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3. O rompimento


Fic: Anos de Sexo Proibido - Reta final - Capítulo 19 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A água quente escorria por seu rosto fogueado. Ele ainda não entrara no chuveiro. Fechou os olhos e pensou em seus filhos. Pensava sempre. Aquilo era totalmente errado. Desejo e amor misturados explosivamente não permitiam que ela raciocinasse perto dele. E a culpa lhe invadia há anos. Três anos depois do seu casamento com Rony, iniciou o caso com Harry que foi interrompido alguns meses depois.

FLASHBACK

Ele estava magnífico como sempre. Iria sentir o coração bater rápido toda vez que aquela porta de elevador se abrisse e ele estivesse sorrindo como se no mundo só houvessem os dois. Como amava aquele homem. Tanto que fazia há algum tempo aquilo que nunca se imaginara fazendo. Traindo seu marido.
Mas agora as coisas tomavam um rumo diferente. Hoje, aquilo iria terminar. Novos acontecimentos mudavam o rumo das coisas. Harry não se separara de Gina por causa de James e ela acabara por ser permissiva em relação à aquela situação vergonhosa que vivenciavam.
Caminhou na direção de seu amante. Céus, esta é uma palavra tão sórdida. Tão sórdida quanto aquilo que fez durante todo esse tempo naquele quarto. Mas agora ela não poderia ser mais a amante de Harry Potter. As coisas haviam mudado de figura.
Ela entrou. Ele fechou a porta atrás de si e a abraçou por trás. Ela se manteve completamente imóvel. Seu coração estava apertado.
-Tive tanta saudade de você. – ela continuava imóvel.
Ele deu a volta e se postou na sua frente. Ele pôde ver seus olhos cheios de lágrimas, prestes a eclodirem.
-O que houve? – ela ainda não tinha coragem de o suficiente para falar. Aquele tom carinhoso dele era destruidor. – Mione?Meu amor?Conte-me. Por que está assim?
-Harry... Eu...Bom, vou dizer de uma vez só.
-OK, fale. – ele parecia preocupado.
-Nós precisamos parar de nos ver.
Seu semblante se encheu de surpresa. Ele transmitiu desespero.
-Meu amor, nós já conversamos sobre isso. Eu sei que você se sente culpada, e eu também me sinto. Mas preciso de você. Eu prometo que podemos resolver isto com Rony e Gina logo. Só tenha um pouco mais de paciência.
-Não, Harry. Acabou hoje. Aliás, agora. - teve vontade de chorar, mas se manteve forte.
-Não! Não faz assim... – ela lhe deu as costas.
Ele lhe abraçou.
Ela escutou um sussurro em seu ouvido.
-Tenha piedade. Amo-te tanto. Não posso viver sem você.
Ela virou-se para encará-lo e ele a beijou. Não resistiu. Correspondeu.
Aquelas mãos fortes passearam por suas costas e ela gemeu contra seus lábios. Desceu as mãos e passeou por suas nádegas. Ela não conseguia resistir. Conhecia aquele toque macio. Sabia que era mais do que precisava para ficar fora de si.
Precisava parar por ali.
-Harry, pare! – disse empurrando seu peito.
Ele a encarava, ainda surpreso e desesperado.
-Escute, Mione...
-Não!Harry, eu estou grávida.
Aqueles lindos olhos verdes se arregalaram e sua boca se entreabriu. Ele obviamente não esperava por aquilo. Eles sempre eram tão cuidadosos. A não ser que...
Ele recuou e sentou-se na cama.
Apoiou a cabeça nas mãos.
-É filho do Rony, não é?
-É. – nunca foi tão doloroso pronunciar tão simples palavra.
-Ele já sabe?
-Não. Vou contar quando chegar em casa.
-Você sabe desde quando?
-Faz uma semana. Foi por isso que quis lhe ver. Eu não posso continuar com isso. Não é justo. Se já é uma atitude repugnante para com Ronald, imagine com esta criança que está para chegar. – lágrimas escorriam dos olhos de ambos.
-Eu entendo. Sinto o mesmo em relação a James. Só continuo a me encontrar contigo por que te amo demais. É como uma necessidade primitiva. Às vezes é como se estivesse fora de mim. Procure entender.
-Eu entendo. Não esqueça que só entrei neste quarto pela primeira vez pelo mesmo motivo que você e pelo mesmo motivo pelo qual entrei todas as outras vezes.
Ele se levantou. Aproximou-se e a abraçou. Ela encaixou a cabeça na curva de seu pescoço e os dois choraram silenciosamente por alguns segundos. Até que ele quebrou o silêncio.
-Hermione?
-O quê? – ela o encarou.
