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9. Capítulo IX


Fic: SURPREENDIDOS PELA PAIXÃO fic de Dyone Smith


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Masmorras - Sexta-feira, 20:00 hs, Hermione andava batendo os pés, enfurecida. Não acreditava que ao invés de ir ver o jogo dos meninos tinha que cumprir detenção com Snape, e ainda por cima junto com Draco Malfoy.
Como tinha raiva daquele garoto! Porque ele tinha de ser tão intrometido, charmoso, babaca, cheiroso, por ter a cara-de-pau de beijá-la em plena aula de poções na frente de seus amigos e do professor que ela mais odiava, e ainda por cima por beijar tão bem!

Malfoy estava parado olhando para o teto em frente à porta da sala de Snape. Não entendia o que tinha dado nele, nunca teria beijado alguém em plena sala de aula, muito menos Hermione Granger. Se o pai ficasse sabendo disso em Azkaban, provavelmente fugiria só para lhe azarar pessoalmente. Mas novamente ele não conseguiu manter o controle ao ficar tão próximo dela. Ela ficava linda furiosa, ainda mais quando a culpa era dele. Sabia que ela estava escutando seus pensamentos e fez de propósito para pirraçá-la, afinal, ele salva sua vida e ela fica desfilando abraçada com o cabeça de abóbora!

Os pensamentos de Draco foram interrompidos por passos apressados e firmes vindo em sua direção, era Hermione. Ela estava nada amigável e tinha uma expressão de fúria no rosto. Antes mesmo que pudessem trocar um insulto ou uma palavra sequer, ouviram o Prof. Snape abrir a porta e chamá-los para dentro de sua sala. Malfoy deixou que ela entrasse primeiro e Hermione o azarou mentalmente por ele ser tão idiota e cavalheiro ao mesmo tempo.

Assim que entraram o Prof. sentou-se em sua mesa, apontando para duas cadeiras à sua frente.

- Bom... Vocês sabem porque estão aqui, e não vou perder meu tempo dando sermões aos dois. Sabem que tiveram um comportamento vergonhoso hoje, e por isso, irão limpar todo o estoque de poções, rotulando todos os frascos e colocando tudo em ordem alfabética. Sem usar magia, é claro. – O Prof. anotava algo num pergaminho enquanto explicava a detenção aos dois. – Vou sair por instantes, espero que quando voltar, já tenham feito progresso por aqui. – disse, retirando-se da sala.

Hermione levantou, indo em direção a primeira estante de poções, Draco se dirigiu a segunda estante. Trabalhavam em silêncio, como se cada um ignorasse a presença do outro. Ficaram assim durante vários minutos, até que Draco quebrou o silêncio.

- Meu pescoço ainda está doendo, sabia? Você deveria se oferecer para me dar uma massagem. – disse ele tocando o local.

- Não é problema meu. E não me compare com as garotas sem personalidade que você conhece e fazem tudo o que você quer. Até parece, é o que faltava! – ela sentou-se a fim de começar a organizar a primeira fileira de potes.

- É o mínimo que você devia fazer depois de ter sido salva por mim. – ele olhou em sua direção.

- Como é que é? Levar detenção do Snape é ser salva por você? – ela riu desdenhando.

- Caso você não saiba, fui eu que te levei pra ala hospitalar ontem à noite. Eu que impedi que você caísse quando a escada mudou de lugar. – ele falava com tranqüilidade, enquanto escrevia no rótulo de um frasco.

- Ah, tá bom! Vou fingir que acreditei. – Ela dedicou atenção à segunda fileira da estante.

- Como eu saberia que você passou a noite na enfermaria? – Draco pegara outro pote a fim de rotular.

- Bom... As paredes tem ouvidos, você conhece muita gente. – ela ergueu a sobrancelha. – E se isso fosse mesmo verdade, porque você me salvaria sem ganhar nada em troca? – ela encarou-o até ele responder.

- É... Você tem razão. Não me daria ao trabalho. – Ele virou-se e não tentou convencê-la mais.

Hermione não conseguia acreditar que ele estava inventando uma coisa dessas só pra que ela não ficasse com raiva dele. Como ele podia ser tão mentiroso! Por outro lado, Draco não conseguia acreditar que ela duvidava do que ele dizia. Sabia que não ganharia nada com aquilo, mas não conseguiria viver com a consciência tranqüila sabendo que poderia ser o responsável pela morte da garota.

O Prof. Snape chegou minutos depois, e dispensou-os dizendo que já era o bastante. Draco saiu sem nem ao menos olhar para trás, seguindo em direção ao dormitório da Sonserina. Hermione seguiu rumando para o lado contrário. Ainda arriscou um olhar, mas ele já havia sumido de vista.


Hermione levantou exausta, tomou um banho gelado, vestiu uma calça jeans e uma blusa de cetim branca e desceu para o salão comunal. Como era sábado e todos deviam estar dormindo não encontrou ninguém e resolveu ir falar com Madame Pomfrey. Quando entrou na ala hospitalar, não demorou a encontrar a enfermeira, que estava arrumando as cortinas das janelas.

- Madame? – Hermione chamou baixinho.

- Sim? Ah, Srta. Granger... Está se sentindo mal novamente? Já falei que deve se alimentar melhor! – a enfermeira tinha um tom de voz suave, porém firme. Olhava para Hermione com cara de preocupada.

- Pode ficar tranqüila Madame, eu estou bem. Só que eu queria tirar uma dúvida, se não for muito incômodo. – Hermione aproximou-se da mulher.

- É claro que não. Pode perguntar. – a enfermeira postou-se em frente à garota colocando as mãos em seus ombros.

- É que... Bem... Eu gostaria de saber quem foi que me trouxe até aqui noutro dia quando desmaiei. – A mulher ergueu uma das sobrancelhas. - Só por curiosidade. – Hermione acrescentou com olhos brilhantes, ansiosa pela resposta da enfermeira.

- Bom... Eu não me lembro o nome dele. – a mulher coçou a cabeça.

- Mas a senhora poderia me descrever como ele era? – Hermione segurou as mãos da mulher. – É muito importante saber quem foi, entende?

- Claro. – a mulher sorriu amavelmente e Hermione soltou suas mãos. – Era sonserino, porque usava uma capa da casa. – A mulher descrevia enquanto caminhava de volta à sua mesa. – Era mais alto que eu, e possuía cabelos loiros e lisos... – Hermione suspirou, enquanto saía silenciosamente. – Se não me engano era o Sr. Malfoy. – Hermione ainda pôde ouvir antes de se retirar do aposento.

A enfermeira parou de falar assim que se virou e percebeu que estava falando sozinha.

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