FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo



______________________________
Visualizando o capítulo:

15. Conto de ninar


Fic: A noiva


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

CAPÍTULO QUINZE

A paciência de Harry estava quase esgotada e jogou a culpa de seu ânimo agitado ao fato de que a sessão de treinamento da tarde não saíra nada bem. Era uma tarefa irritante, frustrante, pois estava instruindo os guerreiros mais jovens e inexperientes.
O jovem David, segundo filho de Lorde Timothy, levou a frustração de Harry ao máximo. O moço não melhorava em nada, por mais empenho que pusesse nos treinos. Harry mandou David e sua espada ao solo pela terceira vez com o dorso da mão, para adicionar a humilhação ao ensino da defesa. A arma do David saiu voando, e teria acertado a perna de outro soldado se o velho guerreiro não houvesse se afastado a tempo.
— Eu deveria matá-lo agora e terminar com isso — vociferou Harry ao rapaz —. David, não durará cinco minutos em uma batalha real se não aprender a prestar atenção no que faz. E segure bem a arma, pelo amor de Deus!
Antes que o guerreiro loiro pudesse responder à crítica, Harry levantou-o do chão. Ele segurava David pelo pescoço agora, com vontade de estrangulá-lo e meter algo de sensatez em sua cabeça. Ao ver que o rosto sardento do David se enchia de manchas, convenceu-se de que agora tinha sua atenção.
— Harry? —chamou-o um dos soldados.
Harry deixou David cair ao chão e se voltou. Nesse instante, percebeu o silêncio. Todos os soldados haviam abandonado as tarefas sem sua permissão. Esse fato penetrou na mente do guerreiro uns segundos antes de perceber que todos olhavam para o topo da colina.
Antes de se voltar, soube que Gina devia estar envolvida na interrupção. Era a única capaz de causar semelhante perplexidade nos soldados, rigorosamente disciplinados, a única capaz de criar tal caos.
Respirou fundo, convencido de que estava preparado para algo, mas mesmo assim a visão de sua esposa descendo a colina no lombo de Fogo Selvagem lhe tirou o fôlego. Cavalgava em pêlo, o cabelo flutuando atrás dela, e Harry temeu mover-se para não assustá-la. Se a assustasse, cairia e quebraria seu teimoso pescoço.
Cavalgava como uma rainha. Até mesma na distância que os separava, Harry distinguiu o suave sorriso feiticeiro.
Fogo Selvagem trotou colina abaixo, onde esperavam Harry e seus homens. Bill e Sirius iam atrás dela em seus respectivos cavalos.
Com um gesto arrogante, Harry indicou a Gina que se aproximasse. Embora estivesse decidido a conter sua raiva por ela ter interrompido suas tarefas, custou muito esforço fazê-lo. Seu orgulho, orgulho pela habilidade de amazona da esposa, se interpôs no caminho desse objetivo.
Assim que viu o arco e a aljava com flechas que pendiam do ombro de sua esposa, o aborrecimento de Harry desapareceu.
Tentou não rir.
Gina obedeceu a ordem do marido sem nenhum movimento perceptível sobre as rédeas. Freou a Fogo Selvagem com a pressão dos joelhos.
De súbito, Harry desejou sentir a pressão desses joelhos sobre ele outra vez.
— Onde acha que vai?
— Cavalgar.
— Com arco e flechas?
— Sim — respondeu Gina, assombrada pela irritação que percebia na voz de seu marido—. Deve-se estar preparado para qualquer eventualidade — adicionou —. Poderia me topar com algo que caçar.
— Entendo.
Seu humor é tão imprevisível como o vento, ela decidiu, pois agora ele parecia como se quisesse rir dela. Havia uma faísca em seu olhar . Ouviu um coro de risadas entre os soldados reunidos ante ela, olhou-os com expressão severa pela grosseria, e voltou-se para Harry.
— Fala sério, não é, esposa?
— Sim.
— Não poderia acertar nem a parede dos estábulos — afirmou Harry—. E acha que poderia acertar em um alvo móvel?
— Acha que não?
— Sei que não.
— Teria que ter mais confiança em sua esposa — murmurou Gina, enquanto tirava lentamente o arco do ombro e tomava uma flecha.
Resolveu que já era hora de deixar de enganá-lo. Gina tinha visto um couro castanho sobre um grande fardo de feno na parte baixa da colina. Havia umas quinze flechas cravadas ao redor do centro do alvo. Assinalou o couro e disse:
— Vai me deixar caçar, se demonstrar minha habilidade?
Sirius tossiu, dissimulando a risada. Gina lhe dirigiu um olhar severo enquanto aguardava a resposta do marido.
