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17. Toca


Fic: Adoráveis Férias Infernais - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Esperei que minha avó me mandasse embora ou que fechasse a porta na minha cara, como se eu não fosse nada além do vento que tinha feito barulho, mas ela ficou quieta, me encarando. Seu rosto estava envelhecido; as rugas e os cabelos brancos deixavam seu rosto ainda mais agradável, como se algo assim ainda fosse possível. Não consegui decifrar a expressão dela. Estava sentindo as lágrimas voltarem aos meus olhos e o inchaço no meu peito ganhar espaço, mas não era por culpa da minha briga com Scorpius ou da minha confusão mental. De repente, senti uma saudade inquietante dos verões na Toca, da minha família.



- Rose? – ela perguntou, insegura, como se eu fosse uma visão. Uma de suas mãos estava agarrada à porta, segurando com força enquanto a outra se elevou e tocou meu ombro. Não, vó, eu não sou uma alucinação.



- Oi – eu disse com a voz embargada.



- O que está fazendo aqui? – ela perguntou e eu decifrei seu rosto quando uma lágrima fina desceu sua bochecha. Eu captava surpresa, emoção... Coisa que eu também sentia. Eu me sentia, principalmente, surpresa por ela não ter me expulsado por eu ter apoiado o casamento de minha mãe com o ‘inimigo’ e de estar morando com os dois. Eu esperei que minha avó não tivesse um ataque.



- Saudade – eu disse baixinho, sem me lembrar realmente que o me levara até ali fora insegurança, conselhos emocionais... E se eu dissesse isso num primeiro momento? Não estava preparada para contar que o que eu sentia não era apenas saudade de tudo como era antes.



Ficamos em silêncio depois disso. Um silêncio que durou tempo suficiente para que eu me sentisse desconfortável, porém os olhos azuis de Molly Weasley se estreitaram e ela me puxou em um abraço apertado. Um abraço de avó. Uma coisa que eu estava precisando; e eu me senti tão a vontade naquele calor de avó que comecei a chorar novamente. Eu já não esperava que ela me expulsasse. Meu nariz estava vermelho e as lágrimas ainda saltavam dos olhos quando ela me largou e me puxou pela mão até a cozinha.



As coisas não tinham mudado muito naqueles três anos. A casa continuava recheada de tons quentes, de móveis de madeira clara, mas assumira um ar ainda mais aconchegante. Ou era eu que estava afastada há muito tempo? A mesa da cozinha estava cheia, como sempre. Consegui contar nove pessoas ao redor da mesa e as oito cabeças se viraram para mim; sete cabeças me olhavam admiradas, e antes de ter minha visão coberta pelos cabelos esvoaçantes de Lily, eu consegui ver os olhos pesados de Roxanne girarem, contrariados.



- Rose! – Lily gritou e foi a primeira a se mexer, levantando da mesa e correndo para me abraçar. Lily estava acompanhada dos irmãos, Albus e James. Os três ladeados por Roxanne, Lucy, Louis e Dominique. Depois que Lily me soltou, vi meu avô se erguer e me abraçar com a mesma intensidade que minha avó havia me abraçado na porta. Eu ainda achava muito estranho que meu irmão e meu avô tivessem o mesmo nome. Me admirava minha mãe permitir algo assim, já que a idéia do nome fora de Draco.



Eu cumprimentei cada um dos outros ocupantes da mesa à medida que eles se levantavam. Não senti hesitação ali, não havia temor ou represália, até porque minha relação com meus primos não fora tão ruim durante o período em que fiquei em silêncio com os Weasley. Meu maior receio tinha sido refreado quando meus avós me abraçaram com uma intensidade que eu não esperava. Eu realmente tinha me arriscado vindo até a Toca, mas, agora, não consegui não pensar em por que não ter querido a tal colisão antes.



- Você está diferente – meu avô comentou quando, depois do almoço deles, nos reunimos na sala de estar. Ele, sentado em sua poltrona, observava todos os netos ao seu redor enquanto bebericava o café que Dominique e Lily ajudaram a avó a fazer. Preferi ficar ali, ouvindo enquanto meus primos conversavam, enquanto meu avô balançava a cabeça e me perguntava coisas.



- Tenho ouvido bastante essa frase – eu disse, sentada ao lado de Louis e Albus em um divã. Lily sorria na minha direção e eu tinha certeza de que ela deixara as esperanças de eu pedir para ficar na Toca, em alto nível.



- Tirando o nariz vermelho e o rosto inchado? – James brincou, passando por trás de mim e me dando um soco no braço. Eu sempre odiara quando ele fazia isso, mas não consegui me irritar com ele ao ver a expressão de satisfação que meus avós carregavam nos rostos. Oh, como eu sentira falta disso.



