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3. Encontro no Jardim


Fic: Um conto de fadas escrevendo o cap 4 - voltando a escrever - mais um pouco


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Cap 3 –

“Há quem diga que nada é por acaso...eu apenas repito isso.”


Correu tão rápido das cozinhas até os estábulos que o ar faltou em seus pulmões. Tinha os longos cabelos loiros completamente bagunçados, as faces rosadas pelo esforço. Levou a mão no peito e respirou fundo uma, duas vezes, até que se recuperou. Começou a procurá-lo procurando baia por baia mas nem sinal de Harry Potter, ela apenas encontrou em sua baia habitual, Ronald Malfoy.
-Lord Ronald. – Ela chamou.
Ele quase pulou de onde estava. Tinha sua mente tão entretida com o livro que lia que não percebeu a chegada da jovem que ao chamá-lo o assustou deliberadamente.
-Senhorita Lovegood, gostaria que você se anunciasse com mais cuidado. – Disse ele com o ar pomposo que sempre levava a falar com ela.
-Me perdoe milord, mas estou com muita pressa, o Senhor viu o Harry? – Ela tinha o semblante preoculpado.
-Não, ele não voltou da cavalgada.
Ela fitou Ronald séria, decidindo-se se lhe contava ou não por que veio atrás de Harry.
Decidiu por contar.
-Sabes a última de seu pai, milord? – Perguntou enquanto entrava na baia e se sentava no chão coberto por feno.
-Não. – Ele respondeu fazendo o mesmo que ela.
-Ele vendeu um dos criados. – Ela tentava manter a calma.
Ele a fitou preoculpado.
-Qual deles? – Sua voz agora estava rígido e sério.
- Alvo. – Ela respondeu com a voz triste.
-Mas que merda! – Ele se levantou e socou a parede da baia – Meu pai está louco?
Luna nunca havia visto Lord Ronald soltar palavras impróprias, e sorriu, mas ele a assustou com seu tom irritado.
-Ele poderia fazer qualquer coisa! Mas vender Dumbledore? Está maluco? O homem trabalha nesta casa desde que ela foi construída, praticamente criou Harry.-Pôs a mão na cabeça em um sinal de nervosismo. –Meu irmão ficará maluco quando souber.

-Ficarei maluco? Com o quê? – Perguntou Harry em um tom jovial e divertido enquanto entrava nos estábulos segurando as rédas de Apollo.
-Harry! –Exclamou Luna correndo até ele. – Você precisa fazer alguma coisa! Vão leva-lo para as Américas!
Ele fitou Ronald pedidno uma explicação.
-Alvo. Meu pai o vendeu.
O grito irado de Harry assustou os cavalos, que relincharam e bateram com as patas em suas baias. Luna recuou.
-Como ele ousa! Alvo não é nenhum escravo para ser vendido! – De seus olhos pareciam brotar chamas – Irei agora mesmo falar com ele.

Luna o segurou.
-Não vai adiantar Harry. Alvo já está no castelo, preso como um bandido, e enfrentar Lucius só irá lhe prejudicar.

Harry olhou novamente para o irmão.
-O que faremos Ronald?
-Vamos buscar Alvo. – Disse decidido.
-Mas como? Se o seu pai o vendeu...
-Teremos que comprá-lo de volta. – Respondeu ele sorrindo.
-Mas com que dinheiro? – Perguntou Luna – Seu pai não lhe dá uma moeda de ouro Rony. Ele mal tem ouro nesses tempo, gasta todo seu dinheiro nas apostas de cavalos.
-Iremos comprá-lo com o dinheiro do Harry.
Harry sorriu compreendendo o irmão.
-Que dinheiro? – Perguntou Luna novamente – Harry nesta casa é quase menos que um criado, não recebe nem salário.
-Minha herança Luna.
-Sim, a herança dele, que meu pai desconhece.
Harry sorriu brincalhão.
-Lembra quando escondemos o baú? – Perguntou a Ronald – Até nos vestimos de piratas, e quando voltamos todos sujos e molhados, Minerva nos encheu de palmadas.
-Nem me fale, fiquei quase uma semana sem poder nem ao menos sentar.
-Onde está este dinheiro? Como Lucius o desconhece?
- Minha mãe não contou a Lucius sobre a fortuna que mantinha nesta casa, contou apenas para mim, e quando ficou doente já havia percebido o erro que tinha tomado em se casar com ele, então me contou onde encontrar o baú e me pediu para escondê-lo dos olhos de meu padrasto.
-Lilian sempre foi muito esperta. –Disse Luna sorrindo.
-Sim, ela era.
-Bom, então vamos irmão, e vamos logo, por que ainda teremos que nos arrumar para ir a corte. Rezo para que chegamos a tempo.


