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7. Duvida!


Fic: In My Place


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Cap. 7


 


50 anos antes.


 


POV


 


Hermione Granger:


 


-Isso foi só um sonho, ainda bem! O problema é que eu estou toda suada e excitada. - Falei comigo mesma e fui para o banheiro tomar um banho gelado, para ver se baixava meu fogo.


 


Depois que eu fiz minha higiene pessoal, eu vesti meu uniforme, me maquiei e passei um glozz. Desci para o café da manha. Mas assim que eu de desci a escadaria, adivinha quem eu encontro?


 


-Riddle, o que você esta fazendo aqui? - Falei surpresa.


 


-Esperando você para irmos ate Dumbledore. - Disse Tom de forma arrogante e dando aquele sorrisinho irritante que todo sonserino tem.


 


-Por que ele nos chamou?


 


-Estou te esperando para saber. - Disse como se é culpa minha por ele não saber o que é, então eu bufei e sai andando ao lado dele ate a sala de Dumbledore.


 


Chegando lá ele disse a senha e subimos a escadaria, batemos na porta:


 


-Entrem! - Disse uma voz atrás da porta.


 


-Com licença? - Tom disse, e depois gesticulou com a mão para que eu entrasse primeiro, logo depois ele entrou e fomos ate a mesa do diretor.


 


-Chamei-os aqui para lhes mostrarem o novo aluno e monitor da escola. Senhorita Granger, acho que você sabe quem é. - O professor gesticulou para que a gente olhasse para trás, mostrando quem era o novo aluno. - Esse é o senhor Velmont, seu prim,o não é mesmo, senhorita Granger? - Assim que eu vi aquele cabelo loiro meio escuro jogado para frente de forma desleixada.


 


-É-é Dra-dra-co. Como vo-você esta? - eu gaguejei por causa do choque, como ele veio para cá e ainda com um nome falso? Claro que com o nome falso né? Sua burra, ele por acaso iria vir como um Malfoy? Não NE!


 


-Eu estou bem, e você? – Disse, e veio me abraçar como se agente se conhecesse, e depois sussurrou no meu ouvido. - Depois eu lhe explico.


 


-Bem, né primo.


 


-Vocês devem se gostar muito, não é? - Perguntou Dumbledore.


 


-É professor. - Eu disse, enquanto ele ainda me abraçava por trás.


 


-Por favor, senhorita Granger, você se importa de dividir o dormitório com o seu primo? - Perguntou-me o professor, e eu não poderia recusar.


 


-Não professor, de forma alguma. - Depois que eu disse, senti Draco dar aquele sorrisinho cafajeste dele. Que ódio!


 


-Agora vocês vão tomar o café da manha, se não chegaram muito atrasados.


 


-Professor Dumbledore, a minha casa é da Sonserina não é isso mesmo? - Perguntou Draco.


 


-Sim Sr. Velmont. – dito isso, nós nos retiramos.


 


Depois que agente saiu de lá eu fiquei curiosa para saber como é que ele veio para aqui.


 


-Draco, precisamos conversar? - Eu perguntei.


 


-Sim minha prima querida. – Ai, que garoto mais falso.


 


-Riddle, depois a gente se encontra, ta bom? – Mais pedi do que perguntei para Tom.


 


-Sim senhorita Granger. - Ele respondeu e saiu, mas antes que ele saísse, eu dei um beijo bem no canto da boca dele , então esperei ele virar o corredor, e então falar com Draco.


 


-Malfoy, o que você esta fazendo aqui? - Eu perguntei.


 


-Sabia que soa melhor você falando Draco?


 


-Deixe de me enrolar e desembucha logo!


 


-Ha morena, não faz isso comigo não! E não vou dar satisfação nenhuma enquanto você não me explicar o que foi aquilo com Riddle. - E fez cara de emburrado, como uma criança. Patético!


 


-Draco fala logo! - Disse quase gritando e enfatizando a palavra ‘Draco’.


 


-Ta bom! Eu contei o plano para Dumbledore, e ele me mandou para cá, para que eu a ajudasse melhor, e depois eu volto com você pelo portal, mas nós temos que entrar juntos, por que se não um de nós fica para trás. E não serei eu! - Ele falou com aquela voz arrogante que eu odeio. - Agora vem cá para eu provar seu sabor, eu quase enlouqueci, e ainda você me deixou excitado... E tive que me satisfazer com a puta da Pansy quando eu voltei para o futuro naquele dia. Você acredita nisso? - Ele perguntou e me puxou pela cintura para uma sala vazia. - E você ainda não me explicou o que foi aquilo com Riddle.


 


-Não acredito! - Disse enquanto ele beijava meu pescoço. - Ta com ciúme Draco?


 


-Não, mas abrindo uma exceção com você. - disse no meu ouvido de forma sensual, me deixando louca.


 


-E por quê? - Perguntei também da mesma forma.


 


-Eu não sei e não faz perguntas que eu nem sei explicar. - Disse de forma debochada. - E pelo visto, ele também esta doido por você?


 


-Sim, como você. Hahaha. - disse entre risinhos e o empurrei. - Não vou dar o que você quer facilmente Draco.


 


-Por que não? - Ele perguntou já zangado.


 


-Porque ainda te odeio, e também odeio o Riddle, e nem você nem ele me terão facilmente.


 


-Mas eu sou seu professor! - Ele exclamou com mais raiva ainda, e eu fiquei sem argumento nenhum, ele vendo que eu não tinha como retrucar, sorriu cafajeste e disse: - Você pode ate fugir dele, mas de mim não, e você vai dar sim o que eu quero, e a ele também, por mais que eu não goste de principalmente dividir você. Você ta me ouvindo? - Ele disse de forma ameaçadora e apertando meu braço.