- Está mais magra – meu avô riu da brincadeira de James, mas continuou sua observação. Ele devia saber do meu irmão e eu morria de vontade de perguntar como ele se sentia com aquela homenagem errônea, mas fiquei quieta, olhando para meus pés. – Pode desfilar para a Dominique na França quando ela terminar as preparações do primeiro desfile.



- Primeiro desfile? – eu perguntei, erguendo meus olhos para Dominique.



Ela sorria, presunçosa, mas ainda assim cheia de humildade enquanto me contava que o desfile que aconteceria em setembro era resultado do curso de moda que ela fazia. Me lembrei que no ano anterior, tinha encontrado Dominique no Ministério e que ela estava justamente me procurando para me contar que estava se mudando para a casa dos avós maternos para se formar em moda, pois conseguira cursos e um trabalho com uma das maiores estilistas bruxas francesas.



- Se quiser desfilar comigo – ela sugeriu e eu vi que seus traços estavam diferentes; que o modo como ela se mexia e arrumava o cabelo loiro atrás das orelhas era diferente. Minha prima mudara, estava mais madura, mais adulta... Elegante. Eu gostava muito de Dominique e ela, eu e Lily éramos as pernas de um tripé que aos poucos se desfazia, enquanto cada uma de nós seguia seus rumos.



- Mesmo se eu quisesse, não poderia, estou esperando o resultado de um financiamento para minhas pesquisas com Hinkypunks no País de Gales – Informei, me sentindo altamente orgulhosa de mim mesma. O resultado do financiamento sairia no final de setembro.



- Ok, e eu estou me preparando para meu estágio em Munique – Lily interrompeu, se gabando do estágio que o pai conseguira. Lily estudava Relações Internacionais e não demoraria até que ela entrasse na carreira política e mudasse de país para trabalhar a diplomacia.



O tempo passou enquanto eu estava ali contando novidades sobre meus estudos, o final do meu namoro com Lucca Bones (que fora realmente uma pena para minha avó, ainda mais do que para mim), os assuntos que os outros traziam para o tópico... Até que Roxanne foi aquela que quis que as coisas ficassem estranhas. Ela tinha os olhos colados em mim o tempo todo e o queixo nas mãos. Parecia me analisar. Nunca gostara muito dela, mas como era minha prima, eu costumava relevar.



- E como está sua mãe?



A sala ganhou um silêncio constrangedor e vi os olhos de todos caírem para seus sapatos ou para qualquer coisa sem interesse no chão. Os meus e os dela continuaram em pé. Acho que ela esperava que eu ficasse constrangida, que pedisse desculpas e que fosse embora, mas eu fiquei onde estava, encarando-a enquanto respondia com a voz firme.



- Está bem, trabalhando bastante e cuidando do meu irmão – comecei e não encontrei nada na minha voz que dizia que eu estava confortável em compartilhar aquelas coisas. Na verdade, eu não queria falar da minha mãe, de Draco e muito menos de Scorpius na presença de todos eles, mas eu tinha que fazer aquela garota calar a boca. – Ela está feliz, também, e se é isso que você quer saber: não, ela não se tornou uma comensal da morte ou coagiu a mim para me tornar uma.



O silêncio ainda reinava no lugar, mas os olhos de todos haviam se erguido. Roxanne rolou os dela e voltou a me encarar. Lily, ao seu lado, cutucava suas costelas, mas ela não queria dar o assunto por encerrado. Senti o balão inchar no meu peito e senti que meus olhos explodiriam.



- O que eu quero saber é porque você veio até aqui?!



- Chega, Roxanne – meu avô mandou e sua voz ecoou no silêncio da sala larga. Meus olhos tocaram o chão quando ele falou com a voz firme. Era a autoridade nos chamando para a realidade e uma prima que eu não gostava me chamando para o dever.



Eu queria pedir desculpas, mas ao mesmo tempo não queria que ninguém trouxesse o assunto à tona; porque fazê-lo quando eu vira que as coisas não estavam tão estranhas? De repente, tive medo de que aquela conversa bonita e aqueles abraços se esvaíssem da minha memória e que a conversa que Roxanne queria me colocasse para fora; me forçasse a sair da casa deles, de novo. Consegui visualizar todas as cenas que aconteceram há três anos naquela mesma sala.



E eu tenho que ficar contra minha mãe?” era a única coisa que eu repetia, enquanto Lily e Dominique tentavam me acalmar. Meus avós estavam quietos no canto da sala sem olhar para mim, enquanto meu pai e meus tios tentavam me convencer que o que minha mãe fizera era errado.



