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6. O incidente.


Fic: A era da serpente.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 Primeiro quero me desculpar pela demora, eu sinto muito. Prometo tentar postar com mais frequência. E quero agradecer a paciencia de vocês, muito muito obrigada por comentarem *-*



  O incidente.


Hermione abriu os olhos,  a última coisa que viu antes de ser engolida pela escuridão foi um par de olhos acinzentados fitando-a,  virou a cabeça para poder raciocinar, não estava em sua cela, pensou por um momento estar morta pois o cheiro de café forte que inalava a lembrava da Toca, seu paraíso particular. Tentou se sentar, mas uma dor aguda em suas costas a fez  deitar-se novamente.  Sua visão voltava gradualmente, podia  observar o quarto a sua volta, as paredes eram amarelas e o piso de madeira, com janelas brancas cobertas por cortinas cor de creme. Há anos Hermione não se sentia como agora, aquecida, e por estar se sentindo aquecida a mulher sentiu uma onda de pânico a preencher. Levantou-se da cama macia, desta vez ignorando a dor, andava em direção à porta, quando uma onda de vertigem a  atingiu, segurou-se firmemente á cômoda.


 


-Não deveria se esforçar tanto. – a bruxa ergueu a cabeça rapidamente, já  sabia quem era o dono da voz  gélida, sentiu-se tensa de imediato.


 


-Não deveria se preocupar tanto. – respondeu  arrogantemente, sentou-se novamente na  cama. O cheiro do café estava mais intenso agora, ela fitou  as duas xícaras brancas que o comensal segurava, ele a entregou uma e levou a outra em direção ao lábios, Hermione fez o mesmo, o café era forte e amargo, por um instante a mulher se perguntou se ele havia colocado açúcar, talvez porque ansiava por sentir o gosto doce e fraco do café da Sra. Weasley.


 


-Como se sente? – Draco perguntou automaticamente, sentando a uma cadeira em frente a Hermione.


 


A bruxa não soube o que responder , “viva” não era exatamente como se sentia , salva era a melhor atribuição.


 


-Você me salvou. Novamente.  –os dois entreolharam-se rapidamente, Hermione achou conveniente tomar mais um gole de café. Draco levantou-se da  , ela sabia que ele iria partir. –O que é tudo isso, afinal?Que tipo de prazer doentio isso te causa, Malfoy???-ela corou ao perceber que estava gritando. –Você é um comensal!Você me odeia Malfoy!!!- gritava como se estivesse tentando lembrá-lo de algo importante, para Draco a bruxa parecia-se com o lembrol que Neville Longbottom  sempre recebia.


 


                -Eu não podia deixá-la te matar. –em parte ele sabia que o que dizia era verdade. –Eu estava lá quando  Belatriz escreveu “Sangue Ruim” em seu braço, Granger. –Hermione estremeceu, tocando a cicatriz.


 


                -Eu sei.-a mulher respondeu ressentida.


 


                -Não me interrompa. –rosnou autoritário, irritado por ouvir o tom de mágoa da grifinória. -Eu não era um monstro naquela época Granger,  não naquela época. Eu odeio você, sempre odiei  vocês. –disse referindo-se aos seus amigos. –Mas quando a vi sendo torturada por Belatriz, eu senti medo,  medo de ter me sentido honrado por você estar sendo punida, medo por ter sentido vontade de salvá-la. Eu quis salvar você, mas não foi o suficiente. Eu passei anos tendo pesadelos com você, sangue-ruim, com remorso.  –riu sem nenhum humor. –Alguns nascem para ser heróis , Granger, como você e eles.-ele a fitou irritado. –Mas  precisa haver um equilíbrio, é para isso que eu existo.- terminou venenosamente.


 


                -Isso não me diz nada Malfoy, você escolheu um lado. –mas em seu interior, ela se sentiu surpresa pela revelação, nunca imaginara que ele sentia-se culpado. Nunca.


 


                 -Só estou explicando o por quê de salvá-la desta vez. –Draco parou no rumo da porta e virou-se novamente. –Não tente sair, este quarto tem mais feitiços que a própria Askaban, não acho que seja uma boa ideia tentar ultrapassar os limites. –ela havia entendido o duplo sentido de suas últimas palavras.


