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22. Ataque


Fic: HARRY POTTER E O ÚLTIMO DRAGÃO - ATUALIZADA 03.11.2010


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAP 22 – Ataque
 
Os soldados de Avalon se encontravam enfileirados fora dos portões prontos para partir. Armados com suas espadas e protejidos o suas armaduras seguiriam para Nárnia ao comando do rei. A mensage que Nárnia enviou era clara: Estavam sobre um ataque, e em grande desvantagens. Pedro e Edmundo ainda estavam a caminho e talvez ainda não soubessem do ataque. Avalon iria ao seu socorro, eles querendo ou não.
 
Harry sentou-se em frente a Draco, e o encarou sério.
 
-Creio que você entenda o que esta acontencendo. – Disse em tom grave. – Estou deixando você aqui por que acredito que ninguém melhor que você as protejeria. Elas são tudo que tenho, e imploro a você meu amigo que as proteja com sua vida se for preciso.
 
Draco sentiu a tensão que emanava de Harry, e tocou seu ombro em um jesto de conforto.
 
-Eu darei minha vida para proteje-las Harry, e não se proculpe, em poucos dias os soldados que estavam em licença voltarão e assim estaremos mais preparados, não creio que em tão pouco tempo Voldemort planeje atacar-nos.
 
-Eu não teria tanta esperança. – Disse harry levantando-se – Conto com você e com sua lealdade Draco.
 
-Pode ficar tranquilo, irmão.
 
Harry sorriu e saio seguindo para o pátio onde se encontravam os outros. Abaçou Hermione, acenou para os outros, correu os olhos para procurar Gina mas não a viu, ela havia dito que odiava despedidas e que não iria lhe dizer adeus. Montou seu consel, ao mesmo tempo que Sirius, Aragorn e Remus o faziam.
 
Deu uma última olhada em todos, e virou em direção aos portões, mas logo parou e voltou-se ao ouvir Gina chama-lo. Ele a fitou e sorriu, ele tinha a esperança de que ela desistisse e viesse se despedir. Ela parou ao lado de seu cavalo.
 
-Você tera que descer ou me ajudar a subir para eu poder me despedir. – Ela disse sorrindo.
 
Harry se enclinou e a ajudou sibrir sentando-a em seu colo.
 
-Você demorou muito. – Ele disse.
 
-Não mesmo, cheguei no momento exato. – Ela tocou o rosto dele com as duas mãos e lhe disse em um tom direto. – Não pense em voltar com um osso quebrado, algum aranhao ou qualquer tipo de machucado, caso você o faça eu irei dobrar todos os seus ferimentos. Não pense em morrer, por que se seu corpo chegar aqui em Avalon eu irei mata-lo novamente. E por último nem pense em se apaixonar por um veela em seu caminho que eu não irei aceitar...e não irei lhe dizer que farei, caso isso acontessa.
 
Harry jogou a cabeça para traz e riu com vontade.
 
- Prometo não me apaixonar por uma veela, por vontade, mas você sabe que elas são dificeis de resistir...
 
-Não irei aceitar desculpas. – Ela disse sorrindo.
 
-Quando aos machucados...não posso prometer muito, mas tenho certeza que se eu chegar aqui machucado você ira cuidar de mim...
 
-Não tenha tanta fé nisso Potter.
 
- E por fim, é esperado da donzela que ela de um beijo de adeus em seu cavaleiro.
 
-Em frente a todos?
 
-Ninguem esta nos observando. –Ela virou para obervar ao redor.
 
-Estao todos olhando. – Ela disse sussurando.
 
Harry virou-se e disse em voz alta.
 
-por favor todos poderiam se virar para que eu possa beijar a donzela sem que ela se sinta enverognhada.
 
Todos viraram, inclusive Hemione que segurava o riso. Gina lhe deu um leve tapa no ombro antes dele a segurar mais forte e a beijar fazendo-a esquecer de todos que os cercavam.
 
