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9. Capítulo IX


Fic: Toujours Pur.


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Capítulo IX



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It must have been love, .
Deve ter sido amor,
From the moment we touched still the time had run out.
Desde o momento que nos tocamos até quando o nosso tempo acabou.
Make-believing we're together.
Mas faço de conta que ainda estamos juntos,
That I'm sheltered by your heart.
E que ainda estou abrigada pelo seu coração.




-- Não. De onde tirou essa idéia? – Belatriz dirigiu seus olhos para o chão, sentindo-se desprotegida.

-- NÃO MINTA PRA MIM! – Sirius berrou, o rosto a centímetros do dela. – VOCÊ ESTAVA GRAVIDA!

A mulher empurrou-o para longe.

-- O QUE VOCÊ ESPERAVA, SIRIUS? QUE EU TIVESSE A CRIANÇA? O QUE EU FALARIA PROS MEUS PAIS? O QUE EU FALARIA PRA RODOLFO? VOCE TINHA IDO EMBORA SIRIUS, EMBORA!

-- COMO VOCÊ PÔDE FAZER ISSO COMIGO? COMO VOCÊ PÔDE ESCONDER UMA COISA DESSAS DE MIM? EU ERA APAIXONADO POR VOCÊ! – ele agarrou-a pelos cabelos e empurrou-a violentamente contra a parede, ainda agarrando-a fortemente.

-- SIRIUS, VOCÊ ESTÁ ME MACHUCANDO! EU EXIJO QUE VOCE ME LARGUE AGORA, EU NÃO PEDI PRA VOCE IR EMBORA, NÃO ME CULPE!

-- CALE A BOCA BELATRIZ, CALE A PORCARIA DA BOCA! EU NÃO IRIA EMBORA SE SOUBESSE!VOCE NÃO TINHA O DIREITO!

-- EU TINHA O DIREITO SIM! – ela cuspiu em seu rosto, entre lágrimas. – TINHA TODO O DIREITO DE FAZER O QUE EU QUISESSE! EU NÃO ME ARREPENDO!

Sirius limpou o cuspe de seu rosto com o braço, fechando os olhos por alguns segundos e fazendo com que a morena quase acreditasse que ele tinha se acalmado. Mas então, ele voltou com tudo para cima dela, agarrado ainda mais a seus cabelos e berrando pertíssimo de seu rosto, pouco se importando para as lagrimas da mulher.

-- NÃO VOU CONSEGUIR TE OLHAR NA CARA NUNCA MAIS, SUA CADELA. VOCÊ MATOU DOIS, NÓS DOIS! O BEBÊ, E EU. ABORTOU NÓS DOIS. NÃO SEI COMO VOCÊ TEVE CORAGEM DE FAZER ISSO COMIGO. – cada frase era mais uma investida violenta contra a parede. Sirius também estava as lagrimas agora. – AQUELE FILHO ERA A COISA QUE EU MAIS QUERIA. EU TE AMAVA, SUA IGNORANTE! EU IRIA FAZER DE NÓS A FAMÍLIA MAIS BONITA E FELIZ DESSA MERDA DE BAIRRO, DESTE UNIVERSO! EU NÃO TINHA OUTRO SONHO NA VIDA!

-- SIRIUS! PÁRE! PÁRE!

-- IA SER UM MOLEQUE, EU SEI. NOSSO MOLEQUE. E VOCÊ ME FAZ ESSA ESTUPIDEZ SEM NEM AO MENOS ME AVISAR! MAS VOCÊ NÃO CONSEGUE, NÃO É BELATRIZ? VOCÊ NÃO VAI SER MÃE NUNCA! NUNCA! E VOCÊ NUNCA MAIS VAI OUVIR FALAR DE MIM, ENTENDEU? EU NÃO SEI SE VOU CONSEGUIR DEIXAR DE GOSTAR DE VOCÊ, NÃO SEI SE ALGUM DIA VOU QUERER TER UM FILHO COM OUTRA MULHER. – mais uma investida contra a parede, os cabelos negros dela entre seus dedos. – EU QUERIA MUITO QUE TIVESSE SIDO CONTIGO! E EU NÃO QUERO OUVIR SUAS DESCULPAS IMBECIS, VAI TE CATAR! VOCÊ FOI LÁ, E TIROU COMO SE TIVESSE FEITO A CRIANÇA SOZINHA. NÃO TEVE A DECENCIA DE PENSAR EM MIM. EU VOU PRA BEM LONGE, TE EXTRAIR COMO VOCÊ FEZ COM O BEBÊ E COMIGO.

