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4. Limite.


Fic: A era da serpente.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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                         -Há quanto tempo isso  vem acontecendo?-perguntou novamente, porém a irritação já estava transbordando de seu corpo.


       -Eu já disse Malfoy, foi a primeira vez. –mentiu Hermione novamente.


       -Por quê está mentindo, Granger?Eu não entendo, Scabior está morto.-fez uma pausa. –Eu não vou perguntar novamente.


       Os dois se entreolharam. Hermione soltou um suspiro , ele vencera.


       -Eu não me lembro. –ela disse magoada. –Há muito, muito tempo.- o estômago da garota revirou. Draco fechou os punhos.


       -Maldito.-rosnou.


       -Você me ajudou. –ela pensou em várias maneiras de lhe agradecer, mas nenhuma lhe parecia correta, umas pareciam muito simples e outras pareciam demais para um maldito Malfoy. “Você me ajudou” significava “Obrigada”. Os dois sabiam disso.


       -Não pense que...


       -Não estou pensando em nada, Malfoy. Mas tenho que admitir que saber que nunca mais vou ver aquele monstro é reconfortante. O que você disse ao Lord das Trevas?- ela perguntou ironicamente. –Que desculpa você inventou?


       -Não é da sua conta, sangue-ruim. –esbravejou. Draco virou-se para sair.


       -Por quê você apareceu na minha cela aquela noite?- Ela estava esperando pela oportunidade de lhe perguntar.


       Draco empalideceu mais do que o normal. Ele a fitou furiosamente.


       -Eu apareci aquela noite Granger...-Malfoy se aproximou retirando a varinha de suas vestes – para lhe matar.


       A garota  estremeceu, sentira um nó formando-se na garganta, estava surpresa e...decepcionada.


       Ela abaixou o rosto, o que estava esperando? Pensou tolamente. Ele era um comensal, um Malfoy, mas por um breve momento pensou que ainda havia um pouco de humanidade nele.


       -Faça então. –Hermione se levantou dando um passo á frente.


       Draco sorriu.


       -Ou você é muito burra.- outro passo á frente.- Ou muito corajosa. –Apertou a varinha no pescoço da bruxa. Por um momento os os dois sentiram correntes elétricas passando por seus corpos, Draco piscou atordoado,  o que estava acontecendo com ele? Não tinha intenção de matá-la, então por que continuava?


       O rapaz se sentiu enjoado, abaixou a varinha e se afastou de uma Hermione confusa.


       -Não, Draco! –Malfoy estremeceu com seu nome pronunciado por ela . –Faça Draco!- a bruxa gostou de chamá-lo pelo primeiro nome. -Você quer fazer isso. –Ela escorregou seus dedos pela mão do rapaz, que segurou com mais força a varinha, os dedos da garota apertaram a mão do comensal, levando-a novamente rumo ao pescoço, apontando novamente a varinha.


       O comensal  pegou a mão da garota, ambos  sentiam uma mistura de excitação e medo.


       -Estou ficando louco. –cuspiu para si mesmo.


       A garota aproveitou que ele havia afrouxado o aperto e retirou sua mão entre as dele.


       -Você é uma sangue-ruim imunda. –disse furiosamente.


       Ela deu um passo para trás.


        Draco saiu da cela da garota, deixando-a confusa, magoada e irritada. Os sentimentos foram se misturando com as sensações que a poucos instantes havia sentido e de repente a menina se viu caindo no chão, chorando compulsivamente.


       Hermione contava os dias de acordo com o amanhecer, pelas suas contas haviam se passado oito dias, Malfoy havia sido estúpido , mas estava acostumada a vê-lo todos os dias.


       Hermione estava enfraquecendo, sua tosse atingira um nível máximo de piora, ela não conseguia mais se levantar, seu corpo doía, sentia frio, estava tendo alucinações , ora Harry e Rony no salão comunal da Grifinória, ora os amigos no Três Vassouras com bigodes de cerveja amanteigada. Mas havia Draco Malfoy, seu sorriso irônico, mas então sua expressão se tornava serena.


       Hermione sabia que estava morrendo.


       -Por Merlim , a garota está morta. – tentava relacionar a voz com algum rosto conhecido, porém não conseguia.


       -Não .Está respirando ainda.-uma voz seca, sussurrou. –Deixe-a morrer.


       -Não! Draco a quer viva. –outra voz masculina não tão desconhecida. –Leve-a até a enfermaria.


       Hermione sentiu-se mergulhando na escuridão.


       -Boa tarde, Sra. Granger. –uma mulher gorducha apareceu sob a visão da bruxa.


       -Onde estou.-disse sentindo um gosto estranho na boca.


       -Você está na enfermaria de Askaban, você está viva por um milagre, não são muitos prisioneiros que têm o direito de vir a enfermaria quando estão doentes. –ela estremeceu. –Você está com uma forte pneumonia.


       - Quem me encontrou?- perguntou esperançosa.


       -O Sr. Zabini lhe encontrou. –respondeu amável.


       Hermione encolheu os ombros. Sentiu uma onda de ódio lhe atingir, sentia uma necessidade doentia de ver um maldito comensal, estivera tão perto da morte, mas fora impedida de ser salva por Blaise Zabini. Voltara ao inferno.


       A cortina que envolvia a maca de Hermione abriu-se violentamente, a garota arfou ao ver quem era.


       -A Senhora não pode entrar aqui, Granger ainda está fraca...


       -Avada Kedavra.-um jato de luz verde atingiu o corpo da enfermeira, Hermione agarrou com firmeza o lençol.


       -Vamos dar uma volta, sangue-ruim. –Belatriz disse sorrindo sadicamente.

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Comentários: 1

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Enviado por vanzhan em 30/07/2011

OMG VACA!

ODEIO A BELLA!

Nota: 1

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