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1. Saindo de Hogwarts


Fic: Só Queria Dizer Que Te Amo --- R/Hr D/Hr ---


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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(N/A:Gente a fic ta começando de novo, aquilo que já foi talvez volte e eu comcei de novo porque: 1) Com o tempo eu fui vendo que tava ruim, e que eu podia fazer melhor. 2) Algumas coisas eu copiei UM POUQUINHO do livro 7 mas as modifiquei bastante.
A fic é continuação do 6º livro. É isso. Obrigadaaa!!!)

1º Capitulo-Saindo de Hogwarts

Eles passaram os últimos minutos em Hogwarts, com a certeza de que seriam os últimos, pelo menos, como estudantes. Sabiam que não voltariam mais para Hogwarts depois. Então, foram dar uma ultima olhada no lago, sentaram-se em baixo da árvore que costumavam fazer os deveres, mas os três ficaram em silêncio, olhando o lago. Talvez, imaginando quando seria a próxima vez que o veriam, se o veriam. Ou, talvez ficaram se lembrando de todas as vezes que se sentaram ali, juntos. Lembranças dos três ali ou, até mesmo, quando era só dois deles. Depois, foram ver Hagrid, que ainda chorava muito, Hagrid disse para eles que sentiria saudades dos três, principalmente agora, sem Dumbledore. Hagrid também disse que ficaria esperando pela visita deles quando estariam lá, no último ano de Hogwarts, mesmo se vendo no casamento, ele esperaria pela visita deles no próximo ano letivo. Quando ele disse isso os três se olharam e ficaram em silêncio. Os três, juntos ainda, deram uma passeada pelos corredores, se lembrando de tudo que acontecera ali desde o primeiro ano.

Ali, caminhando, conversando, rindo, tentando se esquecer de todos os problemas, os três sentiram a verdade. Que eram um trio, e nada nunca poderia mudar isso. Que estariam juntos para tudo, não importando o que fosse. Fosse para salvar um ao outro, proteger, ajudar. Ajudar. E como. Harry sabia o sacrifício que os dois estavam fazendo. Sabia, em como doeria para Hermione, a garota que sempre tirara as melhores notas, que sempre gostara tanto das aulas, parar seus estudos para seguir com ele. Harry sabia o quão seria difícil Rony falar para sua família que seguiria com ele. Se é que falaria.

Talvez, pensou Harry, Rony simplesmente fugiria. Agora, Harry teria que voltar para a casa dos seus tios, sabia que era isso que Dumbledore gostaria. Dumbledore. Tudo que acontecera á noite parecia ter se passado há muito tempo.

-E então Harry? Harry!?-Harry escutou a voz preocupada de Hermione.

-Ahn?! Que? O que foi?

-O que houve? Não é Você-Sabe-Quem de novo, é?-perguntou Rony preocupado.

-Não... Eu só estava pensando... Que eu realmente não sei o que eu faria sem a amizade de vocês dois... Vocês são, realmente a família que eu nunca tive... É como se fossem meus irmãos.

Os dois sorriram.

-Harry, você deveria saber que desde que vocês dois me salvaram daquele trasgo, eu faria tudo por vocês. E é assim que vai ser. Foi antes da guerra, vai ser durante. E... – Hermione respirou fundo - Vai ser depois. -falou com certa incerteza, Hermione sabia o que poderia acontecer. Estava consciente de que poderia morrer. Harry sentiu isso na voz da garota, que antes falava sempre com tanta firmeza. As suas palavras não foram tão certas dessa vez.

-É cara, desde que você me deixou sentar com você naquele vagão do trem, deveria saber. Que seriamos amigos. É como se tudo já estivesse para acontecer, quer dizer, nós três, como se fosse realmente para ser nós dois os amigos do Menino-Que-Sobreviveu.

Harry riu.

-É... E eu nunca imaginaria ninguém melhor. Vocês dois podem ser muito diferentes um do outro. Na verdade, nós três somos muito diferentes. Mas talvez seja isso que nos faça mais fortes. Desde o inicio eu tenho que admitir que...

-Nenhum de nos estaríamos vivos se não fosse o outro. -Completou Hermione, dessa vez com bastante firmeza na voz.

-É... -falou Rony.

-Primeiro vocês dois me salvaram do trasgo...

-Depois, graças aos céus que Hermione prestava atenção nas aulas de Herbologia, ela nos salvou do visgo-do-diabo.

