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1. Capítulo Único


Fic: Minha...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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         Mais uma manhã! Mais um dia em que nada acontece... Mais um dia dando aulas para um bando de cabeça-ocas, que não consegue entender a beleza de uma poção em cozimento.


         Só não abandono de vez essas aulas por causa dela. Acho que não suportaria não vê-la todo dia, sorrindo para os amigos, irradiando felicidade, beleza e inteligência para todos os lados.


         Será que um dia ela irá sorrir desse jeito para mim? Será que um dia beijarei aqueles lindos lábios rosados, aquele pescoço alvo, aquele colo macio, aqueles lindos seios redondos e macios, escondidos por tantos botões...? Como queria desabotoá-los um por um, tirá-lhe a blusa e me deliciar... Ai, que doce ilusão! Como se um dia isso fosse acontecer.


         Por que fui me apaixonar logo por ela? Logo ela, que é tão inatingível. Não que haja a minima esperança de ela se apaixonar por mim. Logo eu, que sou tão odiado pelos amigos dela, e visto por muitos como um seguidor das trevas, um comensal da morte que apenas viu uma oportunidade de salvar a própria pele, mesmo após o fim da guerra, mesmo depois de tudo ter sido esclarecido, e eu ter sido absorvido pelo ministério.


         Mesmo que ela se apaixonassem por mim, o que eu acho improvável, não creio que ela seria capaz de se afastar de tudo e de todos, pois a sociedade iria torcer o nariz para o nosso relacionamento, e os amigos dela seriam contra a idéia de ficarmos juntos, e não acho que ela iria preferir a mim, aos amigos. Por isso, acho melhor esquecê-la, pedir demissão, e sumir, por que só assim não serei obrigado a vê-la se apaixonar por outro, casar e ter filhos. Filhos que eu queria ter com ela. Bom, acho melhor ir logo administrar a minha aula, assim eu posso vê-la um pouco mais.


 


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         Hoje tem aula com ele, com meu amor, meu secreto amor. Pena que ele não me enxerga, para ele não passo de uma aluna. Um pontinho entre muitos. Ai, como quero beijar aqueles lábios, até suavizarem, até começarem a responder aos meus. Beijar o pescoço e vê-lo fechar os olhos, totalmente entregue, sentindo os meus beijos na sua pele, minhas mãos em seu corpo, ver todo aquele gelo derretendo, virando apenas uma poça. Quero ver aqueles olhos negros irradiando fogo, desejo, paixão, quem sabe até amor... Ai Meu Deus! Como o quero, como o desejo, como o amo. Sei que muita gente seria contra, principalmente meus amigos, mas eu lutaria por ele, é só ele querer, me querer.  Quero beijá-lo, quero amá-lo, mostrar-lhe o amor, o carinho. Tenho tanto a oferecer, mas nenhuma oportunidade. Acho que já vou descer, quero vê-lo logo, preciso disso, não posso continuar assim, tenho que tomar alguma atitude e vai ser hoje, custe o que custar.


 


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-       Droga, acabei me atrasando. - disse Hermione. - Espero que ele não me dê uma detenção, se bem que viria em uma ótima hora... - ponderou ela.


-       Atrasada, Granger? - falou Snape. Meu Deus! Como ela está linda. Bela, como uma princesa. A minha princesa. Minha? Quem dera... - pensou ele.


-       É o que parece não é? - falou ela, logo se arrependendo ao vê-lo fechar a cara.


         Toda a sala prendeu a respiração, esperando a reação do Snape.


-       Granger, Granger, Granger, querendo uma detenção? - ironizou Snape. Não faça isso Hermione, não me force a puni-la.


-       E se eu quiser? -  desafiou Hermione. Isso, me dê uma detenção.


-       Pensa que está falando com quem garota? Perdeu o juízo? - irritou-se Snape.


-       Quer saber? Eu cansei de ser humilhada por você. Não tenho culpa se sou mais inteligente do que os seus preciosos sonserinos. Cansei. - desabafou Hermione. Cansei de não ser notada por você. - pensou ela.


-       Fora daqui. Fora da minha sala. E uma semana de detenção a ser cumprida com o Filch. Não quero ter que olhar na sua cara mais do que o necessário. Agora, saia. - gritou Snape.


-       Droga, estraguei tudo. Agora sim que não tenho chance. - pensou Hermione, já saindo da sala.


         Sem vontade de assistir as demais aulas, Hermione passou o dia na biblioteca, só aparecendo na hora do jantar.