 


                Hermione não sentia-se como antes, algo dentro dela tinha vontade de lutar, lutar por sua liberdade, lutar por sua vida, sua vida que sacrificara a de Ron, sentia-se nova, talvez porque  seu sistema imunológico voltava a trabalhar regularmente. As lembranças de Ron e Harry  não saiam de sua mente, mas de certo modo a fortalecia.


 


                O sol entrava entre as montanhas, dando as nuvens tons de rosa e azul. Ela afastou as cortinas, tentava ver algo que ela pudesse reconhecer, parecia estar em um chalé, no meio do nada,  um nada parecido com os lugares que ela e Harry e Ron acampavam, em busca das horcruxes, sentiu-se sendo observada, virou-se  alarmada.


 


                -Ninguém nos encontrará  Granger.- Draco disse como se pudesse ler  a mente de Hermione.


 


                -Eu não quero ser encontrada . –Draco arqueou as sobrancelhas , Hermione corou furiosamente, explicando-se rapidamente. –Francamente Malfoy!!Quero dizer que não há ninguém lá fora que esteja me procurando que não queira me fazer mal.


 


                Ele ainda fitava suas bochechas rosadas , o que a fez encarar o chão de madeira.


 


                -Eu lhe trouxe comida. – deixou a bandeja sobre a cama, um sanduíche e um copo de água , Hermione sentiu  seu estômago roncar, sentiu necessidade de pular sobre a cama e agarrar o sanduíche, mas por alguma birra juvenil, só faria isso na ausência de Malfoy.


 


                Draco estremeceu chamando a atenção de Hermione, o homem suspendeu a manga de sua camisa negra e ela pode observar a serpente movendo-se em seu braço pálido, ele  observava a mulher como se estivesse esperando sua reação, ela  levantou seus olhos para a face dele, seus olhares se entrelaçaram, e se não fosse pela serpente em seu braço, Draco ficaria ali para sempre.


 


                -Não vou demorar.- disse tentando convencer  à si mesmo.


 


                Hermione sentiu uma  pontada em seu estômago, mas não era sinônimo de fome.


 


                -Mas..-ela queria pedir para ele ficar, Belatriz deveria estar com ódio profundo de Draco, Voldemort já  havia sido informado do incidente, Draco poderia se ferir  ou pior, a bruxa engoliu a bile que subia em sua garganta. Ele voltara a fitar tentando entender sua expressão aflita. –E se você não voltar?-disse por fim.


 


                O comensal  deu um passo na direção da bruxa, ela reprimiu a vontade de se afastar, ele ergueu seu braço que carregava a marca negra e seus dedos tocaram  superficialmente a face de Hermione, ela se perguntou se ele ainda a tocava ou era o formigamento em sua pele que estava eternizando seu toque. E em um gesto brusco ele deixou sua mão cair ao seu lado e aparatou rapidamente. Hermione deu um passo para  frente desequilibrando-se, um sentimento de ausência  acomodou-se no quarto.


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                -Está pronta?- Neville sussurrou para Gina, a mulher apenas assentiu.  Sentiam a adrenalina em suas veias, as capas negras cobriam seus corpos, eram  ótimos disfarces.


 


                -Você parece assustadoramente uma comensal da morte Luna. –Neville sussurrou em seu ouvido, Luna riu .


 


                -Por Merlin, se continuarem a sorrir vão nos descobrir .-Gina rosnou.


 


                Alguns comensais assentiam sem parar, porém a maioria os olhava  desconfiados. Gina estreitou seus olhos sentiu-se sendo perseguida, um homem os olhava de olhos arregaldos.


 


                -Avada..


 


                -Reducto!-Gina gritou arremessando o comensal em direção à parede de pedra.


 


                Os três começaram a correr rapidamente, flashes de luz corriam pelos corredores, eles gritavam por Hermione, mas não ouviam respostas.


 


                -Luna!Luna!Por favor, me ajude!-uma voz masculina conhecida fez a garota parar bruscamente. Conhecia aquela voz, o homem tinha uma barba escura espessa, estava magro, como se qualquer  movimento brusco fosse quebrá-lo.


 


                -Marcus!- Luna sorriu radiante. A cela se abriu com feitiço pronunciado pela bruxa.


 


                -Ela não está aqui!- Neville gritou. Quem é este Luna?


 


                -Precisamos tirá-lo daqui. Me ajude, Neville.