 
Três semanas haviam se passado e nenhuma mensagem foi enviado a Avalon. Todos no castelo estavam vivendo em um clima de tensão e ansiedade, e a cada som de cavalos se aproximando do castelo era uma esperansa que fosse suas tropas de volta.
 
Draco abriu as cortinas de seu quarto. Encostou-se na beirada da janela de pedra e fitou o horizonte, respirou fundo e voltou-se para encarar o objeto que repousava em sua cama. A espada possuia a lamina mais leve e afida que ele ja havia isto, o cabo que se ajustava perfeitamente em suas maos era negro com pedras onix, era um bela e tentadora arma.
 
Ele caminhou ate a espada e a enpunhou, alisou a lamina com a mao esquerda e avistou seu reflexo nela. Seus olhos estavam negros em lugar de cinzas, olheiras roxas escureciam seu olhar. Franziu o cenho e contraiu os labios. Não gostava de nada do que estava sentindo, mas ao segurar aquela espada sempre lhe vinha a mente sangue...o sangue de Ronald  Weasley escorrendo pela lamina prateada.
 
 
- Então roniquinho onde está o tão temivel devorador de galinhas. – Brincou Gina rindo das caretas que o irmão fazia depois da reprimenda que recebeu do responsavel pelo cural.
 
-Aquele covarde foi se esconder. – Resmungou o ruivo – Eu não entendo! Será que não dou carne o suficiente para ele, que ele precisa ir sempre pegar as galinhas do Kent?
 
-Bom vai ver ele tenha um apetite de dragão. – Brincou a jovem que riu mais ainda da tentativa do irmao de lhe encarar brao. – Vamos onde Feo se escondeu dessa vez.
 
-Deve ter ido para de baixo das saias da mamãe de novo, ela vive paparicando ele e lhe dando comida, por isso ele esta tão grande em tão pouco tempo.
 
O pequeno dragão que havia saido do ovo havia dado lugar a um dragão “criança”, que ja estava com quase 3 metros de comprimento e 2 de altura. A coloração das escamas haviam ficado um cinza azulado que brilahava feito safiras a luz do sol, e segundo Ronald , o apetite do dragão havia almentado em mais de cem vezes.
 
-Bom, não importa...queria que você me ajudasse com as espadas. Eu estou treinando mas sem um parceiro fica muito ruim...você lutaria comigo? – ela fez sua “fingida” cara de inocente, a qual sempre vencia os irmaos mais velhos.
 
-Bom, temendo por meu orgulho masculino irei lutar com você...Mas, gostaria que você fosse um pouco piedosa...
 
A jovem gargalhou e empunhou sua espada, era uma espada de lamina curta e um pouco mais larga que o normal, a bainha era de couro marrom sem pedras.
 
Ronald  empunhou a sua e quando ambos atacaram e suas espadas se chocaram a terra pareceu tremer. Recuaram e olharam um para o outro com as expressòes preoculpadas. Naquele momento Feonor parou ao lado de Ronald .
 
“Orcs” o dragão disse. E Ronald  sentiu um arrepio percorrer o corpo.
 
- Gina...Vá procurar o Draco o mais rapido que você puder correr.
 
-O que aconteceu?
 
-Feo visualizou orcs...
 
-Em avalon? – Sua expressao era de surpresa.
 
-Sim, aqui...vou ate os outros soldados avisa-los, por sorte eles devem estar longe ainda e teremos tempo de nos preparar para o ataque.
 
Gina mal esperou ele terminar, e pos-se a correr o mais rapido que pode. Quando adentrou o salão esbarrou em Draco. Espalmou ambas as maos no peito do capitao.
 
-Orcs.
 
Ela a fitou de cima com a expressão dura.
 
- Sim.
 
Desvencilhou as maos dela e saiu em direção aos portões.
 
Gina voltou-se e encarou as costas do loiro.
 
-Draco! – Ele virou e a firtou – O que vamos fazer? E se não tivermos homens o suficiente?
 
