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15. Indo a lugar nenhum


Fic: BEFORE THE DAWN- NC18 - Continuação de Save Me - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 Skank - Acima do Sol


Skank – Acima do sol

Assim ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer

Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis

Tão fácil perceber
Que a sorte escolheu você
E você cego nem nota

Quando tudo ainda é nada
Quando o dia é madrugada
Você gastou sua cota

Eu não posso te ajudar
Esse caminho não há outro
Que por você faça

Eu queria insistir
Mas o caminho só existe
Quando você passa

Quando muito ainda é pouco
Você quer infantil e louco
Um sol acima do sol

Mas quando sempre é sempre nunca
Quando ao lado ainda é muito mais longe
Que qualquer lugar

Outro dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer

Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis

Se a sorte lhe sorriu
Porque não sorrir de volta
Você nunca olha a sua volta

Não quero estar sendo mal
Moralista ou banal
Aqui está o que me afligia

Ô o, um dia ela já vai
Achar o cara que lhe queira
Como você não quis fazer

Sim, eu sei que ela só vai
Achar alguém pra vida inteira
Como você não quis


Capítulo 14

Indo a lugar nenhum

Após receberem a Coruja do Ministério, havia muito pouco tempo para se perder, então Hermione saiu com um rápido pedido de desculpas e um beijo na bochecha de Ethan antes de seguir Harry para o Ministério pela Rede de Flu.

Ela chegou ao Átrio e sacudiu a fuligem de seu rosto antes de sair da lareira e localizar Harry. Ela avistou Harry rapidamente, limpando os óculos na vestes antes de chamar sua atenção para que o seguisse.

Apesar da hora, o Átrio estava zunindo com a atividade e quando eles teriam que ter esperado pelo menos quinze minutos na fila para ter suas varinhas registradas, Harry agarrou Hermione pelo braço e a arrastou pelos bruxos e bruxas que esperavam. Eric Munch imediatamente ergueu a mão grande para parar uma bruxa que começava a estender a varinha.

- Eric, precisamos...

- Noite, Harry. – Eric disse enquanto tomava as varinhas de Harry e Hermione para registrá-las, ignorando o mau humor de um bruxo. Eric estendeu as varinhas deles antes de sair do caminho para que Harry e Hermione pudessem passar pelos portões dourados. – Sirius mandou um aviso para deixar vocês dois passarem imediatamente.

- Obrigada – Hermione disse sem fôlego, enquanto Harry a arrastava para os elevadores. Eles entraram e Harry socou o botão dourado. O elevador estacou de repente, o que normalmente acontecia, mas Harry aparentemente não estava com humor para nenhuma demora e os palavrões que irromperam pelos lábios de Harry fizeram Hermione se perguntar se ele não havia golpeado o botão com muita força. Quando o elevador começou a se mover suavemente, Hermione se encostou contra o vidro e olhou o amigo:

- Você acha que ele confessará?

Harry ficou em silêncio por um momento, olhando através do vidro do elevador. Sua mandíbula se apertou e seus olhos verdes tornaram-se duros e frios. Havia um tremor mais suave em seu ombro direito:

- Provavelmente não. Mas Sirius sabe disso e não perguntará nada ao bastardo até fazê-lo tomar uma poção Veritasserum.

- Isso é mesmo ético? – Hermione perguntou pensativa, estendendo as mãos para se apoiar nas paredes quando o elevador parou de repente e abriu lentamente.

- Foda-se a ética. – Harry respondeu seco, enquanto saíam para o departamento. Estava barulhento e lotado com os Aurores e uma equipe designada para aquele turno. Hermione não pôde fazer nada além de suspirar e acompanhar o passo rápido de Harry.

Estava abafado no departamento e Hermione tirou as luvas antes de amarrar seus cachos espessos em um rabo de cavalo. Ela murmurou um feitiço de atadura e sentiu seu cabelo se prender apertado. Suspirando de alívio por tirar o peso de seus ombros, ela virou o corredor apertado atrás de Harry.

- Onde estamos indo? – Hermione peguntou curiosamente, não reconhecendo o corredor estreito. Harry parou de repente do lado de fora de uma grande porta branca e lhe lançou um olhar zombeteiro antes de apontar para a placa da porta:

- A Cela. – Harry explicou, pousando a ponta de sua varinha na fechadura dourada. – Depois que você viajou, o Ministério começou a mudar uma série de regulamentos. O Sr. Weasley e Sirius desenvolveram salas onde os bruxos acusados poderiam ser mantidos enquanto esperavam seus julgamentos ao invés de serem enviados diretamente para Azkaban, como Hagrid foi quando a Câmara foi reaberta.

Antes que ela pudesse responder, Harry desapareceu dentro da sala, não deixando alternativa à Hermione a não ser segui-lo. O primeiro instinto dela foi observar ao redor, mas seus olhos foram imediatamente atraídos para o cabelo rosa chiclete de uma mulher baixinha de pé a um canto.

- Tonks!

O tom de Harry refletiu a mesma surpresa de Hermione e ela deu um pequeno sorriso enquanto Tonks erguia uma mão em cumprimento, o alívio fluindo por suas feições enquanto se afastava da parede branca em que estivera encostada.

- Vocês estão aqui. – Ela disse com um suspiro de alívio. – A impaciência de Sirius estava começando a me irritar. Onde está o Rony?
- Não está conosco. – Harry explicou. – O que você está fazendo aqui?

- Tenho trabalho a fazer, não é? – Tonks perguntou, parecendo um pouco ofendida.

- Claro que tem. Onde está o Sirius? – Hermione perguntou gentilmente antes que Harry pudesse replicar a súbita oscilação de humor em Tonks.

- Ele está com o Pucey. Summers e Dobbs também estão com eles. – Tonks atravessou a pequena sala.

Hermione relanceou o olhar por sobre o ombro e piscou em confusão. Não havia porta. Mapas e cartazes de procurados decoravam as quatro paredes do espaço apertado e havia três cadeiras de madeira posicionadas ao longo de uma parede, enquanto uma mesa de metal ocupava a outra. Hermione estava a ponto de questionar a sanidade de Tonks quando semicerrou os olhos à visão da silhueta de uma grande porta.

- Não pode ser imediatamente detectada. – Harry explicou, percebendo a expressão desorientada de Hermione. – Caso alguém invadisse a sala e tentasse ajudar um suspeito a escapar, a porta se fundiria à parede até ficar quase invisível.

Hermione vagou pela sala e subiu a mão pela parede, sentindo a fenda da porta atrás de um cartaz de um procurado.

- É extremamente engenhoso.

- Claro que é. Foi a Tonks que inventou.

Hermione girou nos calcanhares e deixou a mão pender para o lado enquanto se voltava para ver Rony entrar na sala, seus olhos azuis sobre ela. Ela o observou fechar a porta antes de soltar o ar baixinho e voltar seu sorriso para Tonks:

- É brilhante, Tonks.

Tonks, que parecia extremamente satisfeita, deu de ombros casualmente:

- Foi um senso comum adicionar um pouco mais de segurança ao departamento.

- Então já ouvimos alguma coisa? – Rony perguntou, não se movendo de sua posição enquanto cruzava os braços.

Tonks deu de ombros novamente:

- Muitas ameças de Pucey. Processos contra o Ministério...