—Não deixaria que se envergonhasse diante de meus homens —respondeu Harry. Queria provocá-la, e soube que o tinha obtido quando Gina se voltou para ele. Parecia disposta a estrangulá-lo.
—Não passarei vergonha.
Harry teve a audácia de rir.
—Tenha a amabilidade de sair de meu caminho, marido — ordenou —. Depois poderá rir — provocou, ao ver que Harry mal podia conter-se—. Se ainda o desejar...
Harry concordou e se afastou uns metros.
Assim que Gina ajustou a flecha no arco, os soldados correram para pôr-se a salvo, e a jovem compreendeu que eles tampouco tinham muita fé.
A cabeça de Fogo Selvagem lhe obstruía a visão. Gina soltou um suspiro, tirou os sapatos e ficou de pé sobre o lombo da égua, mantendo o equilíbrio com a graça de uma bailarina. Apontou e disparou a flecha um segundo antes que Harry se aproximasse dela. Gina se sentou outra vez no lombo de Fogo Selvagem, deu-lhe umas palmadas de prêmio por haver ficado quieta e sorriu para Harry.
— E agora me diga, por que está zangado?
— Nunca vai se arriscar desse jeito novamente, esposa!
Gritou tão forte que quase fez voar a crina de Fogo Selvagem. A égua tentou corcovear, mas Harry segurou as rédeas e em poucos instantes ela estava dócil novamente.
Ele não pôde evitar notar que Gina nunca perdera o equilíbrio nem manifestou o menor sinal de temor.
— E por que grita? —perguntou Gina—. Qual é o perigo que corria?
A expressão da mulher mostrava a Harry que ela na verdade não sabia por que ele se inquietava. Respirou fundo para serenar-se. quando Gina se levantou sobre a égua, o coração do homem se deteve.
— Poderia ter-se matado —murmurou entre dentes—. Se alguém vai matá-la, serei eu. Não volte a subir no lombo da égua! Nunca!
— Estou habituada a cavalgar assim sempre que quero, Harry. Quando Fogo Selvagem galopa pelo prado, às vezes fico de pé sobre o lombo dela.
— Oh, Deus!
— É verdade —assegurou Gina—. Quer que lhe mostre?
— Não.
— Não grite comigo, Harry. Está aborrecendo Fogo Selvagem.
— É você que quero aborrecer, esposa —repôs Harry—. Quero sua palavra.
— Oh, tudo bem — disse Gina —. Eu dou minha palavra. Está contente agora?
— Sim.
— Então, por favor, tira sua mão de minha perna; está apertando muito.
— Esposa, por acaso se dá conta de como está próxima do perigo?
Gina não pareceu absolutamente preocupada com a ameaça.
— Harry?
— O quê?
— Há tempo que tem esse tique na bochecha?
O homem não respondeu.
— A flecha da senhora não está perto das outras — exclamou o jovem soldado David. O ansioso rapaz tomou os sapatos de Gina e os ofereceu. Ela agradeceu e os calçou.
— Claro que minha flecha não está perto das outras — disse Gina ao soldado.
— Então sabia que falharia? — ele perguntou.
— Não falhei — replicou a senhora —. Encontrará minha flecha bem no centro. Vá procurá-la, por favor.
David correu colina abaixo até o alvo e, ao chegar, soltou uma gargalhada:
— Ela tem razão! — gritou — A flecha da senhora está no centro.
Enquanto o jovem lançava a afirmação, Gina observava Harry. Ela ignorou os vivas dos soldados. A reação de seu marido foi um tanto decepcionante. Ele meramente levantou uma sobrancelha.
— Bill, quero que leve mais dez homens para cavalgar com você —gritou Harry.
Imediatamente, o soldado fez seu cavalo voltar para os estábulos.
— Gina, você esqueceu algo — disse quando a esposa tentou tomar outra vez as rédeas.
— Oh! —Gina se ruborizou, aproximou-se mais ao marido e se inclinou para lhe dar um beijo na sobrancelha.
Harry não pôde ocultar a exasperação:
— Queria dizer a sela — explicou.
— Eu não gosto dela —protestou Gina—. É nova demais e me obriga a ir muito rígida.
— Sirius, consiga para minha esposa uma de minhas selas velhas. Por que não me disse que podia cavalgar em pêlo? Acreditei que você era ignorante nas artes hípicas. Hoje mesmo, você caiu do cavalo.
— Não contei por que teria me achado menos que uma dama — respondeu Gina.
Essa afirmação tão tola o fez sorrir.
— Jamais poderia pensar que é menos que uma dama. — Gina sorriu. — Sempre me lembra o contrário. Deveria ter adivinhado que era experiente — admitiu Harry —. Beak me disse que você era a única que podia cavalgar nessa égua, mas disse também que você não o fazia com freqüência.