-Vamos lutar Ginevra...é o que sempre fazemos, lutamos.
 
- Mas...
 
-Sem mais. – Ele saiu e seguiu ate seus homens, deu ordens para aprontarem as defesas aos que estavam no muro quando cehgavam outros junto a Ronald .
 
-Senhor, estamos espoerando suas ordens. – Disse Collin em frente a todos.
 
Draco respirou fundo.
 
-Os arqueiros devem ficar nas muralharas a postos, não os deixem chegar um p[aço a frente do amis longe que suas flechas alcancem. Guardas, fiquem a postos, quero 100 homens espalhados pelas murralhas, não deixem que uma única escada inimiga fique em nossos muros.
 
 Depois disso ele seguiu ate as muralhas e ficou bem em cima do portão com os olhos no horizonto que pouco a pouco ia ficando cada vez mais negro.
 
Ronald  o segui com Feonor ao seu lado.
Vamos amigo, é a nossa chance de mostrar para que estamos aqui.
 
-Comandante? – Ele Chamou – O que devo fazer.
 
Draco girou lentamente e ficou em frente a ele.
 
-Esconda-se cavaleiro do dragão, e proteja-se, por que não queremos perder Feonor, não é? – Depois disse voltou seguir seu caminho.
 
Ronald sentou seu corpo arrepiar-se, e foi procurar Gina e Hermione.
 
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Hermione fitou Linda e Tonks, sorriu fraco, e virou para encarar Draco.
 
- Como estamos? – Perguntou aflita.
 
-Temos cerca de mil homens dentro das muralhas, os outros estão pelas vilas...estavam em seu periodo de férias...Harry levou mais de mil homens, mas se conseguirmos juntar os que estão por avalion teremos mais de 3 mil. – Disse o comandante firme. – Acredito que não será facil localizarmos todos, e não sabemos ainda a situação das vilas.
 
Hermione suspirou.
 
-E Ronald?
 
-Mandei esconder-se. – Respondeu o comandante.
 
-Certo, é prioritário que o dragão e ele fiqueme scondidos, se conseguirmos leva-los para fora das murralhas a um outro abrigo seria melhor.
 
-Vou providenciar isso. – Respondeu Draco.
 
-Draco...o que posso fazer? – Ele percebeu sua expressão aflita, e se aproximou dela, colocou uma mão em seu ombro esquerdo e lhe deu um leve apertão para conforta-la.
 
-Somos o exercito mais bem preparado das Terras médias, não se proculpe. – Virou e saiu do salão.
 
-Vamos aguardar então. – Disse a princesa sentando-se em seu trono, cruzou as maos no colo e aguardou. Tentava manter-se calma e tranquila, mas seu coração batia apressadamente e suas mãos tremiam. Em sua mente ela repassava como um mantra “volta logo Harry’.
 
Um jovem soldado adentrou o salão, tinha as faces canças e as evstes sujas, todos que estavam no salão se viraram para ele. Levava um expressao preoculpada, ajoelhou-se em frente a hermione.
 
-São certa de  cinco mil orcs. – Disse diretamente. – As vilas que pude visualizar estavam todas destruidas e em chamas, sem sinal de sobreviventes, cavalguei o mais rápido que pude sem ser visto, ele marcham diretamente para o castelo, destruindo tudo que há em seu caminho.
 
Draco praguejou, ele acabava de entrar no salão e pode ouvir o relato do soldado.
 
- Se conseguirmos mante-los fora das murraklhas,  teremos uma grande vantagem. – Ele disse para a princesa – Por mais que possamos contar com alguns bruxos, a maioria dos homens que ficaram não o são...temos...trinta talvez que podem ficar na dianteira junto com os arqueiros, mas não será o suficiente...Precisamos buscar os aldeoes que ficam ao redor do castelo, dar-lhes abrigo, e se preciso arma-los também.
 
-Draco – Falou Linda – Junte alguns homens e vá ate as vilas, traga todos. Enquanto isso vamos tentar criar um escudo mágico.
 