-Você tem certeza absoluta que este bebê é do Rony.
-Tenho. – outra lágrima escorreu pelo seu rosto – Nós dois fomos sempre muito cuidadosos com a poção anticoncepcional, mas houve uma noite em que eu e Ronald voltamos de um jantar. Havíamos bebido um pouco demais e acabamos nos atrapalhando.
A imagem de Rony e Hermione na cama sempre o assombrou, e imaginava que ele sentisse a mesma coisa em relação a Gina. Mas agora era pior ainda.
Ela o encarava com lágrimas nos olhos.
Lentamente ele percorreu o caminho contrário ao das lágrimas de Hermione com os lábios e beijou seus olhos. Beijou seus lábios castamente.
-Quero apenas sentir você perto de mim mais um pouco.
Ela não disse nada. Apenas se manteve de olhos fechados.
Ele desabotoou sua blusa e beijou seus ombros.
Tirou seu sutiã e cobriu um de seus seios com a mão e outro com a boca. Sugou, mordiscou, lambeu e beijou aqueles seios fartos e delicados, enquanto ouvia os gemidos roucos de sua amada misturados ao nó que estava preso em sua garganta.
Tirou a sua própria camisa e calça.
Abriu a calça jeans de Hermione a desceu lentamente, pondo-se de joelhos. Levantou o rosto e constatou que ela apenas o observava.
Ele beijou sua intimidade por cima do tecido fino da calcinha e afastou um pouco o tecido introduzindo o dedo na vagina de Hermione, que pendeu a cabeça para trás e gemeu, entregando-se ao último arrombo de paixão com Harry, como prometia a si mesma naquele momento.
Ele tirava e colocava o dedo, controlando-se impressionantemente ao ouvir os gemidos daquela mulher. Seus olhos verdes estavam enegrecidos de desejo. Nunca a vira tão vulnerável e entregue, tão submissa, tão... sensual.
Levantou-se a pegou no colo olhando em seus olhos. Depositou-a na cama e cobriu os lábios dela com os seus. Um beijo calmo apesar do desejo tão extremo que pairava no quarto.
Ele olhou em seus olhos e ela ainda possuía os olhos cheios das lágrimas que ele também desejava derramar. E não se conteve. Um filete de grossas lágrimas escorreu de seus olhos e ela não se importou. Chorava também. Silenciosamente. O sofrimento era mútuo.
Ele desceu os beijos. Deteve-se por um momento em seu pescoço, arracando-lhe gemidos roucos. Voltou a beijar seus seios. Ela se agarrava aos lençóis e gritava. Ele continuou a descer.
Retirou a última peça de roupa que cobria aquele corpo fenomenal. Ele queria fazê-la sentir como em nenhuma outra vez. Com todo o seu desejo, empenhou-se ao introduzir a língua na vagina de Hermione. A estimulava com toda a volúpia e paixão enquanto deslizava as mãos por suas coxas bem torneadas. Lambia, mordia, chupava... Ela se contorcia e gritava seu nome. Lambeu o seu cu e introduziu o dedo em movimentos ritmados e voltou a estimulá-la oralmente.
Ela não conseguia raciocinar, falar ou fazer qualquer outra coisa a não ser gritar pelo nome dele.
Ele sentiu que ela atingiu o ápice e postou-se em cima dela.
Arfando, ela abre as pernas, receptiva, para aquela que ela jurava ser a última vez.
Num movimento doce e lento, ele a penetra, sem coragem de olhá-la nos olhos, pois sabe que eles estão manchados pelas lágrimas, assim como os seus.
Enquanto fazem amor num ritmo romântico e vagaroso, se abraçam apertado e escutam o gemido do parceiro.
Numa explosão de sensações inéditas, Hermione sente o orgasmo mais intenso que já teve. Logo após, Harry a acompanha.
Deitam-se lado a lado para ficar juntos uns últimos minutos.
-Mione, não esquece que eu te amo.
-Nunca.
-Eu nunca vou esquecer esse dia.
-Faço minhas as suas palavras.
Ela se levanta e se veste lentamente enquanto ele observa.
Ela se aproxima, beija castamente seus lábios, e vai embora, deixando um homem lânguido, desesperado e apaixonado para trás...

FIM DO FLASHBACK

A situação era realmente vergonhosa. Se um dia alguém descobrisse sobre a vida que ela e Harry levavam, não saberia o que fazer. Mas também tinha consciência de que assim que aquele lindo homem de penetrantes olhos verdes adentrasse o banheiro, ela não conseguiria mais pensar em nada daquilo.
Sentiu mãos fortes e macias segurarem sua cintura fina.
-Demorei?
-Muito.

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