A respiração dos dois estava ofegante, e Belatriz tinha certeza que a qualquer segundo os familiares iriam irromper no quarto. Ela estava com dor de cabeça graças a força com que Sirius segurava seus cabelos e também nas costas, graças as investidas que ele fazia ela dar contra a parede.

Ele havia parado de falar, parado de jogá-la contra a parede, mas as mãos continuavam nela. Ela preferia que ele tivesse lhe esbofeteado. Ele não tinha idéia do que ela tinha sofrido, e ela não queria explicar. Ele mantinha a cabeça voltada para o chão, chorava desesperadamente, os soluços sufocados enchendo o quarto escuro e silencioso. Então ele ergueu a cabeça novamente, voltando a encará-la nos olhos.

-- Traíra, sem-vergonha, meu amor.

E grudou seus lábios contra os dela, com força devastadora, depois a abandonou ali e saiu do quarto.

Belatriz deslizou contra a parede, sentando-se no chão, envolta em lágrimas, a cabeça latejando com os berros, as palavras. Ela puxou o robe para mais perto do corpo, como se pudesse protegê-la de tudo. Ela perguntava-se há anos se deveria ter feito tudo diferente, se deveria ter fugido, ter ido atrás de Sirius e agora, tinha a resposta, ela faria qualquer coisa pra não ter de ouvir tudo aquilo.

Foi quando a porta do quarto se abriu bruscamente fazendo com que a morena levasse as mãos à boca. Por ela entrou uma Narcisa aflita, enrolada com roupão de seda branco, deixando-a uma figura absurdamente parecida com um elfo.

-- Minha nossa! O que foi aquilo tudo? Lucio entrou em parafuso! Sorte que Rodolfo tem sono pesado e que a família está em outros andares... – então a loura pareceu perceber que a irmã chorava. – O que aconteceu, Belatriz? O que o canalha te disse?

-- Ciça! Ele descobriu... ah, Ciça...

A mulher levou as mãos à boca e jogando os cabelos longos para trás aproximou-se e sentou ao lado da irmã, as mãos unidas.

-- Ah, Merlin! Ele não recebeu bem a noticia, não é? Ele deve estar querendo matar a família.. O que ele disse quando você contou que te obrigaram a tirar?

-- Ciça! Eu não contei isso! – a mulher arregalou os olhos, mordendo o lábio.

-- O que?! Como assim, Bela! Você deixou que ele pensasse que a culpa era toda sua? Minha nossa, você precisa tirar esse peso dos ombros, vá lá agora e conte a ele!

-- Ele me mata se me ver na frente dele novamente. E não faz sentido. Você sabe, ele longe é melhor pra todos. Deixe-o pensar que fui eu, assim ele não faz nenhuma besteira, não mata ninguém, sei lá...



Sirius corria pelo corredor. Precisava de Andrômeda. Sabia que o quarto da mulher ficava no segundo corredor virando a direita, e quando chegou lá, escancarou a porta.

Andrômeda dormia tranquilamente, envolta em suas cobertas macias quando a porta de seu quarto praticamente explodiu. Ela voou da cama, a mão já na varinha, apontando para o intruso.

-- Sirius? Sirius! Porque está... você está chorando? – ela mordeu o lábio, a compreensão se espalhando em seu rosto. – Feche a porta, e venha até aqui. Ela contou, ah minha nossa!

Ele bateu a porta, com uma violência absurda, e moveu-se em direção a ela, endurecido, o rosto lívido de raiva.

-- Você sabia?Sabia e não me contou. – ele estava prestes a gritar também com a prima.

Andrômeda percebeu isso e passou a mão nos cabelos ondulados. De certa forma, ela lembrava a irmã. Apesar da aparência muito mais bondosa e inofensiva.

-- Por quê? Você acha que se eu tivesse contado, seria melhor? Doeria menos? Você estava melhor sem saber, Sirius. – comentou, séria.

Então ele percebeu que era verdade. Tudo o que a prima falava era verdade. Ele observou quando ela acendeu a luz do abajur e sentou-se na cama, apalpando o colchão ao seu lado, convidando-o a sentar-se com ela.

O moreno sentou-se e apoiou o cotovelo nos joelhos, mergulhando a cabeça nas mãos e agarrando os próprios cabelos.

