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7. O BEIJO


Fic: A SETE CHAVES


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Um espetáculo teatral requer muitas coisas. Muitos detalhes. Atuação é uma coisa bem delicada também. É difícil você apenas ler um script e passar todo o sentimento de um personagem para si. Sentir a mesma dor, chorar pelos mesmos motivos, rir das mesmas coisas. Algo muito importante também é o público! É muito bom quando eles colaboram. Mesmo com toda a dificuldade de uma encenação Gina e Sirius poderiam ganhar um Oscar. OK, talvez não a Gina. Ela não agüentava aquele clima de ‘que bom que o Sirius voltou’ enquanto ela ainda estava lotada de raiva.


A ceia de Ano Novo foi simplesmente isso. Todos empolgados com a volta de Sirius e implorando detalhes do que ele fez. O silêncio de Gina pela refeição toda nem foi notada. Apenas quando Harry pediu que lhe passasse as batatas que a menina desviou o olhar fixo que mantinha para a panela a sua frente e foi parar no de Sirius. Ele a olhava também. Mesmo com o assunto todo sendo ele, ele arrumou um minutinho para conseguir olhá-la e por infelicidade, foi o mesmo segundo que ela olhou-o.  Percebeu que era péssima para atuar. Ela não assumiu a pele da Gina despreocupada e deixou a desejar na encenação.


- Com licença, eu já terminei. Vou subir e terminar de arrumar as minhas coisas. – Sem esperar o consentimento de alguém, Gina levanta-se pondo o seu prato na pia e pegando o rumo da escada.


- Gina! – O pai da família chama a filha mais nova fazendo-a parar no pé da escada – Escove os dentes! – Como é? Acho que a sua filha de 10 anos não escutou direito, pode repetir? Gina não falou nada, começar um argumento mal criado não pareceu uma boa idéia. Tudo o que ela fez foi virar-se e subir as escadas como se nada tivesse acontecido. Imagina o que Sirius não pensaria? Beijou a menininha que ainda é mandada pelos pais para escovar os dentes. Que derrota!


Ela subir era normal. Sabia que não devia estar gostando muito da sua presença. Ele precisou de muita coragem para voltar à casa dos Weasley, mas sentia bem no fundo que era o certo a fazer. Não faz idéia do que vai acontecer e nem se deve falar com Gina. Mas ele quer.


- Amanhã nós voltamos e a final do Torneio já se aproxima... Ainda não entendo como fui parar nisso! – Harry nem tinha saído da mesa do jantar e já fazia planos para o mês seguinte.


- Harry, vocês tem que me manter informado! – Sirius mantinha uma conversa saudável com o trio de Hogwarts tendo a desaprovação da mãe de Rony – Qualquer desconfiança da parte de vocês pode ser uma pista pra mim!


- Acho que essas crianças já passaram por bastante coisa nessa escola! Não quero vocês se metendo em mais encrenca! – Ela falava assumindo o papel de mãe de todos eles. Com direito a dedo na cara e tudo.


- Não se preocupe Molly. Eles sabem se cuidar. – Uma piscadinha de leve para os três arrancou pequenos sorrisos dos mesmos. Sirius parecia mesmo aquele tio legal que vem de viagem nas datas comemorativas e sabe como divertir toda a família – Mas se me dão licença, eu preciso muito usar o banheiro.


Sirius levanta-se com o pensamento nesse Torneio louco de Hogwarts. Louco mais ou menos. Em sua época de estudante era muito competitivo e todos queriam participar, mas agora o Torneio perdia o interesse por ser a pele do seu próprio sobrinho em risco. E por mais que não goste, Molly tem razão. E eles são mesmo apenas crianças, não deviam se meter em tanta confusão.


- Han! – O susto foi dos dois lados. Enquanto Sirius abria a porta do banheiro, Gina saía levando um susto com aquela imagem. Consequentemente, assustando Sirius - De onde você veio?!


- Desculpe, não sabia que tinha gente no banheiro. – Sirius tenta se desculpar. Não foi de propósito – Mas então, já escovou os dentes é? – Sirius fez uma piadinha para quebrar o gelo citando o momento desnecessário que o pai de Gina a mandou escovar os dentes.


- Inacreditável! – Se foi idiota o suficiente o pai de Gina fazendo aquela cena, pior ainda foi Sirius trazendo-a a tona agora.