- Ah, que legal. – Rony zombou. – Os pais dele eram conhecidos como Comensais da Morte. Inferno, ele era suspeito de ser Comensal da Morte e agora é suspeito de assassinato. Processos o rabo dele...

- Vai nos deixar entrar para vê-lo? – Harry perguntou baixinho.

Ele estava uma pilha de nervos e reprimiu a fúria e Hermione podia sentir a tensão fervendo dele. Ela também podia ver seus olhos escurecidos e ela sabia que, se lhe dessem a chance, Harry perderia mais tempo socando Adriano do que o interrogando calmamente. Pareceu que Tonks percebeu a mesma coisa, porque ela meneou a cabeça devagar e começou a enrolar o pergaminho que segurava.

- Eles tinham acabado de trazer Veritasserum quando vocês chegaram. Sirius quer que esperem aqui fora até que eles tenham terminado o interrogatório...

- Mas deveríamos estar lá! – Harry exclamou, dando um passo a frente. – Foi por isso que ele nos chamou.

Tonks ergueu uma mão para silenciá-lo, seus olhos azuis pedindo desculpas:

- Harry, este não é o seu trabalho. Temos aurores mais avançados para interrogar possíveis suspeitos de assassinato...

Harry xingou alto antes de se virar e cruzar os braços contra o peito. Hermione lançou a Tonks um sorriso solidário antes de se aproximar de Harry e pousar uma mão em seu ombro. Ela sentiu o corpo dele tenso, mas relaxou quando Hermione chegou mais perto.

- Sei que está chateado com o que quer que tenha acontecido com a Gina. – Ela disse baixinho, apertando o ombro dele quando seus olhos cansados se ergueram para os dela. – Mas você tem que cooperar e deixa-los fazerem seu trabalho. Quanto mais rápido conseguirmos algumas informações, mas rápido poderemos acabar com isso.

Harry se afastou dela e caminhou pela sala para se largar em uma das cadeiras. Hermione suspirou intimamente e se voltou para encontrar Rony a observando com um olhar indagador. Ela se moveu para Harry, acenando levemente, mas Rony pareceu entender rapidamente quando ele assentiu de volta e foi até Harry.

Hermione lambeu os lábios secos e se virou para ver Tonks encostada na parede novamente, seu dedo enrolando uma mecha de cabelo e sua expressão imersa em pensamentos. Deixando Harry com Rony, Hermione interpelou Tonks com um sorriso no rosto:

- Como vai?

Tonks se sobressaltou com a voz de Hermione, mas riu sem fôlego enquanto levava uma mão ao peito:

- Oh, você me assustou. – Tonks tossiu e sorriu. – Estou levando.

- Como está se sentindo?

- Os primeiros dias foram duros. – Tonks disse com um pequeno encolher de ombros. – Mas me sinto muito melhor agora. Eu precisava sair de casa e daquela maldita cama. Precisava voltar ao trabalho.

- E Remo?

- Ele está bem. – Tonks respondeu simplesmente.

Hermione perscrutou os olhos da outra mulher por um momento. A luminosidade forçada estava fraca em seus olhos azuis e Hermione soube imediatamente que as coisas não iam tão bem quanto Tonks as descrevia.

- Sabe, se precisarem de qualquer coisa...

Hermione parou abruptamente com os berros abafados vindo do outro lado da parede. Ela escutou cadeiras sendo arrastadas e soube que Rony e Harry haviam se levantado.

Os gritos aumentaram e ela reconheceu a voz de Sirius enquanto um raio dourado saía pela fresta da porta. De repente, ela pôde ver a parede – ou a porta – se abrindo e revelando um Sirius muito irritado enquanto seus olhos recaíam sobre os quatro. Os outros dois aurores que Tonks mencionara estavam no encalço dele, ambos parecendo tão frustrados quanto incomodados.

- E o maldito tempo que vocês demoraram a descerem até aqui? – Ele disse ríspido. Ele se dirigiu para a mulher atrás dele carregando uma Pena de Repetição Rápida. - Quero que vá ao departamento de Poções e peça para criarem uma poção mais potente do que a que nos enviaram.

- Senhor, Mary foi para casa...

- Mande uma coruja para ela e peça para ela trazer aquele rabo de volta para cá! Summers, vá ao 1° andar e marque uma data de julgamento para Pucey para o mais rápido possível.

O homem que parecia ser o mais velho assentiu e escreveu em seu pergaminho antes que ambos se retirassem. Hermione não perdeu o olhar de suspeita que enviaram para Harry antes de desaparecerem da sala.

Não houve tempo para insistir nisso, antes que Sirius se voltasse para ela e Tonks. Em quatro largos passos, ele já estava diante delas e empurrava para Tonks uma varinha desconhecida.

- Leve isso para baixo. Quero que isso seja vasculhado pelo menos umas quatro vezes à procura de qualquer maldição ou feitiços usados nas vitimas. Penélope deve fazer isso já que ela conhece o caso melhor do que os outros.

Tonks tomou a varinha com cautela, lambendo os lábios rosados antes de erguer o olhar para Sirius:

- Penélope não estava se sentindo bem. Ela foi para casa...

- Pelo amor de Merlin! Todo mundo vai embora quando quer?

- São dez horas. – Tonks lhe lembrou de modo encrespado. – Ela está grávida de gêmeos.

- Ela só vai dar à luz no próximo mês. Chame-a de volta.

Tonks suspirou e lançou um olhar aborrecido para Hermione antes de guardar a varinha nas vestes e deixar a sala apertada, bufando.

- Qual é o problema? – Harry perguntou, passando por Hermione para encarar o padrinho. – O que ele disse?

- Nada. – Sirius disse, esfregando as mãos no rosto. - Absolutamente nada. A memória dele foi apagada.

- O quê? – Rony perguntou, meneando a cabeça em confusão. – Pensei que Veritasserum pudesse extrair até as verdades mais reprimidas...

- E extrai, Rony. Mas quem quer que tenha executado o Feitiço de Memória fez um excelente trabalho. Ele não se lembra de nada do assassinato de Neville ou dos outros.

- Como é possível... - Harry se interrompeu, suas sobrancelhas franzidas em concentração enquanto corria uma mão pelo cabelo. Meneando a cabeça, ele relanceou o olhar para Hermione antes de erguer os olhos para Sirius. – Então quem quer que tenha feito isso sabia que estávamos procurando pelo Pucey. E não tínhamos todo o departamento de aurores em missão para procurá-lo...

Hermione engoliu em seco e trocou um olhar de entendimento com Sirius antes de se endireitar:

- Quero vê-lo... Sozinha.

Ela viu um flash de agradecimento e alívio nos olhos escuros de Sirius antes de assentir e sacar a varinha, antes de acenar em direção à porta. A porta se abriu com uma fresta dourada, revelando um corredor estreito lineado por muitas portas de aço.

- Eu estava esperando que você pudesse vê-lo. Deixei as mãos dele amarradas.

- O quê? – Rony exclamou, dando um passo até Sirius. – Você não vai deixá-la entrar lá sozinha.

Harry concordou:

- Ele ‘tá certo, Sirius. Ele pode não se lembrar de seu envolvimento na morte de Neville, mas isso não o torna menos perigoso.

- Parem de discutir sobre mim como se eu não estivesse aqui! – Hermione disse nervosa enquanto se movia em direção à entrada. – E se as mãos dele estão atadas, ficarei bem. Sem falar que ele não tem varinha. Ele pode não se lembrar em seu consciente, mas eu posso ver algo enterrado no subconsciente dele se tocá-lo.

