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1. Como tudo começou


Fic: Reais Motivos


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- Sírius, desista.


                - Bella, você sabe que vai ceder um dia.


                - Quando eu tiver 200 anos, talvez.


                Sírius era uma figura, e de longe seu primo favorito. O garoto era mais novo, mas nunca se intimidava pela idade, vivia pedindo para sair com ela. Imagine, ela saindo com o Sírius. Ele nunca entendeu que para ela seria como sair com um irmão. Não, ela não tinha estômago para isso. Além do mais...


                - Hey, Sirius, acabou sua humilhação matinal?


                - Até parece que você teria mais sorte, James.


                Bella percebeu quando o Potter deu seu sorriso enigmático e a olhou. Maldito presunçoso. Sírius não conseguiria enxergar o que estava à sua frente nem se tivesse uma lupa, ele confiava demais em James e nela própria para sequer pensar que havia algo além. Mas havia, e James não se importava em agir como um pavão quando estava perto dela.


                Sim, James Potter tinha a mesma idade que Sírius, e para ela faltavam só alguns meses até seus NIEMs e o início de uma série de encontros arranjados por sua família com Lestrange. Bellatrix sabia seu destino, e aceitava que não havia escolha em sua posição. Mas havia James, o apanhador presunçoso da Grifinória .


                Bella observou os dois irem para longe da biblioteca, os dois eram unha e carne, e ainda assim Sírius não fazia idéia de quem era James Potter. Isso a intrigava. Era o charme dele, saber convencer as pessoas sobre quem ele era. Todos achavam que James era só o apanhador arrogante cercado de amigos e que adorava aprontar. Ah, James adorava aprontar, mas não do jeito que pintavam. As brincadeiras infantis eram obra do primo, as brincadeiras de James eram de outro nível.


                Tudo começou sem aviso. Bellatrix estava próxima à Floresta proibida, todos os alunos tinham ido a Hogsmeade, mas ela gostava de ter o castelo só para si mesma, além disso, todos os professores estavam preocupados com a visita ao vilarejo bruxo, ninguém se importava com o que ela faria. Naquele dia em especial ela decidiu vagar na orla da Floresta. Bellatrix era fascinada pelo mistério, por qualquer mistério de fato.


Ela caminhava sem rumo, apenas tentando ver por entre as árvores um lampejo do que poderia haver de tão interessante ali. Foi quando ela escutou os passos de outra pessoa. Seu primeiro pensamento foi que o zelador estava por perto, imediatamente ela cruzou o limite e se escondeu entre as árvores. Em silêncio ela esperou que alguém passasse por ali. Mas ela não podia ver nada, nada parecia anormal.


Então ela sentiu uma mão sobre sua boca, contendo o grito, ela procurou pela varinha, mas mãos ágeis já haviam tomado sua proteção. Ela tentou ver quem era, mas o corpo de seu algoz não permitia qualquer movimento, ela estava prensada contra a árvore, e podia sentir a respiração quente em seu pescoço. Sem poder se mexer, sem poder falar, sem poder ver, ela nunca se sentiu tão exposta indefesa. Culpava-se por ter baixado a guarda, e admirava-se por alguém tê-la enganado dessa forma.


Fora um movimento, um único movimento e ele virou seu corpo contra o dele, sua mão deslizou de sua boca para seus olhos, e antes que pudesse gritar por ajuda, a boca dele abafou qualquer som. Seu primeiro pensamento fora Lúcius, ele já tentara encurralá-la antes, mas nunca tivera essa capacidade de se ocultar. O segundo fora Sírius, mas não importava a fama de pegador dele, o priminho nunca teria tanta coragem para tomá-la sem aviso.


Conforme o beijo avançava as perguntas foram sumindo de sua cabeça. A boca dele era ávida, quente, saborosa. Ele sabia como fazer seu corpo arrepiar a cada movimento de sua língua, ela jamais havia sido beijada assim antes. Bella não se deu conta de quanto suas mãos ficaram livre, apenas de que foram direto para as costas dele, pressionando-o contra si. A mão dele descera de seus olhos para a sua nuca, com carícias que a deixavam vibrando de desejo, mas ela não pensara em abrir os olhos. Era o mistério, era o prazer.


Quando finalmente abriu os olhos, os dois já estavam no chão, seus cabelos repletos de folhas, suas vestes sujas de terra, ele pressionava seu corpo contra o dela e uma de suas mãos já se aventurava por baixo de sua blusa, tocando-a como se tivesse direito a aquilo. A boca dele deliciava-se com sua orelha, seu pescoço, e os espasmos de prazer pareciam incapazes de ser contidos. Ela ouvia os gemidos abafados, e mal percebia que vinham de sua boca. A sua respiração estava irregular, faltava-lhe o ar, mas não faltava desejo por mais.