 


-Ta me machucando Draco. – tentei me afastar.


 


-Responda!


 


-Eu estou ouvindo. - Então ele me soltou e me puxou pela cintura para me dar uma beijo, mas eu virei o rosto, fazendo com que ele beija-se minha bochecha. - Mas eu não disse que seria agora. - Disse com o mesmo sorrisinho cafajeste que aprendi com ele, me desvencilhando dos braços dele, andando apreçada  ate a porta e sai correndo pelo corredor. E fui para minha primeira aula.


 


POV


 


Draco Malfoy (Velmont):


 


-Mais que droga! - Gritei assim que ela saiu correndo. - Puta que pariu Granger! - Gritei mais uma vez e sai quebrando tudo que via pela minha frente e logo em seguida concertando o que eu quebrava, e fui para minha primeira aula, que, ainda bem, não é com aquela sangue-ruim e grifinória maldita, porque se não eu iria apertar aquele pescoçinho macio e cheiroso ate ela morrer.


 


E depois desse acontecimento não consegui falar com ela um só minuto, nem no quarto, porque ela pediu para o velho (Dumbledore) para que eu dormisse no mesmo quarto que Riddle, pois agente era da mesma casa e blá, blá, blá... E também ela saia muito cedo e chegava tarde, quando eu já estava dormindo, e sempre estava ocupada. E só falava com Riddle por causa do trabalho que na verdade nós três temos que fazer, mas como Riddle disse que eu e ele poderíamos fazer o trabalho e depois ajustava as coisas com ela se no caso eu tivesse feito alguma coisa errada. Coisa que é quase impossível, modéstia parte minha claro. Mas isso tudo não é o pior, o pior é não ter ela perto de mim, não poder sentir o gosto dela, não poder abraçá-la, não poder tocá-la, não poder protegê-la do Riddle e eu já estou ficando doido, como se eu precisasse de uma sangue-ruim para viver... E o pior é que eu acho que preciso dela para viver, pois nunca senti as coisa que sinto por ela e eu acabei caindo na minha própria armadilha, eu pedi para ela não se apaixonar e eu acabei me apaixonando por ela, eu o que? Eu não estou apaixonado, Malfoys não se apaixonam. Não mesmo. E eu ainda sou sonserino, e sonserinos não tem amor, e nem Malfoys, foi aquela garota que esta me deixando louco, e com ela é só sexo e diversão sem compromisso ou envolvimento, é apenas desejo que eu vou me saciar. E ela também, agora que eu sei que ela não é a santinha que todos diziam.


 


POV


 


Tom Riddle:


 


Uma semana depois de falarem com Dumbledore. Biblioteca área restrita.


 


-Granger, ta faltando mais o que? - eu perguntei.


 


-Ta faltando o que esta escrito nesse pergaminho. - disse me entregando um pedaço de pergaminho onde tinha uma lista de material que a gente precisava. - Você pode me chamar de Hermione, se quiser.


 


-Prefiro lhe chamar de pequena.


 


-Por quê? - Perguntou erguendo uma sobrancelha.


 


-Porque eu pareço um monstro ao seu lado, e você é tão pequena perto de mim.


 


-Mas você não é um monstro Tom. - Me surpreendeu quando ela me chamou pelo primeiro nome, e me deu um negocio na barriga.


 


-Pequena, me deixa provar, por favor, eu fui um bom menino... E eu estou ficando louco, por favor? - eu perguntei, fazendo cara de cachorro abandonado, sabendo que ela não ia resistir...


 


-Não.


 


...Mas me enganei.


 


-Então a senhorita não vai deixar por bem? - Disse fazendo cara de pensativo pra ela.


 


-Não, e o que você vai fazer? - Ela perguntou com aquela sobrancelha levantada, me desafiando.


 


-Você não quer saber. - Falei e dei um passo largo, pegando-a pela cintura e fazendo cócegas nela, que começou a gargalhar, e foi tão bom a ver rindo, é tão bonito quando ela sorri, que eu fiquei maravilhado. - Você vai deixar ou não?


 


-Por favor, Tom para. - Ela pediu entre gargalhadas, mas eu não deixei e fiz mais cócegas.


 


-Vai deixar? - Disse parando um pouco para deixá-la respirar.


 


-Eu vou. - Então eu a segurei pela cintura e aproximei meu rosto do dela. - Eu também tava doida para saber qual era o seu sabor. - Depois que ela admitiu, ela segurou na minha nuca e me beijou com luxuria. E eu retribui da mesma forma. Mas quando faltou ar, a gente se separou para tomar fôlego.


 


-Pequena, sabia que você ta mexendo comigo de um jeito que eu não sei explicar?


 


 


 


n\b:Aaaain tom e mione, mione e draco... Ai meus deuses, acho que se tivesse com esses dois no meu pé não iria conseguir resistir a nenhum deles... :B lindos :B
Muiiito bom... esperando o próximo já *-* Haha, vamos logo, quero saber o final desse triangulo!


 


Kissus Coelha dos Lovegood \  Piettra.



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Comentários: 1

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Enviado por Michele Malfoy em 12/12/2011

OWWWNT *-* que capitulo mais fofo!

Vejo que os dois já estão caidinhos pela Mione, hein? hahah'

Ameei o capitulo, mas poxa você ama nos deixar curiosas né? Como você para o capitulo assim...do nada? Não pode, me mata de curiosidade desse jeito!

Então por favor, posta loogo tá? E parabens pelo capitulo bem elaborado =)

 

beeeeijo ;*

Nota: 5

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