-- Andie, como ela pôde fazer isso?Era nosso filho. Você, como grávida entende a situação! – ele ergueu a cabeça, encarando-a. – Você jamais faria isso, não é?! Porque você é HUMANA! Diferente de Belatriz, Belatriz é.. ela é um monstro! Igual a todos eles! E eu devia ter aprendido da ultima vez, mas parte de mim Andy, parte de mim ainda acreditava que ela poderia mudar!

-- Sim, Sirius. – Andrômeda suspirou. – Eu nunca abortaria meu filho, por nada nesse mundo. E, Belatriz também não.

Sirius levantou-se da cama de um salto, como se a prima o tivesse eletrocutado.

-- O QUE?

-- Sirius, se você se acalmar e sentar, eu vou te contar tudo. Mas preciso ter certeza absoluta, de que você não vai sair matando todos.

Ele ponderou, perguntando-se se gostaria mesmo de saber tudo. Precisou de cerca de um segundo para decidir. Gostaria. Precisava desesperadamente da verdade.

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No quarto alguns corredores de distancia dali, Belatriz deslizava para dentro do quarto que dividia com Rodolfo. A mulher andava com cuidado, ainda limpando os vestígios das lagrimas. Merlin sabia como ela não desejava acordar Rodolfo. Ela sabia que caso o noivo acordasse, ele iria exigir mais do que apenas um beijo.

Ela sufocou com as mãos um novo soluço. Ela e Sirius estavam acabados. Ela sabia que ele nunca iria saber a verdade, e nunca iria perdoá-la. Ela jurou que nunca mais amaria ninguém, ninguém. Perder Sirius uma vez fora a pior experiência pela qual ela passara na vida, despedaçou-lhe o coração. Perde-lo agora, pela segunda vez, estava sendo simplesmente insuportável.

A mulher sentou-se na cama lentamente, tentando não pensar na vida que carregou no útero alguns anos atrás, tentando não pensar como tudo teria sido se ela tivesse fugido, se ela tivesse ido atrás dele.

Deitou-se no travesseiro fofo, seus passos guiados por simples intuição tal era o breu no quarto. Sentiu Rodolfo mexendo-se ao seu lado.

-- Belatriz? – murmurou a voz dele no escuro.

Ela tentou sufocar o pânico e controlar a voz, para que ela saísse firme.

-- O que foi, Rodolfo?

-- Onde estava?

A morena sentiu o ar comprimindo seus pulmões.

-- Com Narcisa.

Ele grunhiu algo inaudível, e para desespero total sentiu a mão do homem em seu quadril.

-- Venha até aqui, venha.

-- Hoje não Rodolfo, estou cansada. – ela virou-se para o lado oposto.

-- Você tem dito isso há semanas, venha até aqui agora. Eu não estou pedindo.

Belatriz fechou os olhos, a ultima lagrima solitária escorreu pela bochecha e foi pousar em seus lábios. Ela percebeu que aquela noite seria inevitável fugir do noivo.

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No outro quarto, Sirius sentou-se novamente junto a prima, encarando-a fixamente e esperando ela começar seu relato.

Andrômeda soltou mais um suspiro.

-- Sirius, tudo começou uma semana depois que você foi embora.

Então, começou a narrar tudo o que acontecera há nove anos.

Flashback.


Largo Grimmauld, uma semana após a partida de Sirius.
1977


Uma Belatriz de dezesseis anos andava no quarto de um lado para o outro. Não sabia o que fazer com o resultado que tinha em suas mãos.

-- Malditos exames trouxas! – exclamou, jogando o que segurava contra a parede.

Duas horas atrás, ela, Belatriz Black, fora até uma rua qualquer, entrara numa farmácia e comprara o que os trouxas chamavam de Teste de Gravidez.

Agora ela andava de um lado para o outro, puxando os cabelos nervosamente. Dirigiu-se para a parede e pegou novamente o tubinho. Analisou-o pelo que pareceu ser a décima vez. Cor-de-rosa. Não poderia ser.

O que ela faria? Pensou em fugir. Mas parecia arriscado demais, irresponsável demais, bom demais.

Sirius há havia deixado, deixado a família. Tudo ia seguir os trilhos como determinado. Mas agora, agora não. Havia uma vida dentro dela. E ela não sabia o que fazer com essa vida. Mas sabia de uma coisa, desejava-a desesperadamente. O que estava ali, dentro dela, era uma parte de Sirius. Ela não se daria ao luxo de perder aquilo.