-Sim – Disse tonks. – Eu nunca tentei um tão grande, mas posso tentar fazer um escudo para protejer o castelo. Como o que protegia avalon, impedindo que qualquer criatura negra entre.
 
-Certo. –Vou levar poucos e alguns cavalos. – Draco fez uma leve reverencia e saio.
 
-Nimpha...voce acha que consegue? – Perguntou Linda.
 
-Bom...como eu disse...nunca fiz um tao grande mas pode dar certo...
 
-Linda, você fica com a tonks e ajuda ela em qualquer coisa que ela precisar. – Disse Hermione – Snape. – O homen a fitou. – Precisamos alojar os aldeoes no abrigo subterraneo...
 
-Sem problemas, eu sei o caminho.
 
-Eu posso ajuda-lo? – Perguntou Gina.
 
-Claro milady. – Respondeu Snape.
 
Quando ambos sairam da sala, Hermione fitou Ronald que havia chegado a pouco. O rapaz a olhava curioso, como se esperase por algo.
 
-Eu...-ela começou – Eu não sei realmente o que fazer...Avalon não sofre ataques há mais de dez anos! Por que tinha que ser justo quando Harry não esta aqui. –Ele viu os olhos dela encherem de lágrimas.-  Eu não vou conseguir...
 
Ele acabou com a distancia entre eles em poucos passos e a abraçou. Hermione repousou a cabeça no peito do jovem.
 
-Não se proculpe, estamos aqui e vamos lutar...
 
-Avalon e minha casa...- ela levantou o olhar e firou os olhos azuis – Se eles conseguirem entrar aqui...
 
-Hermione...esperança...vamos ter esperança, o escudo de tonks vai adiantar e se conseguirmos segura-los o suficiente vamos enviar uma mensagem ate nárnia e avisar harry e os outros.
 
-Obrigada...- ela disse baixinho.
 
Ele beijou carinhosamente o topo da cabeça dela e sorriu.
 
-De nada. – Ele a afastou devagar – Vou atraz de Feo, não vou me esconder, vou ficar e lutar, mas vou mandar aquele brutamontes atraz do Snape, quem sabe ele não ajuda a guardar os abrigos, e lá ele vai estar escondido...Quem sabe ele não aprende de repente a voar e soltar fogo, hum?
 
Ela sorriu.
 
-Seria uma boa.
 
 
-Severos...você acredita que conseguiremos manter o castelo pretegido até harry voltar?  - Perguntou Gina enquando ambos se encaminhavam para os abrigos abaixo do castelo.
 
-Milady, acredito que Nimphadora poderá fazer um bom escudo, mas se ela não conseguir...Teremos que nos manter firme e lutar. São muitos e nós poucos.
 
- Como é este abrigo? Vai caber todo mundo?
 
Snape riu.
 
-Sempre cheia de perguntas, não entendo por que isso sempre me surpreende. – E completou – você verá.
 
Desceram varios lances de escadas ate chegarem a uma parede de pedra. Severos retirou a varinha e murmurou palavras desconhecidas pela jovem, de repente a parede se moveu, as pedras se desmontavam uma a uma ate abrir a passagem. Era um amplo porão, iluminada por archotes (arxotes...nao sei direito a palavra), haviam varias sacas que pareciam conter mantimentos, barris onde provavelmente havia agua, e pilhas e pilhas de colchoes.
 
- É grande. – A jovem disse.
 
- Sim, mas sempre poderemos ampliar. Este abrigo já foi usado muitas vezes. – Disse ele guiando-a ate os mantimentos, para checar se estavam bons – Mas eu nunca presenciei uma guerra em avalon. Quando aragorn se tornou rei de Gondor, Avalon mandou muitos homens, mas nunca chegamos a ser atacados...a proteção contra orcs e criaturas negras sempre nos manteve longe...Voldemort é um bruxo muito poderoso Ginevra – Ele se virou e encarou os olhos cor de mel – E lembre-se, jamais, jamais enfrente ele, ou qualquer bruxo em seu comeando, eles são poderosos e crueis e não irao se importar em lhe fazer dano, em lhe usar...
 
