Por favor, olho na nova classificação.
No mais, divertam-se.
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Caro Teddy,
Por favor, só aceito ameaças de morte e similares através da caixa de reviews, não insista em aparecer em minha casa, não vou recebê-lo!
Com carinho,
Yasmin - que, ao momento, sente-se um pouquinho puckish. E insana o suficiente para escrever sobre si mesma em terceira pessoa...
N/a: Teddy realmente não existe. Eu só estou preparando um pouquinho quem vai ler isso aqui. Como eu disse, estou um tanto ou quanto insana... e isso é totalmente passado para o que eu escrevo. Logo... (a)
Título: Meu Marido, Até a Poeira Abaixar
Autor: Mione Ootori (Fanfiction.net) / Mione_Potter_love
Status: Em Andamento
Tipo: Romance - Shipper1: Harry/Hermione - Shipper2: Draco/Gina
Spoiler: 1° ao 6° livro
Sinopse: De repente, Hermione e Gina se vêem envolvidas num mundo de aparências. E por isso terão que fingir que têm maridos... E que são muito bem casadas. Depois do desespero momentâneo, elas finalmente encontram os pares perfeitos (ou quase...). E "aliciam" os supostos pretendentes - porque eles na verdade não querem isso - para participar deste mundo completamente fora da realidade.
Comédia romântica. Mas me dê um desconto porque estou apenas tentando, eu não sou boa em comédias, então não esperem demais...
Disclaimer: Harry Potter e companhia limitada não me pertencem. É revoltante, mas estou tentando lidar com isso. Tudo que eu tenho é um pouco de tempo, muita imaginação e PO perversos.
Capítulo 32
"Alarmada" era simplesmente pouco para descrevê-la ao momento.
Ele realmente não havia cobrado sua promessa. Na verdade, em toda tarde, Harry não havia feito qualquer comentário ou insinuação de que o que pedira era a sério. Mas ela havia feito uma promessa. E ela sempre cumpria suas promessas.
Agora, entretanto, sob seu olhar perplexo, sentia-se fora de tom.
(Onze horas atrás)
-O-o quê? – Gina estava, no mínimo, chocada por descobrir que havia mais alguém no mundo além da pessoa sob ela e a si mesma, enquanto alguém batia a porta.
-Ignore – o homem sentado sob ela murmurou ao mesmo tempo em que beijava seu pescoço.
Gina deixou de olhar para atrás, assentindo minimamente, seus olhos tornando a se fechar enquanto se concentrava novamente na sensação terrivelmente abrasadora de Draco se movendo com ela lhe causava.
Ser ignorada não estava nos planos da pessoa atrás da porta maldita, no entanto. Pois continuava batendo e batendo, como se desesperada.
-Vá embora! – Draco gritou, mais bem resmungou, enquanto tinha sua cota do ombro de sua amante.
-Draco... Eu... eu acho que eles não vão parar.
Ele não iria tirar suas mãos dela, agora que conseguira... tocá-la. E nenhum estúpido amigo - ou o que fosse - de Gina iria impedi-lo de tê-la assim, sobre ele.
Não havia maneira disto acontecer.
-Shiu... Está tudo bem.
Realmente não estava. Draco se deu conta quando a porta foi aberta por fim.
–Mas que diabos...! – Os braços do loiro apertaram mais firmemente Gina contra si. Os seios dela pressionados contra seu peito nu só o recordando de sua atual 'situação' lamentável.
Draco fechou os olhos por um segundo tentando ignorar que ainda estava no corpo dela, que a tinha rente ao seu corpo. Mas o máximo que conseguia era ficar estático, muito custosamente, e olhar com rancor o sósia de Filch que, ao que parece, tinha o mesmo timing – tão cretino - do desagradável zelador.
-Meu Deus. Eu sinto tanto.
-Ah, Você deve mesmo – disse com secura. – O que você está olhando? - Draco rosnou, observando Richard lançar um segundo olhar para as costas de Gina.
-S-senhor, tenho ordens para lhe entregar esta caixa. Eu realmente sinto muito, eu não queria... Eu sinto muitíssimo-
-Nós já sabemos que "sente muito". – O homem o cortou bruscamente. – O que não entendemos é o que demônios ainda faz aqui! – seu tom aumentava a cada palavra.