-       Por que você fez aquilo?  - perguntou Rony, assim que ela se sentou na mesa.


-       Sim, estou ótima, obrigada por perguntar. - ironizou Hermione.


-       Sério Hermione, por que você o enfrentou? - perguntou Harry.


-       Cansei de ser humilhada por ele. Ele não têm o direito. - desabafou ela.


-       Realmente não têm, mais que foi legal, foi. - falou Rony.


-       Porque não foi você que ganhou uma semana de detenção, nê? - perguntou ela.


 


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-       Droga de detenção. Como aquela sala têm poeira. - disse Hermione, a caminho do salão comunal da grifinória.


         Chegando ao quarto, Hermione tomou um longo banho, e vestiu uma de suas camisolas. Resolveu colocar uma camisola de seda negra, longa e meio transparente. Sem sutiã.


         Pegou um livro e resolveu ler um pouco antes de dormir. Mas por incrível que pareça, ela não conseguiu. Um certo moreno de cabelos e olhos tão negros como a noite sem luar, não saía de sua cabeça. Jogou o livro para o lado, e resolveu caminhar um pouco pelo castelo, para esparecer.


         Lembrou que estava usando apenas uma camisola, mas não ligou muito, afinal, já era tarde e todos já deviam está dormindo.


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         Andando distraidamente pelos corredores, vinha Snape, pensando numa bela morena que o tinha enfrentado hoje cedo. Vinha tão distraído, que nem reparou uma outro pessoa vindo em sua direção.


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         Hermione caminhava distraída, quando se chocou com algo grande, duro e pesado. Ou melhor, alguém. E esse alguém se encontrava esparramado sobre si. E era nada menos que Severo Snape. Seu professor. Seu amor. Seu...


-       Droga, garota, não olha por onde anda? - perguntou Snape.


-       Desculpe, Senhor, mas... bem... - mesmo gostando da sensação de tê-lo sobre si, estava ficando sem ar.


-       Fale logo garota, não tenho o dia todo, ou melhor, a noite. - interrompeu-a Snape.


-       Eu... não... consigo respirar! - gritou Hermione.


-       Ah, desculpe. - disse Snape saindo de cima dela e se levantando.


-       Por que está andando pelo castelo durante a noite, ainda por cima, nestes... trajes. - perguntou Snape, observando os seios que se avolumavam no decote da camisola.


         Hermione percebeu o olhar de desejo dele, e baixou a cabeça, para que ele não a visse sorrindo.


-       Eu pensei que não iria encontrar ninguém. – respondeu Hermione.


-       Isso não é desculpa. Pois, como pode ver não é apenas você que anda pelo castelo. - disse Snape, ainda a devorando como olhar. Que lindo corpo tinha aquela garota!. - mas, ao contrário de você, eu tenho permissão. - finalizou ele.


-       Ainda bem. - disse Hermione, apenas para si mesma.


         Só que não foi tão baixo assim, porque Snape ouviu, e sentiu a esperança brotar dentro de si.


-       O que disse? - perguntou Snape ansiosamente.


         Ai, Meu Deus! Será que eu falo? Pior que isso não pode ficar. E pode ser a minha única oportunidade de confessar. Desejar, ele me deseja, a julgar pelo olhar dele sobre mim.


-       Eu disse que ainda bem. - respondeu ela por fim.


         Será que ela sente algo por mim? - perguntou-se Snape.


-       Por que? - perguntou Snape se aproximando.


-       E por que não? - perguntou ela de volta.


-       Responda. - exigiu Snape, aproximando-se ainda mais.


-       Eu gosto de você. - confessou ela, dando um passo para trás, sabendo que tinha chegado a parede. Estava incerta sobre como ele iria reagir.


-       Não devia. - disse ele, se aproximando ainda mais, até sentir o seu corpo pressionado o dela.


-       Por que? - perguntou ela, gostando da sensação de tê-lo próximo a si.


-       Porque sou seu professor, mais velho, odiado por seus amigos... - falou ele, antes de se interrompido por ela.


-       Eu não me importo com isso. Eu quero você... Amo você. - disse ela, o abraçando.


-       Eu... - Snape também a abraçou. Ele a amava, mas tinha medo de dizer. Não sabia porque, mas tinha.


-       Você me ama? - perguntou ela.


         Sem coragem de dizer em voz alta que a amava, Snape resolveu beijá-la e assim demonstrar o que sentia.


         Eu estou beijando-a. Como sempre desejei, pensou ele.


