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33. Capítulo 33


Fic: Meu Marido Até a Poeira Abaixar ATT 12 02 2014


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Eu nem vou dizer o quanto sinto muito pela demora ou pela falta de sinais de vida da minha parte...


Só está mais complicado para minha mente 'focar'.

Muito, muito, muito obrigada por todos os comentários, queixas, puxões de orelha... O capítulo está aqui por conta de vocês.  




OBSERVAÇÃO: Por favor, atenção à nova classificação da fic!


Isso nunca foi betado.


Classificação R. Suponho.








 


 


Don't worry 'bout me, it's all over now
Though I may be blue, I'll manage somehow
Love can't be explained, can't be controlled
One day it's warm, next day it's cold.


(Don't Worry – Marty Robbins)


Capítulo 33


Parecia um furacão ao descer as escadas, seus olhos procurando minuciosamente cabelos negros e desgrenhados.


Estreitando os olhos, ela observou Harry distraidamente perpassar a mão pelo cabelo e sorrir agradavelmente para Vitória. Como ele podia aparentar tanta inocência? Oh, mas aquele filho da mãe iria lhe pagar.


Gina caminhou determinada ao encontro do homem, mas foi interpelada por Hermione. – Hei Ginny, tudo bem? Você está muito corada...


Gina piscou, apenas ciente agora da amiga ao lado de Harry. Estava tão focada no moreno que conseguira ignorar tudo – que ao momento se resumia em Vitória e Hermione.


Gina moveu a cabeça para encará-la e corou mais, sua melhor amiga, traidora, tinha o sorriso do gato que comera o canário.


-Vocês são monstruosos – sibilou.


-Nós somos? – Hermione ronronou, dispensando um curto beijo no rosto de Harry, que sorria perversamente.


-Yeah, nós somos.


Hermione riu. – Eu sei – acrescentou sorrindo para Gina.


-Qual é o problema, Gina, querida?


A ruiva sequer lançou um olhar para Vitória, ao dizer secamente:


Okay! Eu aprendi a merda da minha lição. Vocês são as mentes criminosas. Não vou mais brincar. Estou perdoada?


-Por que tanto ódio em seu coração, pequena Malfoy? – Harry indagou, voltando-se para Hermione. – Você acredita na sinceridade de nossa aluna, meu amor?


Hermione postou cinicamente o dedo no queixo, fingindo pensar seriamente. – Eu não sei, Harry. Ela ainda parece revoltada e não queremos que pense em revanche. Queremos?


-Não. Nós não seriamos tão piedosos se desafiados. Mais uma vez.


Gina que ainda rangia os dentes, rosnou:


- Eu odeio vocês.


-Não, você não – Hermione contrapôs suavemente erguendo os braços. – Sinto muito, Gina.


-Não, não sente mesmo. Sua vadia maldosa – resmungou, ainda que se dirigisse a ela para aceitar o abraço.


-Quanto? – Hermione mordeu o lábio inferior para suprimir o riso que surgia em sua garganta.


-Foi muito baixo. Muito. Muito. Muito baixo.


Hermione riu do tom de fim dos tempos de Gina. – Desculpe – disse tentando parecer séria. A ruiva revirou os olhos e Hermione desistiu, tremendo de tanto rir. – Eu sinto muito Ginny. Estou a tentar imaginar a cena.


Gina se afastou do abraço de Hermione com uma careta. – Acredite em mim, você não vai chegar nem perto. Não importa quão maravilhosa seja sua imaginação, a situação é inigualável. Única. E totalmente, totalmente bizarra. Eu não merecia isso, se quer saber.


-Onde está Draco?


Gina suspirou. – No quarto. Tomando banho.


-Os morangos estavam deliciosos não é?


-Não comecem vocês dois!




Draco lançou um olhar de soslaio à Gina, eles estavam a evitar um ao outro como se evitassem a peste negra. Simplesmente não o ideal desde que decidiram "mudar os rumos" de sua estadia na casa dos Walkers, isto é atuar mais como Harry e Hermione do que duas pessoas que se odiavam mais de meio expediente por dia. Não que estivessem se bicando desde... o loiro suspirou. Bem, desde que estiveram na cama.


Estranhamente, Gina não o estava culpando. Ainda. E Draco se perguntou quando ela o faria. Se ela o faria. Ele ainda estava esperando uma azaração ou uma enorme pedra desabando na sua cabeça enquanto ouvia Gina rir sardonicamente, como a bruxa que era.