Luna olhou Harry com uma olhar desconfiado, mas logo depois sorriu satisfeita.

-É, milord, acho que consegui ajeitar seu cabelo. – Disse ela em um tom orgulhoso.

-Luna, você apenas me ajudou a prender meu cabelo. – Ele se encarava no espelho desconfiado.

Ronald entrou no quarto apressado, estava vestido com calças marrons e um casaco na mesma cor, a camisa branca tinha alguns botões ainda abertos, e nos pés levava botas pretas.

-Harry, por Deus, até parece um homem de verdade.

O moreno franziu o cenho e lançou ao irmão seu melhor olhar carrancudo.

- Eu sou um homem, de verdade.

- É, mas de baixo de toda aquela poeira e feno, parece mais um monte de ...

-Ronald! – Chamou Luna – Nunca lhe vi usar um vocabulário tão...grotesco.

-Srta. Lovegood, não vi que estava aqui.

-Há, até que enfim voltou a ser o Sr. Pomposo.

- Eu não...

-Vocês dois, vamos! Parem, parecem duas crianças. – Harry se virou para o irmão – Ronald, vamos, é melhor nos apressarmos.

-Deixei Apollo e Pegasus prontos para vocês nos estábulos. – Avisou Luna.

-Obrigado. –Disse Harry saindo.

Antes de sair, Ronald olhou profundamente para a loira, e lhe sorriu. Ela balançou a cabeça negando, e antes dele sair perguntou.

-O que foi Malfoy?

-Estava tentando lhe imaginar vestida de dama.

-E o que viu?

-Que você jamais seria uma dama. – Ele gargalhava enquanto seguiu para os estábulos.

Ela bufou sozinha no quarto.


Um passeio pelos jardins do castelo sempre fora permitido a princesa. E quando ela chegou cedo pela manhã, entrou sorrateiramente pelas cozinhas, e correu a seus aposentos, encontrou sua amiga lhe esperando. A duquesa de Granger estava furiosa, nervosa e agitada, tudo ao mesmo tempo, e quando Gina entrou apressadamente em seus aposentos, a morena correu para os braços da amiga, mas logo se afastou:

-Estais encharcada! – Gritou Hermione – Onde tens andado, eu disse apenas uma hora Ginevra! Apenas uma hora, e já se passaram duas! Sua mãe já perguntou por você, e eu tive que lhe mentir! Eu menti para Molly, você não imagina como foi...

Mas Hermione não conseguiu terminar seu discurso ao perceber o sorriso nos lábios da amiga.

-O que foi? Por que sorrir desse jeito?

-Ah Hermione, não sei por onde começar! – Gina rodopiou sobre seu eixo – Fui a vila, mas estava completamente vazia, acho que era cedo demais, dei umas voltas e segui para voltar ao castelo, mas Condessa sentiu o cheiro de maçãs, e correu até as frutas, parou tão abruptamente que me jogou em um riacho...Hermione (suspirou)...De dentro do riacho – Hermione encarava a amiga curiosa e ansiosa – Saiu um Deus, juro Hermione, que se os deuses tiverem aparência humana, são dessa forma.

- Que forma?

-Ahh (suspiro). Ele era alto – Ela levantou o braço para demostrar a altura para a amiga – tinha a pela bronzeada pelo sol, cabelos longo e negros como a noite e os olhos...Hermione, tão verdes quanto o colar de esmeraldas de Lady Corneilia.

-Mas...o que ele estava fazendo ali?

-Banhando-se...Mione...banhando-se...nu!

Hermione soltou um gritinho histérico que foi acompanhado pelas gargalhadas de Gina.

-Você...viu...um homem...nu?

-Hermione, eu nunca imaginei que pudesse ser tão...maravilhoso, quase perdi a compostura, o corpo dele era feito em músculos, todos desenhados assim –ela o demostrou desenhando em seu próprio corpo. Hermione tapou os lábios com as mãos.

-Ele lhe reconheceu? Te machucou?

-Não, ele se vestiu qaundo me viu, e foi muito educado, até me mostrou o caminho para o castelo.

-Ele não sabe que você é...

-Não, ele não sabe que sou a Princesa Ginevra. Acha que sou apenas Gina, empregada do castelo. – Ela parecia chateada quando falou.