— Disse isso para me proteger — explicou Gina —. Pensou que você teria mais consideração comigo se achasse que eu não havia sido propriamente treinada.
Harry riu.
—Gina? Nunca me beije como acaba de fazê-lo.
A jovem acreditou que se referia a não fazer demonstrações de afeto frente aos soldados, mas Harry fez um gesto com o dedo para que se aproximasse, e quando estavam quase nariz com nariz, sussurrou:
— Beije-me assim.
Ele não lhe deu tempo sequer para sorrir. A boca de Harry capturou a de Gina em um beijo duro e voraz. A moça não abriu a boca com rapidez suficiente para satisfazer a Harry, mas o grunhido surdo do homem a fez cooperar. A língua do homem penetrou na boca da jovem a tempo de degustar o suspiro de Gina.
A jovem não ouviu os gritos entusiastas dos homens ao presenciar semelhante desdobramento de paixão, mas Harry sim, e relutantemente afastou sua boca.
Gina parecia totalmente confusa. Harry estava arrogantemente satisfeito de que pudesse fazê-la esquecer todos os pensamentos até que se deu conta que estava abraçando-a. Ele não lembrava de tê-la retirado do lombo de Fogo Selvagem.
Os dois sorriram.
— Já me fez perder muito de meu valioso tempo.
Gina riu e, nesse momento, distraiu-a o ruído dos soldados que galopavam colina abaixo.
— Por que devo ter tantos soldados acompanhando-me?
—Eles também gostam de caçar —respondeu Harry. Ele a deixou deslizar até o chão, quando um soldado lhe alcançou a sela que havia pedido. A mulher sustentou as rédeas enquanto seu marido ajustava as correias sob a barriga da égua. Logo, subiu-a ao lombo de Fogo Selvagem.
— Tenha uma boa cavalgada, Gina —lhe disse.
— Não voltarei com as mãos vazias —afirmou a moça.
— Sei que não — respondeu Harry.
Gina não gostava nada de ter que ocultar a verdade desse modo, mas mesmo assim deixou que Harry acreditasse que ia caçar comida. “Além disso”, pensou, “uma vez que supere a impressão inicial, se acostumará. Será um bom pai.”
Quando chegaram à ponte levadiça, Gina dirigiu-se a Sirius.
— Para onde, Sirius? —gritou.
— Para o oeste, milady.
Quando Sirius a alcançou, Fogo Selvagem já ia a pleno galope. Fez gestos de que o seguisse, e descreveu um semicírculo, voltando por onde haviam vindo.
Sirius teve a cortesia de não mencionar o lamentável sentido da orientação da senhora, mas Bill, em troca, desfrutou fazendo-a notar.
Gina não se incomodou, pois estava muito contente com os dois homens. Afinal de contas, não haviam dito a Harry qual era seu verdadeiro destino, e por isso estava agradecida. Ela não se importava se o tinham feito de propósito, ou não.
Harry tentou se convencer de que não estava preocupado mas viu-se caminhando para lá e para cá diante da lareira quando passou a hora do jantar e sua esposa ainda não tinha chegado. Não, não estava preocupado: Sirius e Bill cuidariam dela. Em qualquer momento chegaria. “Quando o sol desapareça totalmente, então começarei a me preocupar”, disse-se por décima vez.
Aproveitou bem o tempo da separação. Assim que Gina partiu, pediu o cavalo e foi visitar o clã de Helena. Passou várias horas conversando com os primos que lembravam dela, e se inteirou de alguns fatos interessantes a respeito da mulher a quem o matrimônio com ele havia resultado tão desastroso que decidiu terminar com sua própria vida.
Logo que voltou, encontrou o padre Weasley e esteve um bom tempo com ele, escutando as opiniões do sacerdote. Era evidente que o ancião estava assombrado de que Harry falasse da falecida esposa. Desde o dia do enterro não havia mencionado jamais o nome de Helena. As perguntas do senhor o deixavam perplexo, mas soube que não devia insistir em averiguar o que era exatamente o que Harry queria saber. Perguntá-lo não estava entre suas atribuições.
Nesse momento, Harry andava a passos largos pelo grande salão, enquanto digeria a informação que acabava de receber.
Gina havia retornado nesse instante ao castelo, e estava de pé no topo dos degraus, esperando que Harry notasse sua presença. Estava a ponto de chamá-lo quando, de repente, o marido se voltou para ela.
O alívio de vê-la foi tão grande, que a olhou carrancudo.
A resposta de Gina foi um sorriso.
Harry reparou que a saia da esposa balançava, e logo viu a carinha suja que o espiava.
