Maya estava contente por sua invasão em Azkaban. Seu primeiro palno havia sido maravilhoso. Os dementadores colaboraram e os deixaram "entrar".
Agora, havia outra parte do plano. A que seria mais difícil. Ou fácil. Mas primeiro, Maya tinha de ter a confiança dos antigos seguidores de seu pai.
Estavam reunidos na mansão de James, esperando Maya explicar o acontecido. Rocwood, um dos presos, estava impaciente de desconfiado. Ele não acreditava em Maya. Mas, queria ouvir o que ela tinha a dizer.
Maya chegou e se sentou na cabiceira da mesa grande de jantar, onde todos se encontravam. Imediatamente, todos ficaram em silêncio.
- Então, Maya - disse Goyle. - O que tem para nos dizer?
- Sei que a maioria de vocês não acredita em mim. Mas Lord Voldemort era o meu pai. - Anunciou Maya. Houve um murmúrio pela mesa. Maya estava ficando impaciente. - Fui criada na clandestinidade por uma Comensal, que morrera nas mãos de Aurores e por James, aqui.
- E quem era a sua mãe? - perguntou uma mulher de cabelos louros.
- Qual o seu nome? - perguntou Maya.
- Quase ninguém aqui me conhece. Sou Emily Marts Eu fui uma das Comensais presa na batalha em Hogwarts.
- Emily, não sei quem foi e quem era minha mãe...
- Ok - disse Goyle de forma brusca, interrompendo Maya, que lançou-le um olhar fulminante. - O que você fez para chamar todos nós? Ou melhor, o que você tem para nos oferecer?
Maya sorriu e sussurrou:
- Crucio - Goyle na mesma hora gritou de dor. Caiu da cadeira contorcendo-se.
Do mesmo jeito que a dor veio, cessara.
- Primeiro, Goyle, eu detesto ser interrompida. Segundo, o que eu tenho a ofrecer-lhes é vingança. Vingança. Matar aqueles que mataram nosso grande Lord das Trevas. Se você não acredita em mim, então por que sua Marca Negra ardeu quando eu os chamei? Quem mais teria esse poder? Só o Lord das Trevas. Mas ele está morto. E eu sou a última herdeira. Então, se não acredita em mim Goyle, pode ir, enquanto tem chance. Ou melhor, eu farei uma coisa melhor do que deixá-lo apenas ir. - Falou Maya. Ela estava com raiva. Como eles ousam duvidar dela? Como ele ousa falar aquilo? E daquele modo?
Todos ficaram em silêncio.
- Mileide - chamou hum homem de cabelo grisalhos. - Qual é o seu lano? Pois eu estarei com você.
- Seu nome - disse Maya.
- Emmett Dons.
- Simples. Enquanto eu me infiltro no Ministério da Magia, fingindo ser uma auror, darei ordens para vocês atacarem certos lugares.
- E como isso tem a ver com o plano? - perguntou Goyle, de má vontade.
- Maya os levará até onde acontecem os ataques e lá, nós os pegaremos - respondeu James, por Maya.
- Todos? - perguntou Emily.
- Todos... Menos um - respondeu Maya.
- Quem?
- Depois de termos acabado com todos os aurores, eu pegarei Alvo Severo Potter. E assim, conseguir pegar Harry Potter - respondeu Maya.
- Você já conseguiu entrar no Ministério? - perguntou Goyle. Ele estava começando a tirar Maya do sério.
- Eu estou começando a ficar com raiva de você, Goyle. E não me queria me ver com raiva... Só mais um pio e você dança. O que acham que eu sou? Não só consegui entrar no Ministério, como já consegui o cargo de auror, Goyle. Não sou imcompetente. Eu já falei, se você não acredita em mim, farei com que você acredite. - Disse Maya com fúria. A ira dela fez com que os presentes se retesassem.
- Vocês estão ou não estão comigo? - perguntou a garota. Todos se entreolharam e depois concordadram com a cabeça. Inclusive Goyle. - Ótimo. O plano começará amnhã. Quem diria, meu primeiro dia de trabalho como uma auror. Estejam prontos para as minahs ordens.
Todos concordadaram com a cabeça.
Mya ficou feliz em ver que conseguira fazer com que todos ali - os que se pronunciaram e os que não se pronunciaram -, concordadar, em trazer o poder que Voldemort tanto queria.