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13. O Natal (parte II)


Fic: Just like heaven


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Just Like Heaven – Capitulo XIII – O Natal (parte II)

Narcisa olhava a neve que estava acumulada a frente e sua casa, agora não nevava mais, mas ela sentia tanto frio que parecia que ela estava no meio da tempestade. Ela ficou olhando a neve como se ela fosse desaparecer a qualquer momento e que isso não podia ser perdido.
Leves passos atravessaram, mas Narcisa parecia não se importar.
-O Que houve? – ouviu-se uma voz preocupada.
Narcisa olhou com indiferença. Draco a olhava com preocupação, o estado de sua mãe estava deplorável, desde que começou a nevar a quatro dias atrás ela parecia um zumbi, não falava, mal mente comia, sua única ocupação era olhar a neve. Ela permaneceu calada.
-O que foi mãe? – disse Draco abraçando-a.
-Draco... – ela disse fracamente, como se estivesse se lembrando do nome.
-Eu odeio o natal! – explodiu ele – Você sempre fica assim. Principalmente quando neva. O que há de errado com a neve?
Narcisa não respondeu.
-Mãe?!
-Onde está seu pai? – ela perguntou fugindo da questão da neve.
-Ele saiu... Parece que o Lord quer algo especial pro ano novo...
-Ele vai demorar? – ela perguntou nervosamente.
-Ele não vai voltar antes que esteja tudo pronto. Ele vai passar o ano novo com o Lord. – Draco falou devagar e calmamente como se estivesse explicando algo complicando a uma criança.
Narcisa acenou com a cabeça e permaneceu calada.
-Acho que temos grandes planos... – disse Draco quebrando o silencio.
-Vamos ter problemas... – Narcisa disse mais para se mesma do que para Draco.
-Não se preocupe. – Draco disse baixinho – Eles não sabem nada...
-Deveria ser eu falando e te confortando não o contrario - ela sorriu sem vontade.
Draco sorriu também, e abraçou a mãe para acalmá-la.
-Eu acho que vou dar uma volta. – disse Narcisa.
Draco a olhou desconfiado e desfez o abraço.
-Tudo bem – disse Narcisa sorrindo sinceramente agora –Tenho algo pra fazer que não pode ser adiado.
-Mas... –Draco tentou contestar.
-Vou levar meu casaco – disse Narcisa interrompendo ele.
-Certo... Então acho que também vou fazer uma caminha. – disse Draco olhando fixamente para Narcisa.
-Boa caminhada, querido – disse ela antes de desaparecer.