Bill e Sirius estavam a ambos os lados de Gina e contemplavam a criança.
Gina inspirou fundo e tomou a pequena mão de Hermione Kathleen .
— Vamos conhecer seu pai — sussurrou à menina.
Kathleen não quis. Era evidente que o tamanho de Harry a intimidava. Tinha os olhos castanhos dourados abertos e redondos como pratos.
— Ele a amará com todo o coração — prometeu Gina.
Sem dar tempo para a garotinha esboçar uma negativa, Gina agarrou sua mão e desceu com ela os degraus.
Harry não tinha idéia do que estava acontecendo. O anjinho descalço vestia o seu próprio manto, e isso indicava que pertencia a um Potter. O manto era muito grande para a menina e, mal-ajustado, envolvia-a e estava preso com um nó sob o queixo. Harry não se recordava de havê-la visto antes.
Era uma criatura adorável, com uma massa de cachos cor de mel, mais compridos de um lado da carinha que do outro.
— Quem é? —perguntou Harry.
— Sua filha.
— Minha o quê?
Gina ignorou a perplexidade de seu marido.
—Bom, na realidade, agora é nossa filha — explicou —. Hermione Kathleen , diga alô a seu papai.
A garotinha estava assustada e continuava encarando Harry enquanto brincava com uma mecha de cabelo do topo da cabeça, retorcendo-a num nó.
Gina se inclinou e murmurou algo à pequena. Tentava tranqüilizar à menina e ao mesmo tempo dar algum tempo para Harry se acostumar com a idéia.
Quando se levantou de novo, Gina soube pela expressão de Harry que ele necessitaria muito mais tempo para acostumar-se.
—É a filha de Helena —exclamou Bill, com a intenção de quebrar esse duelo de olhares.
—Agora é minha filha — Gina contradisse. Deixou que Kathleen se ocultasse outra vez atrás dela—. Harry, na realidade, é muito simples de entender. Quando se casou com Helena, você se transformou em pai de Kathleen . Você ia trazê-la para viver com você, não ia? E quando eu me casei com você —prosseguiu, antes que Harry pudesse lhe responder—, eu me tornei a nova mãe de Kathleen . Nós dois fomos negligentes em nossa responsabilidade para com essa criança, marido.
— Os Potter se encarregaram bem da filha de Helena —interveio Sirius.
— Sua avó morreu há três meses. Sabia que Kathleen foi entregue a uma parente longínqua que só queria o cereal que lhe enviava? Harry, dói-me admitir que a mulher seja inglesa. E sabe que, além disso, sua filha tem machucados nas costas e nas pernas? Se houvéssemos deixado-a sob semelhante cuidado, dentro de um mês teria morrido.
Harry não sabia. E estava furioso. Gina assentiu. Então, todos começaram a falar ao mesmo tempo. Harry permaneceu ali, com as mãos para trás, contemplando a criatura inocente que o fitava de trás das saias de Gina.
— Venha aqui, Kathleen — ordenou à menina.
A pequena negou com a cabeça, ao mesmo tempo em que tentava meter parte do vestido de Gina na boca.
Harry começou a gargalhar.
— Que Deus nos ampare; está com você a menos de um dia e já está adquirindo sua obstinação! — disse a Gina.
Pegou a criança no colo e segurou-a para que estivessem face a face.
— Harry, cuidado com as costas da menina. É muito frágil.
Harry sussurrou algo à menina, e sorriu ao ver que ela concordava.
— Pode fazer com que fale? Não me disse uma só palavra —murmurou Gina—. Acha que ela terá alguma dificuldade para falar?
— Pare de se preocupar — acalmou-a Harry—. Falará quando quiser. Não é, Kathleen ?
A menina assentiu outra vez.
— Estava vestida com as cores de Kevin —afirmou Bill—. Se ele pudesse ver quão sujo estava o vestido, estaria rolando na tumba.
— Quem trocou sua roupa? —perguntou Harry.
—Eu —respondeu Gina—. Foi quando vi os hematomas e soube que tinha que trazê-la aqui —adicionou.
—Não, esposa. Já tinha tomado a decisão quando lhe vestiu meu manto.
Esse homem era muito perspicaz para ela.
—Sim, Harry —admitiu.
—Mais ainda, sabia que a traria quando saiu daqui hoje —continuou—. Isso foi o que quis sugerir quando disse que não viria da caçada com as mãos vazias, não era?
Ele não parecia zangado, mas Gina ainda não estava segura do que ele estava pensando.
— Sim—respondeu—. Já tinha decidido.
Com suavidade, Harry colocou a garotinha sob o braço, como se fosse um saco de trigo.
— Não é assim que se segura um bebê —disse Gina—. Harry, ela só tem três verões.
Kathleen não parecia se incomodar, pois deixou escapar uma risadinha.
