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27. Capítulo 27


Fic: Meu Marido Até a Poeira Abaixar ATT 12 02 2014


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 27

Harry riu consigo mesmo e Hermione o encarou. – O que foi?

O moreno fez um gesto de indiferença, como se não fosse relevante o pensamento que tivera e a guiou consigo para fora.

-O que faremos hoje, senhora Potter?

A morena mordeu o lábio inferior, ponderativa. – Que tal... hm, se simplesmente andarmos por aí? Fugindo de Hugo, Alice, de Keyla e Vitória, assim como de seus maridos. Principalmente de Vitória.

-Uh! Isso é muito tentador – ele comentou zombeteiro ao seu ouvido, abraçando-a de lado. – Mas é uma opção?

-Tenho certeza que faremos com que se torne uma – ela contrapôs como se lhe segredasse algo. Entreolhando-se, eles riram.
--

Gina suspirou resignadamente – ou tentou o fazer - ao observar Keyla, a despeito de seu marido – William – se encontrar presente, postar-se ao lado de Draco, entrelaçando seus braços.
Ela já estava desgostosa por Harry e Hermione se afastarem, deixando para ela e Malfoy a bomba de ter a companhia daqueles outros três casais. Então Keyla agia como uma prostituta de luxo oferecida, só pra variar um pouco, a ruiva pensou mordaz; e Gina não estava com paciência para isso. Não estava mesmo.

Mas mesmo assim sorriu e voltou-se para Josh. – Diga-me Josh, Draco foi um bom menino? – isto arrancou a atenção do loiro de Keyla para a “esposa”.

-Certamente, Gina, meu bem.

-Oh – o olhar dela recaiu instantaneamente sobre Hugo, que não disfarçava seu olhar vagando por seu corpo; ignorando-o, a bruxa voltou-se para o “marido”. – Fico feliz que tenha se portado bem, querido – comentou divertida, fitando-o.

Draco estreitou a vista - obviamente aquela mulher estava a zombar dele. Como se não bastasse, Gina lhe ofereceu uma piscadela coquete que o deixou sem reação, tamanho espanto.
Mas era digno de pauta: Ginevra Molly Weasley estava flertando. Com ele. Estava ficando preocupado com aquela mulher... Há tempos que estava a agir de modo estranho.

Então Draco recordou, como se uma pedra de gelo do tamanho de Londres caísse em sua cabeça: Ela estava encenando.
O homem riu, daquele seu modo arrogante, reservado e sem emoção. Como pudera esquecer de algo tão... fundamental? Ele fora pago – mais bem subornado, “e que suborninho fajuto”, ele só podia pensar ao rever as amigas trouxas da “esposa”, “aquelas harpias esculturais” (“Não deixe Gina ouvi-lo chamá-las assim”, lhe alertou Harry), assim como a sensação de que fora lesado, enganado e ludibriado – para se passar pelo marido de Gina. Mas não qualquer marido.
E sim um bem-apessoado, cortês, agradável e, principalmente, fiel e apaixonado marido. Recebera muito pouco pra bancar o panaca, ponderou num lamento silencioso.

E lá estava ela, sorrindo marotamente, lhe lançando olhares sensuais. Draco não podia evitar, a sacana era boa. Demasiadamente. Agora, acreditava que sua resposta estava sendo apenas não conseguir tirar seus olhos dela.
Keyla, ao seu lado, praticamente fazia malabarismo a procura de sua atenção, perdida a vários segundo em Gina, que simplesmente movia os lábios com um riso insinuante, cruzando e descruzando as pernas vez ou outra, jogando com os cabelos, destinando a si mesma pequenos toques no queixo, contorno do rosto e pescoço.