-Isso é bom, é perigoso se alguém lhe reconhecer, poderiam te sequestrar e...

-Eu sei Mione, eu sei...mas agora me diga, o que você falou para minha mãe?

-Que você havia ido dar uma volta pelos jardins.

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Harry estava extremamente nervoso, quando chegaram no castelo. Deixaram os cavalos em frente ao portão do estábulo que havia ali, onde um cavalariço cuidava de todos os cavalos dos visitantes.
Ele caminhava nervoso, e se mexia o tempo todo, ajeitando ora sua túnica, ora suas calças, ora o cabelo...

-Harry dá para você ficar quieto! – Ralhou Rony.

-Bom, essas calças suas ficaram um pouco apertadas. – Reclamou o moreno.

-Será por pouco tempo meu irmão, vamos, precisamos encontrar Alvo.

Encontraram Alvo facilmente, sendo colocado em uma carruajem próxima aos portões. A carruajem era como um pequena jaula, onde cerca de quinze homens se amarrotavam dentro.
Ronald seguiu de ombros erguidos até o cheiro:

-Senhor, um desses homens que tens como prisioneiros é meu empregado, gostaria de comprá-lo de volta.

O homem lhe lançou um olhar breve e carrancudo, e sem olhá-lo respondeu:

-Todos aqui foram vendidos para as Américas. São ladrões.

-Senhor, meu amigo não é um ladrão, é apenas um pobre homem que foi vendido por engano. – Dessa vez foi Harry quem lhe falou.

O homem voltou-se para eles e franziu mais ainda o cenho. Sua cara gorda parecia mais nojenta ainda quando ele lhes lançava aquelas caretas irritadas.

-O rei já os vendeu. E não há como revogar.

- Mas... – Tentou novamente Ronald.

-Sem mais, são ladrões horas!

-Senhor, se o Lord diz que ele não um ladrão, deves respeitá-lo.

Ronald virou-se ao ouvir a doce voz da jovem ao se direcionar ao cocheiro. Ronald apenas viu a jovem de volumosos cabelos castanhos, que emitiam brilhos dourados ao contato do sol, suas pernas fraquejaram, mas ele tratou de manter a postura.

-Milady, acredito que este não é um problema seu! – Adivertiu o cocheiro.

Harry assistiu a cena chocado, a jovem encarava o homem com a face realmente irritada, tinha as mãos postas na cintura, e parecia pronta para o ataque, mas seu olhar logo se perdeu, na jovem que a acompanhava, tinha as longas madeixas ruivas presas em uma tranca que lhe caia perto da cintura, ela lhe encarava com um olhar entre curioso e assustado. A reconheceu no mesmo instante, era a moça do lago, era Gina.

-Todos os assuntos referente ao reino me interessam. – Exclamou a morena irritada – Como Arthur permitiu que um empregado fosse vendido as Américas? Duvido que o senhor, não tenha falcificado os documentos destes homens, para poder vendê-los!

O cocheiro pareceu engolir seco.

-Milady – chamou-lhe Ronald – agradeço sua ajuda, mas acredito que você não deva se...

-Que não devo me entrometer! Típico dos homens. – Ela voltou seu olhar ao cocheiro e lhe ordenou. – Solte ao empregado deste...cavalheiro, agora.

-Quem a senhorita pensa ...

-Ela sabe que é a Duquesa de Granger, senhor, protegida do rei, e claro minha amiga. – Disse Gina, com a voz calma e suave.

O cocheiro a fitou mais carrancudo ainda.

-E a senhorita é?

Gina sorriu.

-A princesa.

A todos pareceu que o homem iria desfalecer, mas logo se recuperou.

-Perdoe-me majestade, mas não posso soltar a esses ladrões.

-Um servo não é um ladrão, Vossa Alteza- disse Ronald para Gina – E aqueles que o são não podem evitar.

-É mesmo? – Perguntou Gina parecendo interessada no discurso do ruivo.

- Se submete seu povo à ignorância e corrompe suas maneiras desde a infância, e então os pune pelos crimes à que foram expostos na primeira instância, qual é a conclusão à que
devemos chegar, majestade? A não ser que primeiro cria ladrões para depois puni-los?

Hermione sorriu orgulhosa, e Gina sorriu espantada pela audácia do jovem Lord.
Gina virou-se para o cocheiro e lhe gritou a orden.

-Liberte-o!

-Mas majestade...

-Eu disse, liberte-o.

