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16. Ciúme


Fic: Adoráveis Férias Infernais - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os únicos sons que ecoavam pela casa eram o tilintar das colheres de pau nas panelas de aço inoxidável e os sons desafinados e estranhos que eu fazia sair do violão preto de Scorpius. Fazia uma hora que eu estava tendo aulas particulares do sofá da sala... Eu realmente não tinha talento, mas nem mesmo o meu dó menor mais parecido com o fá na sétima convencia o otimista Malfoy a desistir de tentar fazer com que eu aprendesse a tocar Stop the Bus[1]; uma das minhas preferidas de uma banda de ares sessentistas. Até mesmo Arthur, sentado no tapete brincando com carrinhos, torcia o nariz para os meus acordes.



- Não adianta, Scorpius – parei, já cansada, entregando o violão nas mãos dele. Meus dedos doíam pelo contato direto com as cordas metálicas. – Eu não tenho talento para isso, e acho que nenhum professor exigiria mais do que uma hora de treinamento de uma aluna novata por dia.



- Você desistiu muito rápido! Como você aprendia todos aqueles feitiços e poções complicadas na escola? Aquilo era dez vezes mais difícil do que tocar essa música no violão! – ele proferiu, tocando a música com uma agilidade invejada por mim. Parecia simples pelo movimento contínuo que ele fazia, mas eu não conseguiria aquilo em uma hora de treinamento!



- E você não estudava os feitiços porque se dedicava ao violão?



- Resposta sincera? – ele tentou.



- Não, seu pai está no cômodo ao lado – eu disse, sussurrando, e ele sorriu.



- A gente continua treinando de noite, Rosie?



- Não mesmo – teimei, me erguendo do sofá e rumando para a cozinha.



Deixei um Scorpius ainda sorrindo sentado no sofá com o violão no colo. A melodia havia mudado e ela também me era conhecida. Agora ele tocava para Arthur, que parecia mais feliz com a música e não com o meu barulho. Era impressionante a facilidade que Scorpius tinha para a música; as duas canções que ele tentara me ensinar haviam sido aprendidas naquela mesma manhã, no intervalo entre mais uma lamentação vinda de mim por eu não saber tocar e a resolução de que ele iria me ensinar. Não percebi que eu sorria.



Draco e minha mãe se ocupavam do almoço; eu nunca vira Draco cozinhando e nem imaginava que ele sabia cozinhar, por isso foi uma surpresa quando vi que ele se ocupara de preparar a maior parte do almoço, enquanto à minha mãe coube a preparação de uma salada de batatas. Apoiei os cotovelos no balcão alto e observei a cena durante alguns segundos sem que nenhum dos dois percebesse minha presença. Fazia algum tempo que eu não almoçava em paz.



- Desistiu do violão? – Draco perguntou. Quase ri quando ele se virou, percebendo antes de Hermione que eu os observava. Ele usava um avental que eu já vira Scorpius usando, mas Draco tinha um ar tão sofisticado para um avental tão simples. Ou até mesmo para a idéia de estar cozinhando. Acho que se ele pudesse, e minha mãe não fosse totalmente contra, ele teria elfos domésticos.



- Scorpius é um carrasco! – reclamei e Hermione riu.



- Você não tem paciência para coisas simples, Rose – ela disse, colocando um pano de prato sobre a salada pronta. – E a carta da Lily?



- Ela não disse nada com nada, você conhece a Lily – respondi, vendo todas aquelas palavras passarem novamente em frente aos meus olhos. Considerei se eu contava que meu pai tinha uma novidade misteriosa... Achei melhor não mencionar Ron quando a coisa andava tão bem na cozinha.



- E o seu pai? – ela perguntou, ignorando o cuidado que eu tive em não mencionar qualquer Weasley. Olhei diretamente para Draco e nada, absolutamente nada, dizia que ele se importava.



- Está bem - respondi e, como não havia sinal algum para o contrário, desatei o terço. – Lily disse que ele tem novidades. E segundo ela, são novidades que ela não poderia me contar, que preferia nem se meter. Eu sei como é ela, mas que novidade seria tão importante ou desimportante para ter que ser meu pai a me contar? E apenas ele?