- Pro inferno! Já vimos o que acontece com você, Hermione. – Rony cruzou os braços e parou diante dela, parecendo intimidador, desafiando-a a passar por cima dele.

- Oh, pelo amor de Merlin. – Hermione grunhiu, acenando rapidamente com a mão. Rony foi instantaneamente jogado contra a porta, seus tênis batendo no chão antes que ela pudesse observar Rony jogado no chão, suas mãos espalmadas no chão linóleo enquanto ficava de joelhos e ofegava.

Houve um silêncio abismado enquanto Sirius e Harry encaravam de olhos arregalados, seus olhos dardejando. Sentindo-se sem fôlego, Hermione posicionou as mãos nos quadris e olhou para cada um deles:

- Parem de me tratar como uma mulher indefesa. Se honestamente não podem controlar a testosterona dentro de vocês, então apenas um de vocês pode me companhar, mas vou de qualquer jeito, vocês querendo ou não.

- Eu vou. – Harry disse, dando um passo adiante.

- Não. – Rony tossiu, obrigando-se a ficar de pé e esfregando as costelas. Hermione girou nos calcanhares para encará-lo. Suas orelhas estavam rosadas, mas sua expressão estava estranhamente calma. – Eu vou com você.

- Eu também vou. – Harry disse entre dentes.

- Não posso levar os dois. – Hermione mencionou. – Não serei capaz de me concentrar apropriadamente. Fique com o Sirius, Harry. Se você for, vai acabar sendo suspenso por espancar um suspeito até a morte.

Não parecendo nem um pouco satisfeito, Harry ficou em silêncio e endureceu a mandíbula enquanto Hermione se voltava para Sirius:

- Ele está na cela número cinco. – Sirius disse, estendendo a varinha dele. – Alorromora deve funcionar.

Hermione pegou sua varinha e apertou-a no punho com um pequeno aceno antes de se virar e passar por Rony, para o corredor. Ela escutou os passos de Rony atrás dela, mas não conseguiu evitar se sobressaltar quando a porta se fechou com um ruído ecoante atrás deles.

Eles caminharam em silêncio, e Hermione podia senir Rony perto dela... Podia ouvir sua respiração no corredor quieto. Apesar de si mesma, seu corpo formigou e sua boca secou, mas ela lambeu os lábios rapidamente, desacelerando o passo enquanto se aproximava da cela marcada como “cinco”.

Ela pousou a varinha na fechadura:

- Alorromora.

Enquanto a porta destrancava, ela lançou um rápido olhar em direção a Rony. Ele permanecia inexpressivo e ela engoliu em seco, abrindo a porta e entrando. Era uma sala minúscula e sem vida. Um chão de linóleo cinzento, paredes brancas e nada além de uma cama, um vaso sanitário e uma cadeira.

Adriano estava curvado na cadeira, seus pulsos amarrados no colo. Sua cabeça estava embalada para frente, mas se levantou enquanto a porta da cela se fechava atrás de Rony. O medo surgiu dentro dela, mais pela antecipação da dor que provavelmente sentiria do que por Adriano em si. Se inflando da coragem grifinória, ela foi até ele, sentindo o olhar protetor de Rony em suas costas.

As pálpebras de Adriano tremeram antes que ele piscasse e o reconhecimento despontou nelas. O efeito da Veritasserum devia ter esgotado, porque não havia nada além de desprezo nos olhos frios de Adriano.

- O que diabos vocês querem?

Hermione parou diante dele, cruzando os braços contra o peito:

- Você foi inútil para o time da Sonserina por muito tempo.

Adriano riu, um som depressivo que fez Hermione tremer com a lembrança de sua visão.

- Palavras ásperas de uma piranha sabe-tudo.

Ouvindo o som de tênis baterem no chão, ela olhou por sobre o ombro para Rony:

- Fique aí, Rony.

Ele pressionou os lábios, mas não se moveu.

Hermione se voltou para Adriano:

- Não vou te machucar, infelizmente... – Ela tentou colocar as mãos no rosto dele quando Adriano tentou bater nela.

- Não me toque, sua maldita sangue ruim.

Rony começou a avançar quando Hermione estendeu a mão para impedi-lo. Ela manteve os olhos em Adriano, mantendo-os impassíveis.

- Ora, ora, me parece que você tem muito em comum com Draco Malfoy. Seus insultos estão ultrapassados e inúteis, Adriano. Você ajudou nos assassinatos de pessoas inocentes...

- Não matei ninguém. – Adriano disse com raiva, o fogo inflamou em seus olhos. – Mas se eles fossem como você, gostaria de dizer que matei, sim.

- Bastardo filho da puta...

- Rony, pára! – Ela respirou profundamente e analisou o rosto de Adriano. – A maioria deles era sangue puro. E, quer você lembre ou não, você estava lá, Adriano. – Ela colocou as mãos nos braços da cadeira e inclinou-se para perto, um pequeno sorriso no rosto. – Teremos evidencias suficientes para nos certificarmos de que você vai apodrecer em Azkaban.

Ela percebeu o primeiro relampejar de medo nos olhos de Adriano enquanto ela aproveitava e levava as palmas das mãos aos lados do rosto dele. Não houve nada a princípio, mas seus olhos nublaram antes que a dor e o ódio invadissem os sentidos de Hermione. As imagens estavam confusas e borradas por causa do feitiço de memória, mas as mortes a invadiam com uma velocidade incrível. Adriano não sentiu remorso nem culpa. Ele teve apenas prazer.

Então houve a raiva, a surpresa antes que o Feitiço de Memória finalmente engolfasse seu corpo. Hermione escutou a voz que realizou o feitiço e era definitivamente feminina. Hermione se sentiu desorientada e deixou suas mãos penderem do rosto de Adriano. Ela sentiu um par de braços fortes em seus ombros, ajudando-a a ficar de pé e ouviu a voz de Rony em seu ouvido.

- Você ‘tá bem? Você começou a tremer...

Hermione se desvencilhou dos braços de Rony e arrumou suas vestes antes de assentir e se virar. Ela precisava impor um pouco de distância entre ela e Adriano. Ela ouviu os passos de Rony acelerarem atrás dela enquanto abria a porta da cela.

Harry e Sirius estavam marchando de um lado para outro quando ela e Rony retornaram e Hermione soltou um suspiro enquanto Sirius erguia o olhar para ela em expectativa.

- Ele não lembra o que fez, mas está perfeitamente claro que não sentiria remorso se se lembrasse. – Hermione esfregou sua têmpora dolorida. – Não vi nada de novo, além de Adriano estar envolvido nos outros assassinatos. E quem quer que tenha realizado o Feitiço de Memória, era definitivamente uma mulher.

- Reconheceu a voz dela? – Sirius perguntou rapidamente.

- Não. – Hermione meneou a cabeça e viu um leve desapontamento nos olhos dele. – A memória dele estava muito confusa... Mal tive tempo de registrar tudo antes que acabasse.

- Talvez se tentássemos novamente... – Sirius começou. Uma suave batida na porta os fez silenciar e Rony atravessou a sala para abrir a porta. Imelda entrou, seu rosto pálido.

- Você não tem permissão para entrar aqui. – Sirius repreendeu.