Ronald e Harry se curvaram diante da jovem.

-Obrigada majestade. – Disse Ronald.

Alvo foi descido da carroça, estava fraco de fome, e cansado pela falta de sono, se escorou em Harry quando esse lhe ajudou a descer.

-Como estas meu amigo? – Perguntou Harry apenas para o homem ouvir.

-Melhor agora. – Disse com a voz fraca – Ele foi incrível! Seu pai, se pudesse sentir algo por alguém além dele mesmo, sentiria-se orgulhoso.

Harry sorriu.

-Consegues seguir ate os portões?

-Sim, sou velho, mas ainda tenho músculos nesse corpo.

Enquanto Alvo seguia para os portões, Harry e Rony guiaram-se para as jovens.

-Eu lhe conheço? – Perguntou Hermione a Ronald.

-Acredito que não milady.

-Qual o seu nome?

-Sou Ronald Malfoy, filho do Conde Malfoy.

-Há sim, já ouvi falar de seu pai, algo que me impressiona mais, pois o filho do conde Malfoy citar Thomas More...

-A senhorita leu Utopia?

-Acabo de fazê-lo.

-E o que achou?

-Acredito que se olhassemos mais para os camponeses, poderíamos dar-lhes uma vida melhor.

- O difícil será convencer aqueles que tem poder de faze-lo.

-Pensei ter entendido que és a princesa.

Ela lhe encarou arrogante.

-Sim, e sou.

-Bom, a poucas horas atrás eras apenas uma empregada no castelo.- Ele andava de um lado para o outro em frente a ela, e mantinha as mãos nas costas em uma postura militar.

Ela tapou os labios com as mãos.

-Senhor, por favor, não conte a ninguém sobre isso, se meu pai...

-Não se preocupe majestade, mas não irei revelar seu segredo a ninguém.- Ele disse baixo, quase no ouvido dela.

-Lhe agradeço. – ela respondeu receosa.

-Mas eu estou curioso, majestade, por que estavas cavalgando pelo reino fingindo ser uma criada?

Ela procurou Hermione e viu a amiga entretida com o outro rapaz. Encarou Harry por alguns segundos, e com um gesto de mãos pediu que a acompanhasse. Ambos caminhavam devagar pelos jardins, lado a lado.

- Ser princesa não é viver um sonho, senhor...

-Já lhe disse que pode me chamar de Harry.

-Mas, acredito que devo conhecerr seu sobrenome, antes de lhe chamar por seu primeiro nome.

-Potter.

-Potter? Não reconheço este nome, não é daqui?

- Apenas não sou da nobreza majestade.

Ela parou e lhe encarou.

-Não?

-Não. Vivo com meu padrasto Conde Malfoy, mas digamos que ele não me trata como um filho.

- Mas seu padrasto é um conde...

-Eu teria o direito de ser um nobre sem titulo.

- Sim.

- Mas não...não é o que ocorre em minha casa, mas você desvirtuou nossa conversa.

-Ah, como eu lhe disse ser princesa não é viver um sonho Sr. Potter, é viver como uma prisioneira de luxo.

- Prisioneira de luxo?

-É sim, tenho tudo que preciso, e além, tenho boa comida, cama macia, vestidos elegantes, mas...não posso sair desses portões sem um exército a me acompanhar...

- E apenas consegue isso fingindo-se de criada.

- Sim...

-Achas que você e sua amiga duquesa poderiam fugir novamente?

Ela parou e ficou de frente a ele.

- Para?

-Haverá uma feira na cidade vizinha, serão apenas duas horas de cavalgada, lá há jogos, boa comida, e acredito que vivendo aqui jamais irias ver algo assim.

Ela pareceu pensar por um momento.

-E por que devo confiar no senhor? Sou a princesa, você poderia querer me sequestrar e...

-Senhorita, eu jamais faria algo desse tipo, mas pense, um homem que vem até o seu castelo para soltar um criado, seria o mesmo homem que aprisionaria uma princesa?

Ela lhe sorriu.

-Falarei com Hermione.

-E eu lhe esperarei no riacho, em dois dias, pela manhã.

- E se eu não for?

-Terei que aguentar meu irmão durante todo o dia.






Na.: Demorei hemm!!! Mas ta ai mais um cap, esse foi um pouco maior que os outros hehe....Humm...obrigada por todos que comentaram, (Se puderem enviar por e-mial posso responder um por um hehe)....

Espero que ainda estejam curtindo a historia...

beijao!!


Tonks B.

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