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5. O fim das férias


Fic: Aquilo-Que-Não-Foi-Revelado - RxH - HxG


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após essa ‘escapada australiana’ para resgatar os pais de Hermione, eles se sentiam tão leves e satisfeitos (apesar da tristeza que eles sabiam os assolaria ainda por um tempo) que não notaram que o tempo foi se passando e logo chegou o fim das férias de verão. Durante todo o tempo Harry ficou morando na toca, mas Hermione, obviamente, fez questão de ficar na casa dos pais, havia muito que se contar e muitas saudades a se matar, embora todos os dias ela aparecesse para o jantar e só voltasse para casa depois das 11 da noite (fato que Rony se dizia culpado, alegando que era tão bonito e charmoso que Hermione não conseguia desgrudar dele, ela negava sumariamente mesmo que internamente tivesse que admitir que ele tinha uma certa razão).


 


Quando a última semana de férias despontou eles não puderam mais adiar uma visita ao Beco Diagonal (coisa que tentaram fazer o máximo devido a Gemialidades Weasley continuar lá, fechada apesar de Jorge continuar morando no andar de cima, sozinho; ele alegava que ainda não tinha coragem de reabrir a loja). Como todo bom filho, Jorge vinha todos os dias a Toca, ele estava sofrendo tanto quanto os pais, sempre foi inseparável de  Fred.


 


Tentando poupar a mulher que qualquer sofrimento que isto poderia causá-la mais sofrimento, apenas agora ela dava sinais de melhora devido as novidades da família: Gui e Fleur anunciaram a chegada do primeiro filho no meio de agosto, o Sr. Weasley resolveu ir sozinho com os garotos ao Beco Diagonal. Apenas esta novidade, a perspectiva de uma nova vida, seu primeiro neto a fazia sorrir como antes.


 


Então na terça-feira de manhã (sob severas reclamações de Rony que insistia que qualquer segundo antes das 9 da manhã para se está acordado em período de férias era quase um crime contra a natureza) estavam todos, Sr. Weasley, Harry, Rony, Mione e Gina do lado de fora da Toca para aparatar no Beco Diagonal.


 


Aparatam em frente ao Gringotes. Harry não gostou muito de vê-lo, pois lembrou-se da última vez que o visitou – para roubar. Por mais que isso tenha ajudado a se livrar de Voldemort, nunca seria uma boa lembrança para ele, afinal sempre teria um dia roubado. Hermione pensava quase a mesma coisa que ele, mas estava mais otimista, afinal agora estava ali para retirar dinheiro, comprar coisas para voltar a Hogwarts. Rony pensava também no dinheiro, mas no dinheiro do passado – ou da ausência dele. Com uma pontada de amargura lembrou de como sempre foi muito difícil para os pais comprarem material escolar para tantos filhos com pouco dinheiro. Agora possuía uma pequena fortuna (nada comparada a de Harry, claro, que possuía a fortuna dos Potter, somada a dos Black e a nova que haviam recebido do ministério) e não podia deixar de pensar o quanto isso poderia ter ajudado aos pais, lembrou-se também que agora seu pai tinha um cargo superior no ministério e estava ganhando quase 15 vezes mais do que antes então relaxou. Mas não deixaria que ele pagasse as compras, não dessa vez. Tinha em mente poder comprar um presente para a mãe e um para o pai também. Não sabia por que, mas sentia a necessidade disso.


 


Os cinco entraram devagar pelas portas do Gringotes (graças a Merlin agora sob tutela dos duendes novamente, que haviam conquistado alguns dos direitos que tanto queriam).  Os duendes ficaram muito agitados ao ver quem eram os seus clientes da manhã, obviamente era uma honra atender quem os havia libertado das tiranias de Voldemort (Harry já estava farto dessa história de ser o herói, mas, pensou amargurado, talvez eu me acostume com isso com o passar do tempo, ou pelo menos deteste menos). Tão absortos em seus pensamentos estavam que antes mesmo de notarem, já estavam saindo do banco, com os bolsos cheios de ouro.


 


Pararam em frente da Floreios e Borrões. Consultando a lista de materiais, viram o que precisavam:


 


- Três livros: Livro padrão de Feitiços, sétima série; Herbologia avançada em último grau; Defendendo-se contra o mal: As Artes das Trevas avançadíssimas e como detê-las – falou Rony lendo a lista em voz alta. – Não entendo como McGonagall não nos liberou dessa maldita Defesa Contra as Artes das Trevas! Qual é a dela? Nós praticamente matamos Você-Sabe-Quem! – falou isso em tom de riso.


 


- Não seja bobo Rony – retrucou Hermione. – Só porque tivemos uma prática absurda disso no ano passado e nos demos bem não significa que as trevas tenham acabado do mundo.