++

Draco olhava em seu quarto um pacote fechado,uma caixa pequena, embrulhada com um lindo papel prateado, e envolto em uma fita azul que formava um laçinho.
-O que vou fazer com você? – disse ele para a caixinha se sentindo estúpido.
Ele deitou na sua coma ao lado do pacote, percorreu seu quarto com o olhar e parou em um objeto preto perfurado no meio. Draco levantou, colocou um casaco e colocou a caixinha no bolso.
Vou ter um natal diferente hoje pensou ele antes de aparatar.
Draco estava no jardim da casa dos Weasley, a neve voltou a cair, ele andou até estar a poucos metros da casa.
-O que estou fazendo? – disse recriminando-se.
Draco passou um tempo fazendo caretas até ter certeza de que ele queria fazer. Ele tirou um papel do bolso pegou sua varinha, encantou o papel e ele saiu pairando pelo ar e entrou pela fresta da porta na casa dos Weasley.
Draco esperou por um longo tempo, a neve parou de cair, mas o frio estava intenso, ele fez um encanto para de manter quente. Seu rosto estava calmo, mas a sua mente estava ansiosa. Ele se se encostou à casa esperando poder observar o que estava acontecendo lá, mas as janelas estavam embaçadas impedindo a sua visão.
-Não há outra escolha? – ouviu-se a voz de Gina atrás dele.
Ele se virou sorrindo sinicamente.
-É claro! Você pode me matar.
-Talvez eu aceite a opção – disse ela apontando a varinha na direção da cabeça de Draco – Mas não hoje.
Ele sorriu.
-Você acredita no natal? – ele perguntou incrédulo.
Ela deu de ombros.
-Você não?
-Não, definitivamente não! – ele sorriu, a varinha de Gina permanecia apontada para sua cabeça.
-Então você não se importaria se eu te matasse agora, não é?
-Talvez... Bom se for depois que eu terminar de fazer o que eu vim fazer... Não me importo... Se o dia é importante pra você por que não torná-lo melhor?
-Não me tente Addan! Ou melhor, Malfoy!
-Ah... Você lembra...
-Infelizmente... – ela baixou a varinha.
-Você então se lembra do ódio agora? – ele disse tristemente. –Quer dizer... Você me entende agora?
-Não seja louco! Você se aproximou de mim com um nome falso. Você abusou da minha doença – disse Gina apontando para o curativo em sua cabeça.
-Isso não sara nunca... – ele disse com tom divertido.
-Não é só isso... Eu também não lembro... Acho melhor você ir embora, não quero perder meu natal com um mentiroso!
-Mas você gosta da companhia desse mentiroso, não gosta?
-Por que você foi ficar comigo naquele dia? – Gina perguntou séria. – Naquele dia eu pensei ter conhecido um cara legal, um cara diferente de todos que eu já tinha conhecido, mas ai você vai e mente!
-Eu não sabia que você ia lembrar tão rápido...
-Eu não lembrei, eu pesquisei, eu descobri... - a voz de Gina era fraca, quase perdida.
-Quer dizer que você não me odeia?
-Não seja idiota. – ela disse seriamente – Não vou perder meu tempo aqui com você, eu vou congelar...
-Bom temos que conversar antes de nos destruímos não é?
-Não aqui, não hoje.
-Não aqui, mas hoje!
-Mas...
-Eu vou te explicar tudo – ele disse serio.
-Certo, mas pra onde vamos?
-Me dê a sua mão e você verá.
Ela hesitou, mas segurou a mão dele com força, estava bem quente apesar do vento gelado que estava deixando Gina gélida, o choque da pele dela gelada com a mão dele quente a fez estremecer. Antes que ela tivesse qualquer reação eles já não estavam no jardim da toca e sim na mansão dos Malfoy.
-Você me trouxe para a sua casa?
-Você queria que eu te levasse pra onde? Aqui nós teremos privacidade, você vai poder me matar sem suspeitas... Se conseguir fugir claro. – ele sorriu.
-O que? Você espera mesmo que eu te mate?
-Gina... Eu não quero te machucar, eu só quero saber se é verdade tudo o que eu descobri sobre você. Não acho que você vá reagir muito bem, e também não espero que fiquemos amigos de uma hora pra outra... Quem sabe um dia, quando eu não tiver um Lord...
-Você deve estar muito louco! Você ameaça invadir a minha casa se eu não for te ver no meu jardim, você me traz pra sua casa pra saber de coisas sobre mim que provavelmente eu nem lembro – Gina bufou – Não sei por que ainda te escuto...
-Eu sei por que! – ele disse rapidamente.
-Por quê?
-Por que você se sente atraída por mim.
-O que?! – Gina perguntou incrédula.
-Lembre-se Gina quando estávamos no jardim, você não se lembrava da Gina Weasley, e não sabia que eu era Draco Malfoy, lembre-se do que você sentiu naquele momento - Draco fez uma pausa para deixá-la pensar, ela assentiu, ele continuou – Você abe que eu não estou mentindo, você só está com raiva por que eu menti, e agora por que eu sei.
-Mas... Por que...?
-Gina...
-Não me chame de Gina! Me chame como você costumava me chamar! – disse ela muito confusamente.
-Certo Weasley... – ele não continuou.
-Malfoy?! – disse Gina depois de certo tempo de silêncio.
Os dois continuavam em pé no Hall da mansão Malfoy olhando fixamente um para o outro.
-Que tal irmos para a sala? Lá tem uma lareira, vamos ficar bem aquecidos...
-O que você pretende com isso?
-Sincera e honestamente não sei ainda... Mas se eu tiver certo... Vamos!
Ele levou Gina até uma sala de está, onde antes sua mãe olhava a neve perdidamente. Era um local aconchegante com três poltronas na frente da lareira com cores tos verdes escuros, as paredes de madeira revestida, uma grande janela com uma cortina também verde, um tapete entre a lareira e as poltronas e uma escrivaninha em um canto distante.
Draco sentou-se no tapete, ascendeu à lareira e convidou Gina para sentar-se ao seu lado. Ela relutou um pouco, mas estava com muito frio, ela sentou, mas mantendo distancia de Malfoy.
-Você esta com medo Gina?
-Já disse pra não me chamar de Gina. Além do mais eu tenho que voltar pra casa, vão sentir minha falta e isso vai estragar o natal... – disse ela calmamente desenhando cada palavra.
-Estou certo que não vai ser assim... Se você quiser posso te levar, mas e a nossa conversa?
-Nós já conversamos demais Malfoy. – disse ela seriamente – Se tiver algo de importante a dizer diga logo!
-Eu posso te ajudar a recuperar a memória, mas não sei se devo...
-Como?
-Você não se incomoda? Você realmente não se importa que eu te ajude?
-Se você me disser o porquê de tudo isso...
-Eu sinto a mesma coisa que você... – disse ele rapidamente para que ela não pudesse entender.
-O que?! – disse Gina surpresa se afastando mais dele.
-Eu... Eu... Acho melhor te levar pra casa...
-Não! Agora você vai me explicar! – berrou Gina.
Draco levantou segurou os dois braços de Gina com força. Eles apareceram no jardim d’A Toca.
-O que você... – mas antes que Gina terminasse a frase Draco já havia partido deixando apenas um pacotinho em suas mãos com um bilhete.
Ela olhou o pequeno embrulho durante um tempo leu o bilhete depois abriu o presente, ela ficou olhando o pequeno objeto surpresa. O bilhete dizia “É para você não se esquecer de mim“ e o pequeno presente era um lembrol.