-Depois, Rony, salvou por diversas vezes a nossa pele naquele xadrez, e, depois no fim, sacrificando a si mesmo. E, depois de Hermione ter me ajudado no “enigma das poções”, Hermione salvou a vida de Rony, levando-o a tempo para a Ala-Hospitalar.-Disse Harry.

-No segundo, não sei se é muito seguro dizer. Quer dizer, na floresta quem salvou vocês foi o carro, e a mim foi à poção... Não houve muitos salvamentos ai, não? Quer dizer, eu não tenho certeza... Estive a maior parte do tempo petrificada, apesar de que eu me arriscaria a dizer que vocês salvaram a minha vida fazendo tudo que fizeram para chegar à câmara secreta.

Os dois concordaram.

-No terceiro, de certo modo, vocês dois salvaram a minha vida, se arriscando entrar no salgueiro lutador... -disse Rony.

-E o Harry, me salvou de todos aqueles dementadores.

-No quarto ano, se não fosse por vocês dois eu não teria saído vivo. -disse Harry.

-Bem, no quinto todos se salvaram, não? Pelo menos eu acho... Cada um salvou um pouco... -Disse Hermione

-E, esse ano, Harry me salvou. Eu poderia ter sido envenenado.

-E, Harry também nos salvou nos dando a Felix Felices.

Harry sorriu.

-Ano longo - Disse apenas.

Os dois concordaram, Hermione consultou o relógio, e anunciou que já estava quase na hora. Foram pegar seus malões, para sair de Hogwarts. E, no próximo ano, não voltar mais.




Embarcaram no trem, e, coincidência ou não, a única cabine que sobrara fora aquela em que se conheceram.

O trem recém começara a andar. Hermione sentou ao lado de Rony e Harry a frente dos dois. Hermione, sem medo se aconchegou nos braços do ruivo. Estavam tristes. E ficar assim era com se fugissem da dor. Harry sorriu ao ver os amigos assim.

A porta da cabine se abriu, um garotinho, do primeiro ano entrou assustado.

-Harry P-p-potter? É pra você...

Harry pegou o pergaminho da mão do garoto, logo em seguida, o garotinho saiu da cabine apressado, logo que a porta fechou, Rony e Hermione o olharam com curiosidade.

-É da Profª. McGonagall, ela disse que esta no trem e gostaria de falar comigo novamente.

-Vai logo então, Harry!-Mandou Hermione.

-É... To indo.

A porta da cabine fechou. Fez-se um silencio constrangedor lá dentro.

-E... E então, Rony?

-O que?

-Eu não quero sair de Hogwarts... Acho que mesmo que Dumbledore tenha morrido a escola é o lugar mais seguro. E, podemos pesquisar onde estão as horcruxes e como destruí-las ali, e depois que tivermos localizado todas fugir para procurar, ou então, se ficarmos por ai, procurando as horcruxes, Voldemort não vai tardar a nos achar.

-É... Poderíamos tentar convencer Harry, nem que fiquemos só um tempo. -Os dois estavam abraçados, mas do mesmo modo, conseguiam olhar um para o outro.

-Vejamos se conseguiremos... Ele é realmente cabeça-dura. Mas, mesmo se ele não aceitar voltar eu vou com ele. Você também vai, não vai? –Hermione já sabia da resposta. Mas preferia falar qualquer coisa a ficar em silêncio.

-Sim. Vou. Hm... Mione?-Hermione fez som de quem estava ouvindo-Ontem, Harry falou que vai voltar para a casa dos tios, lembra?-Hermione fez que sim com a cabeça. –E você? Vai logo para A Toca?

-Não. Eu voltarei para casa e lançarei alguns feitiços de proteção por lá. Eu quero que meus pais estejam seguros. Teremos que contar para a família que eu sou uma bruxa, e, pelo menos por enquanto, papai e mamãe ficarem sem falar com nenhum amigo. Só poderão falar com os parentes. Os outros parentes não há tanto perigo. Não sabem nada sobre o Harry. Eu, bem, vou lançar um Feitiço Fidelius sobre a casa, e eu serei a Fiel do Segredo. Pretendo reunir toda família essa semana. Quem não puder ir, a gente avisa de qualquer outro jeito.

-Você pretende contar aos seus pais?

-Sim, mas eu vou omitir algumas coisas, como, por exemplo, que vou estar bem no meio da guerra, quer dizer, todos estão, mas eu vou tirar a parte do Harry estar sendo perseguido por Voldemort e a única maneira de acabar com Voldemort é pegando as horcruxes. Eu vou dizer que eu vou voltar para a escola, e que o bruxo pode querer atacá-los por eu ter nascido-toruxa.