Ela assentiu enquanto umidecia os lábios e encontrava o olhar de Rony:

- Sinto muito. Tonks me mandou. Sei não é uma boa hora, mas Penélope entrou em trabalho de parto cerca de meia hora atrás. Querem que você vá para o hospital assim que Sirius o dispense.

- Mas é muito cedo para ela ter os bebês! – Rony disse, seu rosto empalidecendo antes de procurar por Hermione, seus olhos cheios de preocupação e perguntas. – É muito cedo, certo?

A resposta dela foi cortada por Sirius:

- Rony, vá para o hospital. Terminaremos aqui e Hermione e Harry podem ir encontrar com você depois.

Rony anuiu, lançando olhares preocupados para Harry e Hermione antes de ele e Imelda desaparecerem da sala. Sirus começou a recolher suas coisas da mesa de metal.

- Ficarei desde que seja necessário. – Hermione ofereceu, seu coração cheio de preocupação por Penélope. Ela olhou para Harry, que parecia distraído enquanto se postava ao canto da sala.

- Podemos fazer isso amanhã. Se encontrar Summers no primeiro andar, diga-lhe o que você viu antes de ir, seria de grande ajuda. – Sirius recolheu suas pastas. – Ao menos, teremos algum tipo de testemunha para o que ele fez.

- Claro. – Hermione murmurou e observou Sirius deixar o quarto. Ela se voltou para Harry e tentou sorrir. – Quer vir comigo ao St. Mungo’s?

Harry a encarou antes de menear a cabeça:

- Vou ver se Simas ainda não fechou o Caldeirão Furado e ver se posso reservar um quarto para esta noite.

- Harry, pode ficar no meu apartamento.

- Você tem um hóspede. – Harry lhe lembrou com um sorriso fraco. – Talvez possa levar Ethan com você... Apresentá-lo ao resto do clã Weasley.

- Eles o sufocariam. – Hermione disse com um leve sarcasmo enquanto trancavam a porta. – Quer conversar?

Harry riu brevemente e meneou a cabeça:

- Estou bem, Hermione. Vá para o St. Mungo’s. Te vejo amanhã.

O sorriso de Hermione desapareceu e ela franziu o cenho enquanto Harry se afastava, desaparecendo no alvorço do departamento. Sabendo que Harry preferiria ficar sozinho, ela não o seguiu, ao invés disso, tomou a direção oposta para os elevadores. Se os partos do Mundo Bruxo fossem como os do Mundo Trouxa, ela tinha muito tempo para informar Summers sobre suas visões antes de Penélope dar a luz.

Mas a vontade de ir ao St. Mungo’s era maior, e ela se sentiu péssima que fosse por razões puramente egoístas, de querer estar ao lado de Rony. Ele parecera tão preocupado quando foi embora e ela queria apoiá-lo, como sempre. Mas então ela se lembrou que ele tinha um suporte. Imelda seria a única a confortá-lo de agora em diante... E Hermione tinha acabado de aceitar isso.

****

Já passava da meia noite quando Hermione passou em casa. Ethan estava adormecido no sofá, então ela mudou suas vestes do Ministério e saiu, sem esperar para acordá-lo.

Rumando diretamente para a Maternidade, ela não se surpreendeu com a multidão barulhenta de familiares, curandeiros e muitas bruxas grávidas. Era por isso que Hermione sempre quis dar a luz em sua própria casa. Em algum lugar onde a loucura e o caos não reinassem ao redor do recém nascido.

Havia pouca gente no corredor onde o quarto de Penélope se situava. Hermione não viu os Weasleys, ou os pais de Penélope, e imaginou se não se atrasara. Tão silenciosamente quanto pôde, Hermione se aproximou da porta de Penélope, que estava aberta. Ela olhou dentro, um pequeno sorriso brincando nos lábios.

Penélope estava dormindo, seu cabelo ondulado afastado de seu rosto, e Hermione se maravilhou com o fato de até mesmo agora ela irradiar brilho. Carlinhos estava numa cadeira desconfortável em frente à cama. Sua bochecha descansava no lençol e seus olhos estavam fechados. Hermione podia ver os dedos deles entrelaçados, próximos à cintura de Penélope.

Sentindo-se uma intrusa observando uma cena tão íntima, Hermione se virou, mordendo o lábio. Não machucaria dar uma olhadinha nos bebês, não é? Só para ter certeza de que eram saudáveis, claro.

Ela desceu o corredor, incapaz de evitar um sorriso que se espalhava por seu rosto ao ver os bebês deitados em berços. Muitos deles estavam dormindo, mas alguns estavam chorando alto, seus minúsculos punhos socando o ar enquanto eles se esgoelavam.

Pelo vidro, Hermione observou a Medibruxa caminhar pelo quarto, suas vestes suaves flutuando ao redor dela enquanto pegava um bebê que chorava. Seus olhos se ergueram e encontraram Hermione. Hermione recuou, mas parou quando a Medibruxa sorriu e fez um sinal para que Hermione entrasse.

Hesitando, Hermione abriu a pesada porta. Ela parou ao batente, incerta do que fazer.

- Uma amiga minha teve gêmeos hoje à noite.

- Ah, sim. – O sorriso da Medibruxa alargou. – Os gêmeos Weasley. Chegaram um pouco cedo, mas a Sra. Weasley foi uma guerreira, trazendo esses diabinhos ao mundo. Gostaria de vê-los?

- Eu adoraria. – Hermione disse ansiosa, seguindo a Medibruxa enquanto ela colocava o bebê já acalmado de volta ao berço antes de se mover para alguns berços atrás. Hermione reprimiu um risinho ao ver cabelos flamejantes em ambos os bebês que dormiam lado a lado.

- Colin e Christopher Weasley. – Hermione murmurou, correndo os dedos sobre os nomes pregados nos berços. – Eles são maravilhosos.

- Gostaria de segurar um?

Hermione se endireitou rapidamente e fez que não com a cabeça:

- Ah, não poderia, eles estão dormindo e...

- Acredite, senhorita, isso não impediu que os familiares passassem aqui a noite toda. – A Medibruxa já segurava um dos gêmeos nos braços. – Esse é o Colin.

- Colin. – Hermione repetiu suavemente enquanto pegava o bebê nos braços. Ela o ninou gentilmente, deixando que seus olhos vagassem por cada centímetro dele. – Bem vindo a essa família maravilhosamente maluca.

- Hermione?

Hermione ergueu o olhar para encontrar Rony se aproximando dela, suas mãos nos bolsos das calças e um sorrisinho nos lábios. Ela tentou não se deixar pensar em quão lindo ele parecia e, ao invés disso, voltou sua atenção a Colin.

- Não pude me segurar... Pensei que já tinham ido embora.

- A família de Penélope foi há pouco tempo. Mamãe desceu para tomar chá... Não acho que ela volte para casa até Penélope receber alta. Mesmo assim pode ser que a mamãe vá com eles.

Hermione riu e correu um dedo sobre a bochecha macia e fofinha de Colin enquanto ele bocejava.

- Não os invejo nesse sentido. – Ela ergueu o olhar para Rony, atraída por seu sorriso de lado e sua covinha na bochecha direita. Seu cabelo caía sobre os olhos azul cobalto e ela resistiu ao impulso de afastar seu cabelo.

- Por que ainda está aqui?