         Hermione entreabriu os lábios, e aproveitando-se disso, Snape aprofundou o beijo. As línguas se entrelaçavam com fúria, com paixão, cada um querendo descobrir o outro, querendo marcar a sua posse. O beijo foi se intensificando, ficando cada vez mais quente, mais cheio de desejo. Snape deixou a boca dela e desceu para o pescoço, as mãos apertando a cintura dela, levantando-a levemente para poder encaixá-la melhor em si.


         Céus!, pensou ele. Como estava excitado com um simples beijo. Simples, como maneira de dizer, porque de simples aquele beijo não tinha nada.


         Snape afastou-se antes que ela percebesse, mas ao senti-lo se afastar, Hermione o abraçou mais, apertando o corpo contra o dele.


         Hermione percebeu como ele estava excitado, mas em vez de se afastar, ela aproximou-se ainda mais, ficando na ponta dos pés, para poder roçar a sua feminilidade contra a masculinidade dele.


         Snape respirou fundo à isso e como resposta agarrou o seio dela, apertando- o e massageando-o. Ao ouvi-la gemer, Snape a soltou, como se só agora recuperasse a razão.


-       Pare, não podemos. - falou ele, afastando-se dela.


-       Claro que podemos. Eu te quero. Eu te amo. - falou ela, tentando aproximar-se dele.


-       Não! Sou seu professor. Muito mais velho. Jamais daria certo.


-       Dará, se você quiser. Eu não me importo com o que os outros iram pensar ou falar. Só me importo com você. Não me rejeite. - pediu ela.


-       Não faça isso, princesa. Não quero vê-la triste. - disse ele.


-       Então me abrace, me beije, me faça sua. Quero ser sua. - falou ela.


-       Vamos com calma, tá? - pediu ele. - Vamos nos conhecer melhor? - perguntou ele.


-       Que tal irmos para os seus aposentos e começarmos agora? - perguntou ela.


-       Não sei se é uma boa idéia. - disse ele.


-       É ótima. Vamos. - falou ela, começando a andar.


         Snape a seguiu, ainda meio incerto. Afinal, está com ela em um aposento vazio, era uma tentação que ele não precisava. Queria, mas não iria rápido. Até onde sabia, ela era vigem. Pelo menos, achava.


         Chegando lá, Snape abriu a porta e a deixou entrar, fechando a porta ao passar.


         Hermione admirou a decoração dos aposentos de Snape. Era decorada, basicamente por verde e prata. Sonserinos. Sorriu.


-       Sente-se. - convidou Snape, sentando-se em uma poltrona preta.


         Em vez de ir se sentar no sofá, Hermione sentou-se no colo de Snape, uma perna em cada lado.


-       Hermione... Não faça isso comigo. - implorou Snape.


         Hermione começou a beijá-lo no pescoço, enquanto Snape mantinha suas mãos cerradas ao lado do corpo, recusando-se a tocá-la


-       Você é tão cheiroso. Tão gostoso. - falou Hermione, passando a língua pelo pescoço de Snape, sentindo a sua pulsação disparar.


         Hermione ajeitou-se no colo dele, roçando em seu membro duro e ereto. Snape, fechou os olhos, gemendo.


-       Toque-me Severo. Me faça sua. Me faça sua. Me faça mulher. - disse Hermione, desabotoando a camisa, descobrindo um corpo forte, definido, alvo, com poucos pêlos no peito.


         Snape não resistiu e abaixou as alças da camisola de Hermione, mordiscando o pescoço alvo e macio.


         Snape pegou os seios de Hermione, agora descobertos, sentindo o peso. Snape baixou a cabeça, percorrendo o seio com a língua, sugando os mamilos rosados e duros. Hermione jogou a cabeça para trás, gemendo de prazer. Snape a pegou no colo e a levou para o quarto, onde a depositou com toda a delicadeza na cama.


         Como era bela. E sua. Somente sua. Snape retirou a camisola de Hermione, deixando-a só de calcinha. Snape inclinou-se e novamente capturou o mamilo, o sugando com força.


         Hermione gemeu e tentou tirar a camisa de Snape. Snape levantou-se,  e tirou a própria camisa. Depois a calça. Hermione mordeu o lábio inferior, não perdendo um só detalhe. Snape hesitou, mas por fim retirou a cueca, ficando nu enfrente a Hermione. Não dava para esconder como estava excitado. Hermione ajoelhou-se e o tocou, admirada ao ver o que toda aquela roupa preta escondia. Ainda bem, porque se não haveria um monte de alunas correndo atrás dele. Mas ele era seu. Apenas seu.