 


- Ela está certa, filho – falou o Sr. Weasley. – E já está na hora de nós, Weasleys, começarmos a dizer V-Voldemort – até ele mesmo parecia surpreso com essa ação repentina de coragem. Rony arregalou os olhos como se o pai fosse louco e depois fingiu que nada ouviu.


 


Rony deu de ombros e entraram na livraria. Mais uma vez aconteceu: um atendente os viu e parecia que estava recebendo Deus em pessoa em sua “humilde espelunca”. Insistiu que eles não precisavam pagar, que poderiam levar o que quisessem, que era tudo deles. Harry ficou tão irritado com isso que teve que se segurar para não gritar de frustração. Precisou “ameaçar” o vendedor (obviamente ele não iria fazer nada contra ele) com uma boa azaração se ele não aceitasse o dinheiro. Isso pareceu assustar não somente o vendedor, mas todos na loja que o olharam como se fosse louco. Compraram os livros e esperaram lá fora enquanto o Sr. Weasley comprava alguns livros necessários para seu novo cargo ministerial. Ele parecia um tantinho mais feliz com essa ideia de ser promovido, de ter finalmente sido apreciado pelo que fazia em serviço. Trabalhar como se deve para reconstruir o mundo bruxo parecia dá a ele forças para suportar a perda do filho.


 


- E agora? Aonde vamos? – quis saber Harry.


 


- Eu e Hermione vamos na animais mágicos, comprar comida para Píchi e um brinquedo novo para o Bichento – disse Gina. – Por quê vocês não vão comprar novos pergaminhos e penas para todos nós? – acrescentou virando-se para Rony com uma piscadela e um sorrisinho maroto nos lábios. Ela podia enganar quem ela quisesse, Harry sabia que ela estava tramando alguma coisa. Mas não iria contra ela, não agora que as coisas estavam andando nos trilhos tão bem.


 


- Ok! – respondeu Rony com o mesmo sorrisinho estranho. – Nos encontramos depois na sorveteria, papai vai demorar na livraria escolhendo esses livros novos.


 


E então se separaram.


 


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As garotas não mentiram ao dizer que iam para a loja de animais mágicos. Apenas o propósito era diferente... Rony, Hermione e Gina viam que Harry realmente sentia falta de Edwiges. Ela era uma amiga especial para Harry, especialmente quando estavam na rua dos Alfeneiros e ela era sua única companhia. É claro que não podiam lhe dá Edwiges, não podiam trazer alguém de volta a vida, nem mesmo uma coruja. Mas podiam lhe comprar outra, não para substituí-la, mas para criar um novo vínculo de amizade com um bichinho de estimação. Todos haviam concordado que não iriam comprar uma branca, achavam que a lembrança talvez fosse demais para Harry...


 


Ao chegarem a loja, depararam-se com inúmeras corujas: pardas, castanhas, cinzentas... muitas mesmo! Passaram uns bons 10 minutos examinando todas as espécies que dispunha a loja. Por fim decidiram que queriam um belo espécime cinzento, com belos olhos negros que lembraram a garota os olhos de Hagrid: olhos líquidos como besouros, cheios de carinho. Ao se aproximarem dela, a coruja fechou os olhos e as garotas a acariciaram e ela pareceu gostar imensamente, dando-lhes leves bicadas de agradecimento. Pagaram pela coruja e se dirigiram para a sorveteria para se encontrar com os garotos.


 


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Harry e Rony seguiram para comprar os pergaminhos, as penas e as tintas. Harry ainda estava desconfiado, não ia engolir fácil essa história de se separar para fazer as compras. Procurando não pensar muito no assunto porque sem dúvidas a curiosidade o mataria, procurou por tinteiros engraçados na sessão de “Incomuns”. Alguns eram rosa choque berrante, outros brilhavam intensamente nos erros de ortografia, outros ainda eram de tinta invisível (e completamente sem serventia na cabeça de Harry). Enquanto escolhia uns bons para ele e os amigos, Rony procurava entre os pergaminhos, perguntando-se se o plano ia dando certo. Esperava sinceramente que Harry gostasse do presente dele (no fundo ele sabia que Harry ia gostar, mas ainda se sentia inseguro). Procurou entre os pergaminhos, havia também uma sessão de pergaminhos não usuais, anti-fogo (“vai ser inútil se a pessoa precisar se desfazer dele na lareira”, pensou Rony), anti-rasgo (“bom se você for um desastrado que rasga tudo pela frente” pensou rindo, pensando em Pirraça), e um que decididamente quase o fez vomitar: o cor-de-rosa que Umbridge costumava usar. As penas foram mais fáceis de comprar: resolveram comprar todas elas das simples, afinal já tinham experiência com penas enfeitiçadas (como as da Gemialidade Weasley) e acharam que não seria uma boa idéia misturar escrita com feitiços. Pagaram tudo e se dirigiram a sorveteria em que as meninas já se encontravam sentadas.


 


- Já pediram sorvetes? – perguntou Harry.