Rony de repente pareceu desconfortável por um momento antes de voltar a sorrir:

- Imelda teve que voltar ao trabalho para terminar algumas coisas, então não pôde ver os bebês. Eu disse que esperaria por ela.

- Oh. – Baixando seu olhar para Colin e então voltando-o para Rony, ela sorriu:

- Já o segurou?

- Não. – Rony disse rapidamente, parecendo assustado. – Provavelmente o quebraria...

- Besteira. – Hermione disse, sentindo a risada borbulhar em sua garganta. Ela começou a mover o bebê para os braços de Rony, ignorando seu protesto enquanto se inclinava para ele, gentilmente removendo seu braço de debaixo da cabeça de Colin. Ela se afastou e observou Rony ninar o bebê. Ela levou a mão à boca para enconder um sorriso. Ele estava rijo, seus braços cruzados cuidadosamente ao redor do bebê, que bocejava de novo. Seus olhos estavam arregalados enquanto olhavam para Hermione.

- Relaxe. – Ela disse, se inclinando e acariciando uma mecha de cabelo flamejante da cabeça de Colin. – Não vai quebrá-lo... Ou deixá-lo cair... – Ela disse rapidamente quando Rony abriu a boca para responder.

Ele sorriu e olhou para baixo, pra seu novo sobrinho:

- Ele é tão pequeno... Nunca pensaria que provavelmente ele vai crescer e se tornar um tiranozinho como seus tios.

- Quem sabe, talvez eles sejam garotinhos bem comportados.

Rony zombou:

- Não com Fred e Jorge como babás. – Rony levantou a mãozinha minúscula de Colin e a examinou de perto. – Acho que ele será um excelente goleiro.

- Um goleiro? – Hermione ergueu as sobrancelhas em divertimento. – Não acha que ele será um apanhador como o pai dele?

- Não quando eu jogar Quadribol com ele. – Rony fez menção a Christopher que ainda dormia no berço. – Há dois deles. Certamente, posso ensinar um deles a jogar como goleiro.

Ela analisou Rony por um momento, um sentimento de arrependimento crescendo dentro dela. Enquanto Rony olhava para Colin com um sorriso, ela sentiu uma dor no coração.

- Você vai ser um excelente pai, Rony. – Ela disse baixinho. Rony deve ter ouvido a tristeza em sua voz porque seu sorriso desapareceu enquanto a olhava. Eles se fitaram enqunto ela via Rony engolir em seco antes de uma voz feminina os sobressaltar.

- Mel. – Rony disse, com o coração partido. – Chegou bem na hora.

- Todos já seguraram os bebês, menos eu? – Imelda perguntou, parando ao lado de Rony enquanto sorria. – Ah, que preciosos! Dois garotos, hein?

- Dois garotos. – Rony falou em voz baixa, cuidadosamente colocando o bebê nos braços de Imelda como Hermione tinha feito com ele.

Hermione forçou um fraco sorriso quando Imelda levantou o olhar para ela:

- Como vai, Hermione?

- Vou bem, obrigada. – Ela olhou entre Rony e Imelda, seus olhos caindo para os dedos de Rony que embrenharam uma mecha de cabelo ruivo para trás da orelha de Imelda.

De repente se sentindo deslocada, ela pigarreou.

- Tenho que ir. Está tarde e tenho muitas coisas para fazer pela manhã.

- Tem certeza? – Rony perguntou, franzindo o cenho enquanto Hermione passava por ele, tomando cuidado para que seus corpos não se tocassem.

- Claro que sim. – Ela disse, acenando enquanto abria a porta do berçário para o corredor. – Vejo vocês amanhã.

- Boa noite, Hermione! – Imelda chamou, seus olhos brilhando para o bebê.

- Boa noite. – Hermione respondeu suavemente, seu olhar fixo em Rony, qua a encarava sobre a cabeça de Imelda. Ela lhe ofereceu um pequeno sorriso cheio de significados e arrependimentos antes de fechar a porta do berçário atrás de si.

Era tão estúpido ser flagrada com ele daquele jeito... Bebês deixavam todos sentimentais, certo? Rony seria um pai maravilhoso, ela estava certa disso. E vê-lo parado ali com sua bela noiva e um bebezinho que poderia muito bem ser deles, fez Hermione perceber que seus próprios sonhos estavam mudando, ela querendo ou não.

Ela sempre fora capaz de ver o futuro tão claramente em sua mente, mas com Rony, essas idéias começavam a desaparecer, e a idéia de uma família parecia tão longe de seu alcance...

Hermione estava exausta quando chegou em casa, e quando pendurou sua capa, seus olhos caíram sobre Ethan. Seu cabelo escuro curvado sobre os olhos e ele dormia de costas, seus braços cruzados no peito enquanto seu peito crescia a cada respiração. Ela se aproximou dele e cuidadosamente se sentou na beirada do sofá pra olhá-lo.

Os olhos dele se abriram, revelando orbes de um tom azul escuro antes de seus lábios se curvarem em um pequeno sorriso:

- Chegou tarde.

Ela sorriu, mudando de posição enquanto ele se erguia:

- Suponho que você poderia dizer isso. Sinto muito por ter te abandonado, Ethan. Eu ia chegar bem mais cedo, mas Penélope teve os gêmeos nessa noite... Não quis te acordar, então fui para o St. Mungo’s...

Antes que Hermione pudesse terminar sua explicação, em um rápido movimento, Ethan elevou o tronco do sofá e aproximou o rosto amorenado do seu. Seus olhos tinham um azul intenso e halos dourados contornavam as pupilas dilatadas pelo desejo. Hermione sempre se surpreendera com os olhos do amigo; antes frios e misteriosos, e agora escaldantes e devoradores. Seus pensamentos voaram para Rony, em como seus olhos, também azuis, embora numa coloração muito mais límpida, brilhavam travessos e juvenis quando estavam juntos, se beijando, fazendo amor, conversando bobagens ou simplesmente discutindo.

Ela deixou de devanear quando Ethan estendeu seu corpo maciço e quente sobre o dela, suas mãos pendendo para as extremidades de seu rosto, afastando seus cachos, e roçando os lábios em sua boca entreaberta, num toque tão suave e cuidadoso como brisa. Ethan atribuiu um pouco mais de força no beijo, seus olhos abertos, à espera de alguma reação dela. E Hermione reagiu. Seus braços rodearam o parceiro pelos ombros e o apertou ainda mais contra o corpo. Ela o sentiu enroscar seus dedos em seus cabelos, puxando-a contra sua boca e lhe roubando o ar.

Durante dois anos, Hermione se sentira fria e vazia, acompanhada apenas por lembranças, algumas doces e outras muito amargas. Não houve uma única noite em que ela não se lembrasse da sensação de ter as mãos grandes e tenras de Rony sobre seu corpo, friccionando sua pele... Aquele não era Rony, mas ela precisava tanto daquele toque... Daquelas mãos que agora se embrenhavam por baixo de suas vestes para acariciar sua cintura. Ela só queria voltar a se sentir desejada novamente, a turbulência sem igual de outro corpo contra o seu... E finalmente recuperar sua condição de mulher.

O arrepio de luxúria que serpenteou por suas costas e arrepiou sua nuca a assustou. O frio não a atingia mais. Agora o calor reinava absoluto, embotando qualquer pensamento coerente e levando-a a enterrar suas unhas curtas nos cabelos lustrosos de Ethan e aspirar seu aroma amadeirado e seco que lhe lembrava cedro.