-Severos, essa lição já aprendi. Creio que foi a primeira coisa que vc me ensinou.
 
- Não, a primeira foi me escutar.
 
 
Durante a hora seguinte o caos tomou conta da cidade. Os portões, totalmente escancarados, engolindo avidamente todos que passavam por ele em bsuca de segurança. Comandando a turba, em frente aos portões, estavam a própria Hermione, auxiliada por Tonks. Mais para dentro da cidade, Gina, Linda e Snape auxiliavam, direcionando as pessoas para onde deveria se dirigir. Quando os passos dos Orcs puderam ser ouvidos ao longe e ninguiém mais estava do lado de fora, Draco ordenou que os portões fossem trancados e ocupou seu posto, no alto dos muros.
 
- É hora de atacar. – disse Draco alto para que todos a aixo das murralhas o ouvissem – os cavaleiros que irão montados nas aves jogarão sobre eles, deen preferencia nos das primeiras filas, assim poderemos bloquear o camainho deles. – Draco falava em um tom firme, e seus labios tremiam – Logo chegarão os Hipogrifos e assim teremos mais amparo no céu.
 
-Sim senhor. – Responderam seus homens em unisono.
 
Draco encarou o horizonte. O sol ainda brilhava forte, o céu azul e limpido. Tudo parecia em paz. O comandante sentiu sua boca amarga. Tocou a bainha de sua espada na ansia de empunha-la e lutar.
 
-X-
 
Aos poucos, um mar de inimigos se formou em frente aos portões da cidade. Os soldados aguardaram, firmes em seus postos. Era intimidante ver tantos inimigos, numa proporção de pelo menos três para um, mas todos mativeram-se a confiança em seu comandante. Quando o ataque iniciou, foi fulminante. Os arqueiros apressaram-se em derrubar o maior número de inimigos que podiam, mas quanto mais Orcs eles derrubavam, mais pareciam surgir. O pequeno espaço de tempo que levavam para preparar seus arcos e disparar uma nova saraivada de flechas era suficiente para que dezenas de inimigos avançassem. Logo, o exercito batia nos portões e tentava escalar os muros.
 
Draco comandava a batalha, com seus soldados agora lançando tudo o que tinha nas mãos, na tentativa de impedir o acesso. Dentro do castelo, Mione continuava ansiosa. Gina estava com ela.
 
            - Acho que deveríamos estar lá fora, ajudando. – Disse a ruiva.
- Não sei ao certo o que fazer. – Respondeu Mione, esfregando nervosamente as mãos.
- O que seu irmão faria? – Questionou Gina, parando em sua frente, com as mãos na cintura.
- É obvio que ele estaria lá fora, comandando nossos soldados. – Começou Mione, agora andando pela sala – Mas eu não sou Harry. E sou mulher. Meu lugar é aqui dentro do castelo.
- E você acha que os Orcs vão se importar por você ser mulher? Ou por estar aqui na sala do trono, caso consigam entrar? Não acha melhor estarmos lá fora, incentivando os soldados?
- Você tem razão. De nada adiantará manter a compostura, se a cidade cair. Minha obrigação é defender minha cidade, e será exatamente isto que farei. – Mione finalmente parecia decidida.
 
 Gina percebeu que esta era sua grande angústia. Ela de desejava tomar uma atitude mais efetiva, mas tinha receio de estar tomando uma medida impulsiva. O apoio de Gina a fizera se decidir. Virou-se para um dos guardas e ordenou.
 
- Mande buscar minha armadura. A que herdei de minha mãe. E providencie uma também para lady Weasley.
 
O guarda assentiu, e poucos minutos depois ambas estavam sendo vestidas por criadas. ( Acho que aqui, se você quiser, cabe a descrição da armadura). Quando estavam prontas, finalmente seguiram em direção aos muros.
 