- Talvez ele tenha arrumado uma namorada – ouvi a voz de Scorpius vir da sala. Olhei para trás e ele vinha caminhando, trazendo Arthur pela mão, que ainda caminhava um pouco inseguro, mas caminhava.



- Duvido – Eu ri. Não era do feitio dele guardar uma namorada em segredo, ainda mais quando minha mãe estava tão bem resolvida dentro de um relacionamento. Eu sei, infantilidade ou competição? Uma boa mistura dos dois. - É tão improvável quanto eu aprender a tocar aquele violão em apenas um dia!



- Quem sabe? – foi a única coisa que Draco disse. Ainda não havia nada na voz dele que dissesse que eu não deveria falar do meu pai, pelo contrário, ele parecia aliviado depois da idéia que Scorpius jogou no ar. Ele amava minha mãe, não devia ser fácil ter a sombra do marido que ainda gostava da ex-esposa por sobre aquele casamento.



Finalmente o assunto acabara e todos rumamos para a mesa. Era o meu tão esperado almoço tranqüilo novamente. Pude comer levando mais do que dois minutos e podendo levantar a cabeça sem ter medo de encontrar o rosto de Scorpius em direção ao meu. Eu até gostava disso. Minha mãe largou o garfo no prato e se virou para mim, de repente muito interessada em alguma coisa que passou em sua cabeça. Eu gelei, sabia o que era; algo que ela não havia me perguntado durante a manhã inteira e algo que eu temia lembrar, ainda mais agora que eu estava novamente de bem com Scorpius.



- Onde você esteve ontem? – a voz era inocente e a intenção dela também, mas na minha mente, de repente tingida de culpa, tudo parecia planejado, como se ela soubesse de tudo e estivesse querendo que eu mesma contasse para Scorpius.



- No lago.



- Sozinha?



- A princípio – hesitei e cutuquei minha salada de batatas.



- E depois?



- Encontrei o Michael, então...



- Quem é Michael? – ela perguntou; uma preocupação digna de uma mãe interessada na filha, mas aquilo era tão estranho. Eu tinha esquecido completamente onde eu estivera e o que eu fizera na tarde anterior... Isso ser o assunto era torturante, até porque eu ergui os olhos e encontrei os pesados olhos claros de Scorpius me olhando com curiosidade.



- Kingsley – ele disse, desviando os olhos rapidamente para Hermione. No momento em que me vi liberta dos olhos dele reforcei comigo mesma que eu não precisava travar aquela luta interna. Ninguém precisava saber sobre o beijo. - A família é dona de uma livraria no centro.



- Hum – ela se tranqüilizou, voltando a comer de sua salada, mas antes lançando um sorriso na minha direção que me desconcertou. Era o mesmo sorriso que lançara para Scorpius na noite do aniversário de Lisa.



Olhei dela para Scorpius, jurando que ele estaria com a mesma expressão surpresa que eu, mas os olhos dele eram como piscinas em pleno inverno: frios, aterradores e com um misto de emoções que eu não sabia identificar. Outra vez, eu me impressionava com a minha falha em interpretar os olhos dele. Sempre fora boa nisso... Ele parecia me desarmar e isso não era justo quando ele tinha em mãos suas defesas intactas.



- Rose – Draco chamou de repente, depois que um silêncio mortal tomou a mesa ovalada. Virei em sua direção, passando pelos olhos de Scorpius, que me permaneciam uma incógnita. - Ontem, no centro, encontramos os Johnson e Anna nos disse que precisa de ajuda na loja de roupas... Indiquei você, mas se você não quiser um trabalho leve de verão, eu cancelo com ela.



- Anna? – eu perguntei, associando o sobrenome à intragável Lisa. A chance de não serem parentes me parecia mínima. Fiquei tentada a aceitar o trabalho; dependendo do quanto Anna pagava eu poderia garantir, pelo menos, um mês de aluguel em Londres. Mesmo com tudo caminhando bem, eu ainda não me via trabalhando e aparatando para Oxford todos os dois.