Quando Ethan acariciou seus lábios com a língua para depois mordicá-los, Hermione arqueou e afastou-se dele, desesperada para respirar e organizar suas idéias. Será que era certo se entregar a outro homem, alguém que ela não amava? Ethan era seu amigo; o único que se dispusera a ajudá-la durante os tempos difíceis em Roma... Será que ela estava oferecendo sexo como pagamento? Não... Ela jamais faria isso; ainda conservava seus princípios. E, bem, Rony havia dormido com várias mulheres depois de sua viagem para Roma. Ela não devia explicações a ele... Ela queria tanto esquecer Rony...

- O que foi? – Ethan murmurou contra o lóbulo de sua orelha, fazendo seu coração disparar e seu sangue afluir para a cabeça.

- Não sei se é certo... – Ela mordeu o lábio, agora quente e úmido pelo beijo. – Quero dizer, está indo tão rápido. – Ela percebeu que estava tremendo e se perguntou se era pelo medo ou pela exultação. – Você acabou de chegar e te deixei sozinho a maior parte da noite... Talvez devêssemos...

- Hermione. – Ethan chamou baixinho, levando sua boca à pele exposta de seu pescoço. – Você precisa disso tanto quanto eu. Não tem que significar compromisso nem amor. Tem que significar apenas o que quisermos...

Ela apoiou os cotovelos no sofá e estendeu o tronco até lhe alcançar a boca. Ethan gemeu e voltou a cobri-la com o próprio corpo, sua língua explorando o interior quente e macio da boca dela para depois tocá-la entre os dentes. Hermione correspondeu com a mesma fúria, gemendo e ofegando a cada contato da língua dele, sentindo-o endurecer contra sua coxa.

Quando Ethan desgrudou de seus lábios e se ajoelhou a sua frente para tirar a camisa, Hermione teve certeza que se livrara de toda sua sensatez. Ao contrário de Rony, Ethan tinha a pele bronzeada, resultado das longas tardes que passava desfrutando das belezas de Roma sob o sol quente do Mediterrâneo, enquanto ela se trancava em seu dormitório, enterrada em livros. À luz da lua, ele parecia uma daquelas estátuas de antigos deuses romanos que enfeitavam as praças, os museus e as igrejas. Febo, ou Apolo para os gregos, o deus dourado e a personificação da luz.

Ethan engatinhou sobre o corpo trêmulo de Hermione, arrancando-lhe um suspiro quando lhe beijou o pescoço, ao mesmo tempo em que desabotoava sua blusa. Ao abri-la, deparou com um simples sutiã cor de rosa. Ele tocou-a em cima da peça e sentia-a se contorcer e morder os lábios. Ela se derretia onde quer que a tocasse. Ele a fez levantar os quadris para desabotoar sua calça jeans e tirá-la, deixando-a apenas com as roupas de baixo:

- Você é linda mesmo. – Ele disse com a respiração entrecortada, seus olhos percorrendo cada centímetro de pele que alcançavam, imaginando a sensação sublime que seria tocar e degustar sua pele acetinada. – Por que se esconde tanto? – Ele deslizou as costas da mão pelo torso de Hermione.

Hermione corou e resistiu ao ímpeto de se cobrir: estava seminua diante de um homem que não era Rony e esse pensamento a perturbou levemente até sentir Ethan acariciar suas coxas e enganchar os dedos longos no elástico de sua calcinha, a fim de tirá-la. Ela rangeu os dentes, seu corpo enrijecendo quando ficou inteiramente nua da cintura para baixo.

Ele terminou de despi-la e novamente se afastou, para se despir também e admirá-la. Seus olhos de lince eram perigosos, como se avaliassem uma caça particularmente excitante e apetitosa. Hermione fechou os olhos e engoliu em seco. Não queria fazer comparações; sua mente lutava contra a imagem de Rony, seus olhos claros cheios de dor e raiva... Ela se sentia como uma virgem. E de certa forma assim era. Sua primeira vez com Ethan, com alguém além de Rony. Ethan deitou sobre ela, prensando-a contra o sofá de couro, que rangeu estranhamente e ela sentiu a pele de suas costas repuxar com o contato. Suas mãos foram para trás da cabeça, a fim de evitar o desconforto com o braço do sofá. Ethan a observou longamente, fascinado pelos cabelos castanhos – claros de Hermione que se derramavam quase até o chão ou seu rosto corado e suave, a boca vermelha como um botão de rosa... Ele desceu os lábios delicadamente pela pele do colo, aspirando o perfume sutil e marcante ao mesmo tempo.

Hermione se contorceu, afastando as pernas e flexionando os joelhos, em busca de apoio. Seu companheiro mordiscou seus seios, pressionando um mamilo com a boca, para logo depois prendê-lo entre os dentes, intensificando o aperto ligeiramente. Com uma trilha de saliva, chegou ao umbigo, que ele beijou docemente. Hermione fechou as pernas, sobressaltada, assim que ele alcançou seus pêlos pubianos e Ethan acariciou o interior de suas coxas na tentativa de acalmá-la. Hermione respirou profundamente e voltou a afastar as pernas, entrelaçando os dedos nos cabelos de Ethan, imaginando ter visto um reflexo avermelhado neles. Ela o sentiu tocar sua intimidade com a língua, afastando as dobrinhas sensíveis e revelando seu órgão protuberante e fonte de prazer, que foi rapidamente rodeado pelos lábios dele e sugado com vigor. Hermione ergueu o bumbum e parte da coluna para acompanhar os movimentos dele. Ela testou sua elasticidade e capacidade de contração quando Ethan penetrou um dedo em sua feminilidade.

Quando Ethan pressionou seu períneo, Hermione se abandonou à sensação, ao ápice do prazer. Ethan sentiu Hermione umedecer e suas longas pernas tremerem com o orgasmo. Essa foi a deixa para que ele voltasse a beijá-la na boca e a deixasse provar de seu próprio gosto. Com muita calma, ele se conduziu à intimidade dela, penetrando-a aos poucos, ouvindo um gritinho escapar dos lábios dela. Aos poucos, Hermione foi acompanhando o ritmo suave que ele impunha. Ethan era um amante paciente... Rony era um amante ardoroso... Ela fixou os olhos no rosto impassível de Ethan e ergueu os quadris, mantendo sua coluna e seu bumbum fora do sofá, a fim de que ele a penetrasse mais fundo. Suas coxas se apertaram ao redor dos quadris dele, friccionando seu membro e lhe arrancando um gemidinho. O ritmo permanecia o mesmo, provocando tremores e suspiros. Ethan começava a perder as forças, à beira do gozo, quando sentiu Hermione se derreter mais uma vez em seus braços, a respiração pesada, o rosto virado para o lado esquerdo e os olhos fechados firmemente. Ele viu uma gotinha de suor escorrer por sua têmpora e a beijou. Quando Hermione finalmente se sentiu inundar por Ethan e perder-se em outro orgasmo, ela desejou fervorosamente que nunca mais aqueles olhos em tom azul cobalto ou aquele rosto forte e coberto de sardas pudessem encontrá-la...