-Eu sinto
Os homens voltaram-se para Gina; esta que ao momento tremia descontroladamente contra o ombro de Draco, abraçando-o de volta. Palavras como "Oh Merlim" e "nua" repetindo-se eventualmente numa voz rouca e sem ar.
-Fora! – Draco ordenou ao homem que arriscara-se um passo a frente. A inocente intenção de ver se a hospede da casa estava bem, sendo esquecida prontamente sob o olhar assassino que o marido da mesma lhe lançava.
-A encomenda está sobre a cabeceira da
-FO-RA!
Richard estremeceu, mas se recompôs rápido e empertigando, saiu do quarto como se fosse um lorde.
Uma das mãos de Draco, imediatamente após a saída do mordomo, foi ao encontro dos cabelos ruivos de Gina, acariciando hesitante. – Você está bem? - Ela se afastou para que ele pudesse ver seu rosto. Ela tinha lágrimas nos olhos e estava mais vermelha do que ele nunca vira. – Ginny...
A ruiva meneou a cabeça de forma negativa, tentando parar de soluçar. Ela respirou fundo uma e outra vez antes de encontrar sua voz: – Oh Meu Merlim! Isso foi incrível – e então ela riu, secando as lágrimas com leviandade. – Por que coisas assim sempre acontecem conosco? Oh meu Merlim, Draco! – Ela o prendeu em seus braços enquanto tentava controlar o ataque de riso, sua cabeça descansando em seu peito.
-Mulher, você acaba de me dar o maior susto da minha vida – Draco riu apesar de si mesmo. – Eu pensei que você estava tendo um ataque. Merda, Weasley! – ele resmungou beijando o lado de sua cabeça.
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-Da próxima vez, vamos nos certificar que a maldita porta esteja muito bem trancada.
Gina riu, olhando-o de lado. Ela, estranhamente, não sentia vontade de provocá-lo sobre a "próxima vez", algo que eles tinham combinado que não aconteceria.
Ele abriu um dos olhos. – É bom que um de nós veja graça em tudo isso.
-O quê? Era o meu traseiro que ele estava espiando! Eu não posso entender por que está com esse mal humor – ela zombou. Draco lhe lançou um olhar sujo, permitindo-se não retrucar. - Vamos ver o que temos de presente? – indagou, já se dirigindo ao presente, o robê que ela usava agora, flutuando atrás de si.
-Espero que seja algo muito, muito caro – ele resmungou. Gina virou os olhos, lembrando-se, divertida, sobre o quanto Draco podia ser rabugento quando ele não tinha o que queria quando queria.
Era uma caixa de presentes verde com um bem-feito laço vermelho. Parecia um presente de natal adiantado. Gina pulou na cama outra vez e, empurrando-o, postou-se entre as pernas do louro, como se fizesse isso todo o tempo. Ela lhe lançou um sorriso infantil por cima dos ombros antes de destroçar animadamente o embrulho.
Gina já não parecia divertida quando viu o conteúdo, em verdade, ela corou furiosamente em horror e constrangimento. Draco espiou por cima dos ombros da ruiva.
-Harry – eles disseram entre dentes ao mesmo tempo.
Instintivamente, Gina saiu dos braços de Draco, como se Harry pudesse estar lhes espiando ao momento. Não havia chance no inferno dela conversar seu pequeno deslize, mesmo quando já flagrada. Draco parecia ter o mesmo pensamento quando voltou a olhá-la nos olhos.
-Você acha que ele...?
-Ele não sabe – a ruiva assegurou, tentando confortar a si mesma. – Ele não lida bem com "brincadeiras" e eu ainda estou pagando por umas quantas que preguei há séculos atrás – virou os olhos. - Provavelmente... Provavelmente ele só está nos provocando. Você sabe, Keyla deve ter aberto a boca, ou mesmo Hugo, e dito como nós viemos para dentro de casa.
Eles se entreolharam, cada qual com uma careta. Seus olhos ao encontro, outra vez, do conteúdo da caixa: morangos vermelhos, suculentos e frescos, chantili e uma corda. Assim como um curto bilhete: usem a imaginação.
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(continua)
N/a²: Sim, eu pretendo continuar as onze horas que antecedem a noite de Harry e Hermione. (a)
Espero que tenha se divertido com DG. Eu sinto muito pelos erros, terminei agora e isto nunca foi betado.
Muito Obrigada por todos os comentários!