- Mãe da Lisa – Draco respondeu. – Você a conheceu, não é?



- Sim, conheci – eu queria ter dito infelizmente, mas não seria educado, ainda mais se eu fosse trabalhar com a mãe dela. Me decidi em segundos, pensando somente em mim e no meu aluguel. – Eu aceito, obrigada.



Draco sorriu, satisfeito.



- E porque a Lisa não ajuda a mãe? – Hermione perguntou curiosa.



- Porque a Lisa é uma garota boba – Scorpius levantou a voz e eu olhei para ele novamente. E os olhos rondavam a mesa, correndo entre minha mãe e Draco, mas parando em mim por centésimos maiores de segundo. – Ela acha que a vida é feita de festas e viagens e que nada é maior do que a própria diversão.



- Uau – eu observei, levando os cotovelos à mesa e calçando meu queixo nas mãos. Aquele olhar enigmático e aquelas palavras aleatórias me deixaram nervosa. Eu esqueci que estava me sentindo culpada antes. Começara a sentir raiva por ter perdido minha capacidade de decifrar o olhar dele; ou por ele ter aquela defesa contra mim. – Parece que você perdeu algum tempo estudando a personalidade dela, Scorpius.



- Realmente – agora a voz dele era provocativa e pela primeira vez durante aquele domingo, eu me perguntei se ele tinha percebido alguma coisa em mim que indicava um contato maior com Michael... Ou se o próprio tinha dito algo. – De um modo muito mais puritano do que você deve ter feito quando analisou a personalidade do Michael ontem.



A voz dele continuou provocativa e toda aquela coisa ruim que eu sentia das palavras cuspidas dele e daquele olhar que eu conseguia decifrar me cegou. Quando eu percebi estava gritando e agarrando uma porção de salada de batata do meu prato e jogando na cara dele. Eu não queria acertá-lo com comida, era ser muito pastelão, mas não havia nada que eu pudesse jogar nele que não o machucasse, além da comida. Eu tinha essa noção, eu apenas queria fazê-lo parar de falar, e funcionou.



- Seu idiota, se não tem nada para dizer, fica quieto! – eu gritei a todo pulmões. Ele limpou o rosto da salada e me olhou com aquelas piscinas que se tornavam quentes aos poucos. Mas eram quentes de raiva, pois ele juntou um bom punhado de arroz de seu próprio prato e os jogou contra o meu rosto.



- Garota imbecil! – gritou de volta, se levantando da cadeira e me olhando com raiva nos olhos azuis. Me ergui também e como na minha primeira noite em Oxford, nós estávamos brigando ao redor da mesa. O arroz não me sujou, apenas se prendeu no meu cabelo. – Quando estiver com ciúme é só dizer e não agir como uma criança mimada!



- Ciúme?! – gritei, quase sem acreditar no que ele insinuava. O inchaço dentro de mim estava enorme e eu iria explodir a qualquer momento; eu tinha que sair dali ou choraria na frente de todos. Eu nunca choraria na frente de Scorpius. Ele mantinha os olhos em mim e de repente consegui identificar a raiva iminente ali. Tremi e baixei minha voz ao perceber que o que eu queria dizer não precisava de gritos. – Você ao menos sabe o que vem junto do ciúme? Não, Scorpius, você não deve saber ou então não falaria essas palavras carregadas do nojo com que você falou.



- E você sabe? – atirou contra mim, baixando a voz também.



De repente, já não gritávamos; parecíamos não conseguir.



- Sim, eu sei. – comecei, sentindo que as lágrimas explodiriam. Meus olhos estavam saindo de foco, inundados com elas. – E achei que você também sabia... Quer saber a verdade? Eu beijei o Michael. Mas não é ele que tem o dom de me fazer falar coisas que eu normalmente não diria.



Scorpius ficou em silêncio e olhou para baixo. Eu também desviei meus olhos, crente de que tinha enlouquecido ou que tinha sido dominada por outra criatura que me fez dizer aquilo. Eu tinha basicamente me declarado de um modo codificado..! A vergonha tomou conta de mim de repente. Vergonha por ter dito aquilo, vergonha por ter agredido Scorpius, vergonha por ter protagonizado uma cena tão horrorosa durante um almoço que eu quis que fosse tranqüilo.