Ela finalmente o viu. O cabelo preto bagunçado, os olhos castanhos lhe encarando, os lábios vermelhos pelo atrito com os dela. Como um garoto com aquele podia deixá-la naquela posição, naquela situação. Havia espanto em seu próprio rosto, mas apenas satisfação no dele. Ele ainda a provocou, sua mão desceu por sobre a saia, encontrando sua coxa, e então subindo pela pele sem parar de fitá-la. Quando a mão dele atingiu perigosamente o limite de sua calcinha ela deixou um gemido escapar-lhe e ele riu.


- Me deixe ir. – sua voz parecia a de uma garotinha assustada, ela odiou no minuto que pronunciou as palavras.


- É o que você quer? – o tom convencido  a irritava tanto quanto a excitava.


James avançou a mão e ela tremeu sob ele. Naquele momento ele não tinha mais dúvidas que a sonserina era sua. Bella nunca mais seria de outro.


Desde então James e Bellatrix se encontravam às escondidas, quase toda à noite eles se encontravam em algum lugar da escola, eles revisitavam a Floresta, ou descobriam estrelas na torre de astronomia, ou utilizavam a masmorra como templo. As noites com ames eram algo que ela jamais ousara experimentar. Quando mais perto dos NIEMs ela ficava, mais ela pensava em desafiar a própria família.


Mas seu pequeno romance terminara como começara, pelas mãos de James. Naquele mesmo dia, em que vira James e Sírius saírem da biblioteca juntos, Bella teve o desprazer de ver seu mundo ruir. James não era santo, muito longe disso, era provavelmente o seu jeito controlador que a atraía tanto, mas ela não esperava que ele tivesse algo sério. Ela sequer desconfiava que pudesse haver outra garota na vida dele que ele quisesse mais que ela. Pensamento infantil, talvez, mas era como ele a fazia sentir.


Bella se dirigira ao encontro deles, excitada como sempre, ansiando cada toque que compartilhariam. Mas James estava adiantado, pior, estava acompanhado. Exatamente no local em que marcara com ela, lá estava ele, despido sobre a mesa, em seus braços uma ruiva que ela odiaria pelo resto da vida. Bellatrix ficara ali, em frente à porta da sala, espiando pela fresta como uma intrusa, enquanto os dois gemiam. Ela simplesmente não conseguia fazer suas pernas se moverem para longe.  E por sua curiosidade e falta de ação, ela ouviu ele dizer as palavras, que jamais ousara dizer a ela.


- Eu te amo, Lilly.


Bella jamais esqueceu a cena, jamais esqueceu o som daquelas palavras que, intimamente, ela ansiara ouvir sem jamais revelar. Ela jamais esqueceu o rosto dele, com os cabelos úmidos de suor, erguendo-se em direção a ela. Ele a viu, ele viu sua amante observando-os pela fresta da porta, ele viu seu rosto de espanto, e tudo o que ele fez foi sorrir. Ela nunca esqueceu aquele sorriso sádico, ou aquele momento em que as primeiras e últimas lágrimas verdadeiras de sua vida caíram pelos seus olhos.


E então ela o odiou. Ela a odiou. Ela jurou vingança pela humilhação, pela dor, pela forma como fora usada e jogada fora. Ela odiou a si mesma, mas ela o odiava mais. Ela queria fazê-lo sofrer. Ela iria fazê-lo sofrer. Enquanto Sirius brigava com ela pela mudança de atitude, enquanto ele defendia o melhor amigo com unhas e dentes ela ria. Bellatrix ria da ingenuidade do primo, da mentira que todos enxergavam.


Ela jamais confessaria o que ele fez, era humilhação suficiente que ela soubesse disso. Não, ninguém jamais entendeu o ódio que corria em suas veias. Sua total devoção a Voldemort. Não era a Voldemort que ela era devotada, era à sua vingança, ao seu ódio. Era ao desejo de fazê-lo sofrer, e ela sempre fazia questão que ele soubesse que era ela a responsável. Não importasse quem estava no caminho.


Então ele nasceu. O filho deles. Eles não tinham direito. Ele não tinha o direito. Aquele garoto era o símbolo da traição de James, era o símbolo da sua humilhação, era a lembrança de tudo o que acontecera na única vez em que ela amou alguém.Era tudo oq eu ela não podia suportar! James e Lilly encontraram a morte, mas já não era o suficiente... Harry Potter tinha que morrer. Era sua última chance de enterrar aquele sentimento. Enquanto ele vivesse, ela não teria paz. E ela faria qualquer coisa para ter paz.

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