Gina riu sob um comentário de Josh que não ouvira, porque ele fizera toda a mesa gargalhar. Observou de soslaio o que lhe importava. - E que ficasse claro: não era um “importava” de tipo: “Merlin, como eu gosto desse cara”. Era mais ameno, estava mais para algo do tipo: “se ele arruinar meus planos, dando mole pra essa vadia, eu corte ele em pedacinhos irreconhecíveis. Sem magia” – Porque Keyla ainda estava atrelada a Draco e ele não se importava.
Gina abaixou por um instante a cabeça, perpassando a língua pelo lábio inferior, tentando se acalmar. “Eu mato ele e o ressuscito só pra matá-lo outra vez. Eu juro em nome de Merlin... Que se eu somente chegar a sonhar que Keyla Madison conseguiu um beijo dele, rá. Não vai prestar” ela balançou a cabeça negativamente, girando absorta o copo entre suas mãos “Mas não vai prestar mesmo”.
Por alguma razão, Gina sentia vontade de partir o braço daquela mulher, ou serrar, não faria muita diferença – os fins justificam os meios – e ela apenas queria uma distancia consideravam do corpo “siliconado” da morena com o corpo do seu Narciso.
Não queria nem saber se estava sendo irracional. Draco fora pago para ser seu marido. era seu por direito. E faria com ele o que bem entendesse! O que significava que tinha até mesmo direito de opinar se ele poderia ou não falar. Ou respirar. Ou sobreviver por aqueles dias nessa bendita casa. E ela esclareceria isso assim que estivessem a sós. Com o pequeno lembrete: Ela nunca perdia suas coisas. Nunca.

Por fim ela se levantou, ignorando a pergunta que Alice lhe fizera por não estar prestando atenção alguma no assunto a sua volta, a ruiva agarrou o braço de William com um “Me acompanha em um passeio, William?”, no que o homem respondeu com um sorriso galante, como sabia que faria.

-Ou poderíamos fazer assim: - Draco se interpôs no caminho deles, praticamente arrastando Keyla. – Que tal trocarmos de par? – ele ofereceu um sorriso frio a William. – Meu amor? – estendeu a mão livre.

Gina sequer ponderou quando apanhou sua mão, ela deu um sorriso ao marido da “amiga” apertando com a mão livre seu ombro levemente, onde queria demonstrar: “eu sinto tanto... Draco tem privilégios”. Que estranhamente pareceu a este: “Você foi usado. E... ah, eu sinto” enquanto ela se abalançava para os braços de Draco com um sorrisinho meia-boca nada inocente.
O loiro, ponderou William, sorria como um idiota. Mas não poderia culpá-lo realmente, o trouxa pensou consigo ao tornar ao seu lugar, desta vez ao lado de Keyla, sua esposa. Gina irradiava vivacidade e era palpável o amor que sentiam um pelo outro, uma espécie de bola incandescente prestes a explodir, ferindo quem quer que esteja no caminho daquele casal, exceto eles. Provavelmente acostumados com as bruscas mudanças no humor do (a) parceiro (a).
Riu levemente quando Gina se postou atrás do marido e segurando sua cintura, a ruiva o abraçou e depois passou a guiá-lo, mas para “empurrá-lo” para qualquer outro lugar que não ali. Para longe das pessoas.
--

Hermione cochilou entre seus braços e Harry deixou de deslizar os dedos levemente por seus braços, tratando de lhe acariciar suavemente o cabelo com uma das mãos. Ele apertou levemente sua cintura, tratando de deixá-la mais cômoda sob seu abraço.
Encontrava-se apoiado a uma árvore repleta de flores. Com a amiga entre suas pernas, encostada nele, sua cabeça repousando sobre o peito de Harry.

Haviam decidido recostar-se naquele lugar por conta da proximidade do local com o pequeno lago da propriedade – precisamente de fronte para ele - e por conta da sombra bem-vinda que a árvore proporcionava.
Agora Hermione dormia calmamente sobre ele, a mulher não parecia estar ciente de qualquer coisa enquanto esteve acordada em seus braços, apesar de não ter pestanejado ao responder ou a questioná-lo. Mas para Harry, a amiga fingia muito mal. Um sorriso pequeno surgiu em seus lábios, enquanto ele afastava do rosto dela a mexa que saíra de seu penteado e a observava.