– Gina! Poxa, eu já pedi... - Ele tinha que tentar concertar tudo! Desde o comentário inútil até aquele beijo que ainda latejava em sua mente.


– Você sumiu! Você veio pra cima de mim com esse ar de Don Juan, me beijou e depois sumiu! – Gina interrompe Sirius – Você acha que foi normal pra mim? Foi pra você? Não deve ter sido né, até me pediu desculpas! – Nem Gina e nem Sirius esperavam aquelas palavras e aquele comportamento. Mas a menina havia decidido que ser idiota não era mais parte da sua personalidade. Se tiver que ser dito, será. Claro que tudo em um tom muito baixo, já que sua família não pode saber.


- Exatamente por não ter sido normal que eu sumi! – Sirius pega Gina pelo braço e a leva para um quarto escuro e vazio que ficava perto da porta do banheiro. Lugar que ele percebeu em poucos segundos de ser o seu próprio dormitório – O que eu devia fazer?


- Tudo menos isso! Não passou pela sua cabeça que eu poderia ficar confusa?! – Gina tira seu braço de forma brusca das mãos de Sirius – Que queria conversar com você? Saber por que diabos tinha feito aquilo?! – Chegava a ser uma conversa engraçada. Um assunto tão sério sendo “berrado” aos cochichos.


- Eu... Te deixei confusa? – Não medir as palavras dá nisso. Deixá-la confusa não era o planejado. Sirius esperava repulso, talvez, mas não confusão.


- De tudo o que eu falei só isso penetrou no seu cérebro? – Por que homem só escuta o que quer? Será que ele não podia pedir desculpas e aí Gina poderia voltar a odiá-lo normalmente? A mudança de Gina foi tão radical que ela não queria mais saber de nada. Apenas o seu pedido de desculpas e assim, ela poderia ficar com os seus pensamentos.


- Gina, eu... Eu pensei que você tivesse ficado furiosa e chateada comigo... – Acho que nenhuma desculpa seria suficiente. Principalmente falando a verdade. Em parte ele estava certo. Ela é muito nova, Sirius estava muito arrependido do que havia feito, mas tinha uma voz dentro dele que o fazia querer beijá-la novamente.


- Sirius! Eu fiquei chateada sim quando vi que você tinha ido embora! Queria conversar com você!


- É QUASE MEIA NOITE! – O grito de Jorge foi ouvido de lá de baixo.  Era melhor eles saírem dali.


- É melhor a gente descer... - Enquanto ela falava, seus lábios chamavam toda a atenção de Sirius, e a voz dentro dele passara a gritar. Por que uma vontade tão grande assim? O sentimento de ter alguma coisa errada dentro dele era cada vez maior. Esse desejo o assustava. Em pequenos momentos chegou a pensar que poderia ser alguma doença, alguma coisa séria, mas isso foi deixado de lado quando Sirius interrompeu a falação de Gina e a beijou novamente. A voz que gritava era bem convincente e ele não esperou mais nenhum segundo. Agarrou o rosto de Gina e a beijou naquele quarto escuro, esperando estar longe e alheio a todos.


Esse beijo era ainda melhor que o outro. Dessa vez Gina sabia o que estava fazendo. Gritos podem ser escutados juntamente com fogos de artifício. É meia noite! Os dois param de se beijar trocando olhares significativos. De novo! Aconteceu de novo, só que dessa vez nenhum dos dois quer pedir desculpas.


Antes de qualquer outro pensamento Sirius desaparece na frente de Gina deixando-a sozinha no quarto – Ele fez de novo! – A beijou e sumiu! Ao mesmo tempo a menina sai correndo do quarto indo se juntar à família na sala. Ao chegar lá Sirius já se encontrava com os amigos. Pelo menos agora ele tinha uma razão para sumir.


- Feliz ano novo, mãe! – A menina dava um abraço apertado na mãe chorosa que desejava apenas coisas boas a menina em seu ouvido.


O abraço e desejos foram dados a todos e chegara a vez de Sirius. Não tinha como fugir agora. Os dois se olham e trocam um abraço. Sirius respira fundo sentido o cheirinho do cabelo de Gina – Feliz ano novo, pequena! – Ela fica sem palavras. Apenas consegue dar um sorriso a Sirius quando sai do abraço. Pequena? Foi carinhoso, não é mesmo?

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