
(OBS.: As fanarts não são minhas, e não tem nada a ver com a história. Coloco-as para dar mais tezão à fic, e pq eu as amo! auhauhauh! pq eu nunca colocaria a pobre Mione apanhando. ehehehe)
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Capítulo dois- Saboreando...
Puxou-a de encontro ao seu corpo. Beijou-a.
Ela tinha a saliva pura como água doce de uma nascente.
Sorveu.
Ela era tão delicada.
Moldou o corpo dela ao seu.
Fez com que ela sentisse sua masculinidade pulsante.
Ela estava entregue.
Só queria ser possuída.
Um gemido sôfrego escapou de seus lábios.
Severus ouviu-a. O gemido de satisfação da garota despertou o animal em seu peito.
Ele agarrou-a pelas nádegas e levantou-a.
Carregou-a até sua mesa.
Deitou-a lá.
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Ela levantou levemente a cabeça para observa-lo.
Ele estava tentando lutar contra seu ímpeto.
Estava indeciso.
Ela era virgem.
Ele não queria tirar sua ‘pureza’ (bem, na verdade queria, mas não devia!)
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Hermione observou o rosto indeciso do professor.
Ele parecia indeciso.
Mas logo notou nos olhos negros um brilho intenso como chamas negras.
Era óbvio que o professor pensara em algo. Agora ele parecia determinado...
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Parecia um erro tirar a virgindade de uma aluna...
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Mas não havia mal em apenas prova-la. – Pensou ele malevolamente.
Afastou-lhe a calcinha, e colocou as pernas dela em cima de seus ombros.
Ela tinha a bucetinha rosada. Cheia de dobrinhas.
Já havia muitos pelos.
Ele notou que ela já se depilava na virilha.
Sugou-a deleitando-se.
Sugou. – Ela gemeu.
Sugou. – Ela resfolegou.
Sugou. – Ela tocou-lhe a cabeça.
Sugou. – Ela apertou sua cabeça contra a intimidade dela.
Ele estava sentindo os lábios dormentes.
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Ele libertou a ereção.
Segurando-a nas mão, começou um movimento cadenciado para se auto satisfazer.
Com sua mão ele tentava saciar a vontade de estoca-la.
Não podia.
ALUNA! – Sua cabeça gritava. - ALUNA VIRGEM
Não havia gentileza nem satisfação nos golpes rápidos de sua mão.
Mas ele necessitava saciar o desejo escuso de seu corpo.
Ele a chupava e se masturbava.
Os únicos barulhos na sala de aula eram o de sua mão agressivamente se tocando, e o barulho molhado de sua boca sugando-a.
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De repente ela levantou a cabeça.
Forçou o corpo para sentar na mesa.
Ele empurrou-lhe pela barriga para que ela permanecesse deitada.
Se ela sentasse ele não conseguiria mais chupa-la.
Ela apoiou-se nos cotovelos e forçou para sentar.
Conseguiu.
Ele afastou o rosto.
Ainda se masturbava.
Estava indignado, mas ao mesmo tempo com medo.
Será que ela contaria para alguém sobre o que estava acontecendo?
Será que ela finalmente notara que ele estava abusando dela?
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Ele não percebia ainda que ela também queria-o.
Sentia-se culpado por ter cedido aos instintos.
Ela pulou da mesa e ajoelhou-se à sua frente.
Ele paspalhamente ainda não havia entendido o que a garota pretendia.
Ela olhou a ereção de seu professor.
Ele à segurava. Ela estava excitada. Sentiu a boca encher de água em antecipação.
Ele viu os lábios rosados separarem-se.
Ela tocou os lábios na glande.
DEUS! Os lábios úmidos e geladinhos contrastando com a respiração quente quase o fez gozar!!!
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E ela ainda não havia nem se quer chupado-o ainda.
Ela provou receosa.
Gostou.
Era saboroso.
Explorou o formato em sua boca.
A diferença entre a textura da ponta do pênis, para a textura do comprimento.