 


- Não, acabamos de chegar – respondeu Mione sorrindo.


 


- Harry... – começou Gina insegura. – Nós... nós... – e olhou pedindo ajuda aos outros.


 


- Nós-temos-um-presente-para-você-Harry – disse Rony, mas estava um tanto nervoso acabou por esquecer de tirar a língua do caminho para poder falar com clareza.


 


- Não entendi – disse Harry, num tom de quem se desculpa.


 


- Nós temos um presente para você Harry – disse Hermione calmamente, parecia realmente ser a única que não estava nervosa.


 


- Eu devia saber – disse ele, meio sorrindo, meio aborrecido. – Vocês não precisam, vocês todos já me deram no meu aniversário e eu não preciso de nada no momento e...


 


- Acreditamos que isso você vai precisar e vai gostar, eu juro meu amor! – disse Gina, fazendo cara de cachorro sem dono. Harry desviou o olhar dela, sabia que não era capaz de resistir a ele.


 


- Muito bem – disse ele vencido, virando para Rony. – O que é?


 


Todos eles pegaram um pedaço da gaiola (por hora coberta com um pano para esconder o conteúdo) e entregaram a ele. Ele soube de cara que se tratava de uma coruja. Seu coração perdeu um compasso, lembrou de Edwiges, e de como realmente sentia falta dela.


 


- Eu sei que ela é insubstituível Harry, - começou Hermione. – Mas nós pensamos que essa pode ser sua nova amiga, que fortalecendo esse laço que você tinha com Edwiges através de uma nova amizade com uma coruja vai fazer a lembrança dela mais forte.


 


Harry não soube o que falar, encarou a coruja cinzenta. A primeira coisa que notou foram os olhos de Hagrid. Percebeu que Hermione estava certa, a memória de sua antiga e tão querida coruja não podia ser apagada:


 


- Vai se chamar Edwiges – disse finalmente depois de um longo silêncio.


 


- Tem certeza, cara? – perguntou Rony um pouco tenso.


 


- Sim, eu sei que ela não ia me querer sozinho – falou sorrindo.


 


Por fim encontraram o Sr. Weasley (estava carregado de livros, parecia ter comprado uma biblioteca inteira) e foram para a Toca, chegando a tempo da hora do almoço.


 


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Os últimos dois dias de férias Hermione passou na Toca, seus pais foram a Alemanha, para um importante congresso odontológico (coisa que ela achava imensamente tediosa). Mas agora não estava nem de longe preocupada, sabia que eles teriam uma estadia segura lá e que voltariam sãos e salvos.


 


Passaram a última tarde de férias arrumando tudo que haviam conseguido reunir pela manhã de pertences (na verdade não se lembravam de possuir tanta coisa assim). Foram muito ajudados pela Sra. Weasley, que ficou satisfeitíssima de ajudá-los com os malões. Quando finalmente tudo que lhes pertencia estava devidamente colocado nos malões e os malões estrategicamente colocados na sala (para evitar transtornos no dia seguinte), todos na casa seguiram para os jardins, onde seria o jantar.


 


A verdade é que o jantar saio mais um banquete do que um jantar. Havia de tudo que eles gostavam: carne assada, peixe defumado, massa italiana, costelas de porco e de cordeiro, empadões... e é claro uma deliciosa torta de caramelo para coroar a noite. Após essa suntuosa refeição a maioria se sentiu demasiado sonolenta, logo que a mesa foi recolhida e tudo lavado, foram dormir.


 


Hermione, dormindo no quarto de Gina, porém, não tinha sono. Enquanto a amiga dormia um sono profundo, Hermione tinha apenas um pensamento na cabeça: ir até o quarto de Rony e conversar com ele. Andava com umas idéias na cabeça, idéias que por vezes a faziam pensar que perdera completamente o juízo que tinha, e que por vezes ficava pensando porque não as colocara em prática ainda. Depois de mais de duas horas pensando (era quase uma da manhã pelo relógio na escrivaninha de Gina), decidiu tentar. Tinha plena certeza que Rony compreenderia tudo que estava sentindo (ou pelo menos dizia a si mesma que Rony entenderia). Subiu devagar as escadas, o mais devagar que pode para que não acordasse os outros habitantes da casa, chegou a porta do quarto dele, empurrou a porta com o máximo de cautela que conseguiu reunir naquele momento (não queria assustá-lo, ele poderia dá um grito e acordar a casa inteira), lançou um feitiço silenciador no aposento inteiro (agora Rony podia se assustar a vontade, ninguém ouviria). Avançou até ele, e sentou-se de leve em sua cama.

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AVISO: O próximo capítulo será uma NC, então se você não gosta desse tipo de fic, nem leia. não se preocupe, eu avisarei sempre que eu postar uma. sim, virao mais NC's 

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Comentários: 1

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Enviado por Mayara Sales em 24/08/2011

amei... continue a postar!!!!

Nota: 5

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