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N/A: Demorou para caramba dessa vez... Sei que a NC está meia boca, mas foi o que deu para fazer, considerando que eu escrevia durante o meu horário de almoço e nos fins de semana... Enfim, também não queria que fosse uma cena muito sensual, porque isso eu estou guardando para outra NC... *Cara de inocente* Agora eu deixo a palavra com a minha nova beta. Como os outros betas estão ocupados demais, pedi para a Tina dar uma olhadinha no capítulo e escrever uma N/B BEM grande. Beijos e até mais!


N/B Tina Weasley Potter!: * Tina entra vermelha até a raiz de seus cabelos também vermelhos, com as mãos atrás das costas toda tímida, sem querer roubar o lugar dos outros betas!*

Hum Hum * Tina pigarra antes de começar.*

Bem, em primeiro lugar eu queria dizer que estou aqui com muito orgulho, para mim é uma honra passar a betar essa fic maravilhosa (já que os outros betas estão atribulados, e ocupados até os pescoços)... É uma honra por que fui apaixonda pela Save me, que eu li vorazmente. E depois cai de amores pela Before, que é espetacularmente maravilhosa, e também por que a tradutora e coautora dessa fic é minha amiga maravilhosa Carol Lee. Amiga obrigada por me permitir participar dessa fic incrível, eu não tenho vergonha de dizer o quanto eu adoro você, você é especial e tem o dom para traduzir e trazer para nós que não temos a oportunidade de ler perfeitamente em inglês de termos uma fic dessas para nos alegrar e enrriquecer em palavrões... kkkkkkkk ( eu tinha que estragar no final... aff).

Eu já disse que as suas Ncs foram as melhores que eu já li, e bem você sabe... Eu sou tarada por Ncs. E foram as suas Ncs que me empolgaram que me influenciaram a escrever as minmhas próprias, por isso te chamo de Mestra.

E sobre esse cap, eu vou deixar poucas palavras, por que quero fazer um comentário bemmmm grandeeeeeeeee... Aqui vou me permitir apenas um PUTA QUE PARIU, CARALHO, PARA TUDO E CHAMA A NASA E APROVEITA E CHAMA A SAMU PORQUE EU TO PASSANDO MAL.

Amiga obrigada mais uma vez, e não foi por acaso que nossos destinos se cruzaram é sinal de uma super e verdadeira amizade que seguirá para todo o sempre, se cuida guria Loira Tarada de Sampa... beijos da Ruiva Tarada dos Pampas...

E galera eu to na aréa se derrubar é pênalti, portanto comentem e deixem a Carolzita TRI feliz, assim ela traduz mais rápido para nós. UHUUUUUUUUUUUUU BEIJOS PARA TODOS, FUI!


Respostas aos comentários entre os dias 21/06 a 12/07:


Claudiomir José Canan: Olá, sei que deve estar se perguntando por onde ando porque até agora não dei as caras nas suas fics. Bem, de vez em quando eu leio o Renascido do Inferno e hoje recebi um aviso seu dizendo que ia atualizar no sábado devidos aos problemas que ocorreram com o FEB. Eu vou dar uma passadinha lá e, se der, comento, ok? Eu é que preciso te parabenizar. Afinal, suas duas fics estão entre as mais lidas! E, acredite, fics bem escritas como essas precisam estar sempre em destaque!

Emilly Knight: Olha só, temos mais uma leitora nova! Seja muito bem vinda e que bom que gostou da fic!

Mari Black: Parabéns pelos 90 pontos! Agora quero saber quantos fez no quiz da Save Me, hein?

Alessandra: Pode ter certeza de que quando precisar, vou gritar “Help!”. Muito obrigada!

Yumi Morticia voldemort: Não esquenta, Yumi. Tenho certeza de que eles não ficarão muito tempo afastados. Beijos!

jamylle ariel sajo altheman: Sem problemas. Sei como computadores gostam de quebrar quando a gente mais precisa deles. Mas o que importa é que você conseguiu ler, gostou e comentou. Beijos!

Ana Hansen: Oi, Aninha! E aí? Gostou do capítulo e dos gêmeos Chris e Colin? Eu também detesto quando esse casal se afasta nas fics, mas, isso não acontecesse, nem haveria fic, né? Beijos!

Aninha Weasley: Como você viu, o Ethan não tem nada de gay... E eu sei do que você fala. Acho que todas as garotas já tiveram pelo menos um amigo gay. É bem legal. Gostou da NC?

Ana Fuchs: Oi, Ana! Primeiro preciso dizer que o 3° capítulo da Legado ficou lindo! Ainda não comentei, mas vou arranjar um tempinho para isso, prometo! Concordo com você: o Ethan é lindo mesmo. Super cavalheiro e compreensivo... Ele não poderia ter arranjado consolo melhor mesmo. Agora você tem que me dizer o que acha do Ethan agora, depois dessa NC. Beijos e aguardo mais capítulos maravilhosos das suas fics!

Kelly **: Ai, Kelly, não me leve a mal, mas eu quase nunca apareço no Lumus porque acho meio tedioso. Entrei só para ler a sua mensagem e da Vivi, uma outra leitora da Before. É uma pena que você não se lembre do encontro com o Rony... Muito obrigada pelo apoio. Li todos os seus comentários e fiquei muito feliz. De verdade, foi uma surpresa receber o carinho de vocês... O destino do Jorge? Vocês vão começar a entender a partir do próximo capítulo. Só não sei como reagirão... Beijos e aguardo mais um de seus comentários gentis!

Pedro Henrique Freitas: Você me surpreende cada vez mais! Sempre tão gentil e tão amigo. Mesmo que não nos conheçamos, sinto que você se tornou alguém especial. Pode ter certeza disso. Concordo com tudo que você expôs nos seus comentários. O Rony ainda é apaixonado pela Mione, mas seu orgulho ferido não o deixa se aproximar. E também tem o fato de que ele admira a Imelda, sente um carinho enorme por ela e se sentiria culpado se terminasse com ela. Como pode ter visto também nesse capítulo, sutileza não é o forte do Rony... Ele não muito tato, por assim dizer, mas tem um coração enorme e sabe agradar quando quer. Viu como ele ficou encantado com os sobrinhos, fazendo planos e tudo? Essa foi a melhor cena do capítulo, na minha opinião. Enfim, obrigada pelo apoio e pelas palavras carinhosas e até a próxima atualização!

Mica Caulfield: Mica, minha querida autora e amiga! Mal posso esperar para ler e derreter com mais um capítulo da sua fic! Estou contando os minutos aqui para o grande dia. Tudo o que você escreve tem um significado profundo e muito especial, principalmente porque estuda literatura e parece estar de tudo do que diz... Me deixa até encabulada!

Camylla Martiniano: Olá, minha leitora e amiga pervertida! Sim, você é. Não há mais volta. NC quente, capaz de derreter todas as calotas polares só com o Roniquinho. Prometido! Beijos! PS: Não sou bundona, não.

Deby: Oi, Deby! Obrigada por comentar. Significa muito para mim. Vou tentar o procurar o link e te passo no próximo capítulo, pode ser? Só espero que você não repare em nada. Minha tradução não é profissional. Está muito longe, mas saiba que eu me esforço ao máximo...

Oraculo: Ainda não tive tempo de falar com você no MSN (pelo menos eu acho que foi voce que me adicionou). Mas vou arranjar um tempinho para gente bater um papo. Faculdade de Química deve ser super difícil. Eu sempre fui regular nessa matéria e sempre achei complexa demais. Mas espero que se dê bem na faculdade! Beijos!