         Snape a deitou novamente na cama, beijando-a. Desceu para o pescoço, beijando, lambendo, mordendo, desceu para os seios, onde deu atenção para cada um, sugando, mordendo, deixando-a cada vez mais excitada. Depois desceu para a barriga, circundou o umbigo com a língua, depois desceu para o monte pubiano, ainda coberto pela calcinha. Snape inalou o cheiro de sua amada, onde começou a dar beijos na região. Quando Hermione estava delirando de prazer, Snape retirou a calcinha, começando a beijá-la, passando a língua nela, lambendo as dobras suaves, enfiando a língua nela, provando o seu gosto, sentindo-a pronta para ele.


-       Severo... por favor, eu quero você. - pediu ela.


         Snape também não agüentava mais esperar. Separou as coxas dela, fazendo espaço para ele. Snape beijou-a, enquanto roçava sua masculinidade contra feminilidade dela.


-       Agora Severo. Por favor. - implorou ela.


         Snape colocou-se na abertura dela e começou a penetrar bem lentamente. Hermione cravou as unhas nos ombros de Snape ao senti-lo penetrá-la.


-       Relaxa, princesa. - falou Snape, começando a beijá-la.


         Sabendo que quando continuasse a penetrar, ela novamente sentiria dor, Snape resolveu terminar de uma vez, penetrando-a até está totalmente dentro dela. Hermione gritou ao sentir o hímen sendo rompido. Snape parou, esperando ela se acostumar a ele, beijando-a até senti-la relaxar, para poder começar a se mexer, bem lentamente, para ela poder se acostumar.


         Aos poucos, Snape foi aumentando a velocidade. Hermione rodeou a cintura de Severo com as suas pernas, aumentando ainda mais o contato entre ambos.


         Snape arfava, ouvindo os gemidos de Hermione, deixando-o cada vez mais excitado. Não agüentaria muito tempo, podia sentir o clímax se aproximando, e a julgar pelos gemidos de Hermione, ela também estava bem perto.


-       Severo... - gemeu Hermione, sentindo seu corpo estremecer ao chegar ao clímax.


-       Não agüento... mais. - explodiu Snape, sentindo o seu próprio clímax envolvê-lo.


         Hermione sentiu Snape explodindo dentro de si, sentiu ele inundando-a   com o seu desejo.


         Snape sentia-se esgotado, como nunca sentira antes. Como a amava. E ela retribuía esse amor. Agora ela era dele. Apenas dele. Ela era a sua princesa. E sempre teria um servo para serví-la. Até quando ela ainda o quisesse.


         Snape saiu de dentro dela e ouviu um pequeno resmungo de desaprovação. Rindo, ele deitou de costas e a trouxe consigo.


         Hermione se sentiu vazia quando ele se retirou dela, mas depois ele a puxou com ele, cobrindo-a com um grosso cobertor. Hermione posou a cabeça no peito dele, se sentindo completamente satisfeita.


         Snape beijou seus cabelos, passando os braços ao redor dela.


-       Você tá bem? Eu não te machuquei não nê? - perguntou Snape, preocupado, pois ela mal se movia.


-       Hum rum... - ronronou Hermione. Estava esgotada.


-       Amor, fale comigo. - pediu Snape.


-       Eu estou bem... Só um pouco cansada. Você me esgotou. - sorriu ela.


-       Hum... Você está machucada? Hein? Responda amor. - pediu ele.


-       Eu estou bem. Você não me machucou. Apesar de está doendo um pouco. Mas acho que é normal na primeira vez. - respondeu.


-       Você... bem... você gostou? - perguntou ele, inseguro.


-       Você quer saber se eu gozei, hein amor? - riu ela.


-       Isso não tem graça, sabe? - irritou-se ele.


-       Relaxa amor. Eu achei muito bom. Você é demais. Eu adorei cada segundo. - falou ela.


-       Você acha mesmo? - perguntou ele.


-       Por que toda essa insegurança? Você me pareceu bem decidido uns momentos atrás. - falou ela.


-       Você é jovem, bela, pode ter um futuro brilhante. Eu já sou velho. Um ex-comensal. Você pode ser infeliz ao meu lado, e... - começou ele, antes de ser interrompido por uma Hermione furiosa.


-       Que droga, Severo. Você acha que eu sou o quê? Você pensa que eu me entregaria a alguém que eu não gostasse? Ou você pensa que é apenas uma fantasia estudantil? Olha, se você não me quer, apenas fala, tá? Não precisa inventar desculpas. - disse ela, já se levantando, enrolada no edredom.