— O que aconteceu quando você viu as manchas roxas? —perguntou Harry a Gina.
— Fiquei... furiosa.
— Muito furiosa?
— Joguei o manto no chão — resmungou Gina —. Fiz isso de propósito, foi um insulto deliberado. E mesmo assim, contive-me. O que queria mesmo era deixar aquela mulher com uns lindos machucados, para lembrar-se de mim.
— Eu cuspi nela! —A afirmação proveio de Sirius—. Diante de testemunhas, Harry.
— Bem feito.
Ao ver que seu senhor aprovava o que tinha feito, a carranca de Sirius se suavizou.
— Isto significa guerra — recordou Harry.
— Duas guerras — interveio Bill —. Esqueceu da família de Helena; eles também estão envolvidos.
—Não — replicou Harry —. Não se importarão. Por que acha que Cho veio com Helena quando nos casamos? A família tinha maltratado as duas irmãs. E, é óbvio, o rei estava informado.
— E foi por isso que se casou com ela pouco depois da morte do primeiro marido? Para protegê-la? — perguntou Gina.
Harry concordou, e, quando por fim dirigiu o olhar a sua esposa, sorria.
— Obrigado.
— Pelo que me agradece, Harry?
— Por trazer nossa filha para casa.
A compaixão que Harry manifestava afligiu Gina. Seus olhos se encheram de lágrimas, e se Harry não tivesse fingido deixar Kathleen cair, teria explodido em soluços. Em vez disso, gritou.
Pai e filha riram. Harry segurou a menina nos braços e a ergueu outra vez ante seu rosto.
— Esposa, esta menina cheira tão mal quanto o padre Weasley. Dê-lhe um banho — ordenou—. Sirius, mande alguém para procurar por Viviana e Cho, pois elas quererão conhecer sua sobrinha.
—Então, você realmente reclama Kathleen como sua filha? — inquiriu Gina, ainda preocupada.
Harry a contemplou por um longo instante e logo respondeu:
— Como poderia não fazê-lo?
Gina estava muito emocionada para responder. Harry entregou-lhe a menina e Gina a apoiou no quadril.
No mesmo instante em que Gina se encaminhava para a banheira, que estava atrás do biombo, entraram Carlos e Elizabeth no salão. Kathleen se tornou tímida e escondeu a face no ombro de Gina. Elizabeth se ofereceu para ajudar no banho da pequena e Gina aceitou. Então, captou a afirmação de Carlos de que estavam fazendo acertos para esperar a visita do rei.
— Seu rei virá fazer-lhe uma visita? —perguntou-lhe a Harry, atônita.
Ante uma reação tão bizarra, Harry ergueu uma sobrancelha.
— Em efeito.
— Edgar?
— É o único rei escocês que temos —respondeu o homem.
— Quando chegará?
— Amanhã. Gina, por acaso esta novidade a desagrada? Parece inquieta.
— Ele é famoso por sua crueldade.
Todos os presentes no salão olharam-na, incrédulos.
— Edgar? —perguntou Harry—. Gina, ele é famoso por sua gentileza!
Ao ouvir que todos grunhiam em aprovação, Gina se sentiu mais tranqüila. Sorriu para Kathleen e disse:
— Não deveria ter dado crédito àquelas histórias. Se ele for tão bondoso como dizem, é impossível que tenha feito as coisas que me contaram.
— Que coisas? — perguntou Sirius.
— Conte-nos o pior —sugeriu Bill—. Então lhe diremos se é verdade ou não.
— Ouvi dizer que quando Edgar subiu ao trono, teve que derrubar outro rei e que... bom, cegou-o para que não lhe criasse mais problemas.
Ninguém disse nada, e se limitaram a olhar-se uns aos outros.
— Já sei —disse Gina precipitadamente—. Vocês todos acham uma vergonha eu ter acreditado nessas fofocas.
— Bem, Gina, garota, essa história é real — admitiu ao fim Bill, vendo que ninguém queria explicar. — Mas ele não matou seu predecessor, só o cegou.
—Sim, o homem ainda está vivo — completou Sirius.
Harry viu que seus homens tentavam apaziguar os medos de Gina, e compreendeu que eles, como ele, queriam proteger os sentimentos da senhora.
— Harry, como pode sorrir, diante de semelhante atrocidade cometida por seu rei?
— O rei da Inglaterra é muito mais desumano —afirmou Harry.
— Não deveria falar mal de Henry — censurou Gina.
— Gina, não é uma crítica, mas sim um elogio.
Pareceu falar sério, e Gina lhe dirigiu uma expressão que indicava às claras o que achava de tal elogio.
— Esposa, o que é o que a preocupa de verdade?
— E se ele não permitir que Kathleen fique conosco?
— Ele vai permitir.
— Tem certeza, Harry?
Harry assentiu.
— Você supõe que me ajoelharei perante ele?
— Se você quiser.
— Isso me fará ser desleal a Henry?