Luciana Martins: Dessa vez a NC não foi H/G, infelizmente... Mas teremos uma, prometo, só que vai demorar um pouquinho... Agora estou me roendo aqui para saber o que você achou desse capítulo. Beijos!

Doug Potter: Obrigada! Espero que tenha gostado desse capítulo também. Beijos!

Joana Sales: Obrigada mesmo. Seu comentário foi curtinho, mas muito bom de ler. Beijos!

Lady Eldar: Eu sei como é não ter tempo para escrever... Mas é realmente uma pena que você não possa mais escrever. Você tem muito talento! Queria muito ler alguma fic sua, nem que fosse somente nos fins de semana! Também acho que esse romance da Mione e do Ethan não vai longe, mas não posso afirmar nada, afinal a Sara gosta de reviravoltas. Também adoro o Jorge. Ele sabe ser sério e dar conselhos úteis quando quer. Gravidez? Que gravidez? *Olhar inocente*

Lana Weasley: Também achei ótimo o Rony flagrar o Ethan e a Mione naquela cena tão íntima. Agora vamos ver como ele vai reagir ao saber do envolvimento deles... As orelhas dele vão pegar fogo! Beijos!

marja: Bom, espero mesmo que você tenha pulado essa última cena. Sei que é demais para o seu coraçãozinho H/RH. Mas a NC já existia e eu só reescrevi. Mudando de assunto, atualiza logo a sua fic, por favor! Beijos!

Eleonora: Todo mundo já está suspeitando do Ethan! Acho isso tão divertido... Também acho que o Harry e a Gina terão uma boa surpresa, mas até lá vão sofrer muito, coitados... Beijos!

jessica nascimento: Outra que suspeita do Ethan... Na verdade, todos são suspeitos, até que se prove o contrário, menos os nossos protagonistas. Nesse capítulo a Imelda apareceu bastante, embora nos momentos mais inoportunos. Me deu vontade de entrar na estória e dar um ponta pé nela na cena do Rony e da Mione conversando no berçário. Beijos!

Pam Potter: Graças a Merlin você desistiu daquela porra do Naruto. Agora tem vícios saudáveis: Crepúsculo e Meg Cabot! Agora sim estamos voltando à normalidade. Mudei de emprego, sim. Resolvi chutar o pau da barraca aquela garota escrota. Sim, eu mencionei ombros largos, costas largas e barriga ao estilo “tanquinho” e também um leve bronzeado! Satisfeita? Fui ao show do The Callling. O Alex tem uma voz linda, embora seja um pouco afeminado na hora de cantar. Gostei do show, mesmo tendo ficado com cara de “ué” quando ele começou a cantar músicas do novo álbum, que ainda nem foi lançado no Brasil. Mas valeu a pena. Pois é. Eu não me lembrava quem era Kara, mas aí uma leitora me respondeu e eu fui assistir Liga da Justiça! HAHAHAHA Pelo menos você está tendo sonhos com um ser humano, ou um vampiro... Enfim, não é um desenho e sim um carinha bem bonitinho. Acho o Robert Pattinson interessante, à maneira dele, é claro. Ele tem seu charme, quando não está com aquele violão e gemendo que nem a Murta-Que-Geme. Eu te cedo míseras cinco linhas porque seus comentários estavam cada vez menores e ia te responder o que?

Reji Granger Weasley: A fila já andou, e com uma rapidez... Mas olha pelo lado do Harry: ele está super preocupado com a Gina e agora as coisas pioraram de vez, já que eles estão afastados e a Gna e ele não pode mais protegê-la. Agora vamos à NC. Quero saber do que você achou, nos mínimos detalhes, ok? Beijos!

leleu_mione: O Rony nunca vai crescer. Isso é fato. Ele sempre vai ser imaturo, mas bem que ele podia deixar esse orgulho de lado e voltar correndo para a Mione, né? A Mione vem usando cada vez mais os poderes dela. Tivemos uma pequena amostra nesse capítulo, mas com certeza mais detalhes serão revelados. Beijos!

Tina Weasley Potter!: Tina!!!!!!!! Minha beta maluquete dos pampas! Sua febre piorou com essa NC? Teve que chamar o SAMU? Por favor, pelo menos me diga que foi atendida por um enfermeiro ou um medico bonitão. Ninguém merece sofrer um ataque, ter a leitura interrompida e depois ser atendida por um feio. Achou o Ethan gostoso mesmo? Eu sempre imaginei ele como um “moreno fatal”, se é que me entende... E só para terminar: faça o Harry voltar imediatamente para a Inglaterra! Já disse que a dona dele é a Gina e ela não está nem um pouquinho satisfeita de você estar mantendo o ex-futuro marido dela como refém e embebedando ele com chimarrão! Pronto, ruiva. Beijos e obrigada por betar!

jacgil: É uma pena que estejamos já na metade da fic! O tempo está passando muito rápido mesmo. Também achei o Ethan lindo e sedutor. Bom, a Mione que o diga! E a Imelda apareceu bastante nesse capítulo. Imagino que você tenha tido vontade de socar ela por interromper tantas canas importantes! Beijos!

Kathe: Eu conheço você. Bom, nunca nos falamos, mas a Pam vive falando de você. Vocês são a “dupla dinâmica”. Obrigada por comentar, Kathe, principalmente porque imagino que seja bem tímida.

Flávia Marques Carneiro: Flavita, eu entendo perfeitamente. Venho acompanhando os acontecimentos bem de perto. Sofrido, chorado e rido com você. Não se preocupe. Quero que tudo se resolva e que, sem mais preocupações, você possa curtir a fic e comentar, como antes. Beijos e se cuida direitinho, ok?

Liz Negrão: Obrigada, Liz! Quero ler mais a sua fic. Mas espero o tempo que for necessário para você estudar direitinho e arrasar nas provas. Beijos!

CARINE GONÇALVES: Não vou puxar sua orelha, mas foi muito bom o seu “retorno”, e ainda por cima para fazer aquela declaração à fic. Muito bom! Beijos e muito obrigada!

Raveni: Oi, Rav! Gostei mesmo do seu comentário, principalmente porque sei que foi de coração e que você é uma amigona. Também gostei dos conselhos do Jorge. Ele é muito foda! Beijos e a gente se fala no MSN!

Mariana Rodrigues: Seja muito bem vinda, Mari! E espero que tenha gostado desse capítulo também. Aguardo comentários. Beijos!

Viviane: Vivi, a desaparecida. Já estava pensando em colocar cartazes por aí... Mas ainda bem que você voltou, mulher! Não esquenta: a Tina me contou que você estava se matando de estudar para o vestibular. Pois, é, entrar em universidade é difícil. Nada parece ajudar, a não ser que você seja rica... Enfim, obigada por se lembrar da fic e de mim, e comentar. Foi uma baita surpresa ler os seus comentários! Beijos!

Fran Reis: Não precisava ter apagado todos os seus comentários. Ninguém estava te atacando, assim como sei que você também não estava me atacando. Você expôs sua opinião e pronto. Bom, não vou escrever muito, em respeito a um pedido seu. Mas vou continuar respondendo a todos os leitores e gostaria muito que você continuasse a ler a fic, mesmo que não comentasse mais. Afinal, não houve desentendimentos nem mágoas.

Ana Potter: Seja bem vinda também, Ana. É muito bom ler comentários de leitores novos. Beijos!



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