O povo, ao ver sua soberana seguindo para a batalha, ostentando a armadura de sua adorada rainha, exultou. Uma onda de confiança, com brados de guerra e espadas batendo contra os escudos ao longo do caminho que elas percorriam. Logo o som chegou aos muros, chamando a atenção de Draco, que não acreditava no que via. Quando as damas chegaram até ele, este literalmente rosnou.
 
            - O que vocês estão fazendo aqui? Isto não é lugar para damas.
- Mas é o lugar onde o lider deste povo deve estar. Na linha de frente, defendendo-o. E na ausência de meu irmão, este posto é meu. E não adianta bufar, guarde sua energia para os invasores.
- Mas não posso permitir que vocês se esponham. O Harry me mata se souber que as duas participaram da luta. – Retorquiu ele.
- Ele só vai saber, se conseguirmos vencer. E daí, ele estará tão feliz que garanto que não se importará muito com isso, Draco. – Gina não se segurou e alfinetou o comandante.
 
 
Draco fez uma careta e resolveu desistir. Ele sabia que ambas lutavam muito bem, ele mesmo havia ajudado no treinamento de Mione. E presenciara o treinamento de Gina.
 
O ataque foi letal. Para Avalon, por mais que os soldados se esforçassem, lutando com suas forças ao limite, não conseguiram vencer. Eram muitos orks. E eles foram cruéis. Enquanto os Orks lutam sem nada em suas mentes, sem medo, sem esperança, sem amor, os soldados de Avalon lutavam por suas famílias, muitos que não estavam protegidos pelos portões do castelo, lutavam pelo seu reino, pelo seu rei. Mas mesmo com tudo pelo que tinham para lutar, os orks conseguiram invadir o castelo, arrombaram os portões usando gigantes troncos de arvores, escalaram os muros com insistência, lançaram flechas com fogo queimando o que havia pela frente. Dentro das muralhas, usavam seus machados, lanças e espadas com toda sua força, o que foi para muito impossível de conter.
 
Tonks segurou uma barreira protetora ao máximo que suas forças deixaram até sua magia extinguir, então desfaleceu no colo de Ronald que estava junto a ela. Ele a deixou no salão do trono para descansar enquanto Hermione e Gina, vestidas com armaduras leves e armadas com arcos e flechas lutavam em cima das muralhas.
 
Por ordem de Draco e Hermione Ronald fugiu. Tentou argumentar contra, mas perdeu. Por uma passagem subterrânea ele e Feo fugiram para a floresta próxima ao castelo e se esconderam o mais fundo que puderam.
 
Severus permaneceu no subterrâneo com as mulheres e crianças, mas quando o castelo foi tomado não pode fazer nada, e junto com os camponeses foi tomado como prisioneiro.
Ainda havia aqueles que lutavam, Draco empunhando sua espada lutava fortemente com um Urukhai e Hermione e Gina lutavam ambas com varinhas e espadas, contra quem viesse enfrentá-las.
 
Então pelos portões entraram os bruxos que estavam ao lado dos orks, a cartada final.
 
-Larga essa espada Draco, e para de lutar filho. – Lucius Malfoy gritou. – Vamos essa sua luta é inútil, já dominas o castelo e só vocês três estão armados... Não quero ordenar a morte do meu próprio filho...
 
Draco pareceu não ouvir o pai. Continuou a lutar, e sua espada continuava a encontrar a do inimigo, mas quando Hermione foi atingida ele parou. Não podia deixar ela ferida, não podia.
 
-----X----
 
Os cavalos galopavam o mais rápido que podiam, e se fosse possível seus cavaleiros lhes dariam asas para irem mais rápido, na frente do grupo de homens emparelhados estavam Harry e Sirius, e quem os vissem pensariam que seus corpos estavam colados aos dos animais.
 
A mensagem que chegou a eles era simples e clara “Ataque” e eles sabiam que sem reforços Avalon iria ruir, eles precisavam chegar, rápido.
 