Harry lençou-lhe um sorriso gentil. Era evidente que sua mulher tinha lacunas em sua educação histórica.
— Duvido que isso a torne desleal, Gina. Edgar é o cunhado de Henry.
Gina se sentiu tão aliviada que deixou cair os ombros.
— Bom, por que não me disse isso antes? Preocupei-me como uma criança por essa questão de lealdade! E em vão, Harry. Poderia ter-me dito que Edgar e Henry eram bons amigos, marido.
Antes que o homem pudesse lhe dizer que era uma débil-mental, Gina levou Kathleen para trás do biombo.
— Por que a deixou pensar que Edgar e Henry são amigos? — perguntou Bill.
— Pela mesma razão pela qual você suavizou as respostas referentes a Edgar —respondeu Harry, secamente —. Nenhum de nós quer assutá-la. Queremos fazê-la feliz, não é verdade?
Bill riu.
—Sim, isso mesmo.
As risadas dos homens foram sufocadas pelo barulho que faziam Gina, Elizabeth, Viviana e Cho enquanto se alternavam no banho de Hermione Kathleen .
—É uma menina bonita — assinalou Elizabeth.
—Devemos dizer isso para ela — aconselhou Gina—. Freqüentemente, para que ela nunca sinta que não pertence à família.
Por fim, o banho terminou. Gina sentou a menina sobre o baú e cortou seu cabelo, emparelhando os dois lados.
Ante as mulheres, a pequena não manifestava a menor timidez, mas era óbvio que preferia os cuidados de Gina aos das outras. Uma vez vestida com uma camisola branca que Viviana havia arranjado, estendeu os bracinhos para que Gina a pegasse no colo.
Enquanto Kathleen jantava, Viviana foi acima com Cho para preparar um dormitório para a menina. Haviam decidido que Kathleen dormiria no quarto contíguo ao de Harry e Gina. Assim, se ela chorasse durante a noite, Gina a ouviria, certamente.
— Todas as mães têm o sono leve —afirmou. Sabemos por instinto quando nossas filhas precisam de nós. Elizabeth, você compreenderá o que digo depois que seu bebê nascer.
A voz de Gina revelava tanto entusiasmo que Elizabeth não teve coragem de fazê-la lembrar-se que fazia só metade de um dia que ela era mãe, e assentiu.
— Carlos está impaciente para que tirem os pontos de seu ferimento no peito —lembrou a Gina—. Está sentado à mesa, esperando por você.
— Sente-se ao lado dele — aconselhou Gina—. Se você estiver perto, ele não gritará tanto.
— Doerá muito?
— Não se preocupe — tranqüilizou-a Gina—. Não doerá. Mas mesmo assim, gritará pelo desconforto.
Elizabeth se apressou a fazer o que Gina sugeria. Harry acabava de acender o fogo na lareira. Estava de costas, mas uma vez que se levantou e notou-a, mal teve tempo de receber a filha que Gina lhe pôs entre os braços.
Harry não tinha idéia do que se esperava dele, mas queria agradar Gina. Contemplou Kathleen, segurando-a desajeitadamente.
—Não me teme, verdade, Kathleen? —perguntou-lhe em gaélico—. Agora sou seu papai.
A menina sacudiu a cabeça e sorriu.
Harry também.
Quis baixá-la, mas quando ele tentou, ela deixou claro que não estava disposta a deixá-lo. Agarrou-se à túnica de Harry e se apertou contra ele.
Em vez de insistir, Harry a encaixou sobre seus ombros, e a pequena adorou. Rompeu em risadas e chiados e sacudiu os dedos dos pés em óbvia amostra de deleite.
Gina quase deixou cair as coisas que tinha ido procurar quando contornou o biombo e viu o que Harry fazia.
— Não levante a menina assim! — exclamou— E, pelo amor de Deus, Harry, não encolha os ombros assim de novo! Vai fazer Hermione cair.
— Eu sou novo nisso, Gina — murmurou —. Ela é a primeira criança que seguro no colo. — Voltou a segurá-la nos braços, enquanto olhava carrancudo para sua esposa.
— Você vai se acostumar com ela — afirmou a mulher.
Harry teve que olhar com severidade para Sirius e Bill a fim de que deixassem de sorrir de maneira tão desrespeitosa.
Depois, levou Kathleen à cadeira de balanço, instalou-se ali com a menina no colo e lhe ordenou que dormisse. Em vez disso, Kathleen subiu pelo peito do pai: tinha tão pouca confiança na cadeira de balanço quanto Harry havia sentido antes, e foi necessário que a acalmasse para que se voltasse ao seu colo.
Gina havia dado as costas aos dois e estava dando a Carlos sua atenção integral. Harry tamborilou com os dedos sobre o braço da cadeira, perguntando-se o que, em nome de Deus, se esperava que ele fizesse agora. Chegou à conclusão de que bem poderia tentar contar uma história para dormir. Levou um minuto para escolher sua preferida e então ele relatou, com riqueza de detalhes, a crônica de uma de suas melhores batalhas.