++
Narcisa andava furtivamente pelo jardim dos Lovegood. A neve a incomodava muito. Ela sempre se lembrava da pior noite de sua vida quando nevava. Decidida a fazer o que ela desejava já há anos ela se aproximou da casa e tocou na porta. Não demorou muito Xenofílio atendeu.
-Boa noite... – ele disse sorrindo, mas assim que reconheceu a pessoa a sua frente sua expressão mudou de feliz para surpresa.
-Hum... A Luna está?
-Ela está se arrumando. Nós vamos sair. Não acho muito educado fazer visitas sem um aviso prévio. – a voz dele era forte como se estivesse dando uma ordem.
-Poderia entregar isso a ela? – disse Narcisa entregando um leão de pelúcia – Não precisa disser que é meu...
-Eu não direi. O presente será entregue desde que você não apareça mais aqui se avisar.
-Da próxima vez eu avisarei... – disse Narcisa fragilmente.
-Espero que não haja uma próxima vez.
-Mas acho que haverá – disse antes de aparatar.

++
Hermione afastou Fred e o olhou incrédula.
-O que você acha que está fazendo? Você não consegue me encontrar sem tentar me beijar?
-Acho que não – admitiu ele divertido.
-Fred isso não é uma brincadeira, eu não quero brigar com você de novo. Todas as vezes nós brigamos. Não hoje. Por favor, Fred me deixe ir em paz, depois conversamos, depois decidimos...
-Não fui eu quem deu um fora...
-Certo! Eu entendi! Fred me desculpe eu não devia ter dito tudo aquilo, eu devia te contar tudo, mas agora eu não posso... Além do mais, sua namorada está lá embaixo te esperando, deixe me ir. Por favor...
-É claro que eu te desculpo. – disse ele com um largo sorriso – Amanhã depois de você fazer seja lá o que, vamos conversar?
-Depois do natal... Daqui a três dias...
-Certo...
-Eu venho pra Toca...
-Mas eu... Eu ficarei aqui até você vim.
-Obrigada – disse Hermione abraçando-o. –Até mais.
Ela colocou a capa e saiu.


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