         Snape a viu se levantando e procurando as suas roupas. Ela iria embora de sua vida. E a culpa seria toda dele. Ele não poderia deixá-la ir. Ou ele acabaria perdendo-a.


-       Hermione, me desculpe. Eu te amo. Mais, eu não posso deixar de pensar que você poderia me trocar por um cara mais jovem e com um passado limpo. Alguém que a faria feliz. Mas eu não quero que você vá. Eu te amo. Me desculpa? - humilhou-se ele, como nunca tinha feito na vida.


-       Eu não agüentaria isso Severo. Ou você confia em mim, ou acabamos por aqui. Se eu estou com você, é por que quero está com você. Entendeu? - falou ela.


-       Sim. Eu prometo confiar em você. Mas não posso prometer que não sentirei ciúmes quando você estiver rodeada de garotos jovens. Entendeu? - falou ele.       


Hermione viu o quanto ele estava sendo sincero. Nunca o tinha visto se abrir desse jeito para alguém, como estava sendo com ela.


-       Entendi. Que tal, se agora, deixarmos de nos preocupar com isso, e aproveitar que estamos sozinhos, nesse quarto, com essa grande cama esperando por nós? Hein?


-       Hummm... E o que você sugere? - disse ele se aproximando dela.


-       Você não tem nenhuma idéia? - disse ela, deixando o edredom cair no chão, expondo o corpo nu ao olhos de Snape.


-       Acho que tenho uma vaga idéia. - disse ele, devorando o corpo dela com os olhos. Que belo corpo. E era todo dele. Só dele.


-       Só tenho uma coisa a propor. - disse ela.


-       O que você quiser, meu amor. - disse ele, já se aproximando, querendo senti-la contra o seu corpo. Seu membro já estava ficando ereto. Só de vê-la.


-       Eu quero ficar no comando. Eu quero guiar. Quero explorar o seu corpo. Quero sentir que você é meu. - disse ela.


-       Eu sou seu. Você pode fazer o que quiser comigo. - disse ele se aproximando cada vez mais, até está encostado no corpo dela, tocando e massageando os seus seios.


         Hermione fechou os olhos, adorando o contato das mãos dele, em seus seios.


-       Eu quero provar você. Você já fez isso comigo. Agora é a minha vez. E você não pode me tocar. Aceita? - perguntou ela.


-       Por que não posso tocá-la? Você não quer? - perguntou ele, escorregando as mãos dos seios para feminilidade dela, encontrando um doce calor correndo, mostrando o quanto ela já estava pronta para ele.


-       Você... pode, mais não agora. Por favor... - gemeu ela, sentindo ele tocá-la em seu ponto mais íntimo, de forma tentadora.


-       Ok. Você  venceu. O que eu tenho que fazer? - perguntou ele, retirando as mãos dela.


-       Deite na cama. Coloque as mãos para cima. E não me toque. - arfou ela, ainda se recuperando do contato recente.


-       O que você vai fazer Hermione? - perguntou Snape, já deitado, com a sua ereção totalmente completa.


-       Você já vai ver. Agora quieto. - falou ela


         Hermione subiu na cama, e começou a beijá-lo. Snape que não sabia o  que ela pretendia, correspondeu, beijando-a vigorosamente.


         Hermione deixou os lábios dele, e passou a mordiscar a orelha dele, beijou o queixo, desceu para o pescoço, onde passou a língua, beijou, mordeu, provando o gosto do seu homem. Hermione resolveu ir para os ombros largos e o peito definido, passando as mãos nos mamilos, vendo eles endurecerem, sentindo-se poderosa pela sua reação. Hermione baixou  a cabeça e passou os lábios uma, duas, três, antes de entreabri-los e passar a língua no peito de Snape, vendo-o resfolegar ao sentir a língua dela passando pelo seu peito, circulando os mamilos, roçando os dentes pela pele de seu peito. Hermione desceu pela barriga de Snape, passando a língua por todo o caminho, até chegar ao quadril, onde deu uma forte mordida, fazendo o Snape gemer, de dor ou de prazer nem ele sabia.


         Hermione passou pela ereção de Snape de forma suave, esfregando os lábios de forma quase inconsciente. Snape se ajeitou, pensando que ela fosse tomá-lo na boca, e Hermione percebendo isso, escondeu um sorriso e resolveu passar direto, para a decepção de Snape.


