Respirei fundo e envolvi meus dedos firmemente na base do membro que já pulsava. Poderia ver em seus olhos que desejava tanto quanto eu, uma vulgar cuspida na ponta, e esperava que o liquido escorresse, dando à ele uma agradável sensação de prazer.
E foi exatamente isso que eu fiz.
Rony me encarou como se perguntasse internamente quem era aquela garota ali ajoelhada entre suas pernas, e como sua língua poderia ser tão doce, tão cheia de vida ao encostar-se a sua glande. Pude sentir, mesmo que meus olhos estivessem fechados, a mão dele envolver em meu cabelo, desajeitando-o enquanto meus movimentos ficavam mais freqüentes. O gosto não era ruim, e o cheiro de homem era suportável e bom, um néctar para talvez o ápice do meu prazer.
Não sabia corretamente se aquilo era direito. Se não estava rápido ou devagar demais. Apenas deduzia que pelos gemidos que por vezes ele deixava escapar entre seus lábios, fosse um sinal de que a chupada estava gostosa. Minha boca úmida e quente alojava aquele organismo distinto em seu centro, e eu já começava a adorar o fogo dentro de uma calcinha molhada. Era perfeito dar prazer, ver suas expressões quando minha língua insistia em deslizar naquele vermelho sem fim.
- Hermi-o-ne... Pare, por favor. – sua voz rouca estava urgente.
- Por quê? – passei o dedo num rastro de saliva visível em minha bochecha. – Não está bom assim? – e de repente um medo me preencheu. E se talvez ele gemesse para me agradar? Me senti uma menina tola.
- Não! Não é isso... – ele sorriu sacana, como se aquilo fosse divertido de alguma forma. E só aí eu pude me tocar que ainda fazia movimentos para cima e para baixo em seu pênis enrijecido. Não parei.
- Então é o que?
Rony me surpreendeu com um beijo ardente ao colar seu corpo junto ao meu. Estávamos os dois. Em pé naquele vestiário tendo a chuva nossa cúmplice, que assolava nas altas janelas. Aos poucos ele me deitou no extenso banco e fez uma trilha da minha orelha ao meu pescoço. Parando de leve para chupá-lo com um pouco mais de força. Impulsionei meu corpo para cima, num ato que nem eu mesma sabia que algum dia faria. E ao perceber seu pênis encostando de leve por cima da minha saia abafei um gemido. Aquilo era demais.
- Apenas é a sua vez... – sussurrou.
Como se entendesse o recado, ele manteve um joelho no banco e a outra perna apoiada no chão. Focou meus seios num sutiã rosa claro que a blusa desabotoada deixava exposto, e umedeceu a boca enquanto utilizava as mãos para que a saia saísse por completo.
E lá estava eu. Uma ninfeta desprotegida em uma lingerie um tanto sexy. E seus dedos pareciam querer provar cada centímetro do meu corpo quase nu. Quando Rony lambeu a curva do meu pescoço, rocei meu sexo no membro pulsante, e vi que ele retribuiu, como se dramatizasse o que faria de mim logo adiante.
Não teve tanta dificuldade no fecho do meu sutiã, e então meus peitos pularam para a fora. Não que eu tivesse tamanho G, porém era um veneno para os olhos, vê-los vestidos e tão apertados naquela vestimenta. Meu bico duro, intumescido, pareceu tocar a brisa que entrava em uma das janelas abertas. Rony os viu e pegou cada um com uma de suas mãos, e em seguida abaixou-se e passou a lambê-los agilmente.
Meu corpo pegou fogo e subiu de repente, e eu só conseguia imaginar o quão deliciosos eram aqueles caminhos que sua língua deixava. Parou em um, masturbando a ponta ao mesmo tempo em que forçava um pouco para frente. Seu pênis roçou em minha coxa. Aquilo me acendeu.
- Eu quero você agora! – essa poderia ser qualquer voz, menos a minha. Estava firme, decidida, sentindo tudo arder em brasa e desejando estocadas até o fundo, até onde desse para ir. O limite.
Rony nada falou.
Apenas ocupou-se em retirar minha calcinha e tocar o molhado na palma da mão. Pedindo permissão com os olhos, postou-se sobre mim e fitou um castanho lacrimejado quando seu pênis forçou a entrada.