- O que aconteceu aqui? – a voz de Hermione era carregada quando ela falou. Carregada com uma emoção que eu entendia como confusão, mas que eu poderia ter traduzido como decepção ou descrença. Me senti a pior pessoa do mundo depois das palavras dela e senti medo de encarar seu olhar.



- Desculpa – pedi, baixinho. Senti medo de encarar minha mãe e ela ter entendido o que se passava comigo. Eu não queria que ela visse as minhas dúvidas, os meus sentimentos. Não enquanto eu ainda não estava convicta de nada. Uma lágrima desceu pela minha bochecha e eu ergui meu rosto enquanto limpava. Encontrei os olhos de Scorpius em mim.



Piscinas quentes. O verão exposto nos olhos azuis profundos. Medo, agonia, loucura... Tudo ali. Eu conseguia ver, eu conseguia me espelhar naqueles olhos. Eu quis sair correndo, quis me esconder, mas a incredulidade de Hermione me prendia na mesa ovalada. Me prendia num lugar que começara a me apavorar. Scorpius entendeu. Não foi difícil. Eu quis estar em Londres, escondida entre estudos, apenas esperando o verão passar para eu me enterrar no trabalho.



- O que aconteceu? – ela repetiu e eu me atrevi a olhar para ela. Meus olhos estavam soltando algumas lágrimas que eu conseguia secar antes que qualquer um visse, porém, eu não conseguiria esconder aquilo da minha mãe. – Vocês estavam se dando tão bem pela manhã e de repente essa guerra?



- Você não tem mesmo idéia do que aconteceu aqui? – perguntei com ironia na voz. Eu não queria que ela tirasse conclusões precipitadas, como eu sabia que ela estava tirando. Mas perguntar duas vezes o que tinha acontecido? Droga, ela era minha mãe! Ela tinha que entender.



Ignorei qualquer coisa e corri para o meu quarto. Quando tranquei a porta atrás de mim, minha camiseta azul claro estava pintada de azul marinho, pois as lágrimas tinham caído sem tabu algum enquanto eu caminhava aquele curto percurso. Eu tinha verdadeiro pavor de chorar e odiava me sentir tão frágil quanto eu estava me sentindo. Era muito estranho para mim, ter a vaga dúvida de que estava me apaixonando. Eu tinha medo, fobia, pavor.



Precisava colocar essas coisas para fora e não podia fazer isso sozinha no meu quarto ou chamar Scorpius para uma conversa. Me joguei na cama com o rosto enterrado no travesseiro e apenas uma pessoa me passou pela cabeça, mesmo que essa pessoa fosse odiar cada pedaço da história que eu tinha para contar. Só conseguia pensar em Lily e na Toca, enquanto vestia meus jeans e trocava a camiseta úmida.



Me vi obrigada a enfrentar uma família que eu não via há três anos, para que eu pudesse tirar aquele peso de dentro de mim e carregar alguns conselhos da minha melhor amiga e prima maluca. Prendi os cabelos em um coque torto e puxei a bolsa enquanto saía em direção ao corredor. Esperei que Hermione me ouvisse, porque eu não queria olhar para ela ou para mais ninguém enquanto aquelas lágrimas não se extinguissem e a minha cabeça não parasse de latejar.



- Estou indo visitar a Lily, na toca – disse com a voz muito alta, pronta para aparatar, mas minha mãe apareceu no último degrau da escada e ela ainda tinha a preocupação e descrença no rosto. Mas, dessa vez pelo meu anúncio.



- Na Toca?



- Essa colisão tem que acontecer um dia.



Foi a última coisa que eu disse antes de girar os calcanhares e desaparecer do corredor. Eu não me sentia nem um pouco segura com o que eu estava fazendo e imaginei que minha mãe também não. E se, de repente, sua filha fosse ‘perdoada’ e pedisse para morar na Toca? Ela não queria me perder e eu deixaria essa dúvida no ar, porque tinha coisas maiores para resolver. Coisas que, exageradamente, envolviam a minha sanidade.