-Você não acha que eles vão te segurar em casa?

-Eu já fiz 18 anos, eles não podem fazer nada... -Hermione viu a cara de incompreensão de Rony - No mundo dos trouxas a gente só se torna maior aos 18.

-Aaah. -Disse Rony em tom de compreensão.

Hermione suspirou.

-Sabe, foi realmente muito difícil ficar todo esse tempo que ficamos sem nos falar. E foi realmente por besteira. Longe de você, eu me sentia tão... Sensível. Eu não acredito que desperdiçamos nosso tempo brigando ao invés de... Quer dizer, principalmente agora, com a guerra na nossa cara, e a chance de... Não ficarmos mais assim juntos, por tanto tempo, e termos desperdiçado muito do nosso tempo discutindo e brigando.

-É... Mas você fala como se fossemos morrer Hermione! Eu sei que a Guerra ta ai, e a chance é grande! Eu tenho consciência do que pode acontecer quando formos com o Harry. Mas, eu tenho certeza, de que, nos três, juntos sempre vamos superar tudo juntos. Eu sinto isso. Eu sei que desperdiçamos muito tempo, e me sinto culpado por isso...

Hermione não o deixou continuar.

-A culpa não é sua... Talvez até seja minha. Não. Na verdade, é dos dois.

-É. Deve ser dos dois.

-É como dizem: se um não quer, dois não faz. - Rony riu – Ditado popular trouxa! –Hermione disse em tom brabo.

-Ta! Desculpa por rir!

-Não foi por rir, bobo! Foi pela cara que tu fez!

-Ah, ta! Mas que eu saiba eu só tenho essa cara! Não sou metamaformago!

Hermione revirou os olhos.

-Que bom que eu conheci você e Harry, Rony. Porque se não, eu realmente não sei o que seria de mim sem vocês. Principalmente agora.

Rony fez carinho nos cabelos da garota. E em seguida disse:

-Tenta ir logo pr’A Toca? Por favor? Eu não vou agüentar ficar muito tempo longe de você.

Hermione sorriu. Como era bom ouvir aquilo. Tudo que eles falaram não havia sido exatamente um “Eu Te Amo”, ou algo do tipo, mas sentiu que já estavam bem melhor do que antes.

-Prometo Rony. Prometo voltar logo. Três ou quatro dias no máximo. Os dois sorriram um para o outro, com o coração batendo forte. Hermione depositou um leve beijo na bochecha de Rony. E Rony fez mais carinho nos cabelos da garota. Sentiram-se bem.

-Voltei-anunciou Harry entrando na cabine.

Rony voltou rapidamente a colocar o braço em um abraço a Hermione, e deixa-lo parado. Não soube muito bem porque esconder de Harry o que sentia, mas preferiu assim, e viu que Hermione também. Harry sorriu ao ver que os dois ao menos conversaram enquanto não estava ali.

-Então?-perguntou Hermione. - O que queriam?

-McGonagall me contou que o conselho disse de Hogwarts irá reabrir sim, enquanto houver um aluno ela estará aberta. Colocarão mais feitiços do que havia antes, e mais aurores por ai, tanto andando pelo castelo como fora. Mas não foi bem por isso que me chamaram. Na verdade, Dumbledore deixou um testamento. Ela disse que havia um envelope na mesa dele, escrito “Testamento”, o testamento estava dentro, e, junto com ele outra carta escrita “Para Harry Potter”. Eles não abriram queriam que eu abrisse. Abri. E lá dentro continha uma carta para mim, que lerei mais tarde, e, havia outro envelope: “O que não esta no testamento, mas devem chegar diretamente para as mãos de seus devidos donos, sem passar para ninguém mais.”. E vocês estão no testamento.

-O que?-Perguntou Rony

-É isso ai. -Disse Harry sorrindo. - Mas, teremos que voltar para Hogwarts outra hora, para pegar as coisas. -Hermione estava abrindo a boca, mas Harry a interrompeu - Nem adianta me perguntar o que ele deixou para vocês! McGonagall falou que irá falar conosco lá n’A Toca! E que provavelmente o ministro estará junto.

Hermione fez uma cara de indignação. Mas não falou nada.

E, conversando sobre as horcruxes e tudo que acontecera e aconteceria, seguiram a viagem.

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