A dor era visível, mas era suportável. O prazer e a vontade ali entre quatro paredes brotaram em mim uma semente um tanto caliente. Que seria capaz de tudo. Tudo. Para ter aquela rocha por completo em seu destino.
Não gritei. Nenhuma lagrima recobriu minha face quando devagar ele o introduziu na vagina outrora virgem. Soltei um sorriso, sincero, extremamente sincero quando o vai-vem começou e se tornou a fonte para que eu continuasse viva. Uma sensação prazerosa percorreu cada veia dando-me calafrios, e eu só conseguia ouvir seus gemidos abafados e afobados batendo contra minha orelha. Quente, muito quente. Ardendo em um circulo de fogo.
Gentilmente, não sei como, fiquei por cima. E ao tentar encaixar achando o buraco certo, percebi três gotas de sangue pingar uma após a outra numa perna de Rony. Minhas bochechas ruborizaram. Olhei para ele, pedindo desculpa sem pronunciar, ele sorriu embriagado e por fim segurou meu quadril, juntando sexos opostos mais uma vez.
Se não me engano, aquela posição fez algo explodir dentro de mim. Eu controlava os movimentos sem muita coordenação, e mesmo assim o prazer era imenso. Sentia minuciosamente o membro preencher qualquer espaço que faltava lá dentro, e como se não bastasse, aquilo fez com que eu fosse mais rápida. Mais sedenta. E de repente meus pequenos gritos se envolveram com os trovoes cada vez mais próximos.
A expressão na face de Rony mudou, suas bochechas apresentavam um vermelho fora do comum, e ele dizia coisas um tanto desconexas como “vai, mais fundo”, “assim”, “uuh... que delicia!”. E eu me contentei em permanecer quieta, obedecendo às ordens enquanto um gemido ou outro escapava da boca.
Com uma estocada final e mais sentida. Algo dentro de mim esquentou mais do que devia, Rony fez mais dois movimentos, leves, e ao retirar o pênis um pouco de liquido branco escorreu e pingou no banco.
Exausto ele se rendeu e desabou. Eu não tinha chegado a um orgasmo, nem esperava que isso acontecesse tão cedo. Então me deixei não por cansaço e sim por vontade, deitar naquele peitoral frio e tentar me aquecer com um braço dele em minhas costas. Suspirei.
Alguns minutos permanecemos ali. Não saberia dizer ao certo quantos, pois meus pensamentos de repente voaram por trás das janelas, sobre a grama molhada e até as masmorras do castelo. Um sonserino lá dormia, e mais ao alto, um outro grifinório também. Bobagem pensar neles naquele momento. Então o ronco de Rony me despertou.
Ri abertamente por reconhecer com quem eu estava. E passei a catar e procurar minhas roupas, pronta para acordá-lo, mesmo que com pena.
Um remorso poderia ter me assolado ali, naquele segundo, mais eu me fazia acreditar que não seria uma pele fina localizada na minha vagina que faria mudar o que eu realmente sou: Hermione Granger, vivendo em Hogsexy e proporcionando alguns contos omitidos.
* * *
N/A: aaah que master!! Me inspirei com os comentarios e UAU, a fic ta no top 20 *-* emocionei agora, tudo isso graças à voces! Obrigada meesmo³, li todos os comentarios, mas infeliuzmente nao tenho tempo de responder um por um, porém aqui vao algumas respostas pras sugestoes e duvidas que surgiram: infelizmente nao é possivel agradar todo mundo, pois cada um gosta de um casal e talz, mas vou fazer o impossivel pra que todos saiam ganhando ok? Bem, quanto a fazer historias com outros personagens acho meio dificil, lembrando que eu narro com os pensamentos da Mione, mas quem sabe num bonus? Nao descarto a ideia! Logo logo terá D/Hr e H², triste nao agradar todo mundo, mas eu tento viu? Desculpa a demora pelo post, andei meio sem tempo, mas sempre tava passando pra dar uma olhada! Obrigada pelos comentarios e espero de coraçao que eles continuem, é o que mais me inspira a continuar tambem! Valeeu galera, adorei os elogios :D Ixe, como eu falo, beeijo :* |