Desaparatei no pátio florido da casa dos meus avós. Não havia ninguém do lado de fora e, pelos meus cálculos, todos estariam lá dentro ainda almoçando. Meu estômago embrulhou, mas eu continuei meu caminho, passando pelas plantações que eu desgonomizava quando era criança. Caminhei até a porta, ainda com a nostalgia batendo forte e deixei que meus dedos tocassem a madeira rústic


Num primeiro momento, achei que a casa estivesse vazia porque demorou mais do que um minuto para que alguém a abrisse. Durante aquele minuto, eu pensei diversas vezes em desistir, em voltar para casa e encarar minha mãe e toda a verdade sem ao menos desabafar e tentar organizar as coisas comigo mesma; Mal eu tinha decidido que era isso que eu iria fazer quando a porta se abriu e eu vi a expressão surpresa da minha avó ao me ver parada ali.



 


 


 


 





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N/A: Olá gente! MUITO OBRIGADA pelos comentários. Me sinto nas nuvens quando vejo o aviso em amarelo preenchido no menu da FeB... Muito obrigada, mesmo! Fiquei triste escrevendo esse capítulo, a briga, as palavras e insinuações que parecem facas, mesmo que sem ponta nenhuma. Acho que vou deixar algumas pessoas tristes, mas as coisas têm uma hora para acontecer e essa não era a hora do acerto. Acho que existem algumas coisas que precisam ser arrumadas antes que as coisas aconteçam realmente. E eu dei spoiler, não dei produção? Kkk Até o próximo capítulo (que eu acho que vem no final da semana), gente, muito obrigada de novo e espero muitos comentários, como sempre! o/ beijos



 


 









[1] Grace Potter and the Nocturnals.

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Comentários: 6

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Enviado por Felipe S. em 21/07/2011

A fic chegou na parte que eu mais esperava: Os Weasley's!

 

Pontas soltas serão explicadas, como o segredo de Ron, a reação dos ruivos e a visão deles sobre a separação. A reação da Lily promete muito, pois a imagino como a "porra louca" da família. 

Achei a briga boa, embora exagerada, se bem que ciúmes sempre é desmedido. Fic pegando fogo. haha

 

Até o próximo capítulo! :)

Nota: 5

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Enviado por Shammy em 19/07/2011

Ola!!!

Nossa que briga!!!

Nunca pensei que ia dizer isso,mas a Hermione ficou tapada nessa briga?Nem percebeu o que estava acontecendo....kkkk

No aguardo ansiosa pela atualização!

 

Bjs ^^

Nota: 5

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Enviado por pokie. em 19/07/2011

Que briga teeeensa! Provovações, ciúmes e gritaria na frente do Draco e da Mione. E sempre num jantar. Tadinho do Arthur, tendo que presenciar essas coisas AHAUAHUAHAU  Adorei o capítulo, o começo foi tão fofo... Scorpius ensinando ela a tocar violão *o* Aí então o ciúme entrou em cena... e agora a Rosie está na Toca! O que será que vai rolar agora? Fico ansiosa e apreensiva, tomara que as coisas se resolvam. Tudo com muita paciência, assim como a minha espera para o próximo capítulo. Curiosíssima! A fic está cada vez melhor! Parabéns por estar entre as mais votadaaas! :D

Nota: 5

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Enviado por Marcela Prince Snape em 18/07/2011

Ai meu Deus!

Eu estou surtando. Estou adorando a fic e morrendo de curiosidade.

Posta logo!

Beijos!!

Nota: 5

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Enviado por MaryBo em 18/07/2011

GENTE, Adoráveis Férias Infernais está entre as mais votadas!

Quase pirei quando vi! Valeu povinho *-*

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Jheni weasley em 18/07/2011

Poxa coitado do Scorpius ,Rose ,oh vc decide o que vai fazer com ele o traz ele aqui, que a gente da um geito kkkkkkkkkkkk(brincadeira, que  nada ) Parabéns muito legal e enteresante ta ficando a fic.

Bjus. Até logo..

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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