 


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                Draco  sentiu seus pés tocando algo sólido, encontrava-se na mansão dos Black novamente, à sua frente exibia  uma enorme mesa com vários homens de preto,seu Mestre.  Caminhou tranquilamente até o lado  direito de Voldemort e sentou-se na cadeira que ele havia conquistado por sua lealdade  e eficiência.  Do outro lado, estava  Belatriz que o olhava furiosamente, mas com um pequeno sorriso em seus lábios secos.


 


                -Meu Lorde. –assentiu para Voldemort, que pela primeira vez desde que Draco chegara, o fitou.


 


                -Draco, meu mais jovem e leal comensal. –sua voz era assustadoramente mansa. –Acho que você já deve imaginar o por quê desta reunião. –sorriu para Draco.


 


                -Sim meu Lorde, eu  imagino. –em sua última palavra, seus olhos encontraram-se com  os de Belatriz.- Creio que  já lhe informaram o incidente com a sangue ruim Granger.


 


                -Sim meu caro, creio que você tenha em mente alguma explicação.- Seus olhos vermelhos  estreitaram-se.


 


                Draco tirou um jornal amassado de suas vestes negras e lentamente o abriu.


 


                -Traidores do sangue, Luna Lovegood, Neville Longbottom  e Ginevra Weasley. Recompensa de  30.000 galeões por cabeça. –riu sem humor. –Você deveria ler mais jornais tia Bella. –disse cortante como uma navalha. Alguns comensais se remexeram em suas cadeiras com o silêncio ameaçador entre Belatriz e Draco.


 


                -Isso não está relacionado...-Draco a interrompeu asperamente.


 


                -Quando Zabini me informou pela manhã que a sangue ruim estava na enfermaria  fiquei preocupado, a enfermaria de Askaban não tem muita segurança e  com os amiguinhos da Granger por perto toda a segurança é pouco. Quando cheguei para levá-la para a cela, ela não estava no local. –estreitou seus olhos .- Não foi muito inteligente de sua parte tirá-la de Askaban para se divertir, poderia haver sérias conseqüências.


 


                -Quais conseqüências matar uma sangue ruim nos traria Draco?Você é um medroso,como seu pai. –A risada de Belatriz ecoou pela sala. Draco apertou sua varinha entre os dedos.     


 


                -Mestre, como o senhor deve saber, ontem os traidores atacaram Askaban, todos sabemos por quem eles procuravam, Askaban não é mais segura para deixar os prisioneiros.


 


                -Você está com a sangue ruim??- esbravejou a comensal.


 


                -Eu a matei. –Draco arqueou sua sobrancelha sorrindo .-Sinto muito Bella, mas eu e Granger tínhamos  assuntos pendentes desde os tempos de Hogwarts. - Draco tirou um frasco de suas vestes, o frasco continha um pequeno fio de cabelo escuro. –Os traidores querem a sangue ruim, nada que uma Poção Polissuco não resolva, se eles descobrirem onde supostamente a estamos mantendo, então virão ao nosso encontro e nós os pegamos, com estes três mortos, os outros rebeldes não tentarão agir.


 


                -Mestre...-Voldemort levantou sua mão, interrompendo novamente a mulher.


 


                -Brilhante Draco,brilhante!-Voldemort sorriu . –É bom saber que pelo menos alguém raciocina. Nagini!-a gigante cobra se rastejou até o bruxo e rapidamente sumiu junto a ele.                             No mesmo instante comensais  começaram a aparatar também, pareciam estar esperando por esse momento como se estivessem debaixo d’água e agora pudessem emergir.             


 


                Hermione forçava seus olhos a ficarem abertos, estava sonolenta, mas sempre que adormecia os pesadelos invadiam sua mente, e a preocupação fazia a mulher despertar, levantou-se olhando através da janela, desejando avistar alguma sombra, uma cabeleira prateada. Seu cabelo ainda estava úmido, havia tomado banho á pouco tempo, o perfume de lírios ainda emanava de sua pele, o cheiro a fez lembrar de Lílian Potter, que respectivamente a fazia se lembrar do garoto com os olhos dela, que a fazia se lembrar dele .Ronald Weasley. O beijo. Uma pequena lágrima desceu sobre o rosto de Hermione, era a primeira vez que chorava por Rony, sempre estivera de luto mas de um modo geral, luto por todos que ela perdera mas não especificamente por Ron. Ela só seguiria em frente após as lágrimas. Tocou seus lábios, apesar de Scabior  apossar de seu corpo ,ele nunca a tocara nos lábios, Hermione se sentia-se  grata por isso, sentia-se feliz por ter o gosto do beijo de Ron consigo, e de repente a bruxa se viu chorando compulsivamente. Sentia falta do garoto, de seu amigo, seu quase amante, sentia falta de sua voz e seu rubor, ela sentia inveja de Rony, sempre sentira, o invejava por seu calor próprio, ele transbordava calor  que muitas vezes a aquecia. Hermione sentiu seu braço arrepiar com o vazio. Um estalo preencheu o silêncio, a mulher se virou rapidamente para ele, sentiu uma onda de alívio atingi-la. Seu cabelo estava um pouco bagunçado e seu rosto era inexpressivo.