Esconderia. De todos. E quando sua barriga começasse a crescer, ela simplesmente faria alguma coisa. Tentou afastar esse problema tardio de sua cabeça. Afastou também todas as dificuldades de criar uma criança com dezesseis anos, e pior. Criá-la talvez sozinha, podia ser que ela nunca mais encontrasse com Sirius. Não sabia em que continente ele estava. Mas ela achá-lo-ia.

Mas aquilo valia. Tinha de valer. Suspirou e deitou-se, fechando os olhos.


Fim do Flashback


Sirius franziu as sobrancelhas ao final do relato de Andrômeda.

-- E daí? Nada faz muito sentido agora. Ela parecia querer o bebê.

-- E queria. – Andrômeda pressionou os lábios, sabendo que o pior estava por vir.

Flashback.


Largo Grimmauld, duas semanas após a partida de Sirius, sala de jantar.
1977


Os Black estavam sentados em volta da mesa de jantar. Todos em silencio, um silencio anormal. Estava sendo assim desde a partida de Sirius. Todos pareciam sentir, de um modo ou de outro.

Belatriz devorava a carne, quando sentiu olhos sobre ela. Ergueu os seus e encontrou sua tia Walburga encarando-a com aqueles olhos cinzentos que tanto lembravam os de Sirius.

-- Ora, Belatriz... como você tem comido bastante essa semana. E está mais corada... – seus olhos se estreitaram. – Você está grávida, não está? O imbecil de meu filho a engravidou.

Todos na mesa sugaram o ar, com impressionante surpresa. Belatriz viu os olhos de suas irmãs e de seus parentes mais velhos encarando-a, chocados.

-- Ele machucou você, minha filha? – exclamou seu pai, Cygnus, quase se levantando da mesa. – Vou matar aquele desgraçado, eu não credito que ele botou as mãos em você! Diga que o que sua tia diz é mentira ou seu mato aquele desgraçado, seja lá onde ele esteja!

-- Ora, homem! Não seja estúpido! Não está claro que foi com muito consentimento? Pelo amor de Merlin! Sabemos que Belatriz não é inofensiva, ela não deixaria o animal chegar perto dela se não quisesse.

Belatriz permanecia estática, não sabia o que fazer, não tinha pra onde correr, não podia negar, Walburga sabia do que falava.

-- Foi isso, não? – continuou ela, com aquela voz asmática e assustadora. – Vocês estavam tendo um caso, se espreitando na calada da noite, e trepando feito dois animais no cio...

Druella bateu a mão delicada na mesa com força assustadoramente grande.

-- Walburga! Não permito que você fale assim com a minha filha! O que é isso?! Bela não faria uma coisa dessas, por Merlin! Diga que é mentira Bela!

Belatriz, que sempre tivera resposta para tudo, ficou quieta, em pânico com seu futuro. Procurou o olhar de Narcisa, que estava igualmente estática em sua cadeira. Aquilo bastou.

Cygnus ergueu-se.

-- Belatriz! Eu não vou deixar você sujar a reputação de minha família! Imagine o verdadeiro escândalo que seria, todos falariam disso. Da minha filha, tão perfeita, grávida de um TRAIDOR! E tudo isso é culpa de seu filho, Walburga! – exclamou pra irmã, depois voltando a atenção para a filha. – Você vai tirar esse bebê do seu ventre. E rápido.

-- O QUE? – Belatriz pareceu sair de seu transe, ergueu-se e empurrou taças de cristais finas para o chão, cortando a mão. – NÃO! É MEU FILHO! É UM FILHO MEU! VOCES NÃO PODEM FAZER ISSO! EU VOU CRIÁ-LO, E LONGE DE VOCES!

-- Está claro que você não sabe o que faz, meu bem. – comentou Druella. – Esta é a situação mais sensata.

Andrômeda ergueu-se.

-- Por que Belatriz tem de fazer isso? Isso é ridículo, nessa família já teve casos de primos juntando uma família, significa um herdeiro Black puro!

Cygnus urrou.

-- E é o que eu desejaria! Se fosse com Régulos, um verdadeiro Black, eu beijaria seus pés, Belatriz! Mas aquele moleque não é digno da família que tem!

-- EU NÃO VOU DEIXAR VOCES FAZEREM ISSO! NÃO VOU ABORTAR MEU FILHO NÃO IMPORTA O QUE FAÇAM! – gritou Bela de volta, a mão protetora sobre o ventre.

