso... Mas nem por um segundo, pense que eu não quero sair com você e dizer com o peito inflado, que você é meu namorado.



- Isso pode demorar tanto, Rose – ele ironizou, usando o meu nome ao invés do apelido que tinha me dado. – As coisas podem não ser mais as mesmas quando você decidir enfrentar o mundo pelo que você quer.



- Então, quer dizer que “essas coisas” não mereciam meu esforço.



Eu disse sem pensar e sem entender o que eu dizia. Eu tinha que ter me estendido e buscado beijá-lo com doçura e dizer que eu conseguiria fazer aquilo o mais rápido possível, mas eu decidi pelo caminho menos difícil e usei do sarcasmo. Usei do ser rude que existia dentro de mim. Manchei minha voz com mágoa e disse a frase que fez com que Scorpius saísse em silêncio pela porta do meu quarto, me deixando temerosa que Hermione ou Draco o vissem. Me voltei para minha cama e me joguei no lençol que ainda cheirava a Scorpius. O que você fez, Rose?



 



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N/A: Olá meus queridos! Peço desculpas pela demora do capítulo, mas juro que eu comecei o danado de três maneiras diferentes e nenhuma delas me agradava. Nenhuma delas tinha me deixado satisfeita para continuar e eu só consegui começar e terminar o dito hoje. Sim, hoje, dia 31 de Agosto às 5:00 da manhã. Gostei desse capítulo, expõe muita coisa sentimental de ambos, além de ter uma pitada de interação física nada explícita porque, afinal, essa é uma fic para 16 anos e não 18.



Espero que vocês gostem bastante e comentem mais ainda! Muito obrigada pela presença de todos os leitores que não comentam e um agradecimento muitoooo maior aos que comentam, porque vocês ajudam tanto no ritmo da fic e no andar dela. Muito obrigada! Então, até a semana que vem, beijos :D




Gostaram da capa nova? Eu adorei, Nina D. sabe o que faz! rsrs

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Comentários: 9

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Enviado por Felipe S. em 03/09/2011

Agora um problema começa, uma crise entre os dois. Scorpius respeita deemais o espaço de Rose, sendo algo nada recíproco. 

Não sei o que esperar de Hermione, assim como não sei o que esperar de Rose e Scorpius. Existem momentos que acredito que será um relacionamento "para todo o sempre" assim como tem momentos que acho que, devido às atitudes da menina, não passará de uma paixonite de verão.

 

Ansioso pelo próximo capítulo. (:

Nota: 5

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Enviado por Jheni weasley em 02/09/2011

Amei  o capitulo,   amei os conflitos internos da Rose,  amei os dois juntos, amei a duvida que ela tem, amei tudo, parabéns. Rose você tem que falar a verdade logo, antes que você magoe quem você
 ame o pior antes que a verdade não vale mais nada. Bjus...

Nota: 5

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Enviado por Marcela Prince Snape em 02/09/2011

Eu amei!

Rose é igualzinha ao pai em relação a sentimentos.

Scorpius é tão romântico e Rose acabou de machucar o coração do coitado.

Realmente você tem o dom de nos prender a história!

Beijos!

Nota: 5

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Enviado por Vitoria Weasley Malfoy em 02/09/2011

Posta mais, por favor voccê tem o dom de nos prender nesta história!!!!!!

Nota: 5

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Enviado por AmandaMLira em 01/09/2011

Ansiosa pelo que vai acontecer! Cada vez melhor a fic!!

Nota: 5

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Enviado por Josianne em 01/09/2011

Que capítulo incrível *-----*

Nota: 5

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Enviado por Victoire Weasley Lupin em 01/09/2011

AHHH , mt boa , POR FAVOR posta o mais rápido possível , eu to aqui trii ansiosa pra ver o que vai acontecer . AHH , virei leitora assidua . bjjs

Nota: 5

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Enviado por pokie. em 01/09/2011

Capítulo maravilhoso! Adorei a forma como tudo foi retratado, inclusive a cena em que eles fazem sexo. Não é explícito, mas é intenso. Amei. Foi um capítulo sentimental e o final me deixou intrigada. Mal tiveram tempo de racionar o que aconteceu no quarto, e voltaram a discutir. Mas realmente sempre imaginei que Scorpius quisesse chamar Rose de sua namorada, e depois de tudo aquilo, ele devia mesmo querer algo mais, já que outro rótulo não seria o suficiente para ele. Ele tem um jeito romântico, mas o jeito romântico dele me faz adorá-lo, porque ele é sexy e simples, nada exagerado, e isso é um detalhe perfeito. Mas e agora? Como a Rose vai resolver tudo isso que a consome? Estou esperando mais capítulos, como sempre, curiosa e ansiosa! Fic cada vez mais incrível :D E eu adorei a capa!! Garrett, seu lindo <3

Nota: 5

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Enviado por Ana CR em 01/09/2011

Ansiosa pelo proximo capitulo!

 

(:

Posta mais!

Nota: 5

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