O loiro observou o tempo tentando determinar até onde de fato era sua culpa. Ou mais bem, como ele poderia acusá-la também. Porque era óbvio que Gina tinha sua parcela de culpa. Como poderia ser diferente?


Ela o provocara e o atormentara por tanto tempo! Zombando dele enquanto o tocava. Brincando quando não deveria, quando na verdade deveria ter se escondido, se afastado. Como ele poderia resistir àquela mulher? Ela era tão... irritante e destemida e feiticeira. Ela o xingava, e ela o consolava. O feria e o beijava. E Deus sabe como ela o preocupava quanto ao redor de Pornnili.


O homem franziu o cenho. Eles não prometeram esquecer todo o assunto?


Graças a Merlim.




-Mione? O que você...?


A morena franziu o cenho, ciente de que suas bochechas queimavam. – Bem, Harry, você me fez prometer usá-lo.


Harry que, ao parece, esquecera de todo o seu dia após a visão que Hermione lhe proporcionava, assentiu lentamente com a cabeça. – Oh. Carinho... Sinto muito por isso – murmurou consternado por fazê-la se sentir obrigada a cumprir uma promessa descabida. - Eu não estava falando sério. Só queria provocar suas amigas, é estranhamente divertido.


Hermione mudou o peso de uma perna a outra. - Entendo... Eu – olhou para si mesma muito consciente do fino e delicado tecido de sua veste. - Vou trocar de roupa e


-Venha aqui – Harry pediu. – Deixe-me ver você.


O mais decente, por assim dizer, dos lingeries que comprara. Uma longa história, na verdade, que dizia respeito ao seu contato no mundo trouxa e uma loja de moda íntima feminina no meio daquele nada.


Suspirando, Hermione caminhou a contragosto para perto dele, que se encontrava sentado na cama, colocando-se a sua frente. Sorrindo, ele postou suas mãos da cintura da amiga. Distraidamente, o homem perpassou as mãos pelo estomago dela, ergueu-as até tocar na borda do sutiã e tornou a abaixá-las ao encontro de sua cintura.


-Você está adorável – disse, finalmente erguendo a vista para encará-la nos olhos.


Hermione se ficou rígida. Adorável? Realmente? Ela odiou o som daquela palavra em sua boca.


-Hermione, o que foi?


A mulher lhe lançou um olhar. – Adorável? – ela não pretendia soar tão ofendida, mas quando percebera, já estava mastigando a palavra com amargura.


Harry franziu o cenho por um instante antes de o entendimento estalar em sua cabeça. Rindo-se, o homem a puxou muito suavemente para si. Hermione se deixou levar, permitindo-o guiá-la para seu colo. – Humrum, adorável – repetiu, abraçando-a. - Qual é o problema nisso?


Ela suspirou fitando os dedos dele traçando desenhos aleatoriamente em seu estomago. Como poderia explicar quão errado soava o cumprimento em sua boca? Como poderia lhe dizer que sentia como uma garotinha tentando atrair a atenção dos pais quando ele falava daquela forma? Ou dizer que odiava a ideia de ser apenas "adorável" aos olhos dele? E como fazer tudo isso sem parecer tão ridícula quanto se sentia?


-Não soa bem, Harry.


-Eu gosto como soa – contrapôs, seu nariz enterrado no vale entre o pescoço e ombro dela.


Gosto ainda mais quando estamos falando de roupas interiores, ou melhor, desvestindo. Ele pensou divertido.


-Você parece meu pai falando dessa forma – gemeu, desgostosa. Finalmente cedendo à figura patética que, ela tinha certeza, Harry trazia a tona com facilidade.


A diversão fugiu do rosto de Harry, dando lugar a uma careta. - Errado. Eu nunca poderia soar como seu pai. E eu não gosto da comparação, Hermione – resmungou ao seu ouvido. – É apenas... errado.


Hermione não discordava. Mas apenas deu de ombros, mesmo quando Harry se ergueu sobre ela após deitá-la na cama.


-Tão errado, senhorita Granger... E sabe por quê? Seu pai me mataria só de imaginar o que estou pensando agora.


Hermione, que desviara o olhar, tornou a atenção para os olhos do amigo. Ela permitiu que ele beijasse seu queixo e ombro antes que ele lhe oferecesse uma resposta. Mas Harry se distraiu na suavidade de sua pele.


De maneira muito impertinente os dentes do moreno encontraram o pescoço da amiga e, à forma de retaliação, mordiscaram o local com vontade até ouvi-la gemer de dor. Ainda que não estivesse arrependido, sua língua suavizou a irritação da pele. Então, enredando os dedos de uma mão dos cabelos dela, a faz inclinar mais a cabeça para que tivesse acesso total à pequena marca que fizera. Sorrindo de forma possessiva, Harry depositou sua boca no local, sugando. Se o ronronar de Hermione fosse um indicativo, ela não se incomodara em absoluto.