-- ORA, É MUITA AUDACIA! – agora Walburga berrava. – VOCE VAI ABORTAR, E VAI SER AMANHA! ANTES QUE ESSA NOTICIA VAZE.

-- NÃO VOU! NÃO VOU DEIXAR VOCES DESTRUIREM A VIDA DELE TAMBEM, JÁ DESTRUIRAM MUITAS VIDAS!

Cygnus respirou fundo.

-- Você sempre foi minha filha favorita. Sempre foi lógica. Sempre foi uma Black. Essa gravidez está te afetando. Você acha que pode ser feliz para sempre? Não pode. Não sei o que esse moleque botou em sua cabeça, mas arrancando esse parasita que está em sua barriga, também arrancaremos essas idéias malucas.

-- NÃO! É O MEU CORPO! – ela urrou novamente, o rosto banhado por lagrimas.

-- Vocês não podem fazer isso com ela! – gritaram Narcisa e Andrômeda juntas.

-- Não só posso, como irei. Todos estamos de acordo, e vocês duas que não se metam. Essa criança não vai nascer, e tudo vai voltar ao normal. Inclusive as três.

Belatriz começou a gritar com todas as forças novamente e todos gritavam juntos, até que Belatriz saiu da mesa e começou a subir as escadas correndo. Cygnus berrou ainda mais alto:

-- VOCE VAI SE LIVRAR DESSE FARDO AMANHA, E NÃO ME IMPORTA O QUE VOCE QUER OU NÃO. VAI OBRIGADA. POR BEM OU POR MAL.


Fim do Flashback


Sirius não conseguia mover um músculo quando a prima acabou de contar a historia. Procurou a voz, mas ela saiu rouca e tremula, como se não fosse a dele.

-- O que aconteceu depois?

-- Não é obvio, Sirius? Arrastaram Belatriz para o curandeiro do bairro. A subjugaram. Eu e Narcisa... – ela perdeu a voz, e não conseguiu encarar o homem nos olhos. – Esperamos do lado de fora, não dormimos uma semana devido aos gritos e negações dela. Sirius, ela queria muito aquele filho.


O moreno ergueu-se da cama, caminhando calmamente pelo quarto, mas seu interior estava longe de ser calmo. A vontade dele era de sair e esmurrar cada um daquela casa até a morte. Ela, sua Bela. Ele não acreditava que ela havia sofrido tanto Aparentava ser a pessoa mais forte do mundo, quando na verdade era despedaçada por dentro.

-- Preciso falar com ela, Andrômeda. – murmurou, num fio de voz.

Ela assentiu.

-- Amanha de manha, você faz isso. Procure dormir um pouco Sirius, você precisa muito, sabe disso. – aconselhou-o sabendo que seria inútil, ele não pregaria os olhos.

-- Não. – ele molhou os lábios, a boca ficara subitamente seca. – Agora, Andy. Por favor. – ele encarou-a. – Traga-a até aqui. Ela deve estar no quarto de Lestrange, bata lá, invente alguma desculpa e a traga até aqui, independente do que ela diga ou faça. Eu preciso disso, por favor.

A prima encarou-o, em duvida. Bastou encontrar os olhos cinzentos do primo e soube que ele iria ter o que queria, de um jeito ou de outro.

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N/A – Primeiro de tudo, não me matem. Aí está, as quatro horas da manhã de um dos últimos dias de 2007. Espero que esse ano tenha sido bom para vocês. Bom, eu só tenho duas comentadoras assíduas por aqui, Nanda e Luh. E obrigada a vocês garotas, as vezes acho que só escrevo pra vocês mesmo. C:

E a Nandinha! Obrigada pelo comentário, que bom que você curte SB. Acho a perfeição. Espero que voce não só tenha lido, como gostado da fic.

Bom, gente. Agora essa fic ta indo pros conformes finais. E espero que vocês tenham gostado desse capitulo, bem dramático, eu se. O.o quase chorei escrevendo :X. Odeio ter de fazer essas coisas com esses dois.

Pra terminar, pra quem ainda não sabe, e que lê e não comenta aqui.

http://www.floreioseborroes.net/menufic.php?id=23950

novinha, minha nova fic SB. Espero que leiam e gostem.

É isso aí pessoal, obrigada as meninas de sempre, feliz ano novo se eu não atualizar antes do dia 31 e que venha o próximo capitulo!

Beijos.

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