Estiveram conversando sobre amenidades por vários minutos antes que ela caísse no sono, ainda cansada. E ele nem precisava ser um gênio para saber que Hermione estava evitando falar sobre a noite anterior.
Então ele pensou “Ok”; a respeitaria. Não era como se estivesse certo, sendo honesto consigo, do que poderia dizer ao momento. E se dissesse, não estava certo se poderia não estropiar tudo.
--

Gina lhe soltou no instante em que estiveram afastados o suficiente para não serem ouvidos ou vistos.

-Escute, Malfoy...

-O que você tinha na cabeça? – ele indagou secamente. – Você me deixaria com eles, outra vez – apontou para a direção de onde vieram, com enfado. – Enquanto dava um pequeno passeio com seu affair?

-William não é meu...

-Não me importa Weasley! – o tom dele, para espanto da auror, aumentou consideravelmente. – Apenas saiba que não vou ser eu o único “traído” da história, está bom pra você? Estamos conversados?

Gina estreitou a vista perigosamente, mas Draco estava muito irritado para se dar conta de que ela nunca falara tão sério em sua vida: - Não se atreva a tocar em qualquer uma delas! – falou entre dente.

-Por que você se importaria?

-Você é o meu marido aqui! – ela gritou. – Você não pode--

-Own... e você pode, pequena Weasley? – indagou sarcasticamente. – De mãos dadas com o William, fazendo sabe-se lá o que com Pornnilli – ele enumerava nos dedos. – Não, agora me diz, o que o Josh faz? Fica só observando?

Por mais incrível que pudesse parecer, ela não reagiu agressivamente, estava chocada. E dolorida. Não estava acreditando, sentira-se mal com o que ele dizia a seu respeito.

-O que? Você é estúpido ou coisa parecida? – se forçou a dizer. – Nunca em minha vida eu sairia com qualquer um deles.

-Você já saiu. Com Pornnilli - Gina ficou desarmada. - E fica óbvio pela relação que têm.

-Nós não temos uma relação! Por mais que isto (nunca) entre em sua cabeça!

-Ao menos não nega que já tiveram uma – a ruiva permaneceu calada um momento.

-Escuta - ela respirou fundo. – Não quero você com aquelas mulheres – apontou. -, escolha qualquer outra – pediu fechando os olhos, meneando de um lado a outro a cabeça. – Apenas seja discreto.

-Como você o é?

Draco estava possesso. Gina, ofendida. E nada de bom poderia sair disto...

-Está louco? Quantas vezes terei de dizer. Não estou tendo um caso. Só estou com você aqui, com você. É tão difícil de entender?

O loiro riu em deboche e descrédito.

-Por que estou discutindo isso contigo? – apesar de estar perguntando mais a si mesma que ao homem.

-Não está – contrapôs. – Está aí negando o que lhe convém.

-Você não me tem em alta cota, e quer saber? Não me importa. Mas vamos combinar uma coisa: não tente nada com qualquer mulher hospedada naquela casa. Irá se arrepender.

-Não tem o direito de me ameaçar – Draco revidou virando os olhos.

-Não estou ameaçando – disse aproximando-se. – Mas preste atenção – continuou. – Apesar de você ser... – Gina expirou com força. – Estamos aqui, e por mais infeliz que seja a situação, juntos. Só estou pedindo um pouco de colaboração, e acredite em mim – fechou os olhos –, você não estaria aqui se tivesse outra opção.

-Por exemplo, se estive realmente casada – o loiro contrapôs em ironia.

Gina o ignorou propositalmente. - Repetirei: não tenho nada com qualquer homem dessa casa. Para o caso de restar alguma dúvida: Respeito você, ou melhor, nossa encenação. E não sou estúpida de estragar todo meu plano flertando com qualquer outro homem, que não você, nesta casa. Então, espero o mesmo de você. Não me importa que saia daqui especialmente para se contratar uma garota de programa – tornou a fitá-lo. – Apenas seja discreto. Não desejo que qualquer pessoa desta casa sequer suspeite e - Gina ergueu a sobrancelha. – Você também não.