Poucos instantes bastaram para que Kathleen fosse cativada. Outra vez tinha os olhos muito grandes e abertos, e estava atenta de cada palavra dele.
Bill e Sirius também se interessaram pela sangrenta história; aproximaram os bancos e alternavam-se nos grunhidos de aprovação durante o transcurso do relato.
Gina ouvia o suave ronronar do sotaque de Harry, mas sem prestar atenção ao que dizia. Nesse instante, Carlos se queixava porque ela ainda não lhe permitia tirar a tala do braço.
— Carlos, seus dedos se movem, mas isso não quer dizer que já esteja curado. Fique possivelmente um mês, ou mais, usando a tala, e isso é tudo. Elizabeth, o peito já cicatrizou muito bem, não?
— Realmente — respondeu Elizabeth —. Gina, ambos estamos muito gratos a você. Não é verdade, Carlos?
—Sim, claro — concordou Carlos.
Parecia que tal confissão era dolorosa para ele, e Gina conteve a risada, pois já sabia que as maneiras ásperas de Carlos escondiam um coração terno.
Gina sorriu para Elizabeth e correu para guardar os itens que havia utilizado. Já era hora de levar a Kathleen para cima. A menina devia estar exausta depois do longo dia.
Mas quando voltou à área comum e viu Harry com a pequena sobre o colo, não teve coragem de interrompê-los. “Senhor!”, pensou Gina, “eu também devo estar fatigada, pois ante esse quadro encantador meus olhos se enchem de lágrimas!”
Harry contava um conto para a menina dormir. “Não”, corrigiu-se Gina, “está contando uma história para Kathleen, Sirius, Bill e Carlos. Deus é testemunha de que os homens estão tão entusiasmados com a história como a menina de três anos!”
Amava Harry com todo o coração. Era um homem gentil e compassivo, e Gina sentiu vontade de rir. Mas Harry se ofenderia se acreditasse que sua esposa o considerava bondoso, e se perguntou como ele reagiria quando por fim Gina lhe confessasse seu amor.
Não importava se ele aceitasse ou não seu amor, ela pensou com um arrepio. Ela estava segura de que, a seu devido tempo, ele veria como era certo aquele amor. Com o estímulo certo, ele até poderia começar a amá-la também.
Como era possível que houvesse pensado que os escoceses eram inferiores? A lembrança desse pecado vergonhoso a fez sacudir a cabeça e aproximar-se para ouvir também o conto que mantinha a todos cativados.
Ao ver a expressão de Elizabeth, compreendeu que nem todos estavam cativados: a esposa de Carlos parecia realmente horrorizada.
Então, captou um dos comentários de Harry:
— Aquele golpe fantástico lhe decepou o braço...
— O que está contando à menina? —perguntou, quase aos gritos.
— Apenas uma história — respondeu Harry —. Por que?
— Que história específica? —perguntou Gina, correndo para arrebatar Hermione do colo de Harry.
— A batalha contra os da Nortúmbria —respondeu o homem.
— Em vívidos detalhes! — informou-lhe Elizabeth.
A irritação de Gina se esfumou ao ver que seu marido estava perplexo por sua reação.
—Harry, esse tipo de história provocará pesadelos neste bebê.
— Ela gostou —argüiu Harry—. Devolva-a para mim, Gina. Ainda falta contar o final.
— Sim, ele tem que terminar o conto — interveio Bill.
— Ela irá para a cama — disse Gina, rindo apesar de suas melhores intenções —. Não posso acreditar que tenha contado a uma doce criatura a história de uma batalha.
Não demorou a compreender que Harry e os soldados não podiam acreditar na reação negativa de Gina ao relato.
— Dê um beijo de boa noite em Kathleen — recomendou Gina, estendedo a menina e observando como ele beijava ternamente sua testa.
— Vá para a cama agora, Kathleen — murmurou Harry—. Amanhã terminarei de contar a história.
Quando colocou a menina no chão, ela correu para frente da lareira e se estendeu sobre a esteira de juncos.
— Será que ela pensa que vai dormir aí? —perguntou Harry. Gina foi procurar a Kathleen e a levantou antes de responder:
—Acredito que sim. Contudo, suponho que a avó deve ter sido muito boa com ela, pois a menina tem um caráter muito doce. Isso demonstra que ela não foi maltratada por muito tempo.
— Por que você concluiu isso? — perguntou Harry.