         Hermione chegou as coxas vigorosas e musculosas de Snape, e passou a boca, sentindo seu gosto, o cheiro. Hermione passou a língua pelas coxas, ouvindo Snape gemer. Hermione chegou próxima a virilha e, na parte interior das coxas de Snape, bem perto de sua poderosa ereção, ela mordeu, de tal forma, que o Snape gritou, tanto de prazer, quanto de dor. Hermione sentiu o gosto de sangue do seu amado. Lentamente, ela passou a língua, limpando o sangue que saia de sua mordida.


         Hermione foi descendo pelas pernas, passando a língua por todo o caminho e depois foi subindo novamente até chegar na ereção, que apontava para cima. Hermione o tocou, apertando o membro entre as mãos. Snape ofegou. Hermione chegou bem próxima ao ouvido dele, mordiscando sua orelha, sempre o tocando, sempre apertando o seu membro.


-      O que você quer que eu faça? O que você deseja? - perguntou Hermione, de forma tão sensual, que Snape ofegou.


-      O que você quer fazer? - ofegou ele, sentido ela apertar o seu membro, descobrindo algumas gotas que saíam pela cabeça de sua ereção.


-       Só o que você quiser. O que você quer que eu faça hein? Me fala, amor. Eu quero satisfazê-lo. Me diz. Você quer que faça o quê com você? - perguntou Hermione, ainda apertando o membro de Snape, morrendo de vontade de colocá-lo na boca. Mas queria que ele dissesse. Queria fazê-lo falar.


-       Eu... quero que você... bem... faça o que você quiser. - falou ele. Como ele falaria para a sua princesa que queria que ela o tomasse na boca? E se ela não quisesse?


-       Acho que sei o que você quer... Você apenas está com medo de falar... Me diz amor. O que você quer que eu faça com o seu membro hein? - disse Hermione.


-       Eu quero que você... coloque na boca. - falou Snape tão baixo que Hermione quase não ouviu.


-       Você quer que eu coloque seu membro na boca? Que menino levado... acho que sei o que fazer com você. - falou ela.


         Snape prendeu a respiração quando a viu se aproximar do seu membro. Ela estava com o rosto bem perto.


-     Ansioso amor? - perguntou Hermione.


-     Você está se divertindo hein? Você quer saber o que eu quero, Hermione? Quero que você coloque meu membro em sua boca, sugando, provando o meu gosto, assim como eu provei o seu... - Snape começou, mas parou a sentir ela passando a língua em seu membro, circulando a cabeça com a língua.


         Hermione passou a língua por todo o membro do Snape, rodeando a cabeça com a língua. Depois ela colocou a cabeça na boca e chupou com força, passando os dentes, sempre olhando nos olhos de Snape.


Snape ergueu o quadril ao senti-la colocando o membro em sua boca quente.


-                Hermione... - gemeu Snape.


         Hermione desceu a boca pelo membro de Snape até onde pode, e foi recompensada por gemidos cada vez mais fortes e altos.


-                Eu... pare! Eu não vou conseguir agüentar. Vou acabar gozando... na sua boca. - gemeu ele.


-                Mas eu quero provar o seu gosto. - pediu ela.


-                Eu deixo você provar... mas de outro jeito. Agora, vêm aqui, que eu preciso de você. Vêm, meu amor. - pediu Snape.


-                Mas...


-                Shiiiii.... Por favor amor. Você vai ter o que quer.


Hermione se levantou e foi até ele, como ele pediu.


-                Agora eu posso te tocar? - perguntou ele.


-                Ainda não... - falou ela, ainda emburrada.


-                Muda essa carinha amor. Por favor. - pediu ele.


-                Tá.


-                Eu preciso de você. Você ainda me quer? - perguntou ele, alisando a própria ereção, de modo que ela visse o quanto estava duro.


-                Quero. - falou ela, lambendo os lábios.


-                Então, já que eu ainda não posso tocá-la... você vai ter que mostrar pra mim se está pronta para que eu entre em você. - falou ele.


-                Como eu faço isso, Severo? - perguntou ela.


-                Abra as pernas. Isso. Agora abra essa delícia para mim. Isso amor. Agora vou ter que enfiar a minha língua em você, tá? Afinal, não posso tocá-la. - falou ele, sorrindo.


         Hermione mordeu os lábios, mas nada falou. Snape foi se abaixando e quando chegou bem perto da vagina dela, ele respirou fundo, inalando o doce aroma dela. Depois ele correu a língua pela abertura dela, e quando ela menos esperava ele enfiou a língua bem fundo, provando-a e descobrindo o quanto ela estava molhada e pronta para ele.