A ruiva tinha um tom imperativo que o exasperava, estranhamente, Draco sorriu. O que mais poderia fazer? Ele a conhecera assim... Irritante, autoritária, complicada, imprudente, cheia de sarcasmo, sorriso faceiro e extremamente perturbadora, por onde quer que passasse.
Por mais que desejasse, muitas vezes – talvez até mais do que a ruiva merecesse -, apenas e exclusivamente acabar com ela, estavam eles juntos – pasmem! – naquela roubada.

E o sorriso dele a desconcertava. – O que?

-Me pergunto o porquê de estar aqui – contrapôs apenas.

-Além da fortuna que Harry lhe prometeu? – retrucou indiferente. - Vamos voltar, Draco - ela agarrou seu braço como se os momentos anteriores não existirem, como se não estivessem em mais uma disputa de quem gritava mais alto e violentamente. Se não fosse o sarcasmo ela, ao chamá-lo pelo primeiro nome. – E por favor, seja convincente – disse ainda atrelada a ele, olhando-o de lado. – Lembre-se: você me ama, sou tudo na sua vida. Sua alma gêmea – comentava em tom docemente calculado, enquanto fingia acessos de ânsia de vômito...

-Serei o melhor fingidor que já viu, meu bem – o tom dele era gentil. Falsamente gentil.

Gina fez uma careta. - Céus, isso não combina com você. Parece um elfo domestico fazendo assim - o homem a fitou com indignação e Gina apenas riu com leviandade.

Silenciaram.

-Hei, aposto que não ganha do Harry – ela comentou repentinamente.

Draco a fitou franzindo o cenho, a ruiva sustentou o olhar; ele ergueu a sobrancelha e Gina sorriu marotamente. – Vamos lá, Malfoy. Será divertido, e se você ganhar... Pode pedir qualquer coisa – o homem parou de caminhar, estudando-a. Ela ergueu os braços, meneando a cabeça. - Qualquer coisa que possa pensar – continuou, lhe oferecendo uma piscadela camarada. – Mas... Se eu ganhar – ela apontou para si mesma e sorriu com malicia. – Terá de ser meu elfo-doméstico, por um mês, no ministério, em casa ou em qualquer lugar que eu queira, terá de estar a minha disposição quando eu lhe chamar, e pode ter certeza benzinho, você não terá paz.

Draco sequer piscou. - Quais são as regras?

A ruiva sorriu. - Sem regras.

-Vai se arrepender de ter apostado comigo, Ginevra – ele estendeu a mão.

A bruxa riu com arrogância. – Eu duvido! – e a apertou firmemente.

“Como pôde ser tão tolo?” Gina ainda ria satisfeita consigo mesma quando voltaram a caminhar ao encontro dos ‘amigos’. “Será a aposta mais fácil que vencerei” avistou as pessoas e se dispôs a abalançar-se ao encontro dele. “Nunca conseguirá. Ele não percebeu? Harry a ama... Então, Draco teria de me amar para fazer, ao menos, uma parte do que Harry faz por Hermione tão voluntariamente” A ruiva riu e erguendo-se na ponta dos pés, se aproximou do ouvido de “marido”.

-Preparado?

O loiro sorriu com arrogância, cingindo-a pela cintura. – Espere e vê-la, srta Weasley – os lábios dele perpassando sua bochecha.

Que o jogo comece.
**
(continua)
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Um pouquinho mais de DG nesse capítulo. E como eles pensam... O jogo só está começando.
Obrigada pelos comentários! Fico feliz que tenham gostado... Me desculpem os erros, assim como a demora...

Momento propaganda básica xD --> Se alguém estiver interessado, postei uma nova fic. Só pra variar um pouco, é H². ^^ E chama-se: Exceto um conto de fadas.
A estória é baseada, digamos, na relação de Harry e Hermione depois de alguns (vários) anos separados. Quando ela lhe propõe, subtamente, casamento. E ele aceita. Cada qual com seu motivo para aceitar/propor esse casamento que não passa de uma sociedade com prazo de validade. Ao menos por enquanto...

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Outra coisa: Novo video de Meu Marido, está lá em "Trailer", ese foi feito pela Mione Potter (Érica)

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Comentários: 1

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Enviado por Isis Brito em 03/09/2011

E começa o romance Draco&Gina... *-*

Nota: 5

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