Harry aproximou seus lábios do ouvido dela. – Rasgar. Toda. Essa. Lingerie. Caríssima. Ainda no seu corpo – como para confirmar suas palavras, os dedos de Harry engancharam no lado de sua calcinha.


Hermione riu com incredulidade, quase zombeteira. O riso morreu, entretanto, quando Harry cumpriu sua palavra e puxou bruscamente o lado de sua calcinha, cortando-a com facilidade.


Ela ofegou, de olhos arregalados, ao sentir seu quadril queimar, os dedos de Harry deslizando calmamente sobre sua pele para apaziguar a ardência.


-Você a destruiu.


Inocentemente, Harry olhou para baixo. – Sim, eu fiz. Oh querida, eu machuquei você – fitando-a, o moreno deslizou de seu corpo, até ter o rosto em seu estômago, ele beijou o lado de seu quadril ferido.


Harry afagou sua perna antes de voltar sua atenção a peça íntima, ele a retirou e a descartou como um papel de bala. Então, beijou suavemente o interior de sua coxa. – Ainda está doendo, Mione?


Hermione, que até o momento observava Harry num silêncio atordoado, abriu a boca com toda a intenção de... ok, sua mente estava em branco. Ela mordeu o lábio inferior quando Harry arrastou sua boca para cima tão incrivelmente lento que tinha a certeza de que, em alguns segundos, o puxaria ela mesma. Como se adivinhasse sua impaciência, Harry a beijou exatamente no baixo-ventre, pequeno beijos, apenas para provocá-la. Ela ficou um pouco incoerente depois disso, principalmente quando a boca macia de Harry se apossou do seu sexo.


-Harry! O que você... oh Deus, o que está fazendo?


Ela o sentiu rir entre suas pernas e pensou que, se estivesse viva mais tarde, teria de retaliá-lo. Obviamente sabia o que ele estava fazendo. Só estava a se perguntar por que estava a fazer. Com ela.


E então não se perguntou mais nada, provavelmente porque sua boca estava ocupada blasfemando e usando o nome de Deus em vão entre golfadas de ar generosas.


Harry estava terrivelmente encantado com o quanto Hermione poderia ser sonora. Ele se perguntou se podia deixá-la sem voz. Veja só, um teste que propunha a si mesmo de boa vontade... Harry sorriu marotamente e depois riu quando, cegamente, as mãos de Hermione seguraram seus cabelos. Puxaram, na verdade. A língua talentosa de Harry se fizera presente e ainda que Hermione não tivesse um pensamento coerente correndo por sua cabeça, seu corpo sabia melhor e "não se afaste" era um fundamento.


A demanda impaciente dela, seu total abandono e confiança depositada nele, o estavam animando como o inferno. E uma felicidade crua e quente por estar debaixo dela o atingiu com tanta brutalidade que conter o riso era impossível.


Ele adorava o sabor dela e como os quadris dela se erguiam ao encontro de sua boca. A forma como ela o puxava, como se fosse possível estar mais próximos. Sua respiração ofegante e toda sua incongruência. A forma como o chamava, quase como um canto. Como ela parecia ainda mais linda corada. E principalmente a maneira sem reservas que ela vinha em sua boca.


Não era como estar em chamas, mas queimava, ela diria que seu orgasmo a estava iluminando de dentro para fora. Mesmo com seus olhos fechados, Hermione jurar que aquela luz dominava todo seu corpo. Começando de seu ventre e espalhando-se por todo seu corpo, chegando à ponta dos pés e aos seus olhos. Sentia-se tonta, como se mesmo após todo ar que estivesse puxando, não fosse suficiente. Sentia-se feliz e relaxada e, Deus, queria mais de Harry.


Hermione teria levantado, realmente teria - gostaria de acreditar - se ao menos soubesse como andar ou, honestamente, mover suas pernas. Ainda nem parara de tremer, sua cabeça estava muito confusa, numa alegria estúpida, e a única coisa que realmente lhe importava era Harry. Harry e seu talento para confortar, Harry a beijando. Harry e sua língua, Harry indo abaixo dela... oh Harry. Harry. Harry.


Ela perpassou os dedos por seu queixo. – Estou toda em você.


Harry sorriu beijando seus lábios. – Eu gosto disso.