 


                O alívio passou a se tornar desconfortável.


 


                -Você está bem.-Não era uma pergunta. Ela se sentou na cama, continuava a fitá-lo.


 


                -Eu disse que voltaria .- deu um passo para frente e Hermione recuou automaticamente, Draco notou e riu sarcasticamente, mas um grande incômodo cresceu dentro de si ao vê-la recuando. Sem se pronunciar o comensal caminhou até a porta, precisava de um banho quente.


 


                -Obrigada...- Hermione sussurrou quase que para si mesma. –Draco.-Ela nunca o agradecera, apesar de tudo. O homem fechou a porta  bruscamente á sua frente, a bruxa estremeceu, ele a olhou irritado como a muito tempo não fazia, caminhou até Hermione que se levantou tentando fugir, mas sentiu seu braços sendo violentamente puxados forçando-a encarar o comensal.


 


                -Você tem seus ataques gritando que eu faço coisas sem sentido mas olhe para  você Granger!- esbravejou enojado, seus dedos pareciam pregos no braço da grifinória.-Você se esquiva quando eu me aproximo, mas me agradece logo em seguida!-ele a sacudiu novamente.


 


                -Eu só queria lhe agradecer, Malfoy!-As lágrimas escapavam de seus olhos, Draco afrouxou suas mãos nos braços de Hermione.


 


                -Você está mentindo para si mesma. –Ele a encarou irritado.-Você não quis apenas me agradecer Granger, você queria que eu permanecesse neste maldito quarto!- gritou novamente, desta vez desesperado.-Por que está fazendo isso?!!!-empurrou-a contra parede. Hermione se debatia compulsivamente.-Responda!!


 


                Incoerentemente Draco prensou o corpo da mulher junto ao seu e tocou bruscamente seus lábios. Beijar Hermione não podia ser comparado com algo existente, era doce, salgado e errado, ele estava ciente dos socos que a bruxa lhe dava no peito, parou  de beijá-la  e se afastou sentido seu peito dolorido.


 


                Hermione continuava a chorar , sentia um ódio violento por Draco Malfoy.


 


                -Seu bastardo!- gritou furiosamente –Eu te odeio Malfoy! Eu te odeio Draco Malfoy! –passou as unhas em seus lábios tentando tirar aquele gosto desconhecido, sentiu gosto de seu próprio sangue. 


 


                 Draco a olhou intensamente, se afastou da bruxa e bateu violentamente a porta atrás de si.


 


                 

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Comentários: 5

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Enviado por Patty Jane em 02/11/2011

Oi sou leitora nova e amei a sua fic, bem diferente das fic dramione q ja li  ai tadinha da Hermione deve ta sofrendo muito por causa dos amigos q morreram, e o beijo q draco deu amei sera q ele mantera ela presa para mante-la viva ?

Posta logo please!!!

Kisses!!!!

Nota: 5

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Enviado por claudia paes em 25/09/2011

continua logo mesmo, muito boa, só nao demora mt senao cai no esquecimento shdiauhd, bjbj

Nota: 5

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Enviado por Bella Jane Malfoy em 18/09/2011

OMG leitoa nova e ja nao aguento mais de ansiedade para ver a continuacao , to amando mais ,

Nota: 5

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Enviado por Larissa do Amaral em 12/09/2011

espero que continue...muito boa ate aqui!
Esta marcada como estou lendo, queroque continue.
bjo boa sorte

Nota: 5

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Enviado por Jhenny Kauane em 14/08/2011

Nota Mil,continua logo.

Nota: 5

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