Ferro aveludado em sua boca.
Quente.
Uma pequena fenda que esporadicamente liberava pequenas quantidades de uma substancia levemente salgada.
Abocanhou com vontade agora. Snape, desavisado jogou a cabeça para traz e grunhiu.
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Ela observou o professor.
Sentiu-se poderosa.
Ela podia ver o queixo dele apontado para cima, e o pomo de adão subindo e descendo por estar engolindo em seco.
Estava maravilhada.
Ele extasiado. Os quadris do professor movimentaram-se de encontro à boca dela, silenciosamente pedindo mais.
Quando os músculos faciais dela começaram a doer em protesto, ela segurou-o e olhou para cima.
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Estava ficando maluco. Mas não podia mais suportar.
A menina era uma sedutora.
Olhava-o de baixo com a carinha mais angelical do mundo.
Quem à visse daquele jeito, nunca suspeitaria que ela havia acabado de chupa-lo tão intensamente.
- Merlin...quem é você? – Snape perguntou. Seu coração estava indeciso de continuar.
Ele lembrava-se da moça xingando-o de babaca durante o período da manhã, e jogando o caldeirão no chão.
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Agora ela ainda tinha o rosto manchado de lágrimas, mas um sorriso angelical.
Ele ficaria doido. E o nome da provocadora de sua loucura chamava-se Hermione Granger!
A contradição em pessoa.
Ela ainda estava ajoelhada à sua frente. Ele olhava a própria ereção. Tão próxima da boca da menina.
Ela não precisava chupa-lo para que ele sentisse o ímpeto de gozar.
Ela queria que ele a tomasse.
Queria dar à ele o que nunca fora de ninguém.
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Sentiu que ele acariciava seus cabelos.
Ela levantou-se lentamente.
-O que quer? – Ele perguntou cheio de uma dor.
-Quero ser sua. – Ela respondeu prontamente.
-Você é minha aluna. – Ele disse. Não conseguia descolar os olhos da boquinha rosada pequena e carnuda.
-Outra vez nãooo – Ele lamentou ao ver os olhos da menina encherem-se de água.
Tocou-a no rosto, beijou-a.
Não queria.
Não queria.
Não queria!!!!!!
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Mas o sal das lágrimas dela era afrodisíaco para ele.
Sem explicação prévia para seus sentimentos ele puxou-a contra seu corpo.
Ela resfolegou.
-Quero ser sua. – ela disse baixinho.
Ele sentiu um salto no coração.
Ela que estava pedindo.
Ela o queria.
DELICIOSA
Ele abaixou e a pegou.
Levando-a pelos quadris e sentou-a Sobe a mesa.
Tomou distancia e a observou.
Ela estava sentada. Descomposta. Apenas um dos pés do sapatinho tipo ‘alice’, que pertencia ao conjunto de uniforme da escola, estava pendurado em um dos pequenos pés. As duas meias colegial levantadas até os joelhos, o cabelo desarrumado, e o sobre-tudo caindo dos ombros.
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Ele passou uma mão descrente sobre o rosto.
NÃO PODIA!
Hermione sabia o que estava passando na cabeça de seu professor.
Daquela forma ele resistiria e não completaria o que ela pretendia.
O que ela desejava do fundo de sua alma.
Queria te-lo.
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Então, suprimindo toda vergonha, ela abaixou o rosto levemente, e esboçou um sorriso aprovador.
Apoiou-se na mesa.
Levantou os dois pés à borda da mesa.
Deitou-se, e virou a cabeça para o lado para observar a reação de seu professor.
Ele olhou-a perplexo.
Não havia duvidas que ela estava desajeitadamente oferecendo-se à ele.
Ela colocara-se numa posição parecida à que mulheres tem de fazer para exames ginecológicos..
Ele não deveria aproximar-se.
Mas aproximou-se.
As coxas tenras.
Ele tocou-a dos lados do quadris, observando a reação.
Ela fechou os olhos ao toque.
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DANE-SE! – Ele pensou.
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