Ambas as mãos dele estavam sob a nuca dela, erguendo ligeiramente sua cabeça, e acariciando o couro cabeludo. A morena fechou os olhos, preguiçosamente beijando-o de volta.


Hermione experimentou o quão excitado Harry estava sobre si e se sentiu ligeiramente envergonhada sobre o quão unilateral havia sido seu prazer. Harry se afastou para observá-la e riu quando a morena beijou ansiosamente todo seu rosto.


-Oh Harry, eu vou recompensar você.


Harry ergueu a sobrancelha. – Mione, não estava em busca de recompensa. Estava demonstrando que ser adorável é uma ótima coisa.


Ela riu ligeiramente, suas mãos se esgueirando sob a camisa dele, acariciando suas costas. – Oh, então você não quer nada? – indagou suavemente, suas pernas enlaçando-o e apertando-o contra si.


Harry expirou, os lábios ao encontro de seu pescoço. - Eu não disse isso.


-Bom. Porque eu quero demonstrar a você o quanto posso ser generosa.


Eles riram com intimidade e conforto. Tão delicadamente e devagar deixando-se ficar na mesma posição. Os lábios de Harry sobre sua pele e as mãos e pernas dela na dele. Podiam ficar assim para sempre.


Ela não estava em pânico, ou com uma culpa enorme sobre as costas. Ela não sentia remorso ou medo. E ela não tinha certeza se precisa dessas sensações desagradáveis. Talvez a noite só fizesse as coisas mais simples... Talvez fosse apenas difícil raciocinar quando o corpo de Harry cobria o seu, e os lábios dele brincavam com os dela. Havia algo de muito errado com ela, obviamente. Mas, enquanto estivesse sob Harry, deixaria passar o alerta de caos aproximando-se que piscava no fundo de sua mente.


Foi um tanto aterrorizante sair do torpor de intimidade em que se encontravam, por conta do barulho. Ela estava tão entretida com o cuidadoso que Harry estava sendo ao, finalmente, retirar seu sutiã, e tão absorta na tarefa de empurrar a calça e cueca dele para baixo, ainda sem retirá-las por completo, que foi chocante voltar a terra e perceber que alguém estava prestes a destruir sua porta. O que diabos era aquilo?


Harry gemeu frustrado entre seus seios recém descobertos. – Ok. Não se mova.




-Carinho, por favor, pode vir aqui? – Hermione franziu o cenho. A voz de Harry estava estranhamente abafada. Preocupada, a morena enrolou o lençol em si mesma e se dirigiu à porta do quarto.


-Harry... Você está bem? O que – a morena cortou a si mesma observando Vitória, Josh, Hugo, Draco e William, instintivamente apertando com mais força lençol contra si.


-Querida, eles acham que estava maltratando-a – o tom de Harry era surpreendentemente calmo. E Hermione observou tudo em choque.


-O que? Por quê?


Harry engasgou com seu tom rouco e sua expressão séria se quebrou, num sorriso de canto. – Parece que você estava...


-Nós ouvimos algo muito similar a: "Oh Meu Deus, não! Não! Harry! Você está me matando"? - Hugo o cortou ironicamente.


Os olhos de Hermione arregalaram imediatamente, uma de suas mãos cobriu a boca e ela estava vermelha e mais vermelha. Horror estampado em sua face. – Meu Deus.


-Melhor noite. Para sempre – Harry zombou e Hermione gemeu estapeando seu braço, antes de deixar que ele a abraçasse, escondendo o rosto no ombro dele, Harry ainda tremia de rir.


-Sinto muito – Vitoria disse culpada. – Eu estava passando na varanda do quarto ao lado e confundi as exclamações.


-Então você chamou reforços para me deter. Muito inteligente de sua parte.


-Você vê, Potter, talvez você devesse ter guardado o morango, o chantilly e a corda que deu a mim e a Gina de presente - Hermione ofegou. – Viu? Sua esposa teve uma ideia...


Hermione lançou um olhar mortífero à Draco antes de voltar a atenção às outras pessoas. – Har-ry – a voz dela quebrou e ela pigarreou. – Harry nunca me machucaria, francamente. Nós só estávamos... – Ela fitou Harry como se procurasse ajuda.


-Boa noite – Harry disse apenas. – Vamos fechar a porta que dá para a varanda. Sentimos muito pelo inconveniente. Sinto muito por tê-la assustado, Vitória – ele ofereceu um sorriso encantador para a mulher, que corou violentamente.


Instintivamente Hermione deu um passo à frente de Harry, lançando um olhar feroz a "amiga" que a fez recuar.




C o n t i n u a


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