-                Severo... - gemeu Hermione.


-                Estou apenas conferindo se você está pronta amor. Não quero machucá-la. - disse Snape, com um sorriso sem-vergonha nos lábios molhados com o mel de sua amada.


Sem esperar pela resposta dela, ele voltou a enfiar a língua nela, lambendo incansável, logo encontrando o botão do prazer, sugando forte, rápido.


         Hermione não agüentava mais. Era prazer demais. Ela ergueu os quadris, pressionando ainda mais sua vagina contra a boca de Snape.


         Snape sentia que ela estava próxima do clímax e aumentou a velocidade, provando-a com vontade, penetrando-a com sua língua, até sentir o corpo de Hermione se contrair, enquanto ela gritava enlouquecida de tanto prazer para que depois relaxasse de encontro a cama.


         Snape a sugou mais um pouco, provando o seu doce mel e então, por fim se retirou.


         Hermione estava com os olhos fechados, com os maravilhosos seios subindo e descendo sem parar, como se faltasse ar.


-                Você fez de novo... - reclamou ela.


-                Pensei que tivesse gostado. - falou ele


-                Gostei... Mas você me provou de novo e eu continuo sem saber como é o seu gosto. - falou ela.


-                Relaxa amor. Eu disse que ia deixar você provar. - disse ele, feliz, por ela querer tanto prová-lo.


-                E por que eu não pude provar naquela hora? - perguntou ela, abrindo os olhos.


-                Por que eu não conseguiria controlar, amor. Sairia muito. E não acho que seria correto fazer isso com você. - explicou ele.


-                Mas eu estava preparada para isso. - falou ela.


-                Hummm.... eu prometi que você ia provar o meu gosto, mas de uma outra forma. De um jeito mais delicado. Se você gostar, eu deixo você provar como quiser, tá? Olha, eu fico muito feliz por você está tão empenhada em sentir o meu gosto, afinal, isso é muito íntimo.


-                Eu quero que você seja meu de todas as formas. - falou ela.


-                Você não precisa fazer isso se não quiser. - disse ele.


-                Eu quero... só de olhar para você... - disse ela, olhando para o membro de Snape, que ainda estava duro. - Me dá água na boca, só de imaginá-lo na minha boca... - finalizou ela.


         Snape, vendo o olhar dela fixo em seu membro, voltou a acaricia-lo, subindo e descendo a mão, por todo o comprimento, apertando suavemente, sem desviar o olhar de Hermione.


-                Você me quer Hermione? Quer? - perguntou ele.


-                Quero. - disse ela.


-                Então me beije. Sinta o seu próprio gosto na minha língua. - exigiu ele.


         Hermione chegou perto dele, substituindo as mãos dele, pelas dela, e suavemente o beijou nos lábios. Snape entreabriu os lábios e Hermione, sem perder tempo sugou a língua de Snape, provando o seu próprio gosto, enquanto apertava o membro dele entre as mãos.


-    Deixa eu tocá-la... por favor. - pediu ele.


-    Não... Você me prometeu. - falou ela.


-    Eu quero você... Não aguento mais.


-    Deite na cama. - mandou ela.


         Snape nem discutiu. Fez o que ela mandou, deitou na cama, e levou a mão ao membro, tocando-o fortemente e vigorosamente.


- Tire as mãos. E coloque-as atrás da cabeça. Agora. - comandou ela.


         Snape fez o que ela mandou e gemeu ao sentir o corpo dela deslizando pelo seu. Hermione se ajeitou no colo de Snape e começou a mover-se, sem haver a penetração. Hermione roçava sua vagina no membro de Snape, fazendo-o gemer alto.


-   Você está me matando Hermione. Por favor. Eu não aguento mais. - implorou ele.


-   O que você quer, Severo? - perguntou Hermione, sem parar de se mover em cima de Snape.


-   Me guie para dentro de você. Deixe eu entrar em você. Eu quero isso agora. Ou vou acabar gozando sem satisfazê-la do jeito que eu quero.


-   Como queira. - falou ela.


         Hermione se ergueu levemente e guiou o membro de Snape para dentro de si. Mas, em vez de colocá-lo totalmente dentro de si, ela ficou esfregando-o em sua abertura, criando uma doce tortura que o fez gritar de frustração.


-   Hermione!!! Eu vou quebrar a minha promessa e vou fazer você sentar em mim direito. Vou fazer você gritar pra ser penetrada por mim. - disse Snape rangendo os dentes.


-   Hummm... Ok. - falou Hermione sorrindo.