Ela que se casar com Draco Malfoy, Rose!” Gina dizia com a voz elevada.



Eu não vou ficar contra minha mãe porque ela quer ser feliz! Grande coisa quem ela escolheu, eu quero que ela seja feliz, assim como quero que você seja feliz, pai! Acho que isso é só implicância porque ela largou você... Tenho vergonha de vocês, do preconceito de vocês!” eu gritava. Gritava com todos eles; minha avó se mexeu e parou ao lado do meu pai, de frente para mim.



Você tem vergonha de nós?” ela parecia não acreditar no que eu dizia.



Sim, tenho vergonha desse preconceito que vocês estão criando contra um cara que passou dezoito anos pagando pelo que fez. Sinto vergonha de vocês quererem que uma filha vire as costas para a mãe quando ela que apenas ser feliz. Minha mãe é adulta, ela sabe se cuidar e se esse homem machucá-la, de qualquer forma, ela vai saber se defender e fazer com que ele pague. Vocês deviam cuidar da vida de vocês, deixar que minha mãe cuide da dela e eu cuide da minha!



Eu continuei gritando até perceber que não tinha o porquê de gritar. Os olhos eram apavorados na minha direção... Meu peito estava inflado e eu queria chorar; chorar de raiva, chorar por impotência porque eu não queria escolher um lado, não queria ter que virar as costas para ninguém, mas eu me sentia coagida. Me sentia pressionada a escolher. Deixei todos ali, com os rostos manchados pela mágoa e pela surpresa.



Passaram alguns dias antes que eu visse qualquer um deles, de novo. Foi meu pai quem me procurou, pedindo que eu o desculpasse porque a conversa que ele queria ter comigo sobre a separação se transformou naquele julgamento medieval. Eu não chorei, não disse muita coisa e o desculpei. Eu não pedi desculpas, não pedira desculpas para nenhum deles... E agora eu me sentia mal, sentia meu estômago se apertando e minha cabeça doendo.



Eu vi que estava muito errada. E eu vinha percebendo que estava errada sobre a maioria das coisas nas quais eu acreditava. Meu mundo parecia vir desmoronando e eu precisava daquele desmoronamento para cair na real. Eu estava errada sobre Oxford, errada sobre Scorpius, errada sobre minha família, errada sobre mim mesma. Eu estava errada e estava na hora de eu tentar consertar. Meu rosto se ergueu e eu tinha uma única lágrima presa nos cílios.



- Eu queria pedir desculpas – comecei com a voz falhada.



- Querida, não... – minha avó tentou me parar, mas eu continuei.



- Não, vó, eu preciso disso. Eu errei com vocês, eu errei em ser tão extrema e não manter os dois lados da minha família perto de mim. – meus olhos corriam todos eles, mas eu parava nos meus avós, porque eu sentia que eu devia aquelas desculpas a eles. Principalmente a ela, pois fora com minha avó que eu gritara no meu último discurso. – Eu disse que tinha vergonha da minha família, eu disse que tinha vergonha de ser uma Weasley, mas estando com vocês aqui, depois de três anos, eu vejo que eu estava errada. Não há motivos para ter vergonha de ter o mesmo sangue que todos vocês. Escolher um lado foi bobagem, ninguém aqui estava tentando me fazer escolher, hoje eu vejo. Eu fui infantil e queria mesmo pedir desculpas.



Parei por um segundo e encarei o chão. Eu não falava apenas com eles, eu falava comigo mesma, revendo meus conceitos e tentando não pirar enquanto pedia desculpas. Eu não era boa com desculpas; tentava ser insensível na maior parte do tempo e naquele único mês, em que eu estava na casa da minha mãe, as coisas realmente estavam uma bagunça; eu já não conseguia ser indiferente.



- Se você não estivesse desculpada, antes mesmo de pedir desculpas, não estaria aqui dentro. Acho que você não precisa de resposta – a voz de Lucy era fininha e foi a primeira a falar depois do silêncio que eu deixei. Ergui os olhos para eles e aos poucos recebi sorriso que me confirmavam aquilo.



Me senti em casa. Me sentia a vontade para sorrir também e ver meu rosto corar quando minha avó veio em minha direção me dar mais um daqueles abraços que me faziam chorar. Porém, eu não chorei, não parecia ter mais lágrimas para o caso familiar. Depois que ela me largou, a única coisa que eu quis foi subir as escadas e me trancar no quarto com Lily para desabafar.



- Vou chamar seu pai, ele disse que vinha nos visitar hoje, mas não veio para o almoço, deve estar ocupado com a novidade – minha avó comentou.