— Ouvi dizer que, quando se trata a uma criança com crueldade, sua mente se deforma, Harry. Por que me olha assim?—adicionou, em tom preocupado—. Parece... perplexo. Não é necessário que se preocupe com nossa Kathleen.
Harry forçou um sorriso.
— Jamais me preocupo —disse—. Você já faz isso por nós dois.
Gina não levou em conta esse comentário tão absurdo.
— Esta noite, poderíamos dormir no andar de cima, Harry? Quero estar perto de Kathleen, pois talvez ela precise de mim durante a noite.
Era ele quem a necessitava durante a noite. Essa idéia brotou de súbito na mente dele e o fez franzir o cenho. Diabos, supunha-se que ela deveria ter necessidade dele.
Olhou para a pequena Kathleen. A carinha da menina se apoiava no ombro de Gina. Estava com os olhos fechados e uma expressão quase deliciada; era evidente que gostava de ser abraçada por Gina.
Nas costas e as pernas da menina os hematomas se dissipariam, e Harry soube que Gina seria capaz de acalmar qualquer angustia que estivesse prejudicando a mente da pequena. Sim, ela faria Kathleen feliz... tão feliz quanto o mágico amor que ela irradiava o fazia.
Harry sabia que Gina o amava pelo modo como o olhava. Talvez ainda não quisesse admiti-lo, mas Harry estava seguro de que, com o tempo, e dando-lhe suficiente estímulo, sua esposa acabaria por aceitar seu destino. Harry o tinha aceitado. Sem dúvida, Deus devia ter mandado Gina ele mesmo, pois, se um ano atrás, alguém lhe houvesse dito que amaria uma mulher teimosa, de gênio ruim e inglesa, primeiro Harry haveria rido e logo teria esmagado o insolente que sugerisse semelhante idéia.
Teria que dizer a ela que a amava, pensou Harry, deixando de franzir o cenho. “Sim, esta noite o direi”, decidiu. “Em gaélico, só para contrariá-la”.
—Harry, esta noite terá que falar comigo outra vez? —perguntou Carlos, interrompendo os pensamentos de seu senhor.
—Não, Carlos. Leve Elizabeth para casa. Amanhã voltaremos a falar a respeito de nossos planos.
Antes de interrogar Harry, Bill esperou que Carlos saísse com Elizabeth pois, embora soubesse que a mulher não repetiria nada do que ouvisse, não queria Carlostiá-la.
— Quais são seus planos, Harry? Sabe quem tentou matar Gina?
— Não está nos incluindo na discussão? —perguntou Sirius.
— Sirius, pare de franzir a testa — disse Harry—. Ainda não tive tempo de incluí-los. Você conferiu os quartos de dormir, não, Bill?
O soldado fez que sim.
— E vigiei a porta. Viviana aguarda no quarto de Hermione, pois quer que Gina lhe dê permissão para dormir com a menina, se ela por acaso acorda durante a noite.
— Os soldados ainda montam guarda sob sua janela, milorde —afirmou Sirius.
— Ponha mais dois ao pé da escada, Sirius. Ninguém sobe por ela.
— Sabe quem é? —perguntou outra vez Bill.
— Tenho quase certeza que sim — respondeu Harry, com expressão sombria—. Amanhã colocaremos a armadilha. Estive olhando na direção errado e, se estiver certo agora, quando isto terminar, o padre Weasley terá que benzer a sepultura de Helena.
—Não entendo — murmurou Sirius.
—Se não me engano — repetiu Harry — Helena não se suicidou: foi assassinada.

Ele a vigia como a seu tesouro mais prezado. Que imbecil! Ele realmente acredita que poderá me deter?
Sou muito audaz para esse Potter. Chegou a hora de desafiá-lo mais uma vez. Amanhã matarei a cadela.
A criança ficará para depois... Só se pode gozar um prazer de cada vez.
Que Deus me dê forças para esconder minha alegria!


Na.: Isso ano muda nada, sao 21:34 quase amanha heheh!!

Meinas, nao adianta me elogiarem, chamarem de querida, fofa, linda...naooo!!! Eu tenho coraçao de pedra kkkk, nao caio nessas!!!

Revolucoes a parte, daqui a pocuo eu paro e nao posto mais...que que é isso mal posto um cap ja tao pedidno outro, a historia e boa assim???

(risos)


Bom, gente, esclarecendo algumas coisas:

No original o nome da filha da Helena era Mary Kathlen, o da Hermione era Mary....por isso ficou esse nome esquisito hehehe....


Bom tah ai, agora so quano eu quiser postar...me convensam

kisses


Tonks

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Lana Silva em 25/04/2012

Ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Harry então está próximo de saber quem quer matar Gina e que matou Helena *-* muiiito bom!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.