         Hermione segurou o membro de Snape e o guiou para dentro de si. Snape a ajudou, erguendo o quadril, entrando bem fundo nela. Hermione subia e descia no membro de Snape, enquanto ele erguia o quadril e ela o empurrava novamente para baixo. Hermione se inclinou e o beijou, entrelaçando a sua língua a dele.


-              Hermione, deixa eu tocá-la. Por favor. - implorou ele.


-              Ok, pode me tocar. - gemeu ela.


         Ele, sem perda de tempo, agarrou a cintura dela, fazendo-a ir mais rápido. A subindo e descendo sobre si, enquanto sugava os seios dela com fúria, mordendo os mamilos, roçando os dentes.


-   Você é minha. Só minha. - disse ele.


-   Sua. Apenas sua. - concordou ela.


         Hermione o sentia apertá-la com tanta força, agarrando-a contra o corpo dele, entrando nela com força, sem piedade, com estocadas fundas e profundas, entrando totalmente e depois saindo, fazendo-a gemer alto.


-              Isso amor. Continua assim. - disse Snape, com a voz cortada, pois ele ainda estava com a boca em seus seios.


-              Eu não aguento mais. Eu acho que vou... - disse Hermione estremecendo sobre Snape, chegando ao clímax.


-              Eu estou quase... - ofegou Snape.


         Snape estocou mais um pouco e começou a gozar dentro de Hermione. Antes de se esvaziar totalmente dentro de Hermione, ele se retirou dela e colocou a mão, fazendo que assim o último jato jorrasse em sua mão.


Snape a deitou de costas, e Hermione que estava exausta apenas fechou os olhos.


-              Você disse que queria me provar... Ainda quer? - perguntou Snape, enquanto a beijava levemente nos lábios.


-              Por que isso agora? Você não vai demorar um pouco antes de se recuperar de novo? - perguntou Hermione, sem nem abrir os olhos.


-              Sim. Eu vou demorar um pouco até me recuperar totalmente. Mas, é que, digamos, que eu tenha guardado um pouco para você provar. - disse ele.


-              O que quer dizer? - perguntou Hermione.


-              Aqui. Antes de gozar totalmente, eu me retirei de você e terminei na minha mão. - disse ele mostrando a ela.


-              Esse é o seu jeito suave? Delicadamente? Me fazer lamber a sua mão? - riu ela.


-              Eu não vou lhe forçar. Você que sabe. É que quando eu gozo, sai muito. E seguidamente. Então, eu quis separar um pouco para que você provasse sem se sentir obrigada a engolir tudo. E sem se melar toda também. Entendeu? - explicou ele.


-              Hummm... Deixa eu ver, então. - pediu ela.


         Snape levou a mão próxima a boca dela e esperou ela tomar a iniciativa de prová-lo.


         Hermione se aproximou e lentamente o provou. Passou a língua, sentindo o gosto. Forte. Diferente. Depois voltou a lamber a mão de Snape, retirando tudo.


-              Parece que você gostou... - sorriu Snape.


         Hermione, simplesmente o beijou, o fazendo sentir o próprio gosto assim como ele fez com ela.


-              Eu te amo, Hermione. - disse Snape.


-              Eu também te amor, Severo. - falou ela.


-              Ama o suficiente para se casar comigo? - perguntou ele.


-              Você tá me pedindo em casamento? - perguntou Hermione.


-              Estou. Aceita? - pediu ele, pegando uma caixinha na gaveta ao lado da cama. Abrindo-a, ele mostrou um lindo anel de ouro branco, com um grande diamante adornando.


-              Eu... aceito! - disse ela, se jogando por cima dele, abraçando e o beijando. - Estou louca para casar com você e começar uma família. Ter filhos com você. Quero pelo menos dois. E você?


-              Eu... bem... nunca pensei em ter filhos, mas eu quero sim ter filhos com você, princesa. - falou ele.


-              Quando quer se casar? - perguntou ela.


-              O mais breve possível. Assim que você terminar a sua educação. - falou ele.


-              Por que assim tão rápido? - perguntou ela.


-              Por que você pode ter engravidado amor. Esqueci de lhe dá uma poção antes do nosso ato de amor. Mas você é toda apressada. - falou ele.


-              Hummm... é verdade. Ok. Depois que eu acabar a minha educação. - disse ela.


-              Que assim seja. - finalizou ele.


 


 


 


FIM


 

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 26/12/2013

OMG! Amei a fic! Perfeiiiita!

Nota: 5

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