Meus olhos se estreitaram e os olhos do meu avô se viraram para mim. Porque eles estavam cheios de dedos com aquela novidade? Porque não dizer de uma vez o que era? Minha avó foi até a lareira e meu avô voltou a me perguntar sobre o Ministério. Não consegui me concentrar totalmente na conversa com ele, porque aquele mistério todo estava me deixando irritada. Porque será que eu tinha certeza de que não era uma namorada e de que não se tratava de grande coisa?


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N/A: Oi gente, obrigada pelos comentários no capítulo anterior! Fico feliz que ninguém quis me matar por colocar uma briga de motivos duvidosos no meio do capítulo, aliás como estopim para muita coisa. Como disse o Felipe, e eu gostei, o ciúme é sempre desmedido..! Eu começo a ficar triste a partir desse capítulo, porque a fic começa a caminhar para um final. Sim, se tudo correr como o meu planejamento, ela termina no capítulo 25 (com um bônus como capítulo 26, se agradar a todo mundo).


Mas, comentando o capítulo, como eu faço sempre: eu não gostei muito desse. Parece que foi uma coisa escrita por outra pessoa e não por mim, não sei, tive essa sensação de que esse é diferente dos irmãos. Coisa de mãe maluca. Mas gostei de fazer a família se dar bem de novo; mostra o quão errada a Rose estava, coisa que ela vem descobrindo direto. É, talvez essa seja uma fic sobre encontrar a si mesmo.


Beijos, pessoal, até o próximo!

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Comentários: 6

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Enviado por AmandaMLira em 25/07/2011

Porque eu sempre começo a ler as fics quando elas estão no final? Rsrsrs

Descobri a fic por acaso, procurando na página inicial do FeB uma fic Rose/Scorpius legal pra me apegar! AMEEEEEEEEEEI! E amei ainda mais o Scorpius country version kkk

Posta logo o próximo capítulo! To anciosa *--*

Beijos

Nota: 5

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Enviado por Lara Weasley Malfoy em 25/07/2011

Posta o próx. capitulo logo por favorrrr !!

( faz com o bonus siiim )

Nota: 5

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Enviado por Felipe S. em 23/07/2011

Sra. Weasley! *___*

 

Sem comentários, eu amo essa personagem, ela exala amor, fala sério.

 

Fantástico o flashback. Fantástica a reação da família e mais fantástica ainda a Roxanne. Sempre tem o membro da família que não gostamos muito.

 

Agora, a surpresa de Ron fica no ar, dando a entender que será revelada no próximo capítulo. Outro ponto que achei interessante foi a postura de Ginny. Sério, ela sempre foi a melhor amiga de Mione. Esperava uma maior imparcialidade de Harry e Ginevra. Mas, sei lá, a história do divórcio de Hermione com Ron seria algo interessante de ser trabalhado, até porque isso deixa certa curiosidade, pelo menos para mim.

 

Fic tá muuuito boa, sem comentários. Sério, parabéns, mesmo! :)

Nota: 5

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Enviado por Jheni weasley em 22/07/2011

Que surpresa será que o Rony ta preparando para Rosa.

Que linda a família Weasley, todos unidos como sempre. Ta chegando já na reta final que pena, mas como vc sempre nos surpreende sem que será um final digno igual a autora ,espero que vc continue escrevendo historias maravilhosas como essa. Bjus

PS: posta logo..

Nota: 5

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Enviado por pokie. em 22/07/2011

Capítulo muito bom! Adorei o modo como os outros primos foram retratados nesse capítulo, a Lucy, Dominique, a Roxanne... Achei interessante o fato da Rose não se dar bem com ela, sério. Mostra que nenhuma família é perfeita, nem mesmo os Weasley. E eu gosto quando há essas desavenças, mostrando que, apesar de não ser perfeita, é uma família que só é completa com todo mundo ali. Igual a uma família comum. Agora... sobre o Ron... eu nao faço a mínima ideia do que é essa novidade, mas estou curiosa! HAHAHA E que bom que as coisas estão se resolvendo entre eles e a Rosie, agora só falta as coisas com Scorpius serem resolvidas. Ao mesmo tempo que quero pedir pra você postar logo, não quero que acabe logo a fic! Estou amando. Beijos! :*

Nota: 5

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Enviado por Marcela Prince Snape em 22/07/2011

Ai, o que Ronald Weasley está aprontando...

Adorei que ela resolveu suas desavenças com os Weasley.

A família mais legal do mundo bruxo.

E é lógico que vc vai colocar o bonus. Todos estão adorando!

Estou triste também pq  vc disse que está acabando. snif

Posta logo, estou ansiosa demais!

Beijos!

Nota: 5

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