A ida a Nárnia foi uma surpresa, quando chegaram lá (depois de semanas de viajem) o ataque já havia terminado, muitas criaturas haviam morrido, mas o mais incrível foi ver o corpo inerte, sem vida do gigantesco basilisco, o qual estava com uma presa faltando. “O veneno mais letal”. Intrigados com a cena, nem tiveram tempo de investigar, pois logo receberam a mensagem de Avalon e tiveram que partir. Pedro ficou de enviar as noticias, e tentar entender o que havia acontecido ali.
 
Ao longe Harry pode avistar fumaça, estavam chegando à primeira vila, logo nos limites de Avalon.
 
Quando entraram na vila havia apenas destruição, algumas casas ainda queimavam, e o sangue parecia um cortejo fúnebre nas ruas da vila, corpos e mais corpos espalhas pelo chão, em barracas, nas portas das casas, todos haviam morrido, sem chance de lutar, era uma vila de agricultores, não soldados, podia-se ver ancinhos e inchadas, estacas, nas mãos dos homens, mas isso, contra um exército de orks, era nada.
 
-Não há crianças. – Disse Sirius ao seu lado – Nenhuma. Não é estranho? – Harry podia ver em seus olhos, os mesmos temores, a mesma raiva que devia estar estados nos deles.
 
- Poderiam ter sobrevivido? – Perguntou Harry tentando não demonstrar esperança em sua voz.
 
- É uma hipótese, não achamos nenhum corpo. Os homens também estranharam.
 
- Vamos fazer uma varredura então. Comessem a empilhar os corpos, vamos queimar todos, será impossível conseguir cavar sepulturas e enterrar todos, estamos sem tempo e cansados demais.
 
-Certo, vou dar as ordens.
 
Sirius deixou Harry, que desceu do cavalo e começou a trabalhar logo seus homens e Sirius fizeram o mesmo.
 
Quase uma hora depois, enquanto ainda empilhavam os corpos em frente à igreja destruída, puderam ouvir um ruído estranho, ele soava como se viesse do chão. Afastando a madeira que bloqueava a entrada da pequena igreja Sirius entrou. A construção era simples toda em madeira e com o teto de palha, incrivelmente o único lugar que não havia sido queimado, o porquê, jamais saberiam. O som ali era mais forte e Sirius pode distinguir o coral de choros infantis.
 
-As crianças! – Ele chamou os homens para vasculharem o lugar, levantaram bancos, mas foi quando chegou perto do altar de pedra destruído e que percebeu que era dali que vinha o som.
 
-Tem alguém ai. – Ele gritou. E logo os choros infantis cessaram. – Somo amigos, somos da guarda real...
 
Mal terminou de faltar e os gritos aumentar, misturando-se com choros, e pedidos de socorro. Com ajuda dos soldados, Sirius empurrou a tampa da mesa do altar, que se revelou como a abertura de uma passagem subterrânea, a um ou dois metros abaixo vários rostinhos sujos e choros foram iluminados pela luz da varinha de Sirius.
 
A alegria dos soldados foi demonstrada em um coro de viva estrondoso, que acabou por assustar as crianças. Mas logo, todas foram acalmadas uma a uma pelos soldados, e alimentadas com as provisões que eles traziam em suas bagagens. Os rostinhos cobertos de terra foram limpos no poço, e as carinhas tristes substituídas por satisfação e cansaço, como a noite já estava chegando Harry resolveu montar acampamento ali com seus homens, foram designados os períodos de vigília, cada um colocou sua manta onde desejava dormir, e quando todas as crianças dormiam satisfeitas e tranqüilas, os soldados também o fizeram.
 
Menos Harry, Sirius e Remus.
 
 
-Você tem certeza Draco? – Perguntou Lucius Malfoy. Seu semblante era frio como gelo do inverno, os braços estavam cruzados em frente ao corpo e os olhos cinzentos fitavam o filho com desgosto. – Desejas ficar ao lado deles? Dos amigos dos humanos, dos fracos? Meu filho!
 
-Desejo ficar no lugar a que pertenço, e meu lugar é ao lado das pessoas de Avalon. – Respondeu o comandante.
 
-Avalon! Avalon não existi mais, agora essas terras são domínios do grande Lorde Voldemort, não mais de um menino que brinca de ser rei! Que coloca mestiços, e humanos em cargos honoráveis, enquanto menospreza o sangue puro! A sua família!
 
-minha família é meu reino. -Respondeu o rapaz mantendo o olhar fixo no pai. Draco nunca se sentiu tão desgostoso em ter o sobrenome Malfoy.
 
-Se é o que queres. Tork leve ele ao calabouço, e longe da princesinha. – Lucius deu as costas ao filho e seguiu até onde sua esposa e irmã aguardavam.
 
 
O sol ainda não havia nascido no horizonte, mas o acampamento já estava quase todo erguido. Foi decidido que as crianças viajariam junto a eles, com uma escolta, ficando para traz, para que os soldados menos cansados pudessem ir em frente e chegar o mais rápido possível ao castelo, e quando chegassem se houvesse luta, as crianças estariam protegidas longe da batalha.
-Hermione...mione – Gina sussurava o nome da amiga baixinho. O guarda, que ficou encarregado das masmorras onde a princesa e a ruiva estavam, estava profundamente adormecido, então Gina iria aproveitar a chance. – Mione...
-Gina? É você? – Hermione respondeu há três celas distantes. – Gin...
-Mi você conhece este castelo, melhor que todos... bom menos que o Draco mas...-A ruiva olhou o comandante que estava desmaiado aos seus pés. – No momento ele não será muito útil.
- Como ele esta? – Perguntou a princesa e Gina pode sentir o medo em sua voz.
-Desacordado, desde quando chegou. Olhei  os ferimentos dele,e não esta mais sangrando...bateram bastante nele, mas não fizeram nenhum corte profundo...
-Ele resistiu, mais que todos... foi minha culpa se eu não...
-Mione, não adianta se culpar agora precisamos sair daqui e só você pode ajudar... essas celas, são todas anti-magia?
-Não, apenas a que eu estou e Snape. – A princesa olhou o velho amigo que lhe deu um leve sorriso. – Mas Tonks e Linda e todos os outros bruxos estão aqui, só você e Draco estão em uma cela sem a proteção.
-Provavelmente pensaram que eu não era bruxa... e Draco não teria...
-Condições – Terminou Linda pela ruiva. – Você faz magia sem varinha?
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Na.: Escrever esta fanfic está cada vez mais difícil, por vários motivos, um deles é que sei que meus leitores estão cada vez mais exigentes, e que a cada capitulo devo melhorar minha escrita, e a qualidade de meus textos. Depois de ler e reler minha fic percebo como foi melhorando e até me envergonho de certos capítulos, espero que vocês tenham percebido esta melhora, claro, tive a ajuda de grandes fanfic writers, um beta fantástico e leitores sempre dispostos a comentar...
Outro motivo da dificuldade é que para escrever, eu preciso de calma e tranqüilidade, o que ultimamente com o meu filho não estou tendo, bebes querem a atenção da mãe o tempo todo, então me resta pouco tempo para lazer, estudo e... Bom outras coisitas más... hehe
Mas depois de quase 2 anos escrevendo este capitulo ele chega ao seu fim, não posso prometer o próximo, espero escrever sobre quems era o traidor, mas como já sitei a cima, esta difícil escrever, mas quero que acreditem que não desiste de escrever, amo escrever, tanto o último dragão como um conto de fadas, que esta sendo escrito o próximo cap, espero postar ate o final deste ano.
Um grande beijo, obrigada pelos comentários.
XoXo
Tonks B.
 
 

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Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Eduardo Lino Santos Souza em 05/06/2011

Ótima fic

Mal posso esperar pelos próximos capitúlos!!

UP!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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