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29. Capítulo 29


Fic: Meu Marido Até a Poeira Abaixar ATT 12 02 2014


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 29
Ela se assustava quando ele a tocava, a respiração umas três vezes cessara com um repentino movimento dele. Tivera que se controlar para não pular de susto, e correr. Para longe.


Gina lançou um olhar a sua volta, especulativo - quase como se estivesse lendo a mente das pessoas -, enquanto os lábios de Malfoy se curvavam num sorriso ferino sobre seu pescoço, ele observava diretamente Vitória sobre os ombros da “esposa”; a loira estava novamente ansiosa, “provavelmente pensando onde Hermione enfiara Harry” a ruiva ponderou mais sórdida que divertida.

Ela achou que não havia tempo para ser divertida. Estava, afinal, brincando de marido e mulher apaixonados – ou algo perto do similar a isto... Porque não parecia estar dando certo, Hugo lhes espiava com despeito, mas Gina podia observar também descrença e ironia nos olhos dele. Como se ele desafiasse, como se não acreditasse que eram um casal feliz.

Por mais que isso fosse verdade, isto é, eles não serem um casal feliz – visto que eles sequer eram um casal... – aquele arzinho presumido de Hugo a irritou.
Eles podiam não ser um casal de verdade, mas Vitória e companhia limitada não sabiam disso – nem nunca saberiam a depender de Gina – E não era uma opção que seus ‘amigos’ a vissem como uma mulher casada, mas infeliz. Não! Ela tinha que ser a realizada profissional e afetivamente, aquela que era amada, não, aquela que era venerada pelo marido. E vendia felicidade.

Gina suspirou impaciente, ainda que sem vontade. Ciente de que a fase de convencer as pessoas não estava dando exatamente certo. A sensação de fraqueza tinha de sumir. Então estavam encenando, mas...
Não era suficiente.

Ela moveu ligeiramente a cabeça para o lado, Draco não se fez de rogado ao deslizar os lábios pelo espaço que Gina lhe concedera distraidamente. Mudaria de tática.
--

Hermione acordou de maneira preguiçosa de seu sono, deixou-se ficar encostada ao corpo de Harry. Tranqüilamente.
Em realidade, só se julgou realmente desperta ao ouvir duas palavrinhas pronunciadas por Harry ao seu ouvido:
-Precisamos conversar.
--

Gina virou o rosto bruscamente ao encontro do de Draco, a boca dele sendo forçada a afastar-se da pele dela. Os olhos dela faiscavam perigosos e, só por um segundo, o loiro achou que havia ultrapassado algum limite estipulado no trato que haviam feito...

Ela serpenteou as mãos para que envolvessem seu pescoço, sorrindo muito calidamente para ele, se inclinou ao seu encontro e, sem aviso, colou os lábios aos dele.

... Mas não havia limites.

Não era um beijo fogoso ou feito para retirar todo o ar que se tem nos pulmões... Era estudado, premeditado. Paciente e maquiavélico. A boca dela firmemente sobre a sua, movendo-se. Mas sem emoção.

Draco não gostou disso. Era perfeccionista demais para aceitar menos que um beijo excepcional. Não só para quem desfrutava, mas para quem assistia. E, nesse caso, principalmente para quem assistia.
Quando beijava uma mulher – ou lhe roubavam um beijo – fazia do beijo um ato sensual e repleto de promessas, as quais, quando possível, iria cumprir. Fazia com que quisessem e buscassem mais.

Ele não queria que Gina demonstrasse... Não, ele queria sim que ela demonstrasse prazer quando o beijasse e não esse beijo insosso que ela, possivelmente, se forçara a dar.
Sob o pensamento se afastou desgostoso, pousando seus olhos sobre os dela com atenção, estes ainda brilhavam perigosos. E Draco se pegou pensando que deveria transferir aquele ar dos olhos para os lábios dela.

Tomou sua boca como se fosse sua. Ela não se renderia sem lutar, se deu conta sob o protesto discreto dela, segurando com uma das mãos seu cabelo, puxando-o para trás.

-A aposta, querida – ele sussurrou em sua boca, brincando com o lábio inferior dela. – Me prometeu um bom desafio, Ginny - E sem cerimônia aprofundou o beijo.

--

Era suficiente para deixá-la em estado de alerta. Ainda assim, voltou-se para encontrar a face do amigo; Harry luzia normal: sereno, sorriso tranqüilo, ombros e maxilar relaxados - não parecia de forma nenhuma que procurava ter uma conversa “definitiva”. Isto aquietou um pouco a apreensão da morena.

Ela não estava nervosa com a perspectiva de ter aquela conversa, estava preocupada com o resultado desta. Sempre fora – ou considerava-se - uma pessoa sensata, mas depois de dois dias em companhia dos antigos colegas de universidade, já não tinha tanta certeza... Agira sem refletir tantas vezes que perdera a conta – pior: provavelmente não estivera raciocinando direito deste o momento em que forçara Harry a se apresentar com seu marido.

Então, só para estropiar tudo de vez, dormira com Harry. Seu melhor amigo Harry. Meu Deus! Passara mais de 20 anos de amizade na mais doce relação platônica – ignorância feliz e almejada - e, sabe-se lá por quê, estragara tudo em apenas dois dias.

Oh o “por que” é simples: foi estúpida. A morena redargüiu mentalmente, obrigando-se a não morder o lábio inferior.

A ansiedade, exaustão, raiva e confusão também foram peças-chave para o “desequilíbrio momentâneo”. Mas não se repetiria, ela podia até mesmo prometer para Harry se assim ele desejasse.
Também seria aconselhável que mantivessem uma distância razoável para que a amizade voltasse a ser como antes..., Hermione descartou a idéia imediatamente.
Nunca houve alguma reserva de nenhuma das partes quanto ao “tocar”. E seria ridículo depois do “tocar excessivamente” da noite anterior que houvesse abstinência. Era suficientemente adulta para julgar o que era conveniente ou não no que dizia respeito a gestos. Se estes eram ostensivos ou não, corretos ou não, platônicos ou não.

Só havia um problema: como poderia agir desta forma, fraternal, se naquele lugar pretendiam se passar como um casal apaixonado e em demasia expressivo?

A mulher fechou por um instante os olhos, abrindo-os devagar. Sentia tudo tão... errado. Pior: fora sua culpa. Tudo resultado da onda lacerante de autopreservação que a levara a mentir, que a levaria a se machucar. Conseqüentemente a lavaria ferir a Harry. E com todas as suas forças não queria isso. Sobretudo não poderia ficar “bem” – ainda mais depois de tudo que o forçara a fazer – se Harry se machucasse.

Ele estava ali, rindo-se. Achando tudo muito divertido, mas até quando? Será que não conseguia ver o que fizeram?

-O que está pensando? Um tostão por seus pensamentos – disse suavemente a ela.

A morena sorriu sem vontade. – Só queria saber o que quer conversar.

-Hum – ele assentiu. – Veja, parece-se que não está muito – Harry buscou palavras. – “a vontade” desde que acordou – “pensando demais”, ponderou ele. – Por sinal, ainda não esqueci que desceu sem mim para o café – ele ergueu uma sobrancelha e Hermione enrubesceu. – Eu queria dizer – Hermione quis o interromper, mas naquele momento o homem a tomou com o olhar; fixando seus olhos sobre os castanhos dela, e ela se viu presa ali. – Eu só queria que soubesse que não há razão para agir assim – ele deslizou levemente as costas dos dedos por sua bochecha, sorrindo um sorriso que ela não conhecia.

Ela teria dito “não sei do que você está falando”, mas até para si mesma parecia uma defesa infantil, além disso, os olhos dele a repreendiam de maneira condescendente.

-Depois do que aconteceu. Hermione-

-Eu sei – o interrompeu por fim, não queria ouvir o que estava por vir:

“Você está agindo como uma criança, querida. Nos conhecemos há muito tempo para que levar tão a sério. Só foi um passo que cedo ou tarde daríamos, não é mesmo? Você sabe disso tanto quando eu. Podia sentir. O que há de errado? Acha que eu mudaria contigo? Você sempre, preste atenção, sempre será minha melhor amiga. Vamos, Herms, diga-me o que há errado...”

E ela não podia responder. Porque ela não sabia. Só... devia ser errado. Não é?

-Quero dizer, eu estou tentando... – suspirou frustrada. – É difícil pra mim. Eu – ela falou baixinho. – Só não consigo me acostumar – fechou os olhos. – Acreditar – resfolegou. – Meu Deus, nós temos anos de convivência! Não... – “Não parece certo”, mas ela cortou a linha de pensamento, acrescentando: – Então, como se isso valesse nada, nós... nós... – ela mordeu o lábio inferior, erguendo os olhos para Harry.

-Fizemos amor? – ele indagou roucamente.

Hermione assentiu sem voz. – E você age como se realmente não fosse nada. Isso não pode ser bom, Harry.

Como se alheio à ansiedade que ela demonstrava, Harry riu. – É assim que você enxerga? Como se eu não me importasse? – e novamente o olhar desconhecido estava lá, sem esperar por uma resposta, ele perguntou outra vez: – O que realmente a preocupa?

Hermione obscureceu sob a mudança de assunto. E ela não queria pensar nisso.

Como poderia? Teria de reviver todos os fatos para enumerar as dezenas de coisas que a preocupavam. E, francamente, estremecia só de pensar em remexer nas memórias da noite anterior...

Ela ofegou ao encarar Harry, os olhos dele... havia algo diferente. Brilhantes demais, sábios demais, fitando-a com profundidade e provocação, mas seus lábios sorriam inocentemente.

Hermione franziu o cenho. - Qual o problema, Harry?

Ele sorriu mais, erguendo a sobrancelha. – Não há problema algum.

É claro que ela não acreditou naquilo. Tinha de haver um.

-Meu bem, eu só quero saber por que é difícil para você.

A mulher expirou. – Você não consegue ver? – indagou.

Harry tornou a fitá-la, mais seriamente dessa vez. – O quê? Que você está com medo? Ou que não está tão à vontade comigo.

-Isso não é verdade... Estou aqui, não é?

Ele se aproximou abruptamente e por instinto Hermione recuou. – Isso é suficiente para você? Hermione, eu farei o que você quiser. Respeitarei o que decidir. Mas eu não quero sua confiança pela metade.

Hermione expirou, por que ele não podia entender que em quem ela não confiava era em si mesma?

-Não quero nada pela metade. E tampouco ofereço. Não seja tolo, você tem toda minha confiança, sempre terá.

-Então o que há?

Seu olhar se afastou do dele, observando o chão enquanto seus lábios formavam uma linha. Segundos depois, ela ergueu a vista fitando-o tão profundamente que Harry pôde observar o quão confusa estava. - Eu não quero perder você.

-Carinho, isso não vai acontecer.

-E a culpa será toda minha – ela sussurrou asperamente, como se ignorasse que ele a arrastara novamente para seus braços, como se não ouvisse as palavras que ele murmurava em seu ouvido. – Toda minha se isso acontecer. Eu não devia tê-lo obrigado a fingir para os outros que era meu marido. Eu não devia sequer ter aceitado ir àquele reencontro!

Ela estava tão alheia, com seus olhos marejando enquanto dizia baixinho e rapidamente todas as coisas que estavam entaladas em sua garganta há tempo, que Harry tivera que lhe sacudir levemente, para que reagisse às suas palavras.

-Agora me escute – disse seriamente. – Quem desejou voltar a vê-los, continuar mentido só por um pouco de ‘sossego’? Eu. Fui eu – disse firmemente. - Então, querida, me recrimine. Me xingue, me bata se quiser, se a fizer se sentir melhor me enfeitice... Mas não se culpe, por favor, não o faça.

-Nós dormimos juntos! – guinchou, recusando-se a se livrar do fardo tão facilmente.

-É - ele retrucou apenas, calmamente.

E Hermione ficou desarmada. Sentindo-se vulnerável e machucada.
Por que ele parecia tão dono de si? Por que não estava em histeria? Ou em grave remorso? Por que agia como se não fosse nada demais?
Fora isso? Nada? Era por isso que ele estava tão tranqüilo? Não significou nada pra ele? Apenas uma escorregada? Era assim que ele via àquela noite?
Hermione se sentiu mal sob o pensamento.

-Não pode ser... – ela pausou, mas se forçou a repetir. – Não pode ser certo.

-Me pareceu certo – Harry comentou suavemente, a transportando para seu colo, sem obter resistência, de modo que ela ficasse de fronte para ele, suas mãos deslizam por seu cabelo, colocando algumas mexas atrás de suas orelhas. – Olhe pra mim, Hermione.

A morena suspirou fundo, e se concentrou para esconder tudo o que ele não precisava ver. Como por exemplo, o quando estava ofendida por Harry não levar a sério a noite que tiveram... Ela devia ter imaginado, é claro, que Harry sempre a veria como a amiga que pode às vezes ser sexy.
Então ergueu a vista e como suspeitara, Harry especulou seu olhar por um tempo que lhe pareceu absurdamente longo.

-Por que não é certo? – perguntou devagar, placidamente; como se falasse do tempo. E não do porquê a idéia de transar com ele era errado na concepção dela.

Como ela ia responder àquilo sem parecer tola? A amizade que detinham não excluía liberdades como sexo, na verdade, sempre indicara que seria um passo natural, em algum momento, daquela relação.
Todos os seus amigos, a exceção de Gina, pensavam que eles já dormiram ou ainda dormiam juntos, intercalando namoros e noivados como disfarce. Já haviam desistido de alegar inocência quando Ron colocavam o assunto na Berlinda, parecia muito natural para ele falar de como Harry e Hermione tinham um caso tórrido de sexo e paixão desde que ele próprio – Ron - e ela tinham parado de “tentar”...

E como ela poderia dizer que com ele era muito além do sexo?
Chocada por tal pensamento, Hermione tentou retificar: Harry não era como outros homens, os homens os quais ela buscava uma relação amorosa. A relação que detinha com Harry era completa sem a complicação do amor carnal... E certamente sexo estragaria tudo entre eles. Em algum momento. Por mais delic...

A morena mordeu o lábio inferior. – Não se pode ter tudo nada vida – disse cuidadosa. – E você é definitivamente meu melhor amigo. Não um amante de uma noite só. Uma noite de carência – pensando que poderia tê-lo ofendido ao justificar tudo como “carência”, acrescentou rapidamente:
-Eu quero dizer – mas Harry ria como se o que ela dissera o divertisse horrores, interrompendo-a.

Os olhos dele brilhavam do que ela pensou ser diversão quando ela o fitou seriamente, ela tinha sido muito sincera em cada palavra que havia dito, e não via graça alguma naquilo tudo.

-Mas é claro que eu não sou um amante de uma noite só, Herms – ele disse sorrindo, dessa vez, como em mofa. – Eu nunca aceitaria esse status.

--

Pois ela lhe mostraria o desafio. Gemendo a causa de um protesto fraco – como se não quisesse que as pessoas a sua volta ficassem constrangidas com o arroubo de paixão deles -, Gina envolveu suas mãos com mais força ao redor dele, uma em seu pescoço a outra entre seus cabelos. E devolveu o beijo tão duramente quanto pôde, um arrepio atingindo todo seu corpo.

A ruiva riu levemente ao sentir as mãos de Draco sobre as costas do seu joelho, agarrá-lo com firmeza, somente para puxá-la a tal ponto que Gina logo estivesse montada sobre ele.

Era irreal.
Mas ela estava aos beijos com Draco Malfoy a frente de várias pessoas. E se sentia impelida a beijá-los mais. E mais.
Não era o mundo bruxo afinal, onde tinham uma animosidade declarada. E só a imaginação de que alguém os visse juntos era atemorizante. No mundo trouxa, no entanto, era como se estivessem protegidos de qualquer “infâmia”. E isto, mais que qualquer coisa, a libertava.

Gina estava tão distraída que se queixou quando o “marido” cortou o beijo abruptamente, ele a fitou por um instante e, sem uma palavra, a retirou de seu colo com uma facilidade que a ruiva sentiu como se não pesasse mais que gramas, erguendo-se com ela.

Antes que – como disfarce - ela volta-se a se abalançar sobre ele, o homem agarrou sua mão e de uma maneira nada gentil a levou – arrastou - para dentro de casa.

Foi uma ida muito rápida ao quarto. A porta de entrada, as escadas, o pequeno corredor antes do quarto, como borrões na mente dela.

Então, quanto entraram no quarto, Gina atrás dele, Draco a empurrou para a porta, fechando-a com o impacto das costas da mulher batendo nela. Os lábios dele encontrando os dela no mesmo momento; e ela entreabriu os seus permitindo a invasão, tão confusa e excitada como o inferno.
--
(continua)
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Finalmente postando! xD
Desculpem os erros... Obrigada, obrigada, obrigada por todos os comentários – com as queixas e tudo! xD
Desculpem a demora, como eu já disse, eu estou muito, muito, muito atarefada.

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Comentários: 1

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Enviado por Isis Brito em 04/09/2011

E quem disse que só o Harry e a Mione deviam ter uma noite de puro "amor" pra descobrirem